Jalapão 2019

Jalapão 2019
Fervedouro Bela Vista - Jalpão 2019
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sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Jalapão 1. Dia (6 dias e 5 Noites)

Fervedouro Bela Vista


Fervedouros são a maior atração do Parque Estadual do Jalapão, mas tem muito mais dependendo do número de dias que se queira a viagem.
A minha história vem desde o acompanhamento do Jalapão no ano de 2002. Matérias na TV sobre os passeios, mostrando as dificuldades do entorno do parque PEJ-Parque Estadual do Jalapão, acessível por estradas de chão, sujeito as condições de chuva, e claro sempre de veículo 4x4. 

Estrada para Mateiros-TO, foto grupo Pedal Noturno de Curitiba-PR

De férias meia estação, eu resolvi procurar as informações na Internet quanto aos tipos de passeios. Um é feito pela operadora pioneira que inclui o acampamento tipo safári e outro por operadoras que durante o percurso ficam em pousadas em Ponte Alta, Mateiros e Bela Vista.
Assim na busca 03 meses antes da viagem fui perguntando quem nos atenderia nas datas disponíveis e dentro dos valores normalmente cobrados. Num desses recebi a resposta da Jalapão 10 que foi combinável nos dias. Nos comentários falarei como decidi por ele.

Programamos começar numa sexta-feira 27/09 a 02/10, 5 noites e seis dias. Para quem vai de Curitiba-PR, todos os vôos chegam em Palmas-TO as 19:15 h. Portanto é preciso programar o hotel do primeiro e do último dia. Escolhi o hotel pousada dos Girassóis. Esse hotel existe desde a fundação de Palmas no ano de 1988. O hotel fica em frente a praça principal com opções de restaurante a esquerda e a direita na avenida JK, além de um shopping bem próximo, ou seja está bem localizado.

Rumo ao Jalapão


Na chegada ao aeroporto o nosso guia avisou que um Uber no s pegaria porque ele teve que trocar 2 pneus da camionete por causa da viagem anterior. Isso mesmo, as viagens 4x4 tem disso.
O rapaz que nos pegou no aeroporto dias depois seria o mesmo que nos levaria de volta, aproveitando a oportunidade.

Na chegada em Palmas sentimos o clima seco do ar na caminhada ao restaurante Cabana do lago, um típico, que recomendo para quem viajou desde as 8:30 horas da manhã até chegar no hotel as 20:00 horas comendo em lanchonetes de aeroporto.

No restaurante Cabana do Lago e o detalhe do lustre feito de capim dourado.

1. Dia Cachoeiras de Taquaruçu, Palmas-TO, Cânion Sussuapara e Pedra Furada  rumo a Ponte Alta



Cachoeira Escorrega Macaco


Cachoeira Roncadeira


Na manhã seguinte após o café nos encontramos com o guia Silvanio no horário combinado. Dessa vez fomos os únicos na viagem, normalmente é feita com no mínimo 4 pessoas no valor normal, com exclusividade os valores podem ser maiores.

O primeiro ponto de parada na direção a Ponte Alta-TO foram nas cachoeiras de Taquaruçu. O acesso é próximo a rodovia, controlado e uma baita escada de descida até a trilha de acesso as cachoeiras. Essa caminhada é bem agradável, sob sombra, onde se v~e e esculta alguns animais. Escuta, porque ouvimos o que seria os macacos quebrando coco. Chegando nas cachoeiras a primeira Escorrega Macaco, somente para contemplação e a segunda Roncadeira, onde entramos na água. Na hora sombra e tempo nublado foi para se refrescar das primeiras impressões do calor. Depois almoçamos em Taquaruçu pra seguir viagem.

