Jalapão 2019

Jalapão 2019
Fervedouro Bela Vista - Jalpão 2019
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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Férias - Parque dos Falcões onde se recupera um pouco da dignidade


Durante as férias em Aracaju, pegamos algumas dicas de lugares para visitar no posto de turismo da praia de Atalaia. A Andrea fez uma pergunta boa a atendente sobre lugares que você não pode deixar de ir. Uma das dicas foi a gastrotinga que poderíamos conhecer perto do cânion do São Francisco e o parque dos Falcões que fica a 30 km de Aracaju e que pelo mapa eu resolvi visitar na volta de Piranhas-AL, vindo pela rodovia que passa por Itabaiana-SE.
Saímos as 8 horas de Piranhas, almoçamos num shopping Peixoto em Itabaiana, junto a rodovia de acesso ao parque a BR-235. Chegamos ao parque as 14 horas pelo primeiro acesso conforme o meu GPS e uma placa de indicação. Existe outro acesso mais a frente que é bem melhor.
No parque tiramos fotos no portal, um pouco antes tem uma homenagem ao urubu-rei albino que foi furtado para uma história absurda.
Na sede pagamos a entrada de 25 reais por pessoa e assistimos 30 minutos de vídeo sobre o trabalho.
Na visita aos viveiros quem nos conduziu foi o Alexandre. Esse funcionário e guia é uma atração a parte. Ele tem uma enredo interessante sobre a história dramática de cada ave que foi deixada para recuperação e da característica de cada espécie de falcão ou gavião, corujas e urubu. A frase é mais ou menos assim "imagine que as patas do falcão são o punhal, o facão ou a peixeira e o bico o revólver, a metralhadora ou a escopeta.
Fomos a cada viveiro na primeira hora sozinhos, metade do percurso, logo chegou um grupo da terceira idade num ônibus o que tumultuou a outra metade da visita. Mas nós já nos estávamos satisfeitos com o que vimos. Saímos com a boa impressão do que vimos. Esse é um  tipo de oportunidade em viagens que eu busco muito, que é conhecer algo ou um lugar que não está no roteiro comum. 

Fotos do dia e o link.
Parque dos Falcões

Comentários:

Ps. 01- Depois de um longo tempo voltei a postar sobre minhas andanças. Fiz muita coisa que está represada na edição de fotos depois que o Google extinguiu o Picasa e dificultou a associação ao Blogger. Esse é especial porque no dia 12/11/2017 o parque foi assaltado por seis bandidos que renderam, bateram nos funcionários e roubaram a bilheteria do dia.

Ps. 02 - Sobre o parque, tudo começou quando um garoto resolveu criar um gavião Carcará e desse amor, nasceu a compreensão sobre cada ave de rapina que é deixado no parque para viver uma parte da vida que outras pessoas lhe retiraram.

Ps. 03 -  O que é o enredo do Alexandre sobre cada ave e a história trágica antes de chegar ao parque pelo órgão ambientalista e pela polícia quando apreende esses animais. 

Ps. 04 - Sobre as dicas a gastrotinga, que é a gastronomia com produtos da catinga foi uma das dicas que não conhecemos, porque é um evento que precisa ser contratado junto ao jovem chef Timóteo Domingos,  lá em Canindé do Sul-SE no lado sergipano dos cânions do São Francisco.

Ps. 05 - Segue o link para maiores informações do Parque dos Falcões.



segunda-feira, 20 de julho de 2015

Chapada Dos Veadeiros - Comentários e Impressões - Férias

Depois de alguns dias da viagem e pelo número de postagens, eu procuro resumir página as minhas impressões. Se o leitor chegou aqui, por causa da buscas na Internet no assunto Chapada dos Veadeiros, e ainda não viu todas as postagens, eu sugiro os links abaixo:



