Jalapão 2019

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Cancun - Isle Mujeres

Primeiro passeio de improviso

O terceiro dia em Cancun eu programei um passeio para a principal atração cultural, o parque de Chichén-Itza. Tudo certo pela manhã após o café da manhã e no horário, mas pela falta de cuidado não ajustei o relógio pelo horário de Cancun. A cidade do México está 2 horas atrasadas em relação ao horário oficial brasileiro e a cidade de Cancun acrescenta-se mais uma hora. A última vez que meu celular ajustou automaticamente foi no aeroporto da cidade do México, Depois eu desliguei os chips na esperança de comprar um chip local, o que não aconteceu.
Com uma hora de atraso pedi desculpa para a empresa (Mayaland Tour) que gentilmente transferiu para o dia seguinte sem custo.
Na opção do dia o atendente do hotel (Luis) sugeriu que fôssemos para Isla Mujeres, próximo ao hotel sairia uma barca. Esse passeio estava nos planos e foi só recuperar todas as informações.

Em Isla caminhamos pela rua dos restaurantes e artesanatos e almoçamos a sequência de frutos do mar.

Depois alugamos um carro de golfe para fazer a volta na parte sul da ilha até o projeto de tartarugas e depois no extremo da ilha para fotos. O compromisso de retorno era voltar ao catamarã as 17:00 h, no último horário.




quarta-feira, 23 de junho de 2010

Ilha de Fernando de Noronha 4. Dia - Trilha do Atalaia, Fotos Subaquáticas, Planasub, Eclosão das Tartarugas Marinhas e Projeto TAMAR

Esse último dia de passeios requereu uma disposição física bem maior que os dias anteriores.

De Trilha do Atalaia, Planasub, Eclosão das tartarugas e base Tamar

As 08:00 horas estávamos na entrada da trilha do Atalaia que é limitada a 100 visitantes e condições da trilha. Seria possível um snorkeling mas sem nadadeira. Como eu aluguei uma câmera com caixa estanque com Chico Bala (chicodive@hotmail.com -  fone (81)9636-0407 e 8608-2119), precisei também de um colete porque não se pode tocar o fundo dos corais e proporciona maior estabilidade para fotos. Foi a coisa mais certa que fiz no momento.
Uma palestra do biólogo voluntário na trilha quanto as condições, a lembrança também de que se não usa protetor solar na praia do Atalaia por causa dos corais.
E seguimos a trilha com o guia JP e mais uma outra que não recordo o nome que juntou o grupo dela ao nosso. A primeira parte é considerada leve porque é de ida e volta para praia.
Na trilha era preciso cuidado com os estrumes de vaca e caminhamos até a praia onde se avista na direita a ilha do Frade. Chegando a praia um mergulho de 30 minutos. Foi a minha 1. experiência com uma câmera na água e posso dizer que tive sorte pelas fotos que tirei, inclusive de um pequeno tubarão, como se pode ver clicando na apresentação abaixo:



Depois dessa praia retornamos a bifurcação da trilha para a parte longa de 1400 metros. Parece pouco mas nas fotos poderá se ver que não era tão moleza assim. Muita pedra oval, espinhos da vegetação e o sol a partir das 10:00 h. Outra parada para fotos subaquáticas num local que precisa ir gatinhando para não escorregar na pedra, ainda mais com uma câmera na mão. A caminhada segue até a enseada da Caieira que fica próxima do porto. No final já eram quase 13:00 horas e paramos para o almoço.
Mal deu tempo de almoçar no Flamboyant e 14:00 h estávamos de saída para o planasub no porto.
O planasub foi o passeio mais emocionante. Tudo porque não saberia como me comportaria sendo rebocado a 4 km/h pelo barco, usando somente a máscara e tentando afundar até onde os ouvidos aguentarem. sim porque puxado e fazendo a descompressão foi uma tentativa difícil.
Quando me acostumei fiz vários mergulhos e vi pessoas com cilindro embaixo, cardume de sardinhas, corais, diversos peixes, e as peças do navio greco que naufragou na década de 30 do século passado. O navio teve que ser explodido para liberar a navegação no local. Foi uma experiência única. Pensei que uma hora sendo puxado seria muito cansativo, mas foi deeeeeee qualidadeeee.
Na volta para o porto tirei fotos de uma pescaria de marlin e atuns. É possível contratar um passeio para pesca na ilha. No retorno ao bar próximo do porto soubemos por visitantes que estavam ali que haveria a eclosão das tartarugas marinhas na praia da Cacimba do Padre. Entramos no passeio daquele grupo e seguimos para lá. Essa foi a surpresa do dia que ficou registrada nas fotos.
A noite as 21:00 h, uma palestra na sede do projeto TAMAR e depois uma pizza com forró na Bar do Cachorro, na direção da praia do mesmo.

Clique na apresentação para ver as fotos no Picasa.


Constatações do viajante na Ilha de Fernando de Noronha

01- O período de Junho e Julho está sujeito a mais chuvas que ocorrem em curtos períodos mas quando voei de Recife a Fernando de Noronha, aterrisamos sob chuva.

02- O aeroporto da ilha tá precisando de reformas, e não seguiu o mesmo da Infraero, talvez por ser do estado de Pernambuco.

03- O receptivo da Costa Azul não houve estavam perdidos. E como a operadora lá é a Martur que veste vermelho não tem nada de azul.

04- De nada adiantou, só o desconto por ter reservado o passeio antes, porque em termos de programação poderia dizer que o primeiro dia ficou por nossa conta, mas preferiria que isso fosse no último dia. Na próxima vou tentar pela Atalaia.

05- Existem diversas pousadas domiciliares na vila dos Remédios, porém o café da manhã é por conta, e não há bares ou panificadoras abertas antes das 08:00 h, somente o mercado Breakfast (porque será?) que abre as 7:00 h e fecha as 22:00 h.