Cânion Sussuapara

Na sequência paramos no cânion Sussuapara. Uma caminhada curta a partir da estrada até entrada e descemos uma escada construída pelo proprietário. O local é um pequeno cânion com paredões e um pequeno córrego. A história triste ambiental é que o local está assoreado devido a estrada estar despejando areia na chuva junto ao córrego que caí ali dentro. Segundo o guia Silvanio esse cânion tinham só os paredões e água  no nível que não dava pé. 








quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Guaraqueçaba em Dias Tórridos, Férias

Pôr do sol a partir de Guaraqueçaba com nuvens de chuva que a dias não vem
Quantas oportunidades adiamos na vida? Ás vezes em dizer o quanto amamos alguém porque se pensa em um amor maior, ou então a visita aos pais ou aos amigos porque se tem a certeza que eles ainda estarão aqui e deixamos para outra data, e aquela mudança de emprego porque o novo é desafiante, e a viagem porque esperamos uma boa companhia que ás vezes não é tão boa, por ser uma idéia pessoal e pode não combinar.

Algumas vezes pensei em ir a Guaraqueçaba quando tinha tempo. Isso foi em feriados longos e férias. Tinha a desculpa de estar a 100 km ou então que um dia faria pedalando ou quem sabe de carro. 




Nessa oportunidade de mais uma semana de férias, depois de voltar do Chile, resolvi ir de verdade. Saí de carro na terça-feira com a bicicleta na bagagem, na dica do amigo Augusto. A idéia era ficar até sexta-feira dependendo da programação.

Eu fiz reserva no hotel Eduardo I e cheguei a Guaraqueçaba as 11:30 h. O barco que sai de Paranaguá as 09 horas da manhã e leva o tempo de 2:30 horas. Praticamente no almoço eu cheguei lá. E sem o que fazer, ainda mais na semana que estava quente,  na previsão dizendo dias tórridos por causa da sensação térmiaca de 40 graus Celsius.

No mesmo dia fui falar com o João, dono da pousada Chauá, que é também o dono da RPPN Sebuí, uma reserva que tem passeios de um dia ou hospedagem para conhecê-la melhor, com destaque para a famosa revoada dos papagaios de cara-roxa. 

Mas na minha programação tinha pedalar no dia seguinte até o Salto Morato, uma reserva ambiental da Fundação Boticário. No dia eu sai na quarta-feira as 08:00 horas da manhã para um percurso de 19 km. Até que fui rápido chegando lá as 09:30 h.

a caminho do salto Morato

Depois da atendente na cancela, a visita é autoguiada, chegando num estacionamento da área dos visitantes. Depois uma trilha até uma piscina formada pelo rio Morato. Parada para um banho bem vindo num dia de calor.




Nesse local logo depois chegou uma família de Matinhos-PR, com duas crianças, uma de 2 e outra de meses de idade e vieram de carro (ecosport) para um bate-volta, mas tiveram que ficar mais 01 dia. Então filhos pequenos não são desculpa.
Depois de uma hora de banho segui mais 600 metros até o salto, num total de 1500 metros dessa parte. 



O local do salto é para as fotos, o banho embaixo da cachoeira não é permitido porque existem pedras no caminho com risco de queda.
Comecei a retornar perto do meio-dia. O sol estava muito quente. As subidas que costumo pedalar acabei empurrando a bicicleta. Fiz algumas paradas para me recompor. Cheguei no hotel as 13:30 h preocupado com horário dos restaurantes, porque durante a semana não tem tanto turista, mesmo nas férias.

Até que sobrou alguma coisa de mim depois do pedal no calor
Enfim, eu fiz o meu tira-teima sobre Guaraqueçaba. Por causa do calor não fui na feira de artesanato no último dia, para comprar uma rabeca. O passeio para a RPPN do Sebuí não teve e no dia seguinte resolvi voltar.
Pretendo voltar noutra ocasião, talvez de carro, talvez com um grupo ir a reserva do Sebuí e a mata Atlântica com suas exclusividades, as 10 cachoeiras e o pôr do sol com a revoada dos papagaios.

