domingo, 19 de setembro de 2010

Morretes 40 km



De Morretes 40 km 
Na foto da esquerda para direita: Silmara, Marcos, Maumau, Raquel, Jair, Claudia e Marcos Schultz

Morretes, uma cidade próxima do litoral paranaense, a 64 km de Curitiba, teve sua importância econômica até um pouco antes da construção da estrada de ferro Curitiba-Paranaguá. Hoje é uma cidade considerada a jóia da mata atlântica por estar localizada no único trecho brasileiro conservado desse ecossistema. Famosa também pelos restaurantes de barreado, um prato único típico paranaense que se constituiu de uma carne bovina bem cozida e temperada, servida com farinha de mandioca, como se fosse um pirão, onde o molho quente cozinha a farinha, acompanhado de arroz, rodelas de banana e complementos de camarão frito e ao molho, além de peixe frito a milanesa, bolinho de caranguejo e outros tantos acompanhamentos.

Bem tudo isso foi o que desejamos lá, mas fomos para pedalar pelas estradas rurais de Morretes. Saímos do rancho dos pais da Raquel (dos passeios) na estrada Prainhas em Porto de Cima. Seguimos pela estrada central que é um roteiro secundário até o centro da cidade. No percurso uma travessia pelo rio Nhundiaquara, ou seja um molha pés. Seguimos para um bairro chamado América de Cima, cruzando o trilho que desce a serra em direção a Morretes. Lá uma igrejinha onde tiramos essa foto do blog, depois que troquei a câmara do pneu que furou pela primeira vez num passeio, passados 2600 km da minha bicicleta.
Da igreja seguimos para um restaurante ali perto de nome Engenho da Serra para pegar informações sobre as cachoeiras na região.
Do bairro de cima para o América de Baixo e pedalar até o centro de Morretes onde o Marcos a Claudia e o Jair seguiram pelo asfalto e nós atravessamos o centro turístico e gastronômico de Morretes até a estrada central novamente. Nessa estrada fomos perguntar a um caseiro sobre uma rua ali que passa dentro do terreno onde há as casas da família Malucelli. Um pouco de história na qual a casa ficava próxima do local onde preparavam os feixes de cana para a usina de açúcar que lá existe, hoje em ruínas.
 Seguindo essa rua ou estrada fomos até uma ponte pêncil para atravessar o rio Nhundiaquara novamente até uma área onde há uma casa e plantação de gengibre e outra ponte pêncil (ou de mola) correndo dos cachorros. Mais a frente a travessia pelo rio da começo dessa história, meu pé estava quase seco da primeira. Até pegarmos o caminho contrário de retorno até a casa dos pais da Raquel.

Saída as 10:00 horas e retorno as 15:20 horas, num total de 40,53 km pelas estradas rurais e históricas de Morretes. Clique aqui para ver as fotos do dia.

Um pouco sobre Morretes:  morretes.com.br e da prefeitura

PS 01. na saída de Morretes retornando pela estrada Central passamos em frente ao cemitério da cidade. Pouca gente sabe que o pioneiro do montanhismo no Brasil Joaquim Olimpio de Miranda está enterrado ali. Esse pioneiro dá nome também ao ponto mais alto no pico do Marumbi ou Monte "Olimpo" em homenagem. Esse blog é dedicado a esse senhor que no ano de 2009 completou 130 anos da conquista, veja também no site Alta Montanha

 PS 02. 50 blogs publicados em 21 meses ou 50 lugares curtidos.

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