sábado, 26 de maio de 2012

Chapada Diamantina - 3. Parte - Vale do Capão, Cachoeira da Fumaça - Férias

Na noite anterior depois da trilha de mountain bike fui deixado na localidade de Nova Guiné, na pousada simples Dona Nenza. Eu estava no lado oeste do Parque Nacional da Chapada Diamantina para no dia seguinte conseguir uma carona até Palmeiras e depois o Vale do Capão. Meu celular não funcionava na região, aliás desde Mucugê porque a TIM não tem sinal nessas regiões. Fui fazer uma ligação do telefone público para o Dmitri mas não consegui.

Seguindo para o outro lado da Chapada

Depois de passar a noite acordei cedo para o café e tentar uma carona. Nunca havia pedido carona na vida e a experiência seria uma novidade. Até as 10:00 h eu não obtive sucesso e começava a ser um exercício de paciência. Quando apareceu um carro de uma operadora de turismo na demora de retronar, eu descobri uma internet comunitária onde aproveitei para ver as últimas notícias. Foi então que soube que o Dmitri havia cancelado a trilha do Vale do Pati porque uma pessoa do grupo estava doente e também acredito que a greve dos ônibus de Salvador, que afetaram as linhas interestaduais, devem ter atrapalhado o grupo. Assim o Vale do Pati para mim estava aos poucos se cancelando mesmo na recomendação do Dmitri que poderia haver saídas para o Pati a partir do Vale do Capão.

"Vale do Pati: a oportunidade surgiu para mim depois que já havia decidido pela viagem a Chapada Diamantina. Quando fui comprar um material na Territorio Mountain de Curitiba, fui atendido pela Carin que viveu 4 meses na região. Ela então me passou o contato do Dmitri - Chapada Treking que combinamos e conversamos pelo Facebook, para eu fazer a Trilha do Vale do Pati de 5 dias do Vale do Capão até Andaraí."

Voltei a pousada e nisso passou uma Toyota de uma operadora de turismo que provavelmente levou interessados para sair pro Vale do Pati a partir de Guiné. Na volta desse veículo pedi uma carona paga e antão entendi porque se cobrava tanto para chegar a Palmeira. O trecho de Nova Guiné a Palmeira é muito ruim.

Chegando a Palmeira ganhei uma carona local de um senhor Raí até uma lotérica para pegar dinheiro e esperar num bar o ônibus local para o Vale do Capão.

Chegando no Vale do Capão desci na pousada Pé no Mato que fora recomendado pela Cleuza em Mucugê. Passei a noite e combinei de pegar um guia para ir a cachoeira da Fumaça no dia seguinte.



Dia seguinte, depois de uma confusão se teria café da manhã, porque eu estava sozinho na pousada, aguardei o guia Gean até a ACVC - Associação dos Condutores do Vale do Capão. Fiz meu cadastro e contribuição de dinheiro e seguimos subindo o morro. No caminho conversei muito com o Gean sobre o turismo na região. Aliás essa trilha foi a mais conversada que eu fiz.



Chegando no alto fiz algumas fotos e vídeos de um lado da cachoeira. Ao contornarmos para o outro lado a placa de limite de acesso na travessia do rio estava solta. Providenciamos o conserto, foi um ato bem legal.


O canivete Suisso foi útil.


Depois na famosa pedra fiz algumas fotos no local.


No retorno a Caeté-Açu almocei e jantei no restaurante Dona Beli e já tinha notícias que a greve de ônibus acabaria, porém ninguém sairia do Vale para Palmeiras até a confirmação.

No dia seguinte depois de tomar um café no seu Nelson ao lado da lanchonete Dreger que vende passagens soube que os ônibus voltaram ao normal e decido sair do Vale do Capão em direção a Lençóis no plano B da viagem.

Em Palmeiras com o celular funcionando liguei para Fabi para saber o nome da pousada que ela havia ficado, pousada Safira. Ao chegar em Lencóis já fui abordado por um guia que me levou até a pousada. Chegando lá conheci a famosa senhora e fui recebido pelo seu amigo Ricardo que estava a ajudando em outra pousada do filho. Me acomodei no quarto, fui almoçar e procurar passeios na região.

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