Jalapão 2019

Jalapão 2019
Fervedouro Bela Vista - Jalpão 2019
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terça-feira, 1 de outubro de 2019

Jalapão 5. Dia - Serra do Espirito Santo, Cachoeira da Formiga e Fervedouro Bela Vista

A saída de Mateiros-TO tinha como primeiro destino a Serra do Espirito Santo. Para vermos o pôr do sol era preciso acordar as 3:30 h da manhã para um deslocamento de quase 01 hora e a subida do morro num tempo de também até uma hora para ver o nascer do sol por volta das 5:50 h.

O veículo chega muito perto da trilha de 800 metros de subida.


Uma das paradas para recuperar o fôlego.
Não é uma subida difícil quando se tem um preparo. A trilha requer um pouco de cuidado por causa das pedras soltas.

Pouco antes estávamos no mirante onde fizemos um lanche e nos preparamos para gravar as imagens. O tempo estava um pouco nublado no horizonte que tampou o sol das 5:50 h.


Algumas fotos do horário.

Posicionados no mirante para as primeiras horas do sol no Jalapão.

Minha homenagem ao Furacão que uma semana antes havia conquistado a Copa do Brasil.
Fotos da descida.




Depois da descida tínhamos que voltar a Mateiros-TO antes das 8:00 h porque a CELTINS desligaria a cidade para manutenção da rede elétrica e precisávamos abastecer e tomar o café da pousada e seguir para Bela Vista-TO.

Clique no mapa para ampliar o percurso.

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Cachoeira da Formiga


No meio da manhã chegamos na cachoeira da Formiga. O local é uma das maiores atrações do Jalapão, imperdível.





Águas muito cristalinas mas de correnteza, o que dificulta fazer imagens e ao mesmo tempo se manter nadando ou parado, ainda mais se houver muitas pessoas no ponto de parada.
Todo mundo fala que passaria o dia inteiro nessa cachoeira, mas tínhamos que seguir em frente.

Fervedouro Alecrim






Fervedouro Macaúbas


Nesse fervedouro foi onde também almoçamos.

Redário depois do almoço


Teve um pouco de chuva durante esse banho

 Fervedouro Bela Vista


O final do dia foi de chegada ao fervedouro e pousada Bela Vista. Esse fervedouro é acessível pagando uma taxa a qualquer visitante e livre enquanto estada.

Nós aproveitamos o final da tarde e após o jantar. Sim é um fervedouro que fica aberto de madrugada.






De todos é o que tem melhor estrutura, por causa da área de restaurante e das pousadas.

Eram por voltas das 20:30 h


Apesar das temperaturas do Jalapão ficar no fervedouro a noite dá um certo friozinho.

Com certeza esse foi o dia mais movimentado.



segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Rota das Cachoeiras de Corupá-SC


Salto Grande - 14. Cachoeira e o final da trilha


Eu creio que se fizerem uma pesquisa aqui no blog com a palavra Santa Catarina aparecerá uma boa  parte do que já escrevi. Os motivos são os mais óbvios desde a proximidade com Curitiba-PR e a maior razão de todas que é o litoral mais extenso para escolhas. Mas pessoalmente, ele tem organização para o turismo, comparando com o Paraná.
Mas é sempre convidativo ir ao estado vizinho, por ser mais organizado sim. Vêem o turismo como rentável, digno de estudos comparativos.
Vou falar aqui sobre um parque que conheci há mais de 20 anos. Era chamado como a Rota das 14 Cachoeiras de Corupá. Lembro no começo que o acesso por estrada rural em meio a plantação de bananas (capital brasileira da banana), ás vezes exigia do veículo, mas já haviam no local o galpão, a lanchonete e o estacionamento. A trilha era de chão batido com algumas placas, algumas travessias eram em pinguelas e troncos de árvore. Mesmo assim, eu já considerava  estruturada. Depois numa segunda ida ao parque que já havia tornado uma estrutura com o nome do proprietário como Parque Emílio Battistella, uma RPPN - Reserva do Particular do Patrimônio Natural, que é uma propriedade de conservação que dá direito aos proprietários a isenção de impostos. Mas nada haver comparado  o caso abandonado do Buraco do Padre-PR. 
Foram feitos uma casa de portaria de entrada e recepção, com controle de acesso e funcionários, banheiros com chuveiro(até água quente), as trilhas tem deck de madeira e piso de tela, melhor sinalizadas com alguns trechos com guarda-corpo e as travessias de rio com ponte de mola. A lanchonete foi para o lado de fora na estrada de acesso. Claro o acesso é cobrado com o valor de 15 reais, que acho justo por causa do retorno de serviços e da nossa falta de consciência de preservação, onde mesmo cuidada e cobrada precisa da  nossa colaboração.
Bem com tudo isso fica mais fácil de convencer quem nunca esteve nesse local e encarar  uma subida com desnível aproximado de 600 metros e um percurso de 2900 metros (é mais que isso), com desvios para as cachoeiras como pode ser visto no registro com o GPS abaixo.
Foi a primeira vez que a minha noiva Andrea fez tal passeio. Pelo percurso e tempo que levou de ida e volta em 5 horas, que eu diria um tempo de passeio, pois o parque considera 3 a 4 horas.

