Jalapão 2019

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Fervedouro Bela Vista - Jalpão 2019
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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Guaraqueçaba em Dias Tórridos, Férias

Pôr do sol a partir de Guaraqueçaba com nuvens de chuva que a dias não vem
Quantas oportunidades adiamos na vida? Ás vezes em dizer o quanto amamos alguém porque se pensa em um amor maior, ou então a visita aos pais ou aos amigos porque se tem a certeza que eles ainda estarão aqui e deixamos para outra data, e aquela mudança de emprego porque o novo é desafiante, e a viagem porque esperamos uma boa companhia que ás vezes não é tão boa, por ser uma idéia pessoal e pode não combinar.

Algumas vezes pensei em ir a Guaraqueçaba quando tinha tempo. Isso foi em feriados longos e férias. Tinha a desculpa de estar a 100 km ou então que um dia faria pedalando ou quem sabe de carro. 




Nessa oportunidade de mais uma semana de férias, depois de voltar do Chile, resolvi ir de verdade. Saí de carro na terça-feira com a bicicleta na bagagem, na dica do amigo Augusto. A idéia era ficar até sexta-feira dependendo da programação.

Eu fiz reserva no hotel Eduardo I e cheguei a Guaraqueçaba as 11:30 h. O barco que sai de Paranaguá as 09 horas da manhã e leva o tempo de 2:30 horas. Praticamente no almoço eu cheguei lá. E sem o que fazer, ainda mais na semana que estava quente,  na previsão dizendo dias tórridos por causa da sensação térmiaca de 40 graus Celsius.

No mesmo dia fui falar com o João, dono da pousada Chauá, que é também o dono da RPPN Sebuí, uma reserva que tem passeios de um dia ou hospedagem para conhecê-la melhor, com destaque para a famosa revoada dos papagaios de cara-roxa. 

Mas na minha programação tinha pedalar no dia seguinte até o Salto Morato, uma reserva ambiental da Fundação Boticário. No dia eu sai na quarta-feira as 08:00 horas da manhã para um percurso de 19 km. Até que fui rápido chegando lá as 09:30 h.

a caminho do salto Morato

Depois da atendente na cancela, a visita é autoguiada, chegando num estacionamento da área dos visitantes. Depois uma trilha até uma piscina formada pelo rio Morato. Parada para um banho bem vindo num dia de calor.




Nesse local logo depois chegou uma família de Matinhos-PR, com duas crianças, uma de 2 e outra de meses de idade e vieram de carro (ecosport) para um bate-volta, mas tiveram que ficar mais 01 dia. Então filhos pequenos não são desculpa.
Depois de uma hora de banho segui mais 600 metros até o salto, num total de 1500 metros dessa parte. 



O local do salto é para as fotos, o banho embaixo da cachoeira não é permitido porque existem pedras no caminho com risco de queda.
Comecei a retornar perto do meio-dia. O sol estava muito quente. As subidas que costumo pedalar acabei empurrando a bicicleta. Fiz algumas paradas para me recompor. Cheguei no hotel as 13:30 h preocupado com horário dos restaurantes, porque durante a semana não tem tanto turista, mesmo nas férias.

Até que sobrou alguma coisa de mim depois do pedal no calor
Enfim, eu fiz o meu tira-teima sobre Guaraqueçaba. Por causa do calor não fui na feira de artesanato no último dia, para comprar uma rabeca. O passeio para a RPPN do Sebuí não teve e no dia seguinte resolvi voltar.
Pretendo voltar noutra ocasião, talvez de carro, talvez com um grupo ir a reserva do Sebuí e a mata Atlântica com suas exclusividades, as 10 cachoeiras e o pôr do sol com a revoada dos papagaios.

Fotos do Dia
Trilhado pelo GPS



Comentários:

Ps. 01- Por causa do calor fiquei me devendo uma volta pela tarde até a feira de artesanatos no mesmo dia da pedalada para achar uma rabeca.

Ps 02- A ida de carro depende das condições da estrada. Se houver chuva no período é melhor consultar o DER  para saber se não há trechos alagados, ou então ligar para uma pousada para informações. 

Ps. 03- Deixei o carro no Estacionamento Bom Abrigo; Rua Correa de Freitas, nº89. Centro. Mas se voltar antes, não caia na conversa que eles não devolvem o dinheiro.

Ps. 04- E faltou tempo para a trilha da Figueira na reserva Salto Morato, por causa dos seus 5 km de percurso.

Ps. 05- Tempos de percurso dos 17,5 km:
  
ida em 50 minutos
volta em 1h e 15 min. com pausas por causa do calor

 Ps. 06- Se você fizer o mesmo de bicicleta, saia as 07:30 h no máximo para aproveitar bem o tempo no rio, porque a volta com certeza será próximo do almoço. A não ser que você se prepare para passar o dia o que é muito recomendável. Se eu soubesse da trilha da Figueira teria feito isso.

Ps. 07- O relato sobre a RPPN do Sebuí me deixou com vontade de voltar.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Cascading Salto Canta Galo


As pessoas conhecem a cidade de Morretes-PR por causa dos acessos ao litoral pela BR-277 e a Estrada da Graciosa do tempo do Brasil Império. Então toda a cidade, que tem um prato típico paranaense que é o Barreado, se concentra nas margens do rio Nhundiaquara por causa dos restaurantes.

Para quem desce ao litoral pela BR 277, na margem direita existe a estrada da Limeira que liga a Guaruva-SC e BR-376. Passando pela região da serra do Prata onde existem diversos rios e cachoeiras.
Foi num desses rios que subimos o seu curso até chegar ao salto Canta Galo num percurso de 1,7 km cruzando o rio várias vezes e andando sobre as pedras.


