quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

5. Dia Circuito Vale Europeu Dr. Pedrinho a Alto dos Cedros


Depois de tudo limpo, um bom café da manhã, lanche para viagem e pegamos o primeiro carimbo na prefeitura e outro no café ali próximo e seguimos  o roteiro. A saída era a mesma da chegada com placas da primeira atração  a Cachoeira Véu da Noiva, a 10 km. No caminho junto a outra placa de indicação da cachoeira o odômetro marcou 200 km como pode ser visto nas fotos. 100 km na saída de Indaial e 200 km agora em Dr. Pedrinho.
Chegando lá um bar, um galpão e uma pista de bocha, mas sem desafiantes dessa vez. Me chamou a atenção os cartazes com a bebida Fukafuka, em falta, que no blog do próximo dia em Palmeiras vai ter um comentário a parte.
Algumas fotos e um video da cachoeira e partida para Alto dos Cedros, na expectativa de atravessar de barco o lago da represa.



Clique no slide para ver as fotos.

Durante o percurso o tempo começou a fechar. No km 17 uma saída a direita com subida. Neste ponto eu e o Linhares ficamos esperando o Alan e a Sirlene, porque tinhamos aproveitado a descida. A espera demorou e aí apareceu um problema que no blog de Indaial foi comentado do conserto da bicicleta em Rodeio. O freio de trás estava pegando no pneu desgastando até a câmera, que furou espontâneamente quando era empurrada. Esse problema iria perdurar até sairmos de Alto dos Cedros. Após a subida em meio a região de reflorestamento descemos até chegar a um rio, sem ponte. Atravessá-lo de bicicleta sem molhar era possível, mas vai que escorrega. Molhei um pé. Segue a frente outro rio, mas esse eu atravessei. Uma porteira e o nosso carro de apoio do lado da estrada na lama. A Andreia foi abrir a porteira e ao sair do carro o mesmo voltou de ré com o Lucas dentro, porque o freio de mão não estava pegando bem, prá sorte  parou na lama.  Logo chegaram Alan e Sirlene que ao atravessar o rio de  bicicleta  escorregou e caiu. Era arriscado mesmo. Começava a chover e fomos nos esconder numa propriedade ali perto, na cobertura para o gado que antes existia, mas segundo o dono foi substituído pelo cultivo de eucalipto. A bicicleta do Alan furou o pneu de novo pelo mesmo problema. Ele colocou no carro e pegou da Sirlene que seguiria de carro depois do susto na porteira.
Esperamos a chuva diminuir e seguimos em frente, a 15 km nos aguardava o Raulino Duwe no horário das 16:30 h. Com o aumento da chuva, fizemos uma descida correndo, que subiu lama até atrás do meu capacete.
Chegando lá encontramos o Sr. Duwe que nos aguardava desde as 2 horas com seu filho e sobrinho, porque aproveitariam para pescar.
Segundo o sr. Duwe, com a chuva, atravessar de barco era arriscado, eu não sabia se seguia de bicicleta ou pegava o carro porque estava bem enlameado. Peguei carona no fusca, quanto tempo não andava de fusca. Detalhe esqueci de tirar a camiseta que sujou o encosto, já que o assento estava protegido pro uma toalha. Desculpe seu Raulino. Ainda bem que o encosto era antigo de capa de couro sintético.
O jeito foi seguir de carro os 7 km de altos e baixos até a casa onde ficaríamos. Aproveitei e levei a bicicleta para lavar na casa dos Duwe e deixá-la para o dia seguinte. Banho e descanso para o jantar.
Nesta etapa não foram feitas tantas fotos, por causa da chuva, que perduraria até o dia seguinte.

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