Jalapão 2019

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Fervedouro Bela Vista - Jalpão 2019
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domingo, 10 de março de 2013

Último Pedal dos 42


Um dos meus prazeres é pedalar. Já fiz pedalada de viagem no Circuito Vale Europeu com o Sherpa Turismo, pedalada organizada pela BikeSul, BikeAtiva e Natureza Ar Livre do Heron, pedalada de férias, descida da serra do mar,  competi pedalando no Crossduatlhon Naventura e rally e caça ao tesouro no Atravecity.

Essa história de pedaladas começou no ano de 2007 no BikeNight que saía do Largo da Ordem hoje Pedala Curitiba. Desse passeio fiz vários amigos que me incluíram no Lavailama, um grupo que se encontra no Alto da XV. Desse grupo nasceram várias amizades, muito importantes para mim como a Ju, Liz, Ferna, Sandra, Fabi, Noguemar, Carmem, Augusto, Oscar, Mildo e outros que volta e meia aparecem. A única coisa que lamento é não morar na redondeza, o que diminui as minhas saídas com eles, perco a hora do encontro por ter que sair mais cedo.

Nesta postagem eu publico as fotos e o percurso que fizemos no fim de semana num total de 74 km, com a saída da rua Augusto Stresser no Hugo Lange e seguindo para São José dos Pinhais - colônias Marcelino e Muricy. Bem, o meu registro foi a partir de casa e com retorno separado.



Registrado no GPS



sábado, 13 de outubro de 2012

Feriado da Padroeira "Guartelá Aqui Benfica"


Rio Iapó no cânion Guartelá
Ponte de Pedra atrás junto a cachoeira. Esquerda para direita Augusto, Maumau, Lizandra, Ju, e Fabi
Tudo começou uma semana antes quando me perguntaram o que faria no feriado. Ficaria em Curitiba. A semana era de calor e todos me falavam que iriam para as diversas praias, principalmente as de Santa Catarina.

Até que alguns amigos vendo que um grupo iria pedalar em Tibagi-PR resolveram por conta organizar algo parecido por lá. E no feriado começou a entrar uma frente fria que baixou bem as temperaturas principalmente em Curitiba e litoral catarinense. De repente alguns desistiram da praia. E nós fomos para a região do cânion Guartelá onde o tempo seria mais firme. Ironia do destino para quem ficaria em Curitiba há uma semana atrás.

Quando chegamos na entrada do parque do cânion do Guartelá resolvemos visitá-lo porque a vinda de bicicleta seria difícil por causa do vento contra. Após a inscrição na sede do parque seguimos as trilhas que levam ao mirante e outra a vista da Ponte de Pedra.

Eu tinha um interesse pessoal porque queria achar um geocache que é um caixa com mensagem e um brinde de troca que fica escondido e pode ser achado por um GPS. Aliás o Geocaching é um grupo na Internet sobre esse caça ao tesouro moderno e no Paraná tem grupo organizado. Ele deveria estar embaixo no mirante em um dos pilares mas não consegui achar. Alguém provavelmente encontrou e retirou antes mas não deve ser uma pessoa do grupo.

Pilares onde deveria estar o geocache numa das fendas.
Depois da visita ao parque seguimos para Tibagi, onde almoçarmos e em meio ao tempo instável decidiríamos se sairíamos de bicicleta.
Chegamos ao hotel Formigas da Figueira nos instalamos e fomos almoçar. Antes no estacionamento vários pés de jaboticaba carregados.
Depois do almoço tiramos as bicicletas e fomos pedalar nos arredores da cidade.


No dia seguinte fizemos um biking até o Salto Santa Rosa e cachoeira Puxa Nervos num total de 38,5 km de ida e volta em estradas rurais e de alguns sobe e desce.


Após esse pedal detalhado nas fotos pelas belezas das cachoeiras retornamos para fechar o hotel, almoçar, uma visita pessoal ao museu da cidade e retorno a Curitiba que ainda estava fria e de garoa. Foi um feriado em termos de clima e oportunidade um tanto irônico para mim.



Trilhado no GPS. O ponto "Não" foi o de geocahe não encontrado no parque.


Comentários:

Ps 01. Informações sobre o Cânion Guartelá aqui.

Ps 02. Dicas da Sofia sobre o Hotel Formigas da Figueira e do blog do Mildo.