O salto Canta Galo possui 80 metros de desnível. Fomos guiados pelo Marcyo da Paraná Expedições que montou lá no topo a ancoragem de cordas para a descida de rapel na cachoeira ou cascading.
Foi um dia de sol onde foi testada a coragem e aproveitado a oportunidade desse esporte radical.


Trilhado no GPS


Comentários:

Ps 01. Levamos 02 horas para chegar na trilha da cachoeira porque a descida para o litoral no feriado da Proclamação da República teve o congestionamento típico em Morretes por causa da recuperação de uma das pontes da BR-277.

Ps 02. Nas  fotos aparecem o Antonio e  a Geni que conheço de outras aventuras e que para mim são o exemplo de casal que tiram proveito desses eventos e são harmoniosos.

Ps 03. Já havia feito rapel em Bonito no Abismo de Anhumas e em Prudentópolis na RPPN Ninho do Corvo.

Ps 04. Trilha pelo leito de rio com 1,7 km, tempo de 1:33 h e desnível de 170 metros.

Ps 05. Uma vista muito boa para a serra da Prata.

sábado, 31 de agosto de 2013

Caminho do Itupava em 2013


No começo em Quatro Barras

Essa foi minha terceira vez, e a segunda que organizo e conduzo um grupo. Tudo pelo simples prazer de compartilhar a história que procurei na biblioteca como um relato da história do caminho e a história da passagem do Cadeado, perto do santuário da ferrovia.

Esse passeio tava programado desde junho, mas o tempo chuvoso não permitiu, e assim programei a 01 mês atrás para o final de agosto, torcendo pelo tempo bom.

E o tempo ajudou. Ajudou também a presença dos meus amigos do trabalho Edvilson e a esposa Cleonice, Flávio e a esposa Glaucia e o Marcos Scremin. Ajudou a amiga Karina que fez um treino para o Vale do Pati (boa sorte lá!) e que trouxe pessoas engraçadas, fotógrafos que proporcionaram um dia muito bacana.

No final em Porto de Cima, Morretes-PR

Fotos

Trilhado no GPS



Comentários

Ps 01. Não foi o meu caso, mas a música "se meus joelhos não doecem mais..."

Ps 02. Pela segunda vez os  macacos (na copa das árvores) resolveram aparecer.

Ps 03. Números: tempo de deslocamento 5:18:40 h de deslocamento num total de 8:31:20 h, para 18,6 km de percurso.

sábado, 8 de junho de 2013

Mais um Marumbinista!

"Aquele que hoje escala o Marumbi pode não dar conta de sua vasta história, mas é preciso pensar na saga de homens que com muita garra e esportividade abriu caminhos, transformando esta serra em algo mais que uma série de majestosos picos, num conjunto de montanhas acessíveis a todos os que, como eles, têm a satisfação de atingir seus imponentes cumes..."
Nelson  Luis Penteado  Alves, no livro As Montanhas do Marumbi. 



Demorou mas aconteceu! Nesse dia eu me tornei mais um marumbinista. Já haviam passado tantas oportunidades. Desde o tempo em que não havia IAP e as pessoas deixavam o carro perto da usina Marumbi, porque não conseguiam chegar na estação Eng. Lange sem um 4x4. E outras, como estar fora do país bem no convite. Sem contar aqueles convites com o céu desfavorável.


Avistando o grupo que foi até o Abrolhos

Mas foi nesse fim de semana. Não da forma que eu gostaria com mais pessoas, porque todos os demais  subiram o Abrolhos. Foi praticamente uma trilha solitária, começando pela Noroeste, chegando a Pedra do Tigre, Gigante e finalmente Olimpo. 

Durante todo percurso lembrei do livro do Farofa (Nelson Penteado), um registro impressionante da história, e lembrei que no ano passado a equipe do Zona de Impacto (que sofreram) foi lá encima fazer uma reportagem com o Vitamina e o Kiko (IAP) sobre a Semana do Montanhismo no Brasil (sic 100 anos).

Bem  a sensação foi de um sonho realizado, de ter confirmado a impressão daquele garoto de 11 anos que ao viajar de trem pela 1. vez e ao olhar a montanha lá da estação ficar admirado com o tamanho. Depois de muito tempo a confirmação de toda a grandiosidade. Um local que nos privilegia, com acessos das mais diversas formas, pela trilha do Itupava, de trem pela serra, carro 4x4 ou a pé desde a estrada das Prainhas (Porto de Cima).


Comentários:

Ps 01. Confesso que passados 06 meses da ida a Patagônia achei que toda a resistência física de lá, com referência a uma das trilhas de 24 km, eu achei que fazer o Marumbi da forma mencionada seria suportável. Mas o despreparo me mostrou cãibras pouco antes de chegar no ponto mais alto, o Olimpo. Cada montanha tem história e dificuldades únicas.

Ps 02. Na volta pela trilha Frontal acabei descendo um lance de escada (grampos) tão grande. Depois entendi no vídeo quando o Vitamina disse "agora que a porca vai torcer o rabo, vai ver porque esporte é adrenalina".

Ps 03. Valeu cantarolar algo nessa descida como se fosse um mantra espanta medo.

Ps 04. A minha volta demorou mais que esperado pela cãibras. A entrada na noite pouco antes da cachoeira do marumbinista apesar da lanterna, foi tenso. A sinalização lá estava sutil.

Ps 05. O GPS perdeu o sinal em vários pontos no começo depois do Abrolhos causando uma falha de registro, e na descida também. Mas as trilhas são bem sinalizadas, o GPS foi mais para registrar desempenho.

