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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Rota das Cachoeiras de Corupá-SC


Salto Grande - 14. Cachoeira e o final da trilha


Eu creio que se fizerem uma pesquisa aqui no blog com a palavra Santa Catarina aparecerá uma boa  parte do que já escrevi. Os motivos são os mais óbvios desde a proximidade com Curitiba-PR e a maior razão de todas que é o litoral mais extenso para escolhas. Mas pessoalmente, ele tem organização para o turismo, comparando com o Paraná.
Mas é sempre convidativo ir ao estado vizinho, por ser mais organizado sim. Vêem o turismo como rentável, digno de estudos comparativos.
Vou falar aqui sobre um parque que conheci há mais de 20 anos. Era chamado como a Rota das 14 Cachoeiras de Corupá. Lembro no começo que o acesso por estrada rural em meio a plantação de bananas (capital brasileira da banana), ás vezes exigia do veículo, mas já haviam no local o galpão, a lanchonete e o estacionamento. A trilha era de chão batido com algumas placas, algumas travessias eram em pinguelas e troncos de árvore. Mesmo assim, eu já considerava  estruturada. Depois numa segunda ida ao parque que já havia tornado uma estrutura com o nome do proprietário como Parque Emílio Battistella, uma RPPN - Reserva do Particular do Patrimônio Natural, que é uma propriedade de conservação que dá direito aos proprietários a isenção de impostos. Mas nada haver comparado  o caso abandonado do Buraco do Padre-PR. 
Foram feitos uma casa de portaria de entrada e recepção, com controle de acesso e funcionários, banheiros com chuveiro(até água quente), as trilhas tem deck de madeira e piso de tela, melhor sinalizadas com alguns trechos com guarda-corpo e as travessias de rio com ponte de mola. A lanchonete foi para o lado de fora na estrada de acesso. Claro o acesso é cobrado com o valor de 15 reais, que acho justo por causa do retorno de serviços e da nossa falta de consciência de preservação, onde mesmo cuidada e cobrada precisa da  nossa colaboração.
Bem com tudo isso fica mais fácil de convencer quem nunca esteve nesse local e encarar  uma subida com desnível aproximado de 600 metros e um percurso de 2900 metros (é mais que isso), com desvios para as cachoeiras como pode ser visto no registro com o GPS abaixo.
Foi a primeira vez que a minha noiva Andrea fez tal passeio. Pelo percurso e tempo que levou de ida e volta em 5 horas, que eu diria um tempo de passeio, pois o parque considera 3 a 4 horas.

Fotos do dia


Comentários:

Ps. 01 - Ledo engano quem acredita que vai subir somente 2900 m, quando trilhado deu 4950 m.
Ps. 02 - O que será desse blog com a notícia de desativação do Picasa em favor do Google fotos?
Ps. 03 - Onde está o 13. salto. Eu juro que já fotografei e um dia trago aqui.

terça-feira, 4 de março de 2014

Carnaval 2014 - 4. Dia Cachoeira do Funil

saída no trevo de Itararé-SP

No último dia de carnaval, uma saída pelo período da manhã a partir do hotel até a cachoeira do Funil. Essa é a cachoeira do 1. dia que chegamos ao anoitecer e não se via nada. O percurso já havia feito no mesmo dia mas de retorno o que ao contrário é bem melhor porque é só descida de 6,0 km.

uma das travessias de riacho no lageado


Essa é uma cachoeira fria por estar num local mais fechado e o dia também amanheceu fechado como se o sol fosse se despedindo do feriado. 



Mas nem por isso deixar de aproveitar o banho, ainda mais porque é uma cachoeira que se pode entrar por trás da queda.




Na volta, eu, Fabi, Reinaldo, Jane e o namorado subimos uma estrada para descer um trecho técnico até a ponte de ferro da Ferrovia Sorocabana que está desativada desde a década de 90. Alguns lugares que passamos de bicicleta era o trilho do trem. 

Foto by biker Jane Mendes

Desse trecho passamos novamente pela gruta da Barreira encontrando a rodovia para retorno ao hotel no centro de Itararé-SP e preparar para retornar para casa.

Os Bikers que voltaram pedalando

Fotos do Dia



Trilhado no GPS

 

Comentários

Ps.01 - Bem que o trecho desativado da estrada de ferro poderia ser uma ciclovia, porque é um lugar de pouca inclinação por causa dos trens da época e pertencente ao governo. Tanto que nota-se na entrada de Itararé-SP que as margens do trilho foi invadida, mas a passagem está lá. Mas esta idéia é para um outro tipo de país, governo e povo. 