Fotos do dia


Comentários:

Ps. 01 - Ledo engano quem acredita que vai subir somente 2900 m, quando trilhado deu 4950 m.
Ps. 02 - O que será desse blog com a notícia de desativação do Picasa em favor do Google fotos?
Ps. 03 - Onde está o 13. salto. Eu juro que já fotografei e um dia trago aqui.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Trilha do Parque da Chapada dos Veadeiros

Foto Clássica do Cânion I
Último dia de passeio na Chapada dos Veadeiros. Dessa vez fizemos a trilha oficial do parque, aliás o único acesso autorizado ao público. A entrada fica no lugarejo de São Jorge que faz para da cidade de Alto Paraíso, como dizem por lá este lugarejo é a Búzios da região, ou seja custa mais caro ficar e comer por lá.
No nosso caso depois de retornarmos de Cavalcante para Alto Paraíso, o programado era no dia seguinte a trilha do parque. Foi o único mais caminhado da semana comparado com os outros dias onde chegávamos perto de mountain bike e as trilhas tinham no máximo 2 km.
No começo o nosso guia Estevão, mais conhecido por Gudu nos explanou sobre a flora do parque, falando de espécies como o candombá, a orelha de ovelha, o copaíba. No caminho também falou de geologia, no caso o cristal de rocha que teve os seus últimos interesses econômicos durante a 2. guerra e pós-guerra  mundial, na confecção de osciladores de frequência utilizados na eletrônica.
Depois seguimos até a cachoeira das Cariocas para um banho de rio.

Cachoeira das Cariocas

 Da cachoeira das Cariocas fomos para os Cânions I e II. Esse local é muito interessante onde nadando um pouco contra o rio você avista a cachoeira do cânion.



No final foi o retorno para o lugarejo de São Jorge para um lanche. Depois para a pousada em Alto paraíso e a noite um rodizio de pizza na Vila Chamego onde quem se desloca é o cliente para pegar as diversas pizzas que são assadas no pátio.

Fim de férias na Chapada. Valeu grupo da Bike Ativa.



Fotos do dia


Fotografado pelo Grupo


Trilhado no meu GPS



terça-feira, 7 de julho de 2015

Pedal Tranquilo até as Cachoeiras das Loquinhas - Chapada dos Veadeiros


Uma mudança de decisão no roteiro e fizemos um pedal de 4 km até a cachoeiras Loquinhas. O local possui um acesso pago e uma trilha toda preparada com  diversos poços. Como o dia estava na temperatura de 18 .C e coberto de nuvens esse rapaz de azul no canto ali encima na foto não quis entrar na água.

Na volta nos preparamos para mudar para a cidade de Cavalcante para a pousada Aruana, porque o dia seguinte seria bem pedalado. A pousada é muito boa, poderia ser a pousada do evento se as principais atrações não ficassem em Alto Paraíso.