Ps 06. Subida pela trilha Noroeste foram 4:30 horas e a descida 04:00 h pela Frontal. A descida demorou mais que o programado que seria de 03 a 03:30 h, tudo por motivos de fadiga.

Ps 07. Tempos de percurso: 
           Subida pela trilha Noroeste 4:30 h
           Pausa: 1:00 h
           Descida pela trilha Branca 4:00 h (normalmente em 3:00 h)

           Saída da estação Marumbi as 09:30 h e retorno as 19:00 h. 

Ps 08.  Alguns comentários de que as montanhas do Marumbi requerem respeito apesar das facilidades dos meios de acesso.


Trilhado no GPS

Monte Olimpo (subida)



Monte Olimpo (descida)

sábado, 8 de setembro de 2012

Morro do Canal em Todos os Ritmos



Ir ao morro do Canal pelo menos uma vez no ano passou a ser para mim um exercicio para apresentar aos amigos como se desenvolve uma trilha de montanha.

Requer responsabilidade porque as pessoas que não estão acostumadas têm esforços e situações que não fazem parte do dia-a-dia. A trilha de montanha proporciona bem isso.

Proporcionou para mim conhecer pessoas através de outros amigos que trouxeram os seus amigos.

Os amigos são a família que não nascemos, mas que escolhemos ao desfrutar dos mesmos interesses e partilhar de momentos, isso define um grupo.


Comentários:

Ps 01. Me bateu uma curiosidade do que pensou aquele pai que levou o filho até lá encima, com toda reina do garoto por causa do medo. Mas ele chegou e foi aplaudido por duas vezes nas dificuldades pelas pessoas que estavam lá.

Ps 02. O silver tape que eu e o Guilherme levamos salvou parte da trilha de uma garota, a Fátima.

Ps 03. Boa parte desse grupo que se encontrou são das aulas da dança de salão. 

Ps 04 Fotos da Maiuly.

Ps 05. Soube depois que no dia 08 de Setembro completou-se 50 anos da primeira subida do morro do Canal. As comemorações do cinquentenário serão no dia 15/09/2012 com a presença do Vitamina que entregará certificados brindados com espumante a quem chegar no topo da montanha.

Ps 06. O porquê do nome: "Abriram a picada e diante do encontro com verdadeira rede de fendas e corredores naturais, que lembravam labirintos e canais, denominaram o morro como Pico de Canal", do próprio Vitamina no site Alta Montanha .

Ps 07. Passado os dias, é interessante ver os comentários (só Facebook) daqueles que foram pela 1. vez. Tem o comentário do esforço e o que ficou dolorido; tem o comentário sobre a sensação da vista da montanha, tem aqueles que querem saber qual será a próxima. Lembro da sensação de um pouco de medo de alguns e do desafio que se submeteram.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Morros Capivari Mirim e Médio Subestimados


No mês de maio 2012 eu fui num dos morros, o Capivari Grande. Os Capivaris são morros pouco frequentados, talvez pela localização ou talvez pela comparação com os demais na região próxima. 

Nesse 07 de Setembro,  eu iria pedalar com a Bike Ativa que cancelou. Para minha surpresa pintou um convite do Antônio Sérgio para ir até o morro Capivari Mirim e o Médio. E porque não? Mesmo com compromisso de trilha para o dia seguinte.

Confesso que esses termos menores acabaram me influenciando por não considerar tanto e achar fácil. Eu subestimei os morros de hoje. 

Mas foi muito gratificante e muito retratável, com um começo para ficar acima das nuvens da manhã e depois a abertura do sol. com boas visibilidades, com as imagens do Pico Paraná  e de outra referência, o lago da represa Capivari que está abaixo do nível devido a manutenção na usina Governador Parigot de Souza.



No blog do Mildo ele comentou que quando esteve lá o início parecia com a morro Araçatuba. É mesmo essa a impressão, e o GPS nessa hora ajuda muito com a trilha do Rumos  Navegação em Montanhas guiando sem perder tempo. Aliás esse site é um dos mais generosos e completos da nossa região.

Percurso trilhado somente de ida.

Estiveram nesses dois morros nesse dia Antonio Sérgio e Geni, Alice, Rodrigo Ricetti e Maumau.

Uma frase do Rodrigo: Curitiba é uma capital de poucos atrativos naturais, mas a região metropolitana e extensões como a serras do mar são as nossas jóias.



Comentários:

Ps 01. Inicio as 08:41 h da casa do Antônio,  chegada ao Capivari Mirim as 10:55 h. Depois chegada no Capivari Médio as 12:25 h

domingo, 1 de julho de 2012

Morro Pão de Loth Num Dia de Sol

Morro Pão de Loth visto do Caminho do Itupava

O mês de Junho de 2012 quase passou desapercebido nos eventos ao ar livre na região próxima a Curitiba. Eu retornei da Chapada Diamantina na Bahia no dia 03/06, exatamente quando entrou uma frente fria na região e choveu durante 03 semanas seguidas, só vindo a parar no dia 23/06. Foi tanta água que as lavanderias ficaram abarrotadas de roupas para secar.

Na semana seguinte o sol começou a dar o ar da graça com perspectivas de um fim de semana iluminado pelo astro rei. E com tanto sol, todo mundo saiu de casa. Isso se refletiu nos parques da cidade de Curitiba  com muita gente e nas estradas para as praias, que no retorno de domingo teve congestionamentos.

E na serra da Baitaca não foi diferente. O morro do Anhangava tinha fila de pessoas para subi-lo. Uma opção esperta foi o desprezado morro Pão de Loth. Desprezado porque o vizinho Anhangava e o caminho do Itupava fazem ele parecer uma opção da próxima vez.



