quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Férias - Parque dos Falcões onde se recupera um pouco da dignidade


Durante as férias em Aracaju, pegamos algumas dicas de lugares para visitar no posto de turismo da praia de Atalaia. A Andrea fez uma pergunta boa a atendente sobre lugares que você não pode deixar de ir. Uma das dicas foi a gastrotinga que poderíamos conhecer perto do cânion do São Francisco e o parque dos Falcões que fica a 30 km de Aracaju e que pelo mapa eu resolvi visitar na volta de Piranhas-AL, vindo pela rodovia que passa por Itabaiana-SE.
Saímos as 8 horas de Piranhas, almoçamos num shopping Peixoto em Itabaiana, junto a rodovia de acesso ao parque a BR-235. Chegamos ao parque as 14 horas pelo primeiro acesso conforme o meu GPS e uma placa de indicação. Existe outro acesso mais a frente que é bem melhor.
No parque tiramos fotos no portal, um pouco antes tem uma homenagem ao urubu-rei albino que foi furtado para uma história absurda.
Na sede pagamos a entrada de 25 reais por pessoa e assistimos 30 minutos de vídeo sobre o trabalho.
Na visita aos viveiros quem nos conduziu foi o Alexandre. Esse funcionário e guia é uma atração a parte. Ele tem uma enredo interessante sobre a história dramática de cada ave que foi deixada para recuperação e da característica de cada espécie de falcão ou gavião, corujas e urubu. A frase é mais ou menos assim "imagine que as patas do falcão são o punhal, o facão ou a peixeira e o bico o revólver, a metralhadora ou a escopeta.
Fomos a cada viveiro na primeira hora sozinhos, metade do percurso, logo chegou um grupo da terceira idade num ônibus o que tumultuou a outra metade da visita. Mas nós já nos estávamos satisfeitos com o que vimos. Saímos com a boa impressão do que vimos. Esse é um  tipo de oportunidade em viagens que eu busco muito, que é conhecer algo ou um lugar que não está no roteiro comum. 

Fotos do dia e o link.
Parque dos Falcões

Comentários:

Ps. 01- Depois de um longo tempo voltei a postar sobre minhas andanças. Fiz muita coisa que está represada na edição de fotos depois que o Google extinguiu o Picasa e dificultou a associação ao Blogger. Esse é especial porque no dia 12/11/2017 o parque foi assaltado por seis bandidos que renderam, bateram nos funcionários e roubaram a bilheteria do dia.

Ps. 02 - Sobre o parque, tudo começou quando um garoto resolveu criar um gavião Carcará e desse amor, nasceu a compreensão sobre cada ave de rapina que é deixado no parque para viver uma parte da vida que outras pessoas lhe retiraram.

Ps. 03 -  O que é o enredo do Alexandre sobre cada ave e a história trágica antes de chegar ao parque pelo órgão ambientalista e pela polícia quando apreende esses animais. 

Ps. 04 - Sobre as dicas a gastrotinga, que é a gastronomia com produtos da catinga foi uma das dicas que não conhecemos, porque é um evento que precisa ser contratado junto ao jovem chef Timóteo Domingos,  lá em Canindé do Sul-SE no lado sergipano dos cânions do São Francisco.

Ps. 05 - Segue o link para maiores informações do Parque dos Falcões.