Ps 03. Hotel Formigas da Figueira eu recomendo, fone 42- 3275- 1842.






Ps 04. Muita sorte chegar no cânion Guartelá num horário que o céu se abriu.

Ps 05. Fazia um tempo que eu não tocava um violão bem tranquilo, e ver a Liz tocando com cifras baixadas no Tablet naquele momento, foi a novidade musical tecnológica.

domingo, 25 de março de 2012

Cicloturismo em Cananéia-SP

O mês de Março foi o mês da mountain bike. Teve Laguna-SC na semana anterior e agora descrevo aqui o passeio em Cananéia-SP.

Com a organização do Heron (Natureza Ar Livre) saímos no sábado 24/03 até Jacupiranga-SP onde saímos de um posto da BR-116 em direção a cidade de Cananéia-SP. Numa parte do caminho um desvio para ir até a cachoeira do Pitu.

Cachoeira do Pitu
Depois da cachoeira chegamos na balsa para a travessia para Cananéia. A cidade fica numa ilha onde na região tem a ilha do Cardoso ao norte. A região divide com o Paraná a maior área de mata atlântica ainda preservada no Brasil. Chegamos com chuva e seguimos antes da pousada até um café o Kurt Kaffee.

em frente ao Kurt Kaffe, foto by Carlos Augusto

Mais a noite tivemos o almoço e jantar do dia, mas não sem antes voltar no Kurt Kafeee para um happy-hour.



No segundo dia (25/03) saímos para travessia de barco até a localidade de Ariri.




Ariri é um bairro de Cananéia junto a um canal de mar que faz divisa com o Paraná próximo a Arapira uma cidade que foi abandonada porque o regime de marés causava erosão devido a construção do canal do Varadouro. É chamada a cidade fantasma por causa do abandono.

A partir de Ariri seguimos em direção a Reserva Mandira, no meio do caminho viramos 5 km na trilha do Telégrafo até o bar da Augusta e depois retornamos para a estrada. Chegando na Reserva Mandira uma  comunidade que tem artesanato e cultivo de ostras, nós paramos para o almoço e o fim do pedal.



Comentários:


Ps 01. Os números do passeio,  pedalando 46,62 km de Jacupiranga a Cananéia, de barco até o Ariri 41,41 km e do Ariri até a reserva Mandira,  ainda em Cananéia, foram 56,57 km pedalados.


Ps 02. Tracking GPS pedalado Jacupiranga-Cananéia e Ariri-Reserva Mandirá.


Ps 03. Preciso praticar fotos de pessoas, normalmente faço fotos de paisagens.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Curitiba-Estrada do Anhaia-Morretes

Trilha GPS da famosa estrada.



Várias oportunidades de pedal nesse feriado de finados. A Bike Ativa foi pedalar em Morretes com uma  parte com caiaque,  a Bikesul em São Bento-SC até Corupá via Rio Vermelho e quase a Sherpa Turismo foi para as grutas do Cercado na região de Ponta Grossa-PR.

Em meio a tantos eventos acabei indo com o pessoal do Lavailama, num pedal de Curitiba a Morretes-PR com a opção de descida pela Estrada da Anhaia, num total de 65,38 km.



A estrada do Anhaia é um caminho colonial, que era o acesso a estrada do Arraial uma antiga ligação com a cidade de Curitiba. No século passado a estrada do arraial foi transformada na rodovia federal BR-277 Curitiba-Paranaguá. Do trecho colonial restou o desvio que os ciclistas aproveitam para chegar a cidade de Morretes. É uma descida para veículos altos, por ser bem acidentada e de saibro que foi consertada, sem maiores obstáculos. Depois dessa descida chega-se num ponto que: para esquerda é possível ir até o Salto da Fortuna e para direita até o centro da cidade de Morretes e a sua gastronomia típica paranaense, o Barreado. Nosso caso a opção do dia foi o Restaurante Villa de Morretes.


Ps 01. Participantes: Carmen, Claudinei, Nico, Aspira, Sandra Joanides, Liz, Juliana, Carlos Augusto, Fabi  Kevin e Maumau.

domingo, 10 de julho de 2011

Pedalando Rumo ao Festival de Inverno de Antonina-PR



Um dos prazeres de quem pedala em Curitiba é descer a serra do mar pela estrada da Graciosa.