Ps.02 - O total pedalado foi de 94,07 km nos 04 dias de feriado. E onde tem cachoeira tem descida e 
na volta subida, então não é tão pouco quando se aproveitam os lugares.

Ps.03 - As chuvas do carnaval só apareceram no final da tarde quando estávamos na estrada retornando.

Ps. n+1 - Para variar os erros aqui sempre aparecem de tempos em tempos, que coisa! Mande um aviso se achar algo estranho.

Outros Locais Pedalados no Feriado:

Carnaval 2014 - 1. Dia Gruta de Barreira e Cachoeira do Funil - Sengés-PR e Itararé-SP

Carnaval 2014 - 2. Dia Cachoeiras e Cânion do Jaguaricatu

Carnaval 2014 - 3. Dia Cachoeiras do Rio da Vaca


segunda-feira, 3 de março de 2014

Carnaval 2014 - 3. Dia Cachoeiras do Rio da Vaca


Reinaldo, nosso guia de Itararé-SP, é um atleta de MTB e assim gosta de trilhas e estradas diferentes. Nesse dia saímos do hotel no sentido contrário dos outros até uma área de reflorestamento de eucaliptos onde pedalamos até uma trilha que saiu em direção ao rio da Vaca.

Quedas do Rio da Vaca com vários panelões

Nesse local ficamos um tempo e depois atravessamos para o outro lado da margem para seguir adiante até um parquinho, onde foi feita essa foto, e até um recanto onde existe um bar e piscinas rasas no encontro de dois rios. Para alguns a volta foi pedalando por 10 km.



Fotos do Dia


Trilhado no GPS


Comentários

Ps. 01 - O pedal do dia foi curto porque o anterior exigiu bastante de algumas pessoas.

Outros Locais Pedalados no Feriado:

Carnaval 2014 - 1. Dia Gruta de Barreira e Cachoeira do Funil - Sengés-PR e Itararé-SP

Carnaval 2014 - 2. Dia Cachoeiras e Cânion do Jaguaricatu

Carnaval 2014 - 4. Dia Cachoeira do Funil 

domingo, 2 de março de 2014

Carnaval 2014 - 2. Dia Cachoeiras e Cânion do Jaguaricatu

Saindo da casa da dona Augusta
No 2. dia, a pedalada saiu a partir da casa da dona Augusta, depois de andarmos de ônibus por 33,56 km de Itararé até Sengés-PR. Esse seria o mesmo local de retorno para um café da tarde.

Pedalamos 3,5 km até a primeira cachoeira, da Cabeceira após esse trecho o ônibus não acompanharia mais.

Cachoeira da Cabeceira para o primeiro banho.
Desse local seguimos para a cachoeira dos Veadinhos, onde havia uma descida de 800 metros, que na volta cobrou a diferença.

Cachoeira dos Veadinhos
Da cachoeira dos Veadinhos voltamos para estrada e seguimos em frente para mais uma descida até o mirante do cânion do Jaguaricatu.

Cânion do Jaguaricatu
Voltamos para a estrada bem menos dessa vez, e continuamos descendo cerca de 5 km até a cachoeira do Lajeado Grande (Véu da Noiva).

Cachoeira do Lajeado Grande
Depois dessa cachoeira um pouco mais de descida até a ponte e desse ponto em diante foram 8 km de subida até a casa da dona Augusta para um café da tarde com pão caseiro, doce, manteiga, queijo e bolinho frito e final do pedal de um dia inteiro.

Fotos do Dia


Trilhado no GPS

 


Comentários

Ps.01- Embora todas as atrações estejam em Sengés-PR a infraestrutura de Itararé-SP acaba fazendo o turista chegar até os locais.

Ps. 02- Foram 32 km de pedaladas, contanto as saídas para as cachoeiras e o cânion. Sendo que depois da última foram 6,5 km de subida até a casa da dona Augusta. Foi um pedal difícil por causa dos desvios até os locais.

Ps. 03- Guardada as devidas proporções o Cânion do Jaguaricatu me lembrou os Aparados da Serra.

Outros Locais Pedalados no Feriado:

Carnaval 2014 - 1. Dia Gruta de Barreira e Cachoeira do Funil - Sengés-PR e Itararé-SP

Carnaval 2014 - 3. Dia Cachoeiras do Rio da Vaca  


Carnaval 2014 - 4. Dia Cachoeira do Funil  

sábado, 1 de março de 2014

Carnaval 2014 - 1. Dia Gruta da Barreira e Cachoeira do Funil - Sengés-PR e Itararé-SP

Na estação de ferro sorocabana em Itararé-SP

O carnaval é um feriado em tanto pelo número de dias. Sempre se pensa na praia nessa época. Há um tempo deixei de ir para o litoral. A idéia de todas as pessoas na mesma direção perdeu a graça devido aos congestionamentos da estrada, supermercado, padaria e areia da praia.