A noite fomos numa cervejaria artesanal Aracê, que pertecence a uma família chilena. Diz o dono que a filha se casou com um brasileiro, que mostrou a cidade a ele e resolveu vir para o Brasil e fabricar cerveja artesanal servidas com empanadas e pastel de choclo e outros aperitivos da cozinha chilena.

foto by Aracê

Fotos do dia

Fotografadas pelo grupo



Trilhado no meu GPS

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Pedal Vale da Lua - Chapada dos Veadeiros

Formação rochosa no Vale da Lua
Esse dia foi o pedal mais diversificado da região. Iniciou na pousada Alfa Ômega saindo pela rodovia GO 239.

Primeira parada no bar Rancho do Waldomiro onde faríamos o almoço (Matula) na volta, com direito a diversas cachaças, entre elas buriti, jaboticaba, cana e etc.




Depois fizemos uma parada no Jardim de Maytrea, onde o guia Gudu falou sobre o local e a referência esotérica, que está dentro do Parque Nacional.

Veredas apelidadas de Jardim de Maytrea
No final alcançando o Vale da Lua, que é a descida de um rio em meio a uma formação rochosa de areia compactada, conhecida por paraconglomerado que foi apelidado por lembrar a superfície da Lua.


Formação que lembra o solo lunar.


Na nossa volta tive ir no ônibus porque o câmbio da coroa se deslocou e apesar de ajustá-lo novamente não queria testar subindo. Na volta ao Rancho do Waldomiro provei os diversos licores e cachaças o quye comprometeu meu retorno a Alto Paraíso, que não foi pedalado. Não costumo postar prato de comida então vai o link.

No mais foi retornar para a pousada, tomar uns chás e a noite ir até o bar vegano Cravo & Canela.

Fotos do dia



Fotografadas pelo grupo


Trilhado no meu GPS



Mais da Chapada dos Veadeiros

domingo, 5 de julho de 2015

Pedal Cataratas do Rio dos Couros - Chapada dos Veadeiros

Grupo pronto para pedalar


Para começar a semana na chapada dos Veadeiros, fizemos um pedal com inicio deslocado da nossa pousada. A idéia era superar o subida longa para um pedal de 31 km, sendo que no final teria uma trilha a pé de 1,5 km para os diversos saltos do rio dos couros, sendo eles Muralha, Franja, Bujão e no final Parafuso que é somente visualizado através de um cânion.

Antes da etapa caminhada fizemos um almoço preparado pela Michéle, uma macarronada fria que para o calor caiu bem, além de outros lanches complementares.




E durante a trilha quem se atreveu a pular...

Nosso guia Gudu (Estevão da Travessia) em ação. A sequência está no álbum.
Rejane, Rubens, Maumau e Andrea



Fotos do dia



Fotografadas pelo grupo



Trilhado no meu GPS

Mais da Chapada dos Veadeiros

sábado, 16 de maio de 2015

De Volta ao Morro Castelo dos Bugres



Passado 01 ano voltei a publicar no blog. Não foi por falta de assunto, até que fiz algumas viagens, mas bem poucas por causa das aulas de mestrado que aconteciam no sábado.

Mas volto com o retorno as trilhas de montanha, com um também retorno ao morro Castelo dos Bugres, onde estive a primeira vez no ano de 2009.

Desa vez não usamos a borracharia para estacionar, aliás a mesma virou um ponto de parada com uma pequena lanchonete. Também a novidade é que tem um container na entrada da trilha, que é de um segurança da empresa proprietária da área. Outro detalhe que aparecerá nas fotos é a casa da fonte que estava depredada, na época ela era nova. No mais a trilha continua úmida, e como choveu na semana estava mais ainda.
Fiz umas fotos, que publiquei no Instagram (na época não existia) e reparei que o prédio do hotel Dona Francisca aparece na mata. Também marquei no GPS, e pude ver que é uma trilha de 3,0 km, mas que parecia bem mais pelas duas horas de percurso.