O morro Pão de Loth é uma opção para quem está começando a conhecer trilhas e não está acostumado com o esforço de caminhar e subir por algum lugar. 

E nesse domingo não foi diferente. Sem o compromisso de acordar muito cedo para os desafios maiores. Sem a presença de muitas pessoas no mesmo lugar.


Comentários:


Ps 01. Uma das melhores vistas para o conjunto de montanhas do Marumbi.


Ps 02. 40 minutos de caminho do Itupava a partir do posto do IAP, mais 40 minutos de subida, num total de 4 km.


Ps 03. O dia estava muito proveitoso com várias pessoas por aí nas serras como o Mildo, Jopz e o Beto na Torre da Prata por exemplo.


Ps 04. Esse foi um morro sem compromisso de começar sendo as 11:00 h da manhã e retorno para o IAP Quatro Barras as 14:00 h.


Ps 05. Eu havia ido a primeira vez no Desafio dos 03 Morros.


Ps 06. A serra do mar está tão perto, mas eu não quero ela perto, prá não desaparecer.

Ps 07. Mais fotos da Carla aqui.


Ps 08. No retorno saindo de Borda do Campo uma parada no Café Colonial da Bisa, que fica na estrada depois de passar por baixo da rodovia do contorno leste e pegando a esquerda no asfalto, até chegar no Rancho do Cavalo em Quatro Barras. Essa é uma boa dica na região e funciona de sexta a domingo.

sábado, 5 de maio de 2012

Morro Capivari Grande Numa Tarde

Vista do Capivari Grande para o homônimo Médio
O dia da super lua cheia foi do desejo de sair para alguma montanha. Mas levantar 10:30 h da manhã é um tanto atrasado para uma boa trilha. 
Nessa hora as redes sociais acabam contribuindo. Mais que derrepente no Facebook o Mildo me aciona perguntando se queria ir no começo da tarde para o morro Capivari Grande.
Um convite inesperado e aceito. Logo eu fui me organizando no que levar. Não digo que não deixei algo importante em casa como as luvas, que desde a minha ida ao morro Castelo dos Bugres me fez perceber a importância.

Quanto ao morro Capivari Grande, eu havia lido algo no blog do Pedro Hauck. Esse morro fica depois da represa Capivari da COPEL. A entrada é numa estrada logo após o posto de gasolina Alpino.

aqui o carro não subiria


Tentamos subir de carro, mas até a metade, pois parte da concretagem se perdeu num trecho com barro liso que só um 4x4 conseguiria passar. Isso fez voltarmos ao posto da BR-116 para deixar o carro. Então as 14:10 h começamos a subir a estrada até as torres de telecomunicações. Após passarmos o trecho de barro encontramos um Gol estacionado que dever ter passado no local, foi quase depressão. Em 01 hora estávamos nas torres de telecomunicações. Continuando subindo encontramos um grupo de estudantes de biologia que perguntaram se também éramos biólogos para estar ali. Depois descobrimos que eram estudantes de Santa Catarina.

morro abaixo estudantes retornando


Subida a frente chegamos no local que os biólogos de antes chamaram de mata nebular. Mas comentamos que aqueles estudantes não devem ter seguido em frente, porque eles estavam limpos, o que no nosso caso até chegar ao cume foi impossível de se preservar, em meio a trilha molhada. 

No total de 02 horas de subida estávamos assinando o livro do cume, com o visual parcial pela formação de neblina.

chegada junto a caixa do livro do cume



 


Comentários:

Ps 01. Os números da subida: saída do posto as 14:10h, chegada nas torres 15:05, chegada no cume 16:55 h e retorno ao posto 19:10 h. Se o carro tivesse subido seriam 2 horas a menos.

Ps 02. Era o dia tão comentado da super Lua Cheia de 2012.

Ps 03. Foi minha primeira investida de montanha de 2012.

Ps 04. Uma tarde ás vezes funciona.

Ps 05. Veja aqui mais fotos do Mildo.



sábado, 26 de novembro de 2011

Dia de Sol no Caminho do Itupava



Em Março de 2010 eu fui pela primeira vez no Caminho do Itupava. Foi uma semana de incertezas pelo mal tempo, mas que não choveu porém ficou tudo tampado e até a foto do Marumbi teve que esperar. Foi também um passeio onde as incertezas, causaram problemas, isto pode ser revisto na postagem Caminho do Itupava - Indecisão, Confusão e Sucesso.

Nesse ano de 2011 as facilidades do Facebook permitiram junto com alguns amigos a criação de um grupo o Vitamina e Farofa Montanhas e Trilhas. Uma homenagem as dois personagens das montanhas da serra paranaense. A partir desse grupo fizemos duas saídas para os morros do Anhangava e do Canal. Foram percursos para quem nunca havia feito algo parecido. Desde então havia a vontade de se fazer o Caminho do Itupava que foi interditado este ano desde Março até o final de Outubro por causa das chuvas fortes que sujaram a trilha e derrubaram algumas árvores..

Quando o caminho foi liberado, logo marcamos uma data para o final de Novembro. Era a última, porque em Dezembro os compromissos de fim de ano ocupam a todos. Após várias previsões de chuva conseguimos confirmar e realizar a trilha num dia de sol que proporcionou algumas surpresas.