Desde que existe esse blog o Carnaval foi a saída na direção contrária. Dessa vez não foi diferente. Já haviam 03 anos que a Bike Ativa levava o pessoal para Itararé-SP na divisa com Sengés-PR. E fazia tempo que eu estava curioso por ser uma região de cachoeiras e ter um cânion. Uma mistura de Prudentópolis-PR com Guartelá em Tibagi-PR.

1. Dia Chegada - Gruta da Barreira e Cachoeira do Funil - 01/03/2014

Saímos de Curitiba-PR as 09 horas da manhã e tivemos uma parada para uma manutenção de emergência num posto de gasolina. O que estava previsto para chegada as 11:30 h, aconteceu as 13:30 h. Na chegada em Itararé-SP logo foi almoçar, guardar a bagagem no hotel Paraíso e sair pedalando quase as 17:00 h. A idéia do percurso era de 15 km por  uma trilha até a gruta da Barreira. 


Gruta da Barreira
De lá o guia Reinaldo perguntou se queríamos ir até a cachoeira do Funil. Embora estivesse escurecendo topamos porque fica perto da rodovia e a volta seria de ônibus com as bicicletas na carreta.

Ao chegarmos na cachoeira estava escuro e não tinha condições para a foto. Meia-hora nesse local e fomos para a rodovia atravessando o rio no lageado por duas vezes.
Chegando lá, enquanto colocavam as bicicletas na carreta eu e a Fabi voltamos pedalando o percurso de 6,0 km de subida até Itararé.

Fotos do Dia



Trilhado no GPS




Comentários:

Ps. 01- As fotos da Cachoeira do Funil vão aparecer no último dia porque já havia anoitecido.

Ps. 02- Na gruta da Barreira existe um monumento ao soldado Constitucionalista da Revolução de 1930.

Ps. 03- Sobre a Estação de Ferro Itararé, aqui .

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Carnaval 2012 - Hiking Cânion da Chapadinha em Piraí do Sul




Quando se pensa no carnaval, logo vem a lembrança da praia. Acredito, porque a maioria das capitais brasileiras são no litoral, como o Rio de Janeiro e o maior espetáculo da terra da época. Se você está no litoral tudo bem, mas se precisa se deslocar vem então aquela imagem do congestionamento. É a estrada congestionada, a praia, o restaurante, o mercado, a balada, enfim tudo.

Por não estar na praia nesse período, a tempos decidi tomar rumos diferentes. Em  2009 estive em Prudentópolis e em 2011 nos Aparados da Serra. Lembrei que em 2010 eu fui a Piçarras e peguei um congestionamento totalizando 5 horas de um percurso na sexta-feira a noite que se faz em 2,5 horas.


Dessa vez retornei ao Piraí do Sul, na pousada Serra do Pirahy, próximo ao cânion da Chapadinha. Eu estive lá noutra ocasião, de 01 dia,  para fazer a trilha da cachoeira Paulina.








Nesta viagem essas foram as seguintes atrações:

01) Cânion Guartelá, Castrolanda e rio sobre o lageado de pedra na pousada com vários locais de banho, 



02) trilha da cachoeira Paulina que devido ao tempo fechado coloquei aqui as fotos da 1. vez que estive lá



03) trilha para o topo da cachoeira onde as atrações são as formações rochosas típicas dos Campos Gerais e 02 sítios de pinturas rupestres e caminhada subindo por dentro do rio tipo o programa da TV a Cabo A Prova de Tudo.

04) Aproveitando o Rio próximo a pousada



Tivemos um pedal de 16 km. Antes avaliamos a possibilidade de fazer um de 40 km, mas a volta teria uma subida na serra de 8 km, que não contemplariam todos, e a van de apoio estaria em outra cidade e também porque o percurso seria mais de exercício físico do que de atração.

Enfim no feriado onde quem não pula no desfile de carnaval, pula entre desvios da trilha, de ponta num rio, ou embaixo de uma cachoeira.