domingo, 13 de março de 2016

Pedal Estrada Rio do Julio

Igreja Luterana no Vale das Hortênsias

Estrada Rio do Julio, Vale das Hortênsias ou Pirabeiraba-Schroeder, podem ser tantos apelidos para um trecho que liga a estrada Dona Francisca a cidade de Schroeder em Santa Catarina. Vale das Hortênsias porque o trecho inicial que pertence a cidade de Joinville teve o cuidado de se plantar tais flores junto a casas bem cuidadas. Estrada Rio do Julio porque o rio margeia o lado direito em direção a Schroeder-SC, em todo o percurso, onde há também barragens de PCH-Pequena Central Hidrelétrica Bracinho, pertencente a CELESC.
Esse pedal eu já havia tentado fazê-lo por 03 vezes com outros grupos. A última tentativa foi em 13 de Janeiro desse ano, e as chuvas da semana fizeram desmoronar as laterais da estrada. O que pude ver agora que fiz o passeio é que a estrada recortada ao longo da serra com desnível de 700 metros para Schroeder e o rio beirando favorecem de um jeito ou de outro a interdição após as chuvas.
O que vi também, o trecho bem cuidado ou que tem as flores de hortênsia pertence ao lado de Joinville. Segundo um dos nascidos na região e mountain bike Hélio que nos informou de vários detalhes, a estrada surgiu da necessidade de extração de madeira no passado, sendo alguns trechos trilhas que se tornaram a estrada em meio a montanha. O lado de Joinville foi mais desenvolvido e cuidava até a divisa, e o lado para Schroeder, é o mais acidentado e sujeito aos desmoronamentos em grande parte.
Mas finalmente na semana da comemoração dos meu aniversário, por coincidência me dei o presente do pedal muito esperado, com o Marcos da Roda Livre. Eu havia feito somente um pedal simples, com ele e o Tony da loja Canyon Adventures, para Colônia Faria (entre Campina Grande e Colombo no Paraná).

Fotos do Dia e Link do Roda Livre



Percurso Trilhado no GPS



Comentários

Ps 01. Foto do dia. Numa das primeiras fotos se vê o pai Hélio levando a sua filha Suria nas costas, numa cadeira de carregar criança em trilha da Deuter. Detalhe é que ela foi na costas durante o pedal.



sábado, 13 de fevereiro de 2016

Caiaquismo na Baía de Guaratuba-PR

Grupo durante o o retorno do Sítio Sambaqui (foto Kaiak Safari)
"O caiaque nasceu na Groenlândia e existe desde tempos imemoriais, servindo de meio de pesca e trabalho aos esquimós. Caiaque significa na língua local “Barco de Caçador”, e seu uso era permitido exclusivamente aos homens, que empregavam ossos de baleia, peles e tripas de focas para a construção dessa curiosa embarcação." Fonte: Wikepedia (2016)

Eu já fiz alguns eventos relacionados com embarcações, desde o rafting (com vídeo) e até mesmo passeio de canoa canadense na Chapada Diamantina. Mas essa foi a minha primeira vez com registro, que fiz um passeio de caiaque. Tenho um conhecido,o Gianmarco, que me convidou para participar do grupo dele em descidas de corredeiras, mas faltou tempo e coragem.

A Kaiak Safari promove um calendário de atividades de passeio de caiaque a partir da baía de Guaratuba-PR. Essa que que eu fiz teve como destino o Sítio Sambaqui em Cabaraquara, localidade próxima ao ao Iate Clube de Caiobá, na estrada que segue da saída do ferry-boat de travessia Caiobá-Guaratba. O Sítio Sambaqui é um dos restaurantes que servem ostra nativas, criadas no local, num programa de apoio da UFPR. Existem outros restaurantes no local como o Vivere Parvo que é mais requintado, mas todos são muito bons.

Nesse dia do passeio eu eu fiz o contato com a Kaiak e me juntei ao grupo de Joinville-SC, que foi organizado pelo Go Faster do Rogério Martins.  O percurso total foi de quase 12 km sendo que na ida tivemos uma parada na primeira parte para ver como estava o grupo. Depois uma tentativa de atravessar um lado do mangue mas uma lado estava com maré baixa. e saímos pelo outro em direção ao Iate Clube de Caiobá para chegar ao trapiche do restaurante. Embora o restaurante tenha um cardápio variado, para o nosso caso foi servido algumas ostras e macarrão com mariscos e sobremesa de sorvete, um cardápio rápido para o nosso caso. Depois de 2 horas de almoço retornamos. Na ida tivemos apoio de um bote a motor com o João e a Beatriz e nos caiaques com os seus filhos Diego e Mariana.