Nesse final de semana pensávamos que teríamos um grupo de pelo menos 20 pessoas, mas somente 13 puderam confirmar. Para duas pessoas João Pavan e Maumau era um retorno. Para os demais era a 1. vez nesse caminho dos tempos do Brasil Colônia, e que está ali graças a preservação da serra do mar. Uma preservação não muito colaborada pelos visitantes que depredaram instalações históricas e abandonadas pela União. Que também não colaboram pelo lixo que é deixado na trilha,  como o que recolhemos antes da primeira ponte elevada no percurso,  e também pela quantidade de lixo que é deixada para ser recolhida na Casa do Ipiranga. Uma transferência de responsabilidade pela falta de reconhecimento do que representa essa região. Hoje podemos ver pelo Google Maps, como a região da serra está muito próxima dos adensamentos, e ela é muito estreita pelo que representa e está sempre sob risco e o lixo deixado poderia ser evitado.

Mas não foi somente essa constatação desesperançosa. Pudemos ver a natureza no seu vislumbrar da primavera, com vários pássaros, cheiros das flores no percurso, uma aranha caranguejeira, roedores passando correndo, um grupo de macacos próximo ao Cadeado que não nos deixou fotografá-los.

No Santuário N. Sra. do Cadeado fotos muito boas como a do Marumbi (era a minha esperança).



E no final, quase na estrada das Prainhas uma cobra Caninana, típica da serra do mar, dizendo esse caminho histórico eu também faço.



Participantes desse dia Maumau, João Pavan, Jeter, Simoni, Eleni, Celso, Juliana Silva, Cleber e  os Borbas Rogério (pai), Rodrigo e Raffael (filho), 13 pessoas.

Siga as fotos abaixo.


Ps 01. O cansaço e os escorregões da trilha são sempre esquecidos, ao final da trilha.

Ps 02. Encontramos  o Luis Delfrate do Montanhoso ( Facebook) por duas vezes. Na parte final da trilha e no ponto esperando o ônibus que acabou ganhando uma carona do nosso grupo no retorno para Curitiba.

Ps 03 Tempo de percurso 4:42 h  e tempo parado 4:40 h segundo o GPS. Inicio as 8:12 h e término as 17:05 h. Eu sei que essa conta não bate, mas ela não é minha.

Ps 04. Quem de fato aproveitou no final com um banho de rio próximo ao IAP de Porto de Cima foi o Jeter. Passei vontade!

Ps 05. A denominação Itupava é de origem Tupi-guarani, que significa rio encachoeirado, uma característica dos rios da serra do mar.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Curitiba-Estrada do Anhaia-Morretes

Trilha GPS da famosa estrada.



Várias oportunidades de pedal nesse feriado de finados. A Bike Ativa foi pedalar em Morretes com uma  parte com caiaque,  a Bikesul em São Bento-SC até Corupá via Rio Vermelho e quase a Sherpa Turismo foi para as grutas do Cercado na região de Ponta Grossa-PR.

Em meio a tantos eventos acabei indo com o pessoal do Lavailama, num pedal de Curitiba a Morretes-PR com a opção de descida pela Estrada da Anhaia, num total de 65,38 km.



A estrada do Anhaia é um caminho colonial, que era o acesso a estrada do Arraial uma antiga ligação com a cidade de Curitiba. No século passado a estrada do arraial foi transformada na rodovia federal BR-277 Curitiba-Paranaguá. Do trecho colonial restou o desvio que os ciclistas aproveitam para chegar a cidade de Morretes. É uma descida para veículos altos, por ser bem acidentada e de saibro que foi consertada, sem maiores obstáculos. Depois dessa descida chega-se num ponto que: para esquerda é possível ir até o Salto da Fortuna e para direita até o centro da cidade de Morretes e a sua gastronomia típica paranaense, o Barreado. Nosso caso a opção do dia foi o Restaurante Villa de Morretes.


Ps 01. Participantes: Carmen, Claudinei, Nico, Aspira, Sandra Joanides, Liz, Juliana, Carlos Augusto, Fabi  Kevin e Maumau.

domingo, 18 de setembro de 2011

Morro do Canal 2011 - Inusitado mas Desejado

Da esquerda para direita: Maumau á frente, Lineu, João Pavan, Lia, Jú, Sintia, Alexandre, e Mildo.


Esse fim de semana teve o encontro Sexta Solidária do grupo Montanhoso do Facebook no bar Tartaruga. Foi um encontro com arrecadação de alimentos para os desabrigados pelas cheias de Santa Catarina e Paraná. Eu fui lá conferir. Já devia uma presença de tantos encontros que eles organizaram desde que entrei no grupo, tendo nesse meio tempo dobrado o número de pessoas, que hoje são 382 pessoas crescido de sexta-feira para domingo.

Na oportunidade houve o encontro dos Itupaveiros com a a presença do Paulo Henrique Schimidlin, o sr. Vitamina. O ícone e pioneiro do marumbinismo. Antes dele ir embora trocamos umas palavras porque conheço o irmão do Formigão (Gilberto Gross Dinkel) já falecido que fazia parte do grupo  do vitamina, o CLUMO. Isso está relatado no livro As Montanhas do Marumbi. Para mim, foi a melhor oportunidade por tudo que esse senhor representa no montanhismo paranaense.

