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domingo, 22 de janeiro de 2012

Festa Pomerana - A Festa Alemã na Cidade Mais Alemã do Brasil


Momento de brincadeira na dança Herr Schimdt

Ainda lembro que foi no verão do ano de 2000. Nessa época são muito comuns as chuvas o que tornam o litoral do sul do Brasil enfadonho, principalmente o paranaense. Eu estava acampado na praia de Guaratuba-PR. Todo dia chovia, era muita chuva. Foi quando eu decidi com meus amigos ir até Pomerode-SC para a festa pomerana.

A festa pomerana acontece na segunda quinzena de Janeiro em comemoração também a emancipação política da cidade. É uma festa alemã na cidade mais alemã do Brasil. Parece estranho porque tem a Oktoberfest em Blumenau,  cidade que fica próxima, mas claro que no mês de Outubro. Comparando, a festa pomerana é muito mais organizada, mais limpa, e aquele grupo que agarra a moça a força na Oktoberfest, não se cria nessa festa, infelizmente é a lembrança que eu tenho da única vez que estive lá.
O nível é melhor, o divertimento é garantido e vale a sua capacidade de interagir sem forçar a situação.

Não recomendo essa festa para quem não tem discernimento.


Foi a terceira vez que fui a essa festa. Estive anteriormente quando fiz o Circuito Vale Europeu de Clicloturismo.

Próximo ano quero estar lá de novo.

domingo, 17 de janeiro de 2010

2. Dia Circuito Vale Europeu Pomerode a Indaial-SC


E estamos no 2. dia do circuito com saída de Pomerode. Como havia comentado no blog anterior ficamos em Indaial-SC por causa da confusão na casa, mas as bicicletas estavam lá nos esperando. Como será pedalar mais 40,9 km depois do 1. dia?
Na chegada ao portal sul de Pomerode havia o serviço ao turista e pegamos o 2. carimbo do passaporte. Tiramos fotos vestidos de aletibano = alemão + curitibano. E fomos buscar as bicicletas.
O segundo dia começava próximo do portal norte seguindo para localidade de Wunderwald, já no começo notei um som estranho na mata, uns roncos altos e fortes. Só pode ser Bugio. Mas estava longe para vê-los.
No mais foram os detalhes das casas e da paisagem local. Numa parada que fizemos antes de outra localidade o Mulde, fomos num bar e mercearia para comprar água gelada, o dia estava bem quente. Lá tinha uma cancha de bocha com alguns senhores aguardando. Mas o quê? Adversários. E nos convidaram para uma partida. Como era meio do percurso e ainda não sabíamos o que vinha pela frente, não foi possível apostar umas "beras". Mas que eles insistiram. Seguimos para o próximo morro.
No final um percurso de descida antes da divisa com Indaial. Como a descida era forte, passamos batido um ponto de um engenho de farinha, que é de visitação, lembro de uma curva derrapando e valeta, quase. Na chegada num trevo ou um T, á direita segue para o Morro Azul ponto alto da localidade a uns 7 km e a esquerda Indaial (precisa corregir a planilha do circuito). Faltando 1 hora de percurso despencou uma chuva que nos acompanhou até a chegada na ponte dos arcos de Indaial. Taí o porquê, de não ter muitas fotos desse dia, mas seguem estas abaixo.



Chegando no hotel lavação de roupa.Depois comer numa saída de Indaial, perto de um bar muito frequentado o Marechal. Ao estacionar foi engraçado, o dono do retaurante, um gaúcho, já veio avisando, "não pode estacionar, porque aqui é do restaurante", e nós "sim a gente pode ir no restaurante?", o homem ficou sem jeito. E aí pedimos a famosa "La Minuta" [Do fr. à la minute, no mesmo instante, imediatamente.] Substantivo feminino. Nos restaurantes, prato que se prepara no momento, no minuto. À minuta: Preparado no momento (prato, refeição).


sábado, 16 de janeiro de 2010

1. Dia Circuito Vale Europeu Timbó a Pomerode - SC


E o ano de 2009 aqui no blog terminou pedalando e sem muita previsão, então 2010 começou o pedal direito, com uma semana no "Circuito Vale Europeu".
Esse circuito é o único roteiro do Brasil, sim porque um roteiro tem que começar e terminar no mesmo local, sem passar pelos mesmo caminhos.
A partir desse, vou tecer alguns comentários em 7 partes, um para cada dia de percurso, que o leitor poderá usar quando fizer esse cicloturismo e no final algumas constatações.
Primeiramente digo que na internet há muita informação, muito blog de experiência que traz novidades e às vezes repetem algumas boas informações. Eu talvez não seja tão diferente.
Então vamos lá.
Os protagonistas do passeio foram Maumau (blog), Alan (ACC organizador) e Sirlene (organizadora), Linhares (colega da COPEL), Andreia e Lucas (esposa e filho do Linhares e carro de apoio).
Saímos da minha casa (Ctba) às 7:00 h do dia 16/01, chegando em Timbó-SC as 10:00 no local de inicio do circuito, o Bar Thapyoka, onde fizemos a inscrição e preparamos as bicicletas, almoçamos no mesmo bar e por volta das 13:00 h estávamos prontos para os primeiros 45,9 km. A primeira constatação, no horário do almoço, alguns locais fecham e o termo de responsabilidade nem foi preenchido porque a Associação Vale das Águas estava fechada para o almoço.

Começamos seguindo todas as orientações do mapa e marcações ao longo do percurso, as fotos abaixo mostram alguns detalhes do dia.




Para mim, essa kilometragem num dia era normal de um passeio que estava acostumado, mas pensando nos 7 dias seguidos era uma novidade duvidosa.
Bem as imagens falam mais, um detalhe foi o desnível de 300 m na localidade de Rio Ada para descer até Pomerode-SC no roteiro das casas enxaimel,. Foi uma descida no freio, porque com as chuvas de verão a estrada está cortada, há pedras e um tombo logo de cara pode terminar o passeio. Lembro que dois ciclistas subiam empurrando a longa estrada.
Passando a rota enxaimel chegamos ao portal norte de Pomerode as 17:30 h, lembro que foram 3:30 h de pedalada. O portal estava fechado apesar da festa Pomerana e não conseguimos carimbar o passaporte. Como havia a festa Pomerana, a cidade estava cheia, todos os hotéis lotados e a opção seria ir para Indaial -SC ficar no hotel Larsen. Anteriormente ficaríamos num sobrado alugado em Pomerode ao preço de pousada por pessoa. Porém a dona do sobrado se perdeu nas reservas e deixou um quarto e uma sala para dormirmos (?!), tomamos banho, conversamos de ficar em Indaial. Deixamos as bicicletas na casa  em Pomerode e fomos para Indaial, mas antes passamos na Festa Pomerana. Essa festa é a mais alemã e não tem as confusões e povo "tigrado" da Oktoberfest de Blumenau. Na festa, me chamou a atenção como as pessoas são altas, principalmente as gurias que para o meu 1,75 m de altura estava de bom tamanho.
Um pouco na festa, prova um chope pilsen e outro com trigo (gosto duvidoso) e beber muito e pedalar o mesmo tanto, não combina comigo, fomos para Indaial de carro com quase toda a bagagem no colo.  Achar na noite de chuva, a entrada de Indaial pela BR em meio a placas diferentes do acostumado não foi fácil. Quase seguimos para Apiúna.
Chegando no hotel tudo certo, ele era todo nosso, guardamos tudo e fomos dormir.