Trilhado no GPS




Comentários:

Ps 01. Tem bastante informação aqui em poucas palavras.
Ps 02. Na volta parada no Café Paris para repor energias em dobro, ops calorias!
Ps 03. Toda vez me arrependo, ainda mais agora de ter lido o texto do Fiori do Seminário Paranaense de Minimo de Impacto.
Ps 04. Depois de 02 anos devolvi os mapas da Patagônia para a Tereza (Cris). Ela havia deixado na minha mochila quando estivemos lá, e ficou até essa data.
Ps 05. Tem outras histórias de anteriores, como João Pessoa e Serra Gaúcha, mas tem que parar para escrever. 

sábado, 31 de agosto de 2013

Caminho do Itupava em 2013


No começo em Quatro Barras

Essa foi minha terceira vez, e a segunda que organizo e conduzo um grupo. Tudo pelo simples prazer de compartilhar a história que procurei na biblioteca como um relato da história do caminho e a história da passagem do Cadeado, perto do santuário da ferrovia.

Esse passeio tava programado desde junho, mas o tempo chuvoso não permitiu, e assim programei a 01 mês atrás para o final de agosto, torcendo pelo tempo bom.

E o tempo ajudou. Ajudou também a presença dos meus amigos do trabalho Edvilson e a esposa Cleonice, Flávio e a esposa Glaucia e o Marcos Scremin. Ajudou a amiga Karina que fez um treino para o Vale do Pati (boa sorte lá!) e que trouxe pessoas engraçadas, fotógrafos que proporcionaram um dia muito bacana.

No final em Porto de Cima, Morretes-PR

Fotos

Trilhado no GPS



Comentários

Ps 01. Não foi o meu caso, mas a música "se meus joelhos não doecem mais..."

Ps 02. Pela segunda vez os  macacos (na copa das árvores) resolveram aparecer.

Ps 03. Números: tempo de deslocamento 5:18:40 h de deslocamento num total de 8:31:20 h, para 18,6 km de percurso.

sábado, 8 de junho de 2013

Mais um Marumbinista!

"Aquele que hoje escala o Marumbi pode não dar conta de sua vasta história, mas é preciso pensar na saga de homens que com muita garra e esportividade abriu caminhos, transformando esta serra em algo mais que uma série de majestosos picos, num conjunto de montanhas acessíveis a todos os que, como eles, têm a satisfação de atingir seus imponentes cumes..."
Nelson  Luis Penteado  Alves, no livro As Montanhas do Marumbi. 



Demorou mas aconteceu! Nesse dia eu me tornei mais um marumbinista. Já haviam passado tantas oportunidades. Desde o tempo em que não havia IAP e as pessoas deixavam o carro perto da usina Marumbi, porque não conseguiam chegar na estação Eng. Lange sem um 4x4. E outras, como estar fora do país bem no convite. Sem contar aqueles convites com o céu desfavorável.


Avistando o grupo que foi até o Abrolhos

Mas foi nesse fim de semana. Não da forma que eu gostaria com mais pessoas, porque todos os demais  subiram o Abrolhos. Foi praticamente uma trilha solitária, começando pela Noroeste, chegando a Pedra do Tigre, Gigante e finalmente Olimpo. 

Durante todo percurso lembrei do livro do Farofa (Nelson Penteado), um registro impressionante da história, e lembrei que no ano passado a equipe do Zona de Impacto (que sofreram) foi lá encima fazer uma reportagem com o Vitamina e o Kiko (IAP) sobre a Semana do Montanhismo no Brasil (sic 100 anos).

Bem  a sensação foi de um sonho realizado, de ter confirmado a impressão daquele garoto de 11 anos que ao viajar de trem pela 1. vez e ao olhar a montanha lá da estação ficar admirado com o tamanho. Depois de muito tempo a confirmação de toda a grandiosidade. Um local que nos privilegia, com acessos das mais diversas formas, pela trilha do Itupava, de trem pela serra, carro 4x4 ou a pé desde a estrada das Prainhas (Porto de Cima).