06- Águas límpidas, preocupação com o meio ambiente, que apesar de tudo sofre com alguns deslizes.

07- O IBAMA  passou o controle para uma ONG, a ICMBIO que faz o controle ambiental da região. Parecem bem exigentes no conceito ambiental.

08- A usina termoelétrica a diesel da ilha se chama Tubarão.

09- Existe uma usina de lixo que faz uma separação para compostagem e todo o lixo da ilha segue de navio para Recife.

10- Todo o gasto na ilha é o dobro do continente, porque os produtos vem de navio ou de avião. Mas ninguém vai ficar pobre durante as férias.

11- A taxa TAP de permanência na ilha sofre progresssão a cada dia sendo que 30 dias na ilha como turista custa cerca de 3000 reais. Aí dá pra ficar pobre passando mais de um mês.

12- Existem opões para comer com self-service, mas há também extravagâncias como comer um peixe a lá carte numa pousada a 120 reais por pessoa.

13- Fui numa missa de domingo, que teve padre, e isso é raro para os habitantes.

14- Na véspera de São João é costume no nordeste acender uma fogueira na frente de casa. Na ilha a lenha é liberada pela usina de lixo. Não é permitido fogos de artifícios.

15- Quero voltar numa próxima oportunidade de preferência com milhagens que ajudam muito.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Ilha de Fernando de Noronha 2. Dia - Começa o Pacote de Passeios

De Ilha Tur

O segundo dia na ilha começaria com o primeiro passeio Ilha Tur. Esse passeio é feito via terrestre com veículo apropriado e serve para uma noção de toda ilha, passando por lugares que talvez se queira retornar. Talvez não, com certeza.
À primeira visita, para nós foi um tanto atrapalhada, uma passada na baía Sueste e depois em direção ao porto. Lá perguntaram se a gente faria o mergulho autonômo, e estávamos no passeio errado. Seguimos então para o mirante da praia do Sancho. Agora sim estávamos com o grupo certo com o guia Anderson.
Lá uma pequena trilha para fotos do alto. Depois uma descida para praia, em meio a fenda ali existente. A praia do Sancho fica próxima a ilha Dois Irmãos. Lá na praia um mergulho para curtir e algumas fotos. Encontrei o morador intruso da ilha o mocó, uma espécie de esquilo, preá ou porquinho-da-índia. Esse habitante intruso foi colocado para servir de alvo dos militares da ilha, até então o único inimigo. Nos dias de hoje não se atira mais nesse bicho, então passou a ser uma praga que se alimenta principalmente dos ovos de tartaruga.
Depois do almoço no Flamboyant na vila dos Remédios teríamos logo o compromisso para mergulho de snorkel na praia de santo Antonio próximo ao porto, Nesse local pude ver vários peixes e tartarugas, além de lagarta de fogo em meio aos recifes. Essa praia tem destroços de um navio greco naufragou ali mesmo e foi explodido para liberar a navegação local, mas essa história vai ficar para o dia do planasub.
Saímos para o local perto do porto onde fica o Buraco da Raquel. O Buraco da Raquel é uma rocha com uma gruta na beira da praia. Diz o guia que a Raquel era uma filha do militar da ilha responsável pelo presídio, trilha problemas mentais e quando fugia, se escondia nessa pedra. Os soldados já sabiam onde ela se escondia. Outra parte da lenda diz que era o local onde ela seduzia os soldados. Histórias que contam lá.
Logo ali perto fica o museu dos tubarões, onde no pátio em frente tem esculturas que lembram os animais da região e se tira fotos bem engraçadas. No museu, ossadas de diversos tubarões e fotos com descrições. Uma loja ao lado de lembranças do museu e uma lanchonete bem adequada porque serve petiscos de tubarão, isso mesmo afinal é um peixe.
Saímos para outra parte da ilha na praia do Bode, lá ficamos um pouco só para fotos, porque entrar na praia ali não era muito aconselhável pelas correntezas e ondas variadas, boa para o surfe.
Já era meio da tarde e fomos para a praia do leão onde tem uma rocha na frente que lembra um rinoceronte. A batida das ondas na rocha causam um som que lembram o urro do leão. O leitor vai ver muito que as praias tem nomes de bichos nos blogs dessa sessão sobre a ilha.
Seguimos depois para praia Sueste onde é a morada das tartarugas. A água lá estava turva por causa de um mangue próxima então a visibilidade para snorkel não era boa. Entrei na água um pouco, tinha muita alga na beira o que na minha saída quase pisei num cação (tubarãozinho). Até queria mergulhar de snorkel, mas teria que ser de colete porque não pode tocar o fundo e o grupo que eu estava não tinha tanta disposição para ir junto uns 100 metros a frente.
Mais tarde fomos ao local onde deu o nome a praia da Cacimba do Padre. Havia um padre que morava nessa região. Certo dia ele viu uma nascente próxima a sua casa e começou a cavar. Essa nascente deu origem a um poço de água doce que abastecia a ilha, e conta com aproximadamente 20 m de profundidade, hoje tampado em desuso. O poço era a cacimba do padre, que deu nome a praia próxima famosa pelos campeonatos de surfe, com ondas de 3 metros de altura.
Uma caminhada na praia e estávamos do lado direito da ilha Dois Irmãos. Nesse local nos próximos blogs terá a eclosão das tartarugas marinhas. Passamos um morro e estávamos numa prainha com piscinas límpidas, próximo a baía dos Porcos.
Final de tarde fomos para o pôr do sol no mirante do Boldró. A noite um café com tapioca na praça da vila dos Remédios.

Clique no slide para ver as fotos no Picasa.