Até então faltava um motivo para um blog em comentar e registrar tudo isso. Foi quando a Juliana (Ju) me ligou no sábado a tarde perguntando de ir ao Morro do Canal no domingo. Sim o morro do Canal, o mesmo que o sr. Vita daria o nome num projeto da década de 60 do século passado, chamado Alfa-Omega, que consistia numa travessia do morro do Canal até as montanhas do Marumbi (Facãozinho) e que não foi possível por causa das chuvas na investida, e só realizado por outro grupo no ano de 1991, no sentido oposto.
Eu já estive no morro do Canal no começo do ano fazendo a Travessia Morro do Vigia - Morro do Canal.
E assim saímos no domingo as 9:30 horas para começar a subida as 10:45 h e retorno as 13:45. O tempo não foi de chuva, mas de nuvens enquanto estivemos por 20 minutos e com um vento frio no cume. O caminho estava bem elameado.
Esse post considero da sorte. Sorte por ter amigos em comum das histórias da montanha da nossa serra do mar, como o sobrenome Gnata no pioneirismo do Marumbi e o sr. Vitamina de consultas por telefone, entrevistas na rádio e agora pessoalmente. Sorte pela amiga Ju por querer nesse domingo nublado subir o morro e convocarmos alguns amigos, como o Mildo que faz essa subida com um pé nas costas e o João que já é um marumbinista.

Visualizar todas

Ps 01. Quando estávamos quase chegando no topo, vimos uma garota de um grupo lá sentada deixar cair o tênis morro abaixo, que foi resgatado perigosamente por um amigo.


Ps 02. Esse foi o primeiro post depois do grupo criado para esses eventos no Facebook chamado Vitamina e Farofa Montanhas e Trilhas. É um grupo modesto de nível de escalaminhada ainda.

domingo, 4 de setembro de 2011

Pico Caratuva em 2011 - Conexão CTBA-Joinville

Na Fazenda Pico Paraná


No dia 29 de Agosto de 2009, eu estive pela primeira vez no Pico Caratuva. Foi minha segunda investida em montanha com percurso maior. Lembro que também foi um dos poucos finais de semana daquele ano que tiveram sol e um dia muito bonito. A foto que ilustra o topo do blog foi tirada nesse dia.

Agora nesse relato de retorno não poderia ser diferente, depois da espera de um fim de semana tão igual.
A diferença dessa ida foi a presença de amigos que estão começando e que tornam o prazer da caminhada em montanhas muito maior, por toda a descontração que representam. Esse blog é em homenagem a amizade.

Fomos com a Bike Ativa para o Pico Caratuva que fica na fazenda Pico Paraná. Essa fazenda é particular e o acesso é taxado. Da fazenda tem-se acesso a três picos que são o Caratuva, Itapiroca e o Paraná que é a maior altitude do sul do Brasil e que requer dois dias para chegar, acampar, subir e retornar por uma trilha de 07 horas de caminhada e cargueira nas costas.

O pico Caratuva vista do Getúlio (Pedra do Grito)

Mas o pico Caratuva é o objetivo aqui. Foram 03 horas de caminhada subindo um desnível de 800 metros e 04 quilômetros de percurso aproximadamente. No topo uma das vistas mais bonitas do Pico Paraná e demais montanhas da região da serra do mar e um pouco do litoral paranaense, como a baía de Antonina, parte de Guaraqueçaba e a cidade de Paranaguá. Do contrário pode se ver a represa do Capivari, da usina Governador Parigot de Souza em Antonina, instalada dentro da montanha. Também se vê um pouco da BR-116 Curitiba-São Paulo.
O pico Caratuva possui antenas de radio amador. Algumas dessas antenas servem de meio de comunicação da região para resgates quando necessário. É uma montanha que já sofreu com o descuido de visitantes que provocaram um incêndio.



Ps 01. Tivemos a presença de um grupo de Joinville que comentaram a admiração por ter um local como a Fazenda Pico Paraná tão organizado.

Ps 02 Atrás da casa do montanhista na fazenda há uma trilha para as cachoeiras que vale muito ser visto, num percurso de 15 minutos, veja nas fotos acima.

Ps 03. A minha surpresa foi encontrar no morro do Getúlio o amigo Flávio e esposa, no meio da tarde subindo para o pico Itapiroca.

Ps 04. Caratuva é uma pequena planta que se encontra no alto dessa montanha semelhante a pequenos cedros, mas bem macia. Segundo o comentário recente ela floresce a cada 10 anos. Pode-se dizer que é muito frágil.

Ps 05. Tracking GPSIES.

Ps 06. Nosso retorno foi em 02:15 h.

domingo, 10 de julho de 2011

Pedalando Rumo ao Festival de Inverno de Antonina-PR



Um dos prazeres de quem pedala em Curitiba é descer a serra do mar pela estrada da Graciosa.

A primeira vez que pedalei uma grande distância foi de Curitiba a Morretes por esse trecho.
Eram os tempos da mountain bike Monark, de pouca qualidade, pesada e com trocador de marcha impreciso. A melhor bicicleta era de um colega, uma Sundow, que tinha amortecedor dianteiro, era um máximo do período. Fizemos o trecho BR 116-Estrada da Graciosa-Morretes e chegamos a tempo de almoçar no restaurante Madalozo, o cardápio de Barreado. A nossa volta foi de trem. Era um transporte barato, como se hoje você pagasse R$10,00 pela passagem e R$20,00 pelo transporte da bicicleta. 

No passeio desse domingo muita coisa estava a mão. Organização, a qualidade da bicicleta. que é muito melhor, com tantos importados, principalmente da China, onde é possível ter bicicletas adaptadas e personalizadas. Há também o vestuário de ciclista, que até faz moda e diferencia aquele que pedala as grandes distâncias, do indivíduo que pedala ao redor de casa.

Numa iniciativa da UFPR por causa do Festival de Inverno, foi programado um passeio até a cidade de Antonina. A Bikesul ajudou organizando ao custo de 2 kg de alimento e um agasalho para doação. E assim cerca de 80 pessoas se inscreveram para o passeio. 