A primeira vez que pedalei uma grande distância foi de Curitiba a Morretes por esse trecho.
Eram os tempos da mountain bike Monark, de pouca qualidade, pesada e com trocador de marcha impreciso. A melhor bicicleta era de um colega, uma Sundow, que tinha amortecedor dianteiro, era um máximo do período. Fizemos o trecho BR 116-Estrada da Graciosa-Morretes e chegamos a tempo de almoçar no restaurante Madalozo, o cardápio de Barreado. A nossa volta foi de trem. Era um transporte barato, como se hoje você pagasse R$10,00 pela passagem e R$20,00 pelo transporte da bicicleta. 

No passeio desse domingo muita coisa estava a mão. Organização, a qualidade da bicicleta. que é muito melhor, com tantos importados, principalmente da China, onde é possível ter bicicletas adaptadas e personalizadas. Há também o vestuário de ciclista, que até faz moda e diferencia aquele que pedala as grandes distâncias, do indivíduo que pedala ao redor de casa.

Numa iniciativa da UFPR por causa do Festival de Inverno, foi programado um passeio até a cidade de Antonina. A Bikesul ajudou organizando ao custo de 2 kg de alimento e um agasalho para doação. E assim cerca de 80 pessoas se inscreveram para o passeio. 

A idéia foi sair da unidade da Agrárias da UFPR no Juvevê as 9:20 horas , seguindo pela Av. Vítor Ferreira do Amaral, Av. Maringá em Pinhais e a Estrada da Graciosa até Quatro Barras, com uma parada na panificadora, e a mesma com o nome de Estrada D. Pedro, desviando pela estrada da Casa de Pedra até o Topo da estrada da Graciosa.

Na descida da Graciosa uma parada no primeiro quiosque. Depois em São João da Graciosa a parada do pastel perto do desvio para Morretes e Antonina, esse com mais tempo para comer e beber um pouco.

Mais 18 km e chegada a Antonina as 15:30 h. O ânimo e cansaço não permitiram uma volta pela cidade do Festival de Inverno, que é um perído muito esperado pela cidade, não só pelo festival, mas pelo resgate do turismo, depois das chuvas de março, que causaram deslizamentos e queda de pontes e afastou o turista de final de semana. Mas aos poucos a região vai retornando a normalidade.

Clique nas fotos abaixo para ir ao álbum.



Ps 01 - 84 km pedalados. Detalhe parte do percurso abaixo foi esquecido de registrar, que foi do Atuba até o Alphavile Graciosa


Ps 02 - Muitos carros nesse dia. Por volta das 13 horas ainda. Na descida da Graciosa a bicicleta rende mais que os carros, mas nem por isso tente ir na contra-mão, é perigoso, eu que o dia!
Ps 03 - Entre pedais fortes e inexperientes todos se salvaram.
Ps 04 - Dia Bonito!
Ps 05 - Bom treino com a Trans Alpine nas costas.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Pedalada Lavailama - Represas de Piraquara

Represa do Carvalho - 800 m3

Quando Curitiba ainda se limitava ao centro no começo do século XX, o governo percebeu a necessidade de melhorar o abastecimento de água da capital. Para tanto foi buscar essa água numa região onde estaria longe dos efeitos da poluição. Esse local foi a região de Piraquara, criando os mananciais da serra. Foi a decisão certeira. Captar água da serra do mar para formar as represas de abastecimento em local de preservação. Assim criou as represas do Carvalho e do Carvalhinho. Esse abastecimento foi garantido até a metade do século passado, quando teve que ampliá-lo. Nessa ampliação uma estação de bombas que possuí-a uma chaminé foi alagada para formar a represa do Caiguava, o local ficou conhecido como Chaminé que está lá até hoje, brincando com a imaginação de quem passa por perto, principalmente os trens de passageiros que descem a estrada de ferro Curitiba-Paranaguá (ou quase porque vai até Morretes na maioria das vezes).

A represa do Carvalho é possível de ser visitada solicitando permissão para a Sanepar. 