Fotos do Dia
Trilhado pelo GPS



Comentários:

Ps. 01- Por causa do calor fiquei me devendo uma volta pela tarde até a feira de artesanatos no mesmo dia da pedalada para achar uma rabeca.

Ps 02- A ida de carro depende das condições da estrada. Se houver chuva no período é melhor consultar o DER  para saber se não há trechos alagados, ou então ligar para uma pousada para informações. 

Ps. 03- Deixei o carro no Estacionamento Bom Abrigo; Rua Correa de Freitas, nº89. Centro. Mas se voltar antes, não caia na conversa que eles não devolvem o dinheiro.

Ps. 04- E faltou tempo para a trilha da Figueira na reserva Salto Morato, por causa dos seus 5 km de percurso.

Ps. 05- Tempos de percurso dos 17,5 km:
  
ida em 50 minutos
volta em 1h e 15 min. com pausas por causa do calor

 Ps. 06- Se você fizer o mesmo de bicicleta, saia as 07:30 h no máximo para aproveitar bem o tempo no rio, porque a volta com certeza será próximo do almoço. A não ser que você se prepare para passar o dia o que é muito recomendável. Se eu soubesse da trilha da Figueira teria feito isso.

Ps. 07- O relato sobre a RPPN do Sebuí me deixou com vontade de voltar.

sábado, 28 de maio de 2011

A Travessia Morro do Vigia ao Morro do Canal

A esq. Torre Amarela, ao centro Morro do Vigia e a dir. parte do Morro do Canal
Esse final de semana foi bem especial, na sexta-feira teve a entrevista do Gestennberg e do Heron para a Gazeta do Povo, no caderno Vida e Cidadania falando sobre descer de bicicleta para o litoral e mais comentários sobre as rotas da serra do mar paranaense. O Pedro Hauck escreveu uma matéria sobre montanhismo no Paraná.

Para mim foi o retorno para as trilhas também na região.

Há dois anos atrás tomei conhecimento sobre o morro do Canal. Foi no site Trilhas e Aventuras. Quando comecei a pesquisar e consegui o mapa feito a mão para chegar até lá,  do Roberto Coelho, famoso por criar o grupo de pedalada da noite curitibana, o Bike Night, hoje Pedala Curitiba.
Então ficou aquela idéia de um dia ir até o morro do Canal pedalando e subi-lo por muito dizerem que não seria tão difícil. Mas essas oportunidades foram se adiando, por chuva ou outro lugar para conhecer. No começo desse ano estive lá perto. Fui até o bar com o pessoal do Lavailama quando fiz um pedal para a Represa do Carvalho.

Hoje finalmente surgiu a oportunidade, não foi chegando de bicicleta, e não foi a subida do morro do Canal. Foi sim a Travessia Morro do Vigia para o Morro do Canal, os 4,4 km mais difíceis de uma trilha que parecia simples.

Saí com o Sherpa Turismo num total de 07 pessoas no primeiro sábado frio depois de uma semana com cara de chuva curitibana.

Ao chegar na entrada da chacará  do sr. Zezinho o Alan deixou a van logo do lado esquerdo. Um café e nos preparamos para tomar a trilha do morro do Vigia, saindo as 09:20 h. Trilha no GPS e seguimos em frente. Logo no começo já sentimos a sutileza da trilha onde você pode errar fácil e fomos para o morro Torre Amarela.