Comentários e Impressões

Ps 01. A distância de Brasília a principal cidade da Chapada, Alto Paraíso de Goiás é de 254 km.
Ps 02. No mês de Julho a característica do clima que percebi é que o calor é amenizado pelo vento frio na época. Lembro que durante o pedal do 5. dia teve temperaturas de 31, 34 e 39 graus Celsius.
Ps 03. Mundo pequeno, o nosso guia Estevão (Gudu) nasceu em Curitiba-PR.
Ps 04. A noite os locais de refeição tem em sua maioria opção vegana no clima esotérico da Chapada. Não sei se o clima influencia no tempo de atendimento que era além do normal.
Ps 05. A organização da Bike Ativa tem muitos detalhes e cuidados com o cliente. Veja aqui alguns dos eventos que participei com eles.
Ps 06. Não identifiquei uma lembrança da Chapada que ao comprar fosse inédito. Eram muitas lojas que tem pedra de cristal de rocha, lojas e ambulantes de artesanato.
Ps 07. O sol do cerrado queimou o meu lábio na viagem de ônibus para Chapada.
Ps 08. Sabe aqueles vendedores de rua que você chama de Alternativos, todos estão em Alto Paraíso.
Ps 09. Comer Matula na Parada do Waldomiro depois de pedalar e brincar na piscina do Vale da Lua com algumas cachacinhas e licores daquela mesa de lá, requer um bom repouso na tarde.
Ps 10. Em grupo prefira a opção a vontade.
Ps 11. Todo cantor de bar com mais de 50 anos foi amigo do músico e cantor Renato Russo.
Ps 12. Que gostosa a pousada Aruana na cidade de Cavalcante-GO.
Ps 13. Os incentivos do governo federal na comunidade Kalunga para desenvolvimento do turismo foram as conquistas sociais dos últimos anos.
Ps 14. Todos os tipos de massagens relacionados ao clima da cidade de Alto Paraíso, você encontrará lá. Ayurvédica, Relaxante, Terapia com Pedras, "Tântrico", Cromoterapia e etc.
Ps 15. Foram pedalados por mim 206,46 km e caminhado oficialmente 10,92 km na trilha da Chapada.
Ps 16. O último dia do pedal tinha um desafio de 90 km, mas paramos por causa do horário, aos 67 km, no rio dos Pretos. Realmente não valeria a pena continuar, não teria mais atração além de poeira da estrada até Colinas do Sul.
Ps 18. E toda manhã bem cedo as araras do cerrado apareciam em alguma árvore para nos acordar.
Ps 19. Lembrei que na saída de Curitiba o aeroporto não refletia a crise da economia. Fiquei 30 minutos na fila para despachar minha bagagem, por causa das diversas famílias e suas diversas malas.
Ps 22. No último dia na pousada Aruana de Cavalcante-GO resolvemos pedir pizza, na conta precisaríamos de 6 pizzas. porém a pizzaria da cidade disse que só conseguiriam entregar 5 caixas porque era o que cabia na caixa do motoboy. Nem quiseram fazer duas viagens.


Quem vê pensa que cara guloso, mas em meio a tanta caixa só sobrou 03 fatias do mesmo sabor para o atrasado.
Ps 23. Na volta a Alto Paraíso, na última noite depois da trilha do Parque, nós fomos na pizzaria Vila Chamego. Lá era rodízio de pizza, mas diferente na qual você buscava a pizza nas mesas que serviam depois de assada. Ou seja se você quisesse contar alguma coisa em particular era só convidar alguém para buscar uma fatia.


Rodízio de pessoas pegando uma fatia de pizza
Ps 24. Acostamento que virou ciclovia, mas é acostamento e ciclovia.


Ciclovia a esquerda, Foto by Chris Stokler
Ps 25. Segue o link interessante de um viajante.
Ps 26. Quando estávamos lanchando na trilha da catarata do Rio dos Couros um inseto tentava entrar no olho. Trata-se de uma abelha muito pequena, considerada a menor abelha do mundo chamada Lambe-Olhos. Mas não se preocupe ela não tem ferrão.

Ps 27. Dedico essas postagens a respeito da Chapada dos Veadeiros em memória do meu pai. Essa foi a primeira viagem saindo pelo aeroporto de Curitiba sem a presença dele, que era o última pessoa que eu me despedia e depois a primeira que reencontrava na volta.

Ps n+01. E como os erros de português se criam e aparecem aqui ao longo do tempo cada vez que olho para uma postagem.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Último Pedal Lado Oposto da Chapada dos Veadeiros

Pessoal pousando para a saída...

....mas a saída é pro outro lado
Nosso último dia em Cavalcante-GO tinha como objetivo o primeiro pedal do lado oposto da Chapada. Quase que um percurso de 90 km até Colinas do Sul. Conforme o Luciano da Bike Ativa era primeira vez que um grupo de fora tentava fazer esse percurso.
No começo fomos de micro-ônibus até perto do inicio que é o topo da estrada para um desnível de de 920 para 423 metros de altimetria.
Esse pedal não foi tão fotografado por mim. Mas teve momentos bons como o pastel do bar do Aldemar na comunidade de Capela (pertencente a Cavalcante).