Essa visita, é uma volta no passado de uma obra que garantiu o abastecimento trazida até a capital através de estações de bombas próximas a Av. Vitor Ferreira do Amaral onde se vê o encanamento e segue até a Caixa Dágua do Alto da XV e passa pela estações de abastecimento Alto das Mercês próximo ao antigo prédio da Telepar na Av. Manoel Ribas, e finaliza na Estação do Bigorrilho próxima das ruas Princesa Izabel com a rua Euclides da Cunha.

No contexto de toda essa história de um pouco de engenharia e de natureza resolvemos fazer um pedal para as Represas de Piraquara. A saída para alguns foi do Alto da XV, ponto de encontro Panificadora Família Farinha. Para outros, onde me incluo, foi a partir do posto Ipiranga na BR 277 depois do Contorno Leste. A estrada de acesso fica ali próximo da BR antes do pedágio. É o circuito Trentino, um roteiro turístico da região de Piraquara.

Ao pegarmos esse caminho uma surpresa, a estrada tinha desbarrancado para o rio que passa ao lado. A solução foi subir o barranco por uma propriedade até sairmos de novo junto a estrada.



Depois seguimos até encontrar a represa e estrada para seguir em frente até chegar ao posto da Sanepar para registro de entrada na área de preservação ambiental, para um pouco de história e conhecermos os tanques dos primeiros reservatórios de água.

Feito a visita retornamos e no caminho desviamos para o bar do Morro do Canal. Ainda não era o momento de subí-lo. Fizemos um lanche e retornamos. No caminho a chuva já ameaçava. Ao  retornar para o posto e colocar a bicicleta no carro começou a chuva.

Total pedalado 48 km.

Clique no slide para ver o álbum de fotos.


Ps 01. Esse blog foi adiado na época porque era para ser uma pedalada e subida no Morro do Canal. Foi um pedal bate e volta e julguei na época que não fiz boas fotos de registro.

Ps.02 Quem voltou pela BR 277 pegou um temporal. Na altura do Centro Politécnico foram testemunhas de um assalto na churrascaria Marumbi, com troca de tiros entre os bandidos e a policia.

sábado, 23 de outubro de 2010

Cross Duatlhon - Naventura 2010 - 4. Etapa e Última do Ano




Esse ano de 2010 eu tinha uma idéia de participar das competições do Naventura, que envolvia corrida e mountain bike. No mês de maio tive uma surpresa desagradável que foi uma artrose no dedo do pé (muito uso sabe), que me dificulta jogar futebol e não sabia se para os outros esportes teria o mesmo problema. Aí vai na consulta ao médico, pesquisa na internet, onde até soube que o jogador de basquete Shakira O'Neal teve o mesmo problema, e a cirurgia era inevitável para voltar ao futebol, que é o esporte de maior exigência dos pés.
Passado o tempo para decidir e a cirurgia adiada para o ano de 2011, resolvi continuar com as corridas que não me causavam incomodo e aliado a bicicleta, faltava participar da última etapa do Cross Duatlhon.

No dia 23 de outubro estava programado a corrida em Campo Largo-PR no Parque Cambuí. O mês de outubro não estava fácil para os esportes externos e qualquer lazer, chovia toda semana ainda mais nos finais de semana. 

Combinamos eu e o Sandro (Lavai-lama) de participar, fizemos a inscrição a tempo e sairiamos juntos pela proximidade de nossas residências.
Só não contava que no dia da prova o Sandro fosse atrasar para passar em casa, e fosse necessário fazer o percurso da BR-277 próximo a Coca-Cola até Campo Largo-PR em 30 minutos,  45 km cruzando Curitiba.

Chegamos no parque faltando 5 minutos para o inicio da prova. Quando eu coloquei a bicicleta na espera já estava na contagem de 15 segundos para a largada e o Sandro ainda chegaria.



Começa prova, que são 3 km de corrida, 15 km de pedalada e mais 3 km de corrida finalizando a prova.
Na minha impressão da prova a 1. parte foi tranquila.



Já na bicicleta seriam 03 voltas do percurso com aclives e declives que na primeira volta eu já senti e ainda teriam mais 02 para completar.



E na última etapa a corrida, a falta de preparo me pegou pelo "baço" e  no último kilômetro.