Torre Amarela visto do Vigia


Um tempo lá e cruzamos com uma família um senhor, uma criança e uma mulher já praguejando o que ela estava fazendo ali. E seguimos para o morro do Vigia. Uma foto do famoso "dedo" e segue a trilha para subir. Mas ao invés de tomarmos mais a direita fomos mais a esquerda e comecei a procurar  a trilha no GPS, enquanto íamos em frente  ele nos dizia volte. E lá fui eu avisar o Alan que estávamos no caminho errado. De fato se perder nesse lado não difícil. Na volta tomamos um caminho de subida errado onde o Alan perdeu o relógio Garmin 405. Essa foi uma perda muito chata. Não tinha como achar. Até que depois de muita procura seguimos para a trilha via GPS sentido morro do Canal. Na subia para o morro a sutileza de passar de baixo de uma pedra e na saída tomar a direita, que é um outro erro pois o sentido é para a esquerda, só que a decisão pelo GPS olhando para cima depende da experiência que ainda estou adquirindo até que alguém no alto percebeu a saída certa. e lá estávamos olhando de cima o "dedo". e chegando ao topo do morro do Vigia.

Morro do Vigia e Morro do Canal a direita


Mais um tempo de visualização e saímos pela trilha escondida em meio ao mato e bambuzal onde você só a vê se abrir a mata a sua frente. Descemos a cela entre os morros e chegamos ao falado paredão com a fenda onde tem duas cordas e logo o Alan e o Adriano subiram os 15 metros no braço. Então a Raquel foi tentar e quem disse. Precisa muita força no braço e decisão única. Como não, a Sirlene fez uma amarração cadeirinha com uma corda, onde os rapazes lá encima puxariam e na outra corda quem subia puxava. Não foi fácil, tinha o seu Adilson em torno dos 60 anos para subir, a Fabiane, Rhylan, eu e a Sirlene. Bem eu subi no esquema. Meu ombro ainda não se recuperou de um trauma nas férias, mas posso dizer que não exigi muito de quem estava puxando, foi mais por garantia. Por último subiu a Sirlene, que está no vídeo do Picasa. Mas ainda se subia para o morro e o esforço já me acusava algumas cãibras na perna.

Chegando ao morro do Canal tudo alegria, fotos legais de um fim de tarde. Vimos o pôr do sol as 17:34 h, ainda descendo e as 18 horas estávamos no bar para os lanches famosos de lá. Havia um grupo que foi de ônibus de excursão, responsável por ter acabado com o pão nos dois últimos pedidos nossos.

Morro do Canal visto do Vigia

Comentários:

01 - Dizem que é morro do Canal porque é uma região que canaliza o vento e influencia os aviões que saem do aeroporto Afonso Pena. 

02 - Morro do Vigia, porque ele está no meio e de lá você observa todo o arredor, de um lado a Torre Amarela, em frente a represa do Caiguava e do outro lado o morro do Canal. Mas tem uma pedra que para uns lembra um Vigia.

03 -  Torre Amarela, não encontrei algum comentário. Talvez quem visitar o blog me passe essa informação.

04 - O morro do Canal teve um trabalho na trilha para viabilizar as visitas que pode ser conferido pelo relato do blog Dubois, um belo trabalho favorecendo os visitantes.

05 - É fato. Sem alguém que conheça o caminho, ou sem um GPS com a trilha, dificilmente se dará bem na travessia. Precisa de braço pra superar o paredão pra o morro do Canal.

06 - Fim de semana quando o tempo está bom tem muita gente.

07 - Um piá de cerca de 10 anos  que encontrei, enquanto ele subia o morro com os pais, disse que já tinha subido 08 vezes o morro do Canal. Esse vai longe,

08 - Um curso de GPS Pedro Hauck não seria nada mal, mas ao longo do tempo estou aprendendo.