Comentários:

Ps 01. Confesso que passados 06 meses da ida a Patagônia achei que toda a resistência física de lá, com referência a uma das trilhas de 24 km, eu achei que fazer o Marumbi da forma mencionada seria suportável. Mas o despreparo me mostrou cãibras pouco antes de chegar no ponto mais alto, o Olimpo. Cada montanha tem história e dificuldades únicas.

Ps 02. Na volta pela trilha Frontal acabei descendo um lance de escada (grampos) tão grande. Depois entendi no vídeo quando o Vitamina disse "agora que a porca vai torcer o rabo, vai ver porque esporte é adrenalina".

Ps 03. Valeu cantarolar algo nessa descida como se fosse um mantra espanta medo.

Ps 04. A minha volta demorou mais que esperado pela cãibras. A entrada na noite pouco antes da cachoeira do marumbinista apesar da lanterna, foi tenso. A sinalização lá estava sutil.

Ps 05. O GPS perdeu o sinal em vários pontos no começo depois do Abrolhos causando uma falha de registro, e na descida também. Mas as trilhas são bem sinalizadas, o GPS foi mais para registrar desempenho.

Ps 06. Subida pela trilha Noroeste foram 4:30 horas e a descida 04:00 h pela Frontal. A descida demorou mais que o programado que seria de 03 a 03:30 h, tudo por motivos de fadiga.

Ps 07. Tempos de percurso: 
           Subida pela trilha Noroeste 4:30 h
           Pausa: 1:00 h
           Descida pela trilha Branca 4:00 h (normalmente em 3:00 h)

           Saída da estação Marumbi as 09:30 h e retorno as 19:00 h. 

Ps 08.  Alguns comentários de que as montanhas do Marumbi requerem respeito apesar das facilidades dos meios de acesso.


Trilhado no GPS

Monte Olimpo (subida)



Monte Olimpo (descida)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - Circuito W Torres del Paine - Trilha até a Base das Torres del Paine

Esse dia é o grand finale do circuito W. É o o motivo que leva os turistas para a região. É a última perna do W, a trilha para a base das três Torres del Paine.

Após o café saímos para a trilha em direção ao refúgio chileno. O dia estava ameno de temperatura, tanto que eu saí de bermuda e camiseta, mas com outras roupas na mochila, além do lanche de trilha. Em 2 horas chegamos nesse acampamento.



A Cristina ficou para trás pois ela tentaria ir no máximo. O percurso é só de subida. Mais 01 hora e estávamos na base das Torres del Paine.



Ao chegarmos o vento e a sensação térmica fizeram vestir toda a roupa de frio. A etapa estava cumprida, eu  tentei aproveitar o máximo para fotos enquanto os outros retornavam. Por conta do meu atraso encontrei a Cristina quase chegando no topo e resolvi esperá-la.


Na volta adiantei um pouco da Cristina mas sempre de olho na trilha para trás para ver se estava tudo bem com ela. Desci muito rápido e encontrei o Alan e o Ohno no acampamento chileno, logo 20 minutos Cristina chegou. Continuei descendo e fotografando.

Chegamos na camionete e fui buscá-los no caminho perto do hotel Los Torres. Caregamos tudo e todos e começamos a voltar para Puerto Natales num percurso de 160 km. A idéia era ir a Laguna Azul para fotos com o conjunto das Torres, mas o tempo estava fechado e cancelamos fazendo fotos só da laguna Amarga.

Perto de Puerto Natales recebi a mensagem da Andrea porque não fiz nenhum contato por celular, apesar das mensagens no Facebook.. Em Puerto Natales liguei e expliquei a mancada da TIM sobre o roaming internacional, que a minha irmã resolveu prá mim.

Ficamos em outro hostel de Puerto Natales o Yaganhouse, bem legal, havia até um banheiro com ducha massageadora. Deixamos tudo e seguimos para as ruas tentar algumas compras de lembranças e jantar no mesmo restaurante La Ultima Esperanza. Na volta ao hostel um champanha de comemoração por conta do Abenur.

Clique nas fotos para vê-la em outra página.



Trilhado no GPS.

GPSies - Trilha W - Torres del Paine


Veja também mais da Viagem a Patagônia.

- Viagem a Patagônia - Minhas Impressões