E completei a prova em 45, veja no quadro clicando aqui. Esqueci de comentar que o treino para essa prova foi prejudicado pelos dias de chuva do mês.
Mas valeu, tomei gosto.



ps 01. embora esse blog esteja em outubro ele foi o último do ano por causa das fotos, que eu estava aguardando.

ps.02 apesar do Sandro largar por último e atrasado conseguiu chegar em 42. O que não faz uma bicicleta full suspension.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Campo Alegre a Corupá-SC, Onde o Trem Maria Fumaça Faz as Curvas


De Campo Alegre a Corupá - SC

"Feriado perna curta esse de 21/04, mas tava valendo." Essa foi a frase da semana e como tal valeria um cicloturismo serra abaixo numa das regiões da serra catarinense a 200 km de Curitiba.
Saímos com o Heron e o pessoal da caixa d'agua do Alto da XV em direção a Campo Alegre-SC. Durante a semana havia dúvida, se não fiz esse passeio antes, por causa da proximidade com São Bento do Sul, mas lá o passeio foi feito pela Estrada dos Bugres.
Chegando em Campo Alegre-SC um café na panificadora e saída para a estrada de chão, que teve 8 km de uma subida leve.
O detalhe dessa região é a serra catarinense e a estrada de ferro que liga Rio Negrinho a  Rio Natal onde uma vez por mês, na primeira semana, faz um passeio com o trem Maria Fumaça, conforme o link aqui. Por diversas vezes o percurso cruzou a linha de trem.
A melhor parte é a descida e começamos na região Rio Vermelho, pertencente a S. Bento do Sul em direção a uma igreja. Depois subindo até Rio Natal outra localidade para chegar até outra  conhecida como a igreja de pedra. Esta igreja de pedra aparece também no link da Estrada dos Bugres, mas naquele percurso a partir de São Bento tinha uma subida muito forte. Durante o percurso várias fotos do morro conhecido como Morro da Igreja.
Depois da igreja de pedra a descida até um recanto para um almoço programado. Dessa estrada em diante o acesso é o mesmo para Corupá.
Em Corupá um lanche noutra panificadora e retorno para casa que começou as 8:00 da manhã e chegou a Curitiba as 19:40 h.




sexta-feira, 16 de abril de 2010

Atravecity - Rally de Mountain Bike Pelas Ruas de Curitiba

De Atravecity Curitiba

O Atravecity Curitiba chegou no dia 16/04/2010. Este evento que mistura competição tipo "quem conhece a cidade" em meio ao trânsito de veículos, já foi realizado em outras cidades, com variações de desafios, como pode se ver no blog do tema Atravecity.
Como ele é feito em duplas convidei o meu amigo Linhares, colega de trabalho e que esteve na viagem pelo Vale Europeu de outros tópicos desse blog.
Na etapa Curitiba a largada foi feita na Praça Brigadeiro-do-Ar Mário Calmon Eppinghaus, no topo da descida da rua Almirante Tamandaré com pontos de controle na praça do Japão, Bosque Alemão, Catedral Metropolitanda de Curitiba e retorno a praça de largada com aproximadamente 20 km.
Além da dupla participaram o pessoal do Lavailama: Noguemar e Sandra Joanides, Sandra Bodini e David, Lizandra e Pedro, Fabiane e Arthur.
A participação da nossa dupla, foi participação mesmo, porque o preparo, a estratégia e a premiação diante de alguns atletas seria difícil. "Mas acredito que a escolha da primeira etapa, a praça do Japão, numa linha diagonal observando o link aqui  do mapa percurso do Pedro, não seria ruim se não fosse o trânsito. Depois da praça do Japão quase todos foram iguais escolhendo  a rua Brigadeiro Franco para alcançar o Bosque Alemão. Imagine a subida até a rua Manoel Ribas no bairro Mercês. No final da Brigadeiro um desnível com escada para a próxima rua até o bosque Alemão.
No bosque mais um controle e chamou-me a atenção as ligações telefônicas para os organizadores  perguntando se não era o Bosque do Papa, isso porque tinha bilhete do local.
Depois o último pc na catedral metropolitana e finalização na praça da largada no toal de 18 km em 58 minutos para a nossa dupla e uma colocação quase empatada com o número de inscrição, quer dizer chegamos na frente de alguns.