Da esq. para dir. Maumau, Rubens, Gudu (Estevão), Luciane, Rejane Luciano, Aldemar (bar), Harti, Noelle, Andrea, sentadas: Barbará, Michéle e Marilli.
O pedal terminou no rio dos Pretos para um banho onde encontramos mulheres do acampamento MST lavando as roupas na beira do rio com suas crianças.
Depois a volta tinha estrada de chão até Colinas do Sul e mais estrada de chão numa subida longa. Depois de Colinas quase 30 km de estrada de chão numa subida até a localidade de São Jorge (Alto Paraíso de Goiás).

Fotos do Dia




Fotografado pelo Grupo


Mais da Chapada dos Veadeiros

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Jericoacoara, Feriado de Todos os Amigos, Páscoa e Tiradentes


Quem tem amigos nunca está sozinho! (disse um amigo filósofo)




No final do ano de 2013, eu estava programando as minhas férias para ir ao Chile em Janeiro 2014. A segunda parte ou o saldo de 11 dias eu ainda não tinha idéia do que fazer. Mas eis que de repente no final de setembro, surgiu uma proposta da minha amiga Lívia, de São Paulo. Conhecer Jericoacoara no feriado de Páscoa. Um feriado que emendaria com o feriado de Tiradentes, ou seja de 18 a 21/04, 04 dias. Eu topei na hora e já fui vendo as passagens, pois tinha milhagens da Gol para dar um fim. E seria a oportunidade de encontrar a minha querida amiga que conheci em Bonito-MS no ano de 2011.

E foi uma idéia tão boa. A Lívia teve a adesão de 23 pessoas, antes de fechar o ano. Foi bom começar o ano de 2014 com boas expectativas de viagem, que dependo dos feriados, por causa da pós-graduação em mestrado todos os dias  de sábado.

- Primeiro Dia 17/04

Vôo adquirido, pousada reservada pela Lívia e passagem de ônibus para Jijoca e depois jardineira para Jericoacoara, comecei a semana de férias para organizar tudo e ter tempo para sair e retornar da viagem compatibilizando com o tempo do pessoal de São Paulo que tem vôos diretos em horários após e antes do trabalho no caso do retorno.
Para se ter uma noção do tempo de viagem eu saí no vôo das 07:04 da manhã de Curitiba para conexão em Brasília com saída as  11:30 h e chegada a Fortaleza as 14:00 h. No aeroporto peguei minha passagem de ônibus e jardineira. Às 15:30 h o ônibus da Fretcar me apanhou no aeroporto. Só eu como passageiro, até a rodoviária onde sairia depois às 16:30 h.

Por um tempo sozinho no ônibus para Jijoca de Jericoacoara


Da rodoviária foram seis horas e meia, com uma parada de meia hora para jantar na cidade de Acaraú-CE, no restaurante Castelo Encantado. Depois a troca de ônibus pela jardineira, que lembra um pau de arara  mais ajeitado, em Jijoca de Jericoacoara, para 15 km até a praia de Jericoacoara. Chegando lá uma caminhada de 300 metros com a mochila até a pousada do Véio. Depois de falar com o dono chamado Puça às 23:30 h já estava dormindo.

- Segundo dia, 18/04

Ás 06 horas da manhã o pessoal de São Paulo chegaram na pousada. Como estavam adiantados para o check-in aproveitaram o meu quarto para banho e aguardaram o café da manhã para depois saírem para a praia e descansarem da viagem.

Esse dia foi praticamente de praia, onde depois do almoço eu caminhei com alguns mais descansados até a Pedra Furada. E na volta fomos para outra direção da praia até as dunas para o pôr do sol em meio as nuvens. A noite todos queriam dormir de verdade, depois da mesma jornada que eu fiz no dia anterior.

Pôr do sol visto da duna da praia de Jericoacoara

Fotos do dia

- Terceiro dia, 19/04

Para esse dia a Cris contratou 02 camionetes para nos levar as lagoas Paraíso (primeira) e Azul (segunda). Detalhe é que ela conhece bem Jeri.
O pessoal carregou uma caixa de isopor de cerveja e água para levar em cada camionete. O detalhe é que dividimos em 07 pessoas a carroceria da pick-up e 05 pessoas na cabine dupla. Andar sentado na carroceria foi "punck", para aguentar o percurso de quase 12 km só de ida, até me machuquei nessa. Melhor seria a camionete com bancos na carroceria. Mas foi festa do começo ao fim, com um tempo em cada lagoa durante o dia.



A noite era comer e assistir ao show do Lenine na praça da rua Central sentado no bar Samba Rock para mais música ao vivo.

O cantor Lenine na praça da rua Central

No bar Samba Rock depois do show do Lenine. Muito equilibrio do Silas (no meio da foto
- Quarto dia, 20/04

Nesse dia novamente a Cris contratou os bugues para irmos a Tatajuba percorrer as dunas, descer uma delas de skibunda ou rolando como alguns preferiram.