09 - Demais fotos aqui ou clicando no slide abaixo.






segunda-feira, 21 de junho de 2010

Ilha de Fernando de Noronha 2. Dia - Começa o Pacote de Passeios

De Ilha Tur

O segundo dia na ilha começaria com o primeiro passeio Ilha Tur. Esse passeio é feito via terrestre com veículo apropriado e serve para uma noção de toda ilha, passando por lugares que talvez se queira retornar. Talvez não, com certeza.
À primeira visita, para nós foi um tanto atrapalhada, uma passada na baía Sueste e depois em direção ao porto. Lá perguntaram se a gente faria o mergulho autonômo, e estávamos no passeio errado. Seguimos então para o mirante da praia do Sancho. Agora sim estávamos com o grupo certo com o guia Anderson.
Lá uma pequena trilha para fotos do alto. Depois uma descida para praia, em meio a fenda ali existente. A praia do Sancho fica próxima a ilha Dois Irmãos. Lá na praia um mergulho para curtir e algumas fotos. Encontrei o morador intruso da ilha o mocó, uma espécie de esquilo, preá ou porquinho-da-índia. Esse habitante intruso foi colocado para servir de alvo dos militares da ilha, até então o único inimigo. Nos dias de hoje não se atira mais nesse bicho, então passou a ser uma praga que se alimenta principalmente dos ovos de tartaruga.
Depois do almoço no Flamboyant na vila dos Remédios teríamos logo o compromisso para mergulho de snorkel na praia de santo Antonio próximo ao porto, Nesse local pude ver vários peixes e tartarugas, além de lagarta de fogo em meio aos recifes. Essa praia tem destroços de um navio greco naufragou ali mesmo e foi explodido para liberar a navegação local, mas essa história vai ficar para o dia do planasub.
Saímos para o local perto do porto onde fica o Buraco da Raquel. O Buraco da Raquel é uma rocha com uma gruta na beira da praia. Diz o guia que a Raquel era uma filha do militar da ilha responsável pelo presídio, trilha problemas mentais e quando fugia, se escondia nessa pedra. Os soldados já sabiam onde ela se escondia. Outra parte da lenda diz que era o local onde ela seduzia os soldados. Histórias que contam lá.
Logo ali perto fica o museu dos tubarões, onde no pátio em frente tem esculturas que lembram os animais da região e se tira fotos bem engraçadas. No museu, ossadas de diversos tubarões e fotos com descrições. Uma loja ao lado de lembranças do museu e uma lanchonete bem adequada porque serve petiscos de tubarão, isso mesmo afinal é um peixe.
Saímos para outra parte da ilha na praia do Bode, lá ficamos um pouco só para fotos, porque entrar na praia ali não era muito aconselhável pelas correntezas e ondas variadas, boa para o surfe.
Já era meio da tarde e fomos para a praia do leão onde tem uma rocha na frente que lembra um rinoceronte. A batida das ondas na rocha causam um som que lembram o urro do leão. O leitor vai ver muito que as praias tem nomes de bichos nos blogs dessa sessão sobre a ilha.
Seguimos depois para praia Sueste onde é a morada das tartarugas. A água lá estava turva por causa de um mangue próxima então a visibilidade para snorkel não era boa. Entrei na água um pouco, tinha muita alga na beira o que na minha saída quase pisei num cação (tubarãozinho). Até queria mergulhar de snorkel, mas teria que ser de colete porque não pode tocar o fundo e o grupo que eu estava não tinha tanta disposição para ir junto uns 100 metros a frente.
Mais tarde fomos ao local onde deu o nome a praia da Cacimba do Padre. Havia um padre que morava nessa região. Certo dia ele viu uma nascente próxima a sua casa e começou a cavar. Essa nascente deu origem a um poço de água doce que abastecia a ilha, e conta com aproximadamente 20 m de profundidade, hoje tampado em desuso. O poço era a cacimba do padre, que deu nome a praia próxima famosa pelos campeonatos de surfe, com ondas de 3 metros de altura.
Uma caminhada na praia e estávamos do lado direito da ilha Dois Irmãos. Nesse local nos próximos blogs terá a eclosão das tartarugas marinhas. Passamos um morro e estávamos numa prainha com piscinas límpidas, próximo a baía dos Porcos.
Final de tarde fomos para o pôr do sol no mirante do Boldró. A noite um café com tapioca na praça da vila dos Remédios.

Clique no slide para ver as fotos no Picasa.