A idéia foi sair da unidade da Agrárias da UFPR no Juvevê as 9:20 horas , seguindo pela Av. Vítor Ferreira do Amaral, Av. Maringá em Pinhais e a Estrada da Graciosa até Quatro Barras, com uma parada na panificadora, e a mesma com o nome de Estrada D. Pedro, desviando pela estrada da Casa de Pedra até o Topo da estrada da Graciosa.

Na descida da Graciosa uma parada no primeiro quiosque. Depois em São João da Graciosa a parada do pastel perto do desvio para Morretes e Antonina, esse com mais tempo para comer e beber um pouco.

Mais 18 km e chegada a Antonina as 15:30 h. O ânimo e cansaço não permitiram uma volta pela cidade do Festival de Inverno, que é um perído muito esperado pela cidade, não só pelo festival, mas pelo resgate do turismo, depois das chuvas de março, que causaram deslizamentos e queda de pontes e afastou o turista de final de semana. Mas aos poucos a região vai retornando a normalidade.

Clique nas fotos abaixo para ir ao álbum.



Ps 01 - 84 km pedalados. Detalhe parte do percurso abaixo foi esquecido de registrar, que foi do Atuba até o Alphavile Graciosa


Ps 02 - Muitos carros nesse dia. Por volta das 13 horas ainda. Na descida da Graciosa a bicicleta rende mais que os carros, mas nem por isso tente ir na contra-mão, é perigoso, eu que o dia!
Ps 03 - Entre pedais fortes e inexperientes todos se salvaram.
Ps 04 - Dia Bonito!
Ps 05 - Bom treino com a Trans Alpine nas costas.

sábado, 28 de maio de 2011

A Travessia Morro do Vigia ao Morro do Canal

A esq. Torre Amarela, ao centro Morro do Vigia e a dir. parte do Morro do Canal
Esse final de semana foi bem especial, na sexta-feira teve a entrevista do Gestennberg e do Heron para a Gazeta do Povo, no caderno Vida e Cidadania falando sobre descer de bicicleta para o litoral e mais comentários sobre as rotas da serra do mar paranaense. O Pedro Hauck escreveu uma matéria sobre montanhismo no Paraná.

Para mim foi o retorno para as trilhas também na região.

Há dois anos atrás tomei conhecimento sobre o morro do Canal. Foi no site Trilhas e Aventuras. Quando comecei a pesquisar e consegui o mapa feito a mão para chegar até lá,  do Roberto Coelho, famoso por criar o grupo de pedalada da noite curitibana, o Bike Night, hoje Pedala Curitiba.
Então ficou aquela idéia de um dia ir até o morro do Canal pedalando e subi-lo por muito dizerem que não seria tão difícil. Mas essas oportunidades foram se adiando, por chuva ou outro lugar para conhecer. No começo desse ano estive lá perto. Fui até o bar com o pessoal do Lavailama quando fiz um pedal para a Represa do Carvalho.

Hoje finalmente surgiu a oportunidade, não foi chegando de bicicleta, e não foi a subida do morro do Canal. Foi sim a Travessia Morro do Vigia para o Morro do Canal, os 4,4 km mais difíceis de uma trilha que parecia simples.

Saí com o Sherpa Turismo num total de 07 pessoas no primeiro sábado frio depois de uma semana com cara de chuva curitibana.

Ao chegar na entrada da chacará  do sr. Zezinho o Alan deixou a van logo do lado esquerdo. Um café e nos preparamos para tomar a trilha do morro do Vigia, saindo as 09:20 h. Trilha no GPS e seguimos em frente. Logo no começo já sentimos a sutileza da trilha onde você pode errar fácil e fomos para o morro Torre Amarela.

Torre Amarela visto do Vigia


Um tempo lá e cruzamos com uma família um senhor, uma criança e uma mulher já praguejando o que ela estava fazendo ali. E seguimos para o morro do Vigia. Uma foto do famoso "dedo" e segue a trilha para subir. Mas ao invés de tomarmos mais a direita fomos mais a esquerda e comecei a procurar  a trilha no GPS, enquanto íamos em frente  ele nos dizia volte. E lá fui eu avisar o Alan que estávamos no caminho errado. De fato se perder nesse lado não difícil. Na volta tomamos um caminho de subida errado onde o Alan perdeu o relógio Garmin 405. Essa foi uma perda muito chata. Não tinha como achar. Até que depois de muita procura seguimos para a trilha via GPS sentido morro do Canal. Na subia para o morro a sutileza de passar de baixo de uma pedra e na saída tomar a direita, que é um outro erro pois o sentido é para a esquerda, só que a decisão pelo GPS olhando para cima depende da experiência que ainda estou adquirindo até que alguém no alto percebeu a saída certa. e lá estávamos olhando de cima o "dedo". e chegando ao topo do morro do Vigia.

Morro do Vigia e Morro do Canal a direita


Mais um tempo de visualização e saímos pela trilha escondida em meio ao mato e bambuzal onde você só a vê se abrir a mata a sua frente. Descemos a cela entre os morros e chegamos ao falado paredão com a fenda onde tem duas cordas e logo o Alan e o Adriano subiram os 15 metros no braço. Então a Raquel foi tentar e quem disse. Precisa muita força no braço e decisão única. Como não, a Sirlene fez uma amarração cadeirinha com uma corda, onde os rapazes lá encima puxariam e na outra corda quem subia puxava. Não foi fácil, tinha o seu Adilson em torno dos 60 anos para subir, a Fabiane, Rhylan, eu e a Sirlene. Bem eu subi no esquema. Meu ombro ainda não se recuperou de um trauma nas férias, mas posso dizer que não exigi muito de quem estava puxando, foi mais por garantia. Por último subiu a Sirlene, que está no vídeo do Picasa. Mas ainda se subia para o morro e o esforço já me acusava algumas cãibras na perna.