Na sequência fomos a lagoa de Tatajuba. Como estava armando um temporal as gurias (Lívia, Mari e Gi), que estavam comigo, decidiram voltar a Jeri para almoçarmos num dos bons restaurantes, o Lagosteiro. 

No cardápio: peixe Delícia (peixe assado com banana e molho branco), bobó de camarão e um vinho Casillero del Diablo Savignon Blanc.



Depois de lá saímos rolando (ops!), caminhando até a sorveteria Gelato e Grano. Aqui só provando porque não tem como falar no blog.

Depois de descansar até o começo da noite, estava programado um Lual na praia. Haviam três tocadores, incluindo esse blogueiro que tocou pelos menos 03 direito. A primeira parte foi de um lado da praia, que tínhamos a concorrência de uma batucada. Então mudamos para outra direção, onde foi improvisado uma luz de vela e espumante (Chandon)  para acompanhar. Logo chegou o Henrique com um repertório de músicas que fizeram a noite muito especial, para um dia que foi de muita qualidade.

Lual na praia de Jeri
Fotos do Dia
- Quinto e Último dia, 21/04

Esse dia foi de praia novamente e com muito sol. Fomos pela manhã na Pedra Furada, caminhando pela parte de cima por causa da maré, que foi bem legal pela vista proporcionada. A diferença é que na primeira vez que eu fui tinha mais gente e agora as fotos no local eram só para nós.



Na volta caminhada e fotos nas dunas, na outra direção da praia. Depois um almoço no restaurante Cantina Tropicana na rua do Forró a base de peixe robalo. E foi batendo uma vontade de ficar mais, porque o sol estava muito bonito. Mas era o último dia e estávamos programados para sair às 16 horas para Fortaleza, onde teríamos o vôo das 2:20 h da manhã para Guarulhos e para mim a saída para Curitiba as 08:40 h.

Fotos do Dia




Comentários da Viagem

Ps. 01 - Sair as 07 horas de Curitiba e chegar as 23 horas em Jericoacoara não é fácil, mas é uma viagem que recomendo.

Ps. 02 - Parar para comer a noite em Acaraú-CE no restaurante e pousada Castelo Encantado pode ser uma boa se você vai chegar tarde em Jericoacoara.

Ps. 03 - Só falta a viagem para Aracajú-SE e fecho todas as capitais do nordeste brasileiro. Pensando nas próximas, como a ida aos cânions do São Francisco na divisa com Alagoas.

Ps. 04 - Jericoacoara é um Parque Nacional gerenciado pelo IBAMA. Lá você só entra de carro se conseguir vencer os 07 km de estrada de areia e tiver estacionamento na pousada. Caso contrário deixa o carro em Jijoca e vai de jardineira ou se passar a estrada de areia deixa o carro no estacionamento na entrada da vila.

Ps. 05 -  Os carros de fora que ficarem na rua de Jericoacoara são multados a todo momento, multa leve. E os carros que transitarem pelas dunas sem autorização são multados pelo IBAMA em torno de 1500 reais.

Ps. 06 - A nossa volta de van para Fortaleza foi muito engraçada. O motorista só reclamava, não de nós, da vida mesmo. As músicas que ele tinha eram de baixo nível. Havia um cd de um grupo que é um tipo de É o Tchan ressuscitado. Bendito mini Ipod que eu levei e funcionou no dvd-car. 

Ps. 07 - Contato para passagem de ônibus e jardineira da Fretcar no aeroporto é a Open Point Turismo . Foram cobrados 73 reais de passagens e serviço com todo o assunto resolvido por email.

Ps. 08 - Duas pessoas com nome de Jesus em plena Páscoa é muita coincidência, mas elas param por aí!

Ps. 09 - Como é possível o pôr do sol no mar em Jeri. A praia de Jericoacoara geograficamente está com a região do Caribe  á sua frente. Assim a duna para ver o pôr do sol posiciona o observador nessa direção.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Guaraqueçaba em Dias Tórridos, Férias

Pôr do sol a partir de Guaraqueçaba com nuvens de chuva que a dias não vem
Quantas oportunidades adiamos na vida? Ás vezes em dizer o quanto amamos alguém porque se pensa em um amor maior, ou então a visita aos pais ou aos amigos porque se tem a certeza que eles ainda estarão aqui e deixamos para outra data, e aquela mudança de emprego porque o novo é desafiante, e a viagem porque esperamos uma boa companhia que ás vezes não é tão boa, por ser uma idéia pessoal e pode não combinar.