Fotos do Dia e link  para Kaiak Safari

Caiaquismo em Guaratuba

Trilhado no GPS

Comentários:

Ps 01 - Que engano! Normalmente os grupos são diversos e em relação as dificuldades fico tranquilo porque sempre alguém fica para trás. Dessa vez o grupo era de ex-alunos de Educação Física e pessoal de academia de musculação...advinha quem ficou por último na chegada?

Ps 02 - No relato da Kaiak Safari : "NUNCA ANTES NESSE ROTEIRO........COM UMA CORRENTEZA DE MARÉ "ABSOLUTAMENTE FORA DO NORMAL" A GALERA FOI VALENTE E VENCEU NO BRAÇO. NO RETORNO, ALÉM DA MARÉ, HAVIA MUITO VENTO.
A TRAVESSIA DA BAÍA. COMO DE PRAXE FOI A PARTE MAIS RADICAL."

Haja  força no braço esquerdo de um destro.

Ps 03. - Pela  primeira vez usei o Strava para mostrar o trilhado no GPS. Isso porque comparado ao GPSIES das outras postagens o Strava mostra a velocidade do percurso, que foi pequena.

Ps 04 - Esse foi a primeira publicação com o Flickr. Já anunciado pelo Google a desativação do Picasa a partir de Março/2016 em favor do Google Fotos. Na minha opinião um decisão aos contrários porque os recursos são bem menores que esses aqui no Blogger do próprio Google.


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Rota das Cachoeiras de Corupá-SC


Salto Grande - 14. Cachoeira e o final da trilha


Eu creio que se fizerem uma pesquisa aqui no blog com a palavra Santa Catarina aparecerá uma boa  parte do que já escrevi. Os motivos são os mais óbvios desde a proximidade com Curitiba-PR e a maior razão de todas que é o litoral mais extenso para escolhas. Mas pessoalmente, ele tem organização para o turismo, comparando com o Paraná.
Mas é sempre convidativo ir ao estado vizinho, por ser mais organizado sim. Vêem o turismo como rentável, digno de estudos comparativos.
Vou falar aqui sobre um parque que conheci há mais de 20 anos. Era chamado como a Rota das 14 Cachoeiras de Corupá. Lembro no começo que o acesso por estrada rural em meio a plantação de bananas (capital brasileira da banana), ás vezes exigia do veículo, mas já haviam no local o galpão, a lanchonete e o estacionamento. A trilha era de chão batido com algumas placas, algumas travessias eram em pinguelas e troncos de árvore. Mesmo assim, eu já considerava  estruturada. Depois numa segunda ida ao parque que já havia tornado uma estrutura com o nome do proprietário como Parque Emílio Battistella, uma RPPN - Reserva do Particular do Patrimônio Natural, que é uma propriedade de conservação que dá direito aos proprietários a isenção de impostos. Mas nada haver comparado  o caso abandonado do Buraco do Padre-PR
Foram feitos uma casa de portaria de entrada e recepção, com controle de acesso e funcionários, banheiros com chuveiro(até água quente), as trilhas tem deck de madeira e piso de tela, melhor sinalizadas com alguns trechos com guarda-corpo e as travessias de rio com ponte de mola. A lanchonete foi para o lado de fora na estrada de acesso. Claro o acesso é cobrado com o valor de 15 reais, que acho justo por causa do retorno de serviços e da nossa falta de consciência de preservação, onde mesmo cuidada e cobrada precisa da  nossa colaboração.
Bem com tudo isso fica mais fácil de convencer quem nunca esteve nesse local e encarar  uma subida com desnível aproximado de 600 metros e um percurso de 2900 metros (é mais que isso), com desvios para as cachoeiras como pode ser visto no registro com o GPS abaixo.
Foi a primeira vez que a minha noiva Andrea fez tal passeio. Pelo percurso e tempo que levou de ida e volta em 5 horas, que eu diria um tempo de passeio, pois o parque considera 3 a 4 horas.