Chegando ao morro do Canal tudo alegria, fotos legais de um fim de tarde. Vimos o pôr do sol as 17:34 h, ainda descendo e as 18 horas estávamos no bar para os lanches famosos de lá. Havia um grupo que foi de ônibus de excursão, responsável por ter acabado com o pão nos dois últimos pedidos nossos.

Morro do Canal visto do Vigia

Comentários:

01 - Dizem que é morro do Canal porque é uma região que canaliza o vento e influencia os aviões que saem do aeroporto Afonso Pena. 

02 - Morro do Vigia, porque ele está no meio e de lá você observa todo o arredor, de um lado a Torre Amarela, em frente a represa do Caiguava e do outro lado o morro do Canal. Mas tem uma pedra que para uns lembra um Vigia.

03 -  Torre Amarela, não encontrei algum comentário. Talvez quem visitar o blog me passe essa informação.

04 - O morro do Canal teve um trabalho na trilha para viabilizar as visitas que pode ser conferido pelo relato do blog Dubois, um belo trabalho favorecendo os visitantes.

05 - É fato. Sem alguém que conheça o caminho, ou sem um GPS com a trilha, dificilmente se dará bem na travessia. Precisa de braço pra superar o paredão pra o morro do Canal.

06 - Fim de semana quando o tempo está bom tem muita gente.

07 - Um piá de cerca de 10 anos  que encontrei, enquanto ele subia o morro com os pais, disse que já tinha subido 08 vezes o morro do Canal. Esse vai longe,

08 - Um curso de GPS Pedro Hauck não seria nada mal, mas ao longo do tempo estou aprendendo.

09 - Demais fotos aqui ou clicando no slide abaixo.






domingo, 10 de abril de 2011

Circuito Piraí - Cicloturismo em Joinville-SC



Já havia um tempo que vinha pensando em fazer novamente um pedal com a Bike Sul, o último que fiz foi da BR 376, sentido Curitiba-Ponta Grossa-PR, entre as Fazendas dos Campos Gerais até o Buraco do Padre, o melhor pedal de um dia que já fiz
No estado de Santa Catarina, se você gostar de pedalar uma mountain bike pela área rural, vai ter várias opções. É um estado que investe bem no turismo, não bastasse a grande extensão de litoral com praias maravilhosas.
A primeira vez que pedalei prá valer foi no trecho São Bento do Sul - Corupá pela Estrada dos Bugres, com a Bike Sul (Gestemberger). Depois desci a Serra Dona Francisca com o mesmo seguindo até a Estrada Bonita. Em Janeiro de 2010 fiz o Circuito Vale Europeu (07 dias, 300 km). Outros pedais foi com o Heron, o trecho Vila da Glória que liga Garuva a Vila da Glória (Itapoá) e também a estrada rural descida de Campo Alegre a Corupá (estrada do Rio Vermelho). Ainda não conheço o circuito Costa Verde e Mar e o circuito Acolhida na Colonia que são outras opções oficiais de Santa Catarina.
Nesse domingo 10/04/2011 fui com a Bike Sul fazer uma rota recém inaugurada no mês de Março, o circuito Piraí, que é um trecho rural em Joinville na margem direita da BR-101 Curitiba-Florianópolis.

Depois de uma semana muito bonita com sol, o domingo da pedalada estava comprometido com previsões de chuva. Apesar disso confirmei minha presença na sexta-feira anterior. Não acreditando muito que o tempo iria ajudar saí na noite de sábado para uma festa de dança de salão e voltei para casa 2:30 h da madrugada para acordar as 06:15 h, não acreditando que o tempo em Curitiba ia ser estável, mas em Joinville era para chuva  de pequena intensidade em todos os períodos.
Chegando na Bikesul tinham duas vans esperando, portanto gente para pedalar faça chuva ou faça sol ia ter.
Saímos um pouco depois do proposto e descemos a serra da BR 376 num bom ritmo apesar das obras de recuperação o desmoronamento dos morros. Chegando em Joinville todo mundo perguntava pelo café colonial, até que andando um pouco achamos o BrotHaus Pães e Doces, que é também uma panificadora.
Café n.01 tomado retiramos as bicicletas e preparamos para a saída, que oficialmente começa no portal de Joinville junto ao moinho.
Atravessando sob a BR-101 seguimos a estrada Blumenau até acabar o asfalto e onde começa a estrada de chão e logo o portal Turismo Rural, mas seguimos em frente até o desvio para a estrada da serrinha onde o nome já diz que é subida, na primeira parte leve. Mais adiante depois de uma propriedade de melado e muss, viria a subida de verdade com cerca de 01 quilômetro e 90 metros de desnível, que pelo chão arenoso e molhado, pedras e falta de preparo numa velocidade abaixo de 5 km/h era para seguir empurando até o topo.



Depois uma descida de 01 quilômetro e nesse trecho começa a chuva prevista do dia e que nos acompanharia quase todo o percurso de volta até o hotel Holtz para um banho e café colonial, n.02, mas nesse meio tempo um chopp de garrafa OPA Bier.
Assim, eu fui breve no relato num passeio organizado pelo Gestem e conduzido pelo Álvaro que antes da inauguração já havia pedalado por lá e foi o nosso guia.

Clicando no aqui e você verá o álbum de fotos.



Ps 01. pedal da Bike Sul é sempre legal.
Ps 02. 02 cafés coloniais no mesmo dia é um record.
Ps 03. Muss é uma espécie de geléia de frutas.
Ps 03. Aguardando demais fotos