Algumas vezes pensei em ir a Guaraqueçaba quando tinha tempo. Isso foi em feriados longos e férias. Tinha a desculpa de estar a 100 km ou então que um dia faria pedalando ou quem sabe de carro. 




Nessa oportunidade de mais uma semana de férias, depois de voltar do Chile, resolvi ir de verdade. Saí de carro na terça-feira com a bicicleta na bagagem, na dica do amigo Augusto. A idéia era ficar até sexta-feira dependendo da programação.

Eu fiz reserva no hotel Eduardo I e cheguei a Guaraqueçaba as 11:30 h. O barco que sai de Paranaguá as 09 horas da manhã e leva o tempo de 2:30 horas. Praticamente no almoço eu cheguei lá. E sem o que fazer, ainda mais na semana que estava quente,  na previsão dizendo dias tórridos por causa da sensação térmiaca de 40 graus Celsius.

No mesmo dia fui falar com o João, dono da pousada Chauá, que é também o dono da RPPN Sebuí, uma reserva que tem passeios de um dia ou hospedagem para conhecê-la melhor, com destaque para a famosa revoada dos papagaios de cara-roxa. 

Mas na minha programação tinha pedalar no dia seguinte até o Salto Morato, uma reserva ambiental da Fundação Boticário. No dia eu sai na quarta-feira as 08:00 horas da manhã para um percurso de 19 km. Até que fui rápido chegando lá as 09:30 h.

a caminho do salto Morato

Depois da atendente na cancela, a visita é autoguiada, chegando num estacionamento da área dos visitantes. Depois uma trilha até uma piscina formada pelo rio Morato. Parada para um banho bem vindo num dia de calor.




Nesse local logo depois chegou uma família de Matinhos-PR, com duas crianças, uma de 2 e outra de meses de idade e vieram de carro (ecosport) para um bate-volta, mas tiveram que ficar mais 01 dia. Então filhos pequenos não são desculpa.
Depois de uma hora de banho segui mais 600 metros até o salto, num total de 1500 metros dessa parte. 



O local do salto é para as fotos, o banho embaixo da cachoeira não é permitido porque existem pedras no caminho com risco de queda.
Comecei a retornar perto do meio-dia. O sol estava muito quente. As subidas que costumo pedalar acabei empurrando a bicicleta. Fiz algumas paradas para me recompor. Cheguei no hotel as 13:30 h preocupado com horário dos restaurantes, porque durante a semana não tem tanto turista, mesmo nas férias.

Até que sobrou alguma coisa de mim depois do pedal no calor
Enfim, eu fiz o meu tira-teima sobre Guaraqueçaba. Por causa do calor não fui na feira de artesanato no último dia, para comprar uma rabeca. O passeio para a RPPN do Sebuí não teve e no dia seguinte resolvi voltar.
Pretendo voltar noutra ocasião, talvez de carro, talvez com um grupo ir a reserva do Sebuí e a mata Atlântica com suas exclusividades, as 10 cachoeiras e o pôr do sol com a revoada dos papagaios.

Fotos do Dia
Trilhado pelo GPS



Comentários:

Ps. 01- Por causa do calor fiquei me devendo uma volta pela tarde até a feira de artesanatos no mesmo dia da pedalada para achar uma rabeca.

Ps 02- A ida de carro depende das condições da estrada. Se houver chuva no período é melhor consultar o DER  para saber se não há trechos alagados, ou então ligar para uma pousada para informações. 

Ps. 03- Deixei o carro no Estacionamento Bom Abrigo; Rua Correa de Freitas, nº89. Centro. Mas se voltar antes, não caia na conversa que eles não devolvem o dinheiro.

Ps. 04- E faltou tempo para a trilha da Figueira na reserva Salto Morato, por causa dos seus 5 km de percurso.

Ps. 05- Tempos de percurso dos 17,5 km:
  
ida em 50 minutos
volta em 1h e 15 min. com pausas por causa do calor

 Ps. 06- Se você fizer o mesmo de bicicleta, saia as 07:30 h no máximo para aproveitar bem o tempo no rio, porque a volta com certeza será próximo do almoço. A não ser que você se prepare para passar o dia o que é muito recomendável. Se eu soubesse da trilha da Figueira teria feito isso.

Ps. 07- O relato sobre a RPPN do Sebuí me deixou com vontade de voltar.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Viagem a Patagônia - Minhas Impressões

Nessa página escrevo os comentários da viagem a Patagônia a medida que vou lembrando de algo curioso e interessante que vi, ouvi e senti. Ás vezes é o que mais interessa para quem procura informação.


Na estrada para El Chalten-ARG


Ps 01 - Essa viagem foi bem mais além de quando eu procurava informações em Junho de 2012 para ir até El Chalten graças ao Alan da Sherpa Turismo.