Clique aqui para ver as demais fotos da noite e clique aqui também para as fotos da organização.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

5. Dia Circuito Vale Europeu Dr. Pedrinho a Alto dos Cedros


Depois de tudo limpo, um bom café da manhã, lanche para viagem e pegamos o primeiro carimbo na prefeitura e outro no café ali próximo e seguimos  o roteiro. A saída era a mesma da chegada com placas da primeira atração  a Cachoeira Véu da Noiva, a 10 km. No caminho junto a outra placa de indicação da cachoeira o odômetro marcou 200 km como pode ser visto nas fotos. 100 km na saída de Indaial e 200 km agora em Dr. Pedrinho.
Chegando lá um bar, um galpão e uma pista de bocha, mas sem desafiantes dessa vez. Me chamou a atenção os cartazes com a bebida Fukafuka, em falta, que no blog do próximo dia em Palmeiras vai ter um comentário a parte.
Algumas fotos e um video da cachoeira e partida para Alto dos Cedros, na expectativa de atravessar de barco o lago da represa.



Clique no slide para ver as fotos.

Durante o percurso o tempo começou a fechar. No km 17 uma saída a direita com subida. Neste ponto eu e o Linhares ficamos esperando o Alan e a Sirlene, porque tinhamos aproveitado a descida. A espera demorou e aí apareceu um problema que no blog de Indaial foi comentado do conserto da bicicleta em Rodeio. O freio de trás estava pegando no pneu desgastando até a câmera, que furou espontâneamente quando era empurrada. Esse problema iria perdurar até sairmos de Alto dos Cedros. Após a subida em meio a região de reflorestamento descemos até chegar a um rio, sem ponte. Atravessá-lo de bicicleta sem molhar era possível, mas vai que escorrega. Molhei um pé. Segue a frente outro rio, mas esse eu atravessei. Uma porteira e o nosso carro de apoio do lado da estrada na lama. A Andreia foi abrir a porteira e ao sair do carro o mesmo voltou de ré com o Lucas dentro, porque o freio de mão não estava pegando bem, prá sorte  parou na lama.  Logo chegaram Alan e Sirlene que ao atravessar o rio de  bicicleta  escorregou e caiu. Era arriscado mesmo. Começava a chover e fomos nos esconder numa propriedade ali perto, na cobertura para o gado que antes existia, mas segundo o dono foi substituído pelo cultivo de eucalipto. A bicicleta do Alan furou o pneu de novo pelo mesmo problema. Ele colocou no carro e pegou da Sirlene que seguiria de carro depois do susto na porteira.
Esperamos a chuva diminuir e seguimos em frente, a 15 km nos aguardava o Raulino Duwe no horário das 16:30 h. Com o aumento da chuva, fizemos uma descida correndo, que subiu lama até atrás do meu capacete.
Chegando lá encontramos o Sr. Duwe que nos aguardava desde as 2 horas com seu filho e sobrinho, porque aproveitariam para pescar.
Segundo o sr. Duwe, com a chuva, atravessar de barco era arriscado, eu não sabia se seguia de bicicleta ou pegava o carro porque estava bem enlameado. Peguei carona no fusca, quanto tempo não andava de fusca. Detalhe esqueci de tirar a camiseta que sujou o encosto, já que o assento estava protegido pro uma toalha. Desculpe seu Raulino. Ainda bem que o encosto era antigo de capa de couro sintético.
O jeito foi seguir de carro os 7 km de altos e baixos até a casa onde ficaríamos. Aproveitei e levei a bicicleta para lavar na casa dos Duwe e deixá-la para o dia seguinte. Banho e descanso para o jantar.
Nesta etapa não foram feitas tantas fotos, por causa da chuva, que perduraria até o dia seguinte.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Cicloturismo da Bikesul - Destino Buraco do Padre via Fazenda Demeterco