Fotos do dia


Comentários:

Ps. 01 - Ledo engano quem acredita que vai subir somente 2900 m, quando trilhado deu 4950 m.
Ps. 02 - O que será desse blog com a notícia de desativação do Picasa em favor do Google fotos?
Ps. 03 - Onde está o 13. salto. Eu juro que já fotografei e um dia trago aqui.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Chapada Dos Veadeiros - Comentários e Impressões - Férias

Depois de alguns dias da viagem e pelo número de postagens, eu procuro resumir página as minhas impressões. Se o leitor chegou aqui, por causa da buscas na Internet no assunto Chapada dos Veadeiros, e ainda não viu todas as postagens, eu sugiro os links abaixo:



Comentários e Impressões

Ps 01. A distância de Brasília a principal cidade da Chapada, Alto Paraíso de Goiás é de 254 km.
Ps 02. No mês de Julho a característica do clima que percebi é que o calor é amenizado pelo vento frio na época. Lembro que durante o pedal do 5. dia teve temperaturas de 31, 34 e 39 graus Celsius.
Ps 03. Mundo pequeno, o nosso guia Estevão (Gudu) nasceu em Curitiba-PR.
Ps 04. A noite os locais de refeição tem em sua maioria opção vegana no clima esotérico da Chapada. Não sei se o clima influencia no tempo de atendimento que era além do normal.
Ps 05. A organização da Bike Ativa tem muitos detalhes e cuidados com o cliente. Veja aqui alguns dos eventos que participei com eles.
Ps 06. Não identifiquei uma lembrança da Chapada que ao comprar fosse inédito. Eram muitas lojas que tem pedra de cristal de rocha, lojas e ambulantes de artesanato.
Ps 07. O sol do cerrado queimou o meu lábio na viagem de ônibus para Chapada.
Ps 08. Sabe aqueles vendedores de rua que você chama de Alternativos, todos estão em Alto Paraíso.
Ps 09. Comer Matula na Parada do Waldomiro depois de pedalar e brincar na piscina do Vale da Lua com algumas cachacinhas e licores daquela mesa de lá, requer um bom repouso na tarde.
Ps 10. Em grupo prefira a opção a vontade.
Ps 11. Todo cantor de bar com mais de 50 anos foi amigo do músico e cantor Renato Russo.
Ps 12. Que gostosa a pousada Aruana na cidade de Cavalcante-GO.
Ps 13. Os incentivos do governo federal na comunidade Kalunga para desenvolvimento do turismo foram as conquistas sociais dos últimos anos.
Ps 14. Todos os tipos de massagens relacionados ao clima da cidade de Alto Paraíso, você encontrará lá. Ayurvédica, Relaxante, Terapia com Pedras, "Tântrico", Cromoterapia e etc.
Ps 15. Foram pedalados por mim 206,46 km e caminhado oficialmente 10,92 km na trilha da Chapada.
Ps 16. O último dia do pedal tinha um desafio de 90 km, mas paramos por causa do horário, aos 67 km, no rio dos Pretos. Realmente não valeria a pena continuar, não teria mais atração além de poeira da estrada até Colinas do Sul.
Ps 18. E toda manhã bem cedo as araras do cerrado apareciam em alguma árvore para nos acordar.
Ps 19. Lembrei que na saída de Curitiba o aeroporto não refletia a crise da economia. Fiquei 30 minutos na fila para despachar minha bagagem, por causa das diversas famílias e suas diversas malas.
Ps 22. No último dia na pousada Aruana de Cavalcante-GO resolvemos pedir pizza, na conta precisaríamos de 6 pizzas. porém a pizzaria da cidade disse que só conseguiriam entregar 5 caixas porque era o que cabia na caixa do motoboy. Nem quiseram fazer duas viagens.


Quem vê pensa que cara guloso, mas em meio a tanta caixa só sobrou 03 fatias do mesmo sabor para o atrasado.
Ps 23. Na volta a Alto Paraíso, na última noite depois da trilha do Parque, nós fomos na pizzaria Vila Chamego. Lá era rodízio de pizza, mas diferente na qual você buscava a pizza nas mesas que serviam depois de assada. Ou seja se você quisesse contar alguma coisa em particular era só convidar alguém para buscar uma fatia.


Rodízio de pessoas pegando uma fatia de pizza
Ps 24. Acostamento que virou ciclovia, mas é acostamento e ciclovia.