Ps 02- Nem o vôo da Gol e nem a saída de CTBA é tão internacional até a conexão em POA.

Ps 03 - Na chegada ao Aeroparque, troca de dólares por pesos e serviço de van de primeira.

Ps 04 - Hostel Portal del Sur só prá quebrar o galho, mas fica perto do Café Tortoni.

Ps 05 - Perto da Casa Rosada também.

Ps 06 - A primeira parrilha a gente nunca esquece, principalmente dos miúdos e morcilla assados.

Ps 07 - Arredores da Casa Rosada sujeito a assaltos e que tivemos que evitar. E o tal golpe do cocô de paloma, com jatos de mingau de farinha, aplicado pelos imigrantes na região.

Ps 08 - Presença de batuque de samba, por conta dos uruguaios no El Caminito por causa da programação cultural de BsAs.

Ps 09 - Vende-se plugues adaptadores de tomada na feira de San Telmo.

Ps 10 - Janeiro muito quente em BsAs.

Ps 11 - Recoleta e suas atrações, eu recomendo muito. Quero ficar por lá na próxima viagem cultural.

Ps 12 - Muitos italianos no vôo para El Calafate.

Ps 3 - Conexão em Trelew com emoção, devido aos ventos na aterrissagem, e decolagem evasiva.

Ps 14 - Sabe um vento? Sensação a partir de El Calafate.

Ps 15 -  Alugar camionetes é muito bom para viajar.

Ps 16 - A Ranger foi soltando as tampas do painel ao longo da viagem.

Ps 17 - O visual do Fitz Roy foi o destaque das fotos.

Ps 18 - Loja Arte Indio é uma boa dica em El Calafate.

Ps 19 - El Chalten parece que foi construída na semana passada.

Ps 20- HI Rancho Grande é uma boa opção.

Ps 21- Vá conhecer a região do lago Desierto em El Chalten, na dica da vendedora da loja Arte Indio de El Calafate.

Ps 22 - Muitos mochileiros em El Chalten.

Ps 23 -  Sorvete de calafate.

Ps 24 - Longo percurso de El Chalten até Puerto Natales.

Ps 25 - Parada no caminho em Esperanza depois de El Calafate.

Ps 26 - A cordialidade chilena me chamou a atenção.

Ps 27 - Centolla inteira, em Puerto Natalles, só em bares.

Ps 28 - Me disseram prá não entrar na cave do Milodon e dito e feito.

Ps 29 - Sabe um vento? Aguardando o catamarã perto do Salto Grande.

Ps 30 - Refúgios muito legais na trilha W.

Ps 32 - Sabe um vento? Na trilha e até Los Cuernos.

Ps 33 - Engano engraçado em qual o refugio na chegada em Los Torres.

Ps 34 - 13 kg de cargueira nos percursos por baixo e nas subidas ao topo somente mochila de ataque como no Fitz Roy, acampamento britânico, e trilha para as Torres del Paine.

Ps 35 -  No mini-trekking no Glaciar Perito Moreno o que limita o percurso é o perfil do grupo.

Ps 36 - É muito bom ter alguém para retornar.

Ps 37 - Não deixe que o mal humor, os equívocos e a baixa-estima de outras pessoas lhe atrapalhem.

Ps 38 -  Na estrada de El Chalten para El Calafate tem uma parada que fizemos que é o Parador Y Hotel de Campo La Leona. Vou lhe dar uma dica para ler a história desse local "Raindrops Keep Falling On My Head..."

Ps 39 -  Esta viagem contou com a consulta aos blogues dos parceiros:
Ps 40 - Toda a viagem pelo mundo pode ser grande, pela distância ou pelo tempo de deslocamento, às vezes há entre elas a grande viagem!

Ps 41 -  O Refugio Pehoe mudou de nome para Paine Grande.

Ps 42 - As nuvens são únicas na região de Torres del Paine.

Ps 43 - Distâncias percorridas nessa viagems:

  •  Avião - 6942 km
  • Carro - 1192 km
  • Trilha a pé - 79,24 km (registrados no GPS)

Ps 44 - Se você perceber uma alergia no corpo são os percevejos minúsculos que lhe atacaram na cama do refugio em Torres del Paine. Não foi o meu caso mas de outros companheiros, talvez porque usei segunda pele para dormir. Por serem minúsculos são imperceptiveis e só aparecem a noite por causa do calor do corpo. 

Ps 45 -  "Tempano"  é o nome do bloco de gelo que flutua perto do glaciar.