Neste momento que eu escrevo acredito que hoje dia 20/12 foi a última pedalada de 2009.
Na proposta do Gestennberger da Bikesul saimos as 8:00 horas até um trecho na BR 376 sentido Ponta Grossa-PR, com parada logo depois do segundo pedágio na entrada para a fazenda de cavalos Crioulo do sr. Demeterco.
O percurso de aproximadamente 50 km que foi feito em meio a estradas rurais, algumas com tanta areia que uma hora ou outra a roda da bicicleta afundava e tinha que empurrar . E assim a chegada a fazenda de gado e também de cavalos da raça crioulo e a travessia do trecho da plantação de pinus, até a estrada de asfalto no distrito de Itaiacoca.
Depois que chegamos ao asfalto eu nem reparei mas havia passado próximo da entrada da cachoeira dona Mariquinha, mas não seria dessa vez que conheceria este local.
No asfalto uma parada no Bar dos Amigos para hidratação a base de levedura e a pergunta: Cadê o Noguemar? Custou três cervejas entre eu, a Ju, o Kão, a Liz, o Eliseo e o Rafael. E não é que o Nogue errou o caminho numa das curvas.
Depois da chegada do perdido um pouco de asfalto e nova estrada rural para o Buraco do Padre.
Chegando no local a minha proposta: no meio da trilha subirmos o morro para vermos o local por cima, claro que sob protestos, afinal depois de 48 km de pedalada uma subida de 15 minutos não é fácil.
Na volta, 5 minutos para descer e seguir a trilha até o salão do famoso Buraco do Padre.
No começo da noite fomos a colônia Witmarsum para uma refeição tipíca alemã no Restaurante Colonial e Pousada Bela Vista.

Lavailama: Juliana, Lizandra, Tania, Noguemar, Mauricio (Maumau), Eliseo, Rafael e Edson (Kão).

Nota: o Buraco do Padre é uma furna localizada em Ponta Grossa-PR próximo a estrada que liga ao municipio de Itaioca. O nome se deve a presença dos padres jesuítas na região que dizem faziam orações neste local. A região pertence a uma propriedade particular que deveria ser um RPPN - Reserva Particular do Patrimônio Natural, que recebeu benfeitorias no passado para favorecer uma exportação de produtos para o Japão, por uma cláusula exigida por eles. Passado a necessidade o local ficou abandonado e dependente dos seus visitantes que nem sempre cooperam.

domingo, 15 de novembro de 2009

Pedalada do Heron - Vila da Glória, Baía da Babitonga-SC



Distensão a parte...he he he. Um pouco de expectativa e consegui fazer parte do pedal do Heron , com o pessoal do Lavailama, para Vila da Glória, Baía da Babitonga. E olha o tempo e será que chove? E finalmente no domingo saímos as 7:30 h para Garuva-SC.
Chegando lá retiramos todas as bicicletas da carreta e saímos para a ponte pensil no caminho colonial 6 km de distância no sentido oposto ao destino para encontrar a Sandra Joanides e o Kão que vinham pela BR 101, desde Curitiba.
Nesse local algumas fotos e seguimos a caminho para a Vila da Glória, afinal um almoço a base de camarão e peixe nos esperava.
Estrada, poeira, pit stop bar Baharas, pneu de um integrante que furou, piscina de água gelada e o restaurante do Jaci zinho (escrito assim mesmo) depois de 54 km.
E a chuva mesmo só na chegada a Curitiba.

Nota: a vila da Glória pertence a cidade e ilha de São Francisco do Sul-SC, possui restaurantes de frutos do mar de vários "zinhos" e moradia de pescadores. Existe a ligação por ferry-boat com a ilha e a cidade de Joinvile.

domingo, 11 de outubro de 2009

Sugestão, e termina na PCC



Se você viu alguém pedalando no mês de outubro eramos nós. Sim porque choveu tanto nesse mês que na véspera do feriado da padroeira do Brasil alguém estaria em Curitiba e pedalando?
Tudo começou com um pedido de sugestão de passeio no grupos Lavailama. Eu bem que tentei, sugerindo o Caminho do Vinho em São José dos Pinhais. Derrepente uma mudança do percurso sugerido, e mais que derrepente a sugestão de passeio até a PCC. A PCC é uma panificadora em Colombo. Já havia feito há pouco tempo um passeio, quase com o mesmo grupo, para lá. Mas desta vez o caminho contrário ou seja: Av. Paraná, Rodovia da Uva, Serrinha, passagem sob o Contorno Norte, Anita Garibaldi, Ciclovia da Barrerinha até o Hugo Lange e chegada, no local dessa foto antes da partida, na praça das Bandeiras no Alto da XV.
Quem sofreu muito nesse dia foi o Marcos de camisa azul e branco no centro á esquerda, depois de umas tequilas e salsas de sábado no Zapata Batel, onde também estive, mas um pouco mais inteiro.
Total da pedalada 36 km.