Ciclovia a esquerda, Foto by Chris Stokler
Ps 25. Segue o link interessante de um viajante.
Ps 26. Quando estávamos lanchando na trilha da catarata do Rio dos Couros um inseto tentava entrar no olho. Trata-se de uma abelha muito pequena, considerada a menor abelha do mundo chamada Lambe-Olhos. Mas não se preocupe ela não tem ferrão.

Ps 27. Dedico essas postagens a respeito da Chapada dos Veadeiros em memória do meu pai. Essa foi a primeira viagem saindo pelo aeroporto de Curitiba sem a presença dele, que era o última pessoa que eu me despedia e depois a primeira que reencontrava na volta.

Ps n+01. E como os erros de português se criam e aparecem aqui ao longo do tempo cada vez que olho para uma postagem.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Trilha do Parque da Chapada dos Veadeiros

Foto Clássica do Cânion I
Último dia de passeio na Chapada dos Veadeiros. Dessa vez fizemos a trilha oficial do parque, aliás o único acesso autorizado ao público. A entrada fica no lugarejo de São Jorge que faz para da cidade de Alto Paraíso, como dizem por lá este lugarejo é a Búzios da região, ou seja custa mais caro ficar e comer por lá.
No nosso caso depois de retornarmos de Cavalcante para Alto Paraíso, o programado era no dia seguinte a trilha do parque. Foi o único mais caminhado da semana comparado com os outros dias onde chegávamos perto de mountain bike e as trilhas tinham no máximo 2 km.
No começo o nosso guia Estevão, mais conhecido por Gudu nos explanou sobre a flora do parque, falando de espécies como o candombá, a orelha de ovelha, o copaíba. No caminho também falou de geologia, no caso o cristal de rocha que teve os seus últimos interesses econômicos durante a 2. guerra e pós-guerra  mundial, na confecção de osciladores de frequência utilizados na eletrônica.
Depois seguimos até a cachoeira das Cariocas para um banho de rio.

Cachoeira das Cariocas

 Da cachoeira das Cariocas fomos para os Cânions I e II. Esse local é muito interessante onde nadando um pouco contra o rio você avista a cachoeira do cânion.



No final foi o retorno para o lugarejo de São Jorge para um lanche. Depois para a pousada em Alto paraíso e a noite um rodizio de pizza na Vila Chamego onde quem se desloca é o cliente para pegar as diversas pizzas que são assadas no pátio.

Fim de férias na Chapada. Valeu grupo da Bike Ativa.



Fotos do dia


Fotografado pelo Grupo


Trilhado no meu GPS



quinta-feira, 9 de julho de 2015

Último Pedal Lado Oposto da Chapada dos Veadeiros

Pessoal pousando para a saída...

....mas a saída é pro outro lado
Nosso último dia em Cavalcante-GO tinha como objetivo o primeiro pedal do lado oposto da Chapada. Quase que um percurso de 90 km até Colinas do Sul. Conforme o Luciano da Bike Ativa era primeira vez que um grupo de fora tentava fazer esse percurso.
No começo fomos de micro-ônibus até perto do inicio que é o topo da estrada para um desnível de de 920 para 423 metros de altimetria.
Esse pedal não foi tão fotografado por mim. Mas teve momentos bons como o pastel do bar do Aldemar na comunidade de Capela (pertencente a Cavalcante).

Da esq. para dir. Maumau, Rubens, Gudu (Estevão), Luciane, Rejane Luciano, Aldemar (bar), Harti, Noelle, Andrea, sentadas: Barbará, Michéle e Marilli.
O pedal terminou no rio dos Pretos para um banho onde encontramos mulheres do acampamento MST lavando as roupas na beira do rio com suas crianças.
Depois a volta tinha estrada de chão até Colinas do Sul e mais estrada de chão numa subida longa. Depois de Colinas quase 30 km de estrada de chão numa subida até a localidade de São Jorge (Alto Paraíso de Goiás).

Fotos do Dia




Fotografado pelo Grupo


Mais da Chapada dos Veadeiros

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