Ps 46 - Kaweskar é o nome do hostel em Puerto Natales-CHL que também é o nome da tribo indigena que vivia na região. 

Ps 47 - O nome "Paine" tem origem na expressão indígena tehuelche, que é "azul” pela característica da região que tem lagos, bosques e pedras na cor predomintante. (fonte Patagônia-Argentina.com) 

Ps 48 - Achei esse guia em português Guia Brasileiros em Torres del Paine.

Ps n+01. E como os erros de português se criam e aparecem aqui ao longo do tempo cada vez que olho para uma postagem.

Posts relacionados:

- Viagem a Patagônia - Circuito W Torres del Paine - Trilha até a Base das Torres del Paine
- Viagem a Patagônia - Circuito W Torres del Paine - Los Cuernos até Los Torres

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - Circuito W Torres del Paine - Los Cuernos até Los Torres

No dia seguinte durante o café da manhã não tínhamos a mesma pressa, pois o percurso seria mais tranquilo apesar dos 13, 30 km mas não teria tantas subidas como no dia anterior, seria no passo de descanso como diria alguns montanhistas.

Pentatônicas no Paine


No café da manhã um pouco de violão e logo saímos para a trilha. O dia estava quente para começar e a maior parte do tempo teríamos a visão do lado direito do lago.


A chegada em Los Torres é bem engaraçada, porque você avista o local e pensa nossa esse é o refugio. Que nada trata-se do hotel Los Torres, porque o refugio está 800 metros mais a frente. Que pena!


E assim chegamos no meio da tarde as 15:40 h. No refugio Los Torres a atendente Barbara só queira falar em inglês comigo, porque segundo ela apesar da proximidade do português com o espanhol era bem difícil para ela. Quando o Alan chegou, ele e o Ohno foram atrás de uma carona para pegar as camionetes e trazê-las para no dia seguinte a tarde voltarmos para Puerto Natales.

Clique na foto para abri-lá em outra página.



Veja também mais da Viagem a Patagônia.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - Circuito W Torres del Paine - Pehoe até Los Cuernos

A partir desse post começamos a trilha W. Os próximos 04 dias seria carregar a cargueira por pelo menos 11 km numa travessia até Los Torres.

Refugio Paine Grande (Pehoe) no dia seguinte a saída para Los Cuernos


Saímos cedo com tempo instável, muito vento (sabe um vento?) e a idéia era seguir até o acampamento italiano onde deixaríamos a cargueira e subiríamos até o mirante do acampamento britânico. Nessa etapa estávamos eu, Alan (Sherpa Turismo), Linhares, Ohno e Abenur, logo no começo o Alan resolveu voltar para acompanhar as mulheres, pois o vento era de assustá-las segundo ele.

essa vista nos acompanha até o final do circuito W, no detalhe a vegetação torrada pelo incêndio de 2011


Ao chegar ao acampamento italiano eu já fiz metade do meu lanche de trilha que peguei no refúgio Pehoe, para levar somente água e barra de cereais para a subida.

Os acampamentos desses locais estavam fechados. Essa foi uma providência depois do incêndio de 2011 que interditou o parque bem nessa época em que fomos.

Do refúgio Pehoe até o topo do acampamento britânico foram 13,76 km e do topo do britânico até Los Cuernos foram 10,66 km, ou seja um total de 24,42 km de percurso. Pela primeira vez andei tanto numa trilha.

No mirante do acampamento britânico


Na chegada no refúgio Los Cuernos percebi ele que era menor, tinha muita gente na área do bar e restaurante, mas tudo nesse local era limpo e organizado. Ficamos eu e o Alan no quarto coletivo, e os demais ficaram juntos no mesmo quarto para 07 pessoas. 

Depois do banho e aguardando o jantar encontrei 03 rapazes da cidade de Pitanga e 02 de Curitiba, o diretor da COPEL em que trabalho, Jorge Andrigueto e seu filho. Ficamos batendo papo até o bar nos convidar a sair pelo horário. Foi um papo bem instrutivo.

Clique na foto para vê-la em outra página.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia Argentina e Chilena


Depois de um longo tempo eu voltei a escrever aqui. A última página foi em Outubro de 2012 e foi sobre Tibagi. Desde dessa época algumas saídas aconteceram como a ida ao morro Tucum e Camapuã, mas a neblina forte não permitiram boas fotos. Aliás o tempo ruim foi o que mais atrapalhou no período.

Mas esse retorno estava sendo muito esperado por esse que lhe escreve. A viagem a patagônia argentina e chilena. Essa viagem mais ou menos começou depois da Chapada Diamantina. Me perguntaram qual seria a próxima aventura, e eu pensava em algo fora do país.

Nas próximas páginas um pouco do relato do que foi a viagem, isso porque tem muita informação na internet e que acaba-se sendo repetitivo.

01. Parte - Curitiba a Buenos Aires.

Até Outubro de 2012 eu estava procurando interessados para fazer uma viagem até El Calafate e El Chalten. Foi quando o Alan da Sherpa Turismo propôs algo maior. El Calafate (Perito Moreno), El Chalten (Monte Fitz Roy) e circuito W em Torres del Paine.

O Alan já havia feito essa viagem por 03 vezes e conhecia razoavelmente.

Saímos no dia 19/01 as 07 horas da manhã de Curitiba rumo a Porto Alegre para um vôo da Gol e depois  as 14 horas para Buenos Aires.

Como chegamos as 08:30 h em POA resolvemos pegar um trem até o mercado municipal. Lá demos uma volta, comemos pastel e depois os doces famosos de Pelotas.

Da esq. para direita Abenur, Andreia, Linhares Lucas, Maumau e Alan no pastel do mercado municipal de POA


Retornamos ao aeroporto e um novo despacho de mochila agora pelas Aerolíneas Argentina. Chegando em Buenos Aires, câmbio de dólar por pesos argentinos e embarcamos na van contratada para translado até o hostel Porta del Sul, no centro de Buenos Aires, bem próximo a Av de Mayo do Café Tortoni.

Deixamos as malas no hostel e saímos para uma parrilha no restaurante Los Desniveis próxima a plaza 25 de Mayo. Na mesma rua da feira de Santelmo a rua Defensa.

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Dia Seguinte Volta Turística por Conta do Viajante em Buenos Aires.

Pela manhã de domingo após o café típico argentino com media lunas, torrada, um pãozinho, doces e frutas, nós estávamos prontos para uma volta na cidade. Parte do grupo saiu para o Zoo Lujan, famoso por deixar os visitantes chegarem perto do tigre por exemplo. Eu e o viajante Arnaldo Ohno seguimos para a Casa Rosada num passeio aleatório.



Lá fizemos várias fotos na praça e entramos até uma parte no palácio. Depois resolvemos sair pela rua lateral esquerda para ir até o museo Fragata em Puerto Madero. No caminho um casal típico latino tirando fotos e derrepente nos avisaram que estávamos sujos com cocô de pombo. O tal golpe para limpar a pessoa inclusive os bolsos. Desconfiei na hora e o cheiro era desagradável, mas lembrava a parrilha da noite anterior, segundo o viajante Ohno. Quando seguimos em direção a Madero um carro parou e avisou que ali era uma região de muito assalto. Bem demos meia volta até a frente do palácio. Confesso que essas confusões quebraram um pouco o ritmo. Pois precisava limpar  aquela sujeira daquele mingau e pensar em novos lugares. Bem seguimos então pela avenida Corrientes que é a dos teatros portenhos e fomos até o obelisco da Av. 09 de Julho. Antes passamos num Mc Donalds para se lavar mais uma vez do cheiro parrilento impregnado.

Depois do obelisco fomos até o congresso nacional e retornamos até a feira de San Telmo para comprar um plugue adaptador de tomada que precisaríamos.

De lá pegamos um táxi para o Caminito. A idéia era encontrar o pessoal que foi ao zoo para o almoço. Lá demos uma volta fotografando e visitando algumas lojas de turistas na tentativa de encontrar o pessoal, Já eram 15 horas e resolvemos almoçar. Afinal de contas o zoo de Lujan é tão longe que o pessoal não apareceria. De lá pegamos outro táxi e fomos para Recoleta. Antes passamos na Flor de Aço e depois atravessamos a avenida para o cemitério famoso.

Universidade de Direito e no canto esquerdo a Flor de Aço.

No local tinha uma feira de artesanato na calçada de acesso, um espaço cultural de ciência. Depois entramos no cemitério para uma volta, claro que passando pelo mausoléu da Eva Perón. O cemitério fechara as 18:30 h e estávamos saindo de lá para Puerto Madero.

Resolvemos pegar um ônibus, que para pagar precisaria agora de um cartão recarregável, custaria 6 pesos a passagem de duas pessoas mas não aceitavam dinheiro. O motorista acabou nos dando uma carona, afinal eram 4,0 km no GPS. Descemos no começo de Puerto Madero. Uma caminhada e logo pegamos o sinal do talk-about do Alan. Eles estavam na puente de la Mujer. Então todos se encontraram e paramos no bar Fragata bem perto do museu de mesmo nome, para um chope torre de 3 litros.
Dali fomos a uma lanchonete e padaria para um lanche.

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