Comentários:

Ps 01. A região dos Campos Gerais e suas formações rochosas com rios sobre os lageados de pedra e cachoeiras se estende da Lapa até Sengés na divisa com São Paulo. Essa direção quase que NOR-Nordeste tem muitas atrações. A única coisa que não se estende por lá é o projeto de turismo típico dessa paisagem. As cidades não se conversam para um roteiro turístico. Se você procurar aqui  verá uma parte disso que estou comentando.

Ps 02 As trilhas por GPS estão aqui cachoeira e topo, mas o acesso é pago e guiado pelo Emerson proprietário da Pousada. Mesmo pago não é tudo liberado na permanência porque a quem pense que tem todos os direitos, inclusive de deixar lixo e causar fogueiras desnecessárias.

Ps 03. O comentário do Emerson sobre a água que depois de 1,0 metro da nascente já está comprometida é digno dos tempos de sustentabilidade.

Ps 04. Blogueiros Caminhantes estiveram lá também.


quarta-feira, 9 de março de 2011

Carnaval 2011- Cânions dos Aparados da Serra - Trilha do Rio do Boi


Dia 05/03

"Tenho que voltar para fazer a trilha do Rio do Boi", foi o que eu escrevi em 18/07/2009, quando estive em Praia Grande-SC, viajando de férias pelas serras de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o clima era de inverno mas muito chuvoso na região e a trilha ficou para outra ocasião.
Passado quase 02 anos depois de comentar com o Alan e a Sirlene saiu a viagem de retorno. Os dois cada vez mais estruturados com serviço de passeios com o nome Sherpa turismo, hoje tem uma van e providenciaram um transbike que estava sendo inaugurado nesse passeio.
Com alguns colegas da empresa e saímos na sexta-feira pela BR-116 em direção a Câmbara da Sul-RS numa viagem noturna de quase 11 horas, afinal a alternativa pela BR-101 teria o congestionamento das praias e seria uma viagem de ponta a ponta pelo litoral catarinense.
Depois de um café em Câmbara do Sul seguimos para a entrada do Parque do Itaimbezinho. Lá as trilhas auto guiadas de 3,0 km a do Cotovelo e de 1,5 km a do Vértice. O sol nos apoiando e com menos neblina da vez que estive no ano de 2009. Próximo das 15 horas saímos sendo que alguns desceram de bicicleta os 14 km que liga o parque a cidade de Praia Grande-SC na parte de baixo dos cânions. Um pouco de neblina mas nada tão intenso por causa do horário. Nesse retorno estada no Hostel Nativos dos Cânions do senhor Aldoir Rosa e jantar de comida rural no restaurante Casa Nossa.



Dia 06/03

A trilha do rio do Boi particularmente era a minha curiosidade, porque ir a região e não fazê-la só com muito impedimento e falta de preparo para caminhar pelas pedras do leito do rio até o inicio dos cânions do Itaimbezinho. As 08:00 h estávamos no posto do IBAMA para cadastro e preparação para a saída. É uma trilha que preferencialmente se faz usando bota porque as pedras e a travessia do rio requerem maior cuidado. Além de que se coloca uma perneira para proteção da canela porque pode bater numa pedra pontuda, além de outro riso que está nas fotos. Muita travessia de rio, acredito que polo menos umas 10 travessias numa fila de pessoas que alterna homem e mulher de mão dadas para que ninguém caia e seja levado pela correnteza. Durante o percurso no vale uma parede que moram umas aranhas, parecia até o jogo Hero do Atari (lembrança antiga) na qual não toque nelas e depois umas piscinas para nadar junto dos paredões.
Mais a frente as cachoeiras e a vista do morro da Mamica, até que se entra na parte dos cânions. No final uma vista para para a parte da trilha do vértice, onde bati um papo com a guia Sabrina sobre os detalhes da vista. E depois de uma palestra do guia Leonardo sobre a origem dos cânions e a formação rochosa da região um retorno, com parada para piscina e lanche e um desvio por uma trilha na mata para superar a parede as aranhas. Mas antes no caminho a surpresa que está nas fotos no Picasa.





Dia 07/03

A visita ao cânion Fortaleza seria a minha segunda ida, mas no passado o tempo não estava bom, haviam muitas nuvens, vento forte no topo e neblina no vale. Dessa vez o dia de sol proporcionou tudo aquilo que o ecoturista vislumbra, que é a visão dos paredões e do vale, apreciadas da borda e o campo extenso para além, onde pode se ver o mar e a lagoa na direção da cidade de Sombrio.
No retorno a trilha do Rio do Tigre para a travessia pelas pedras até o outro lado da margem para melhor ver a cachoeira que ali se forma caindo no vale. A sensação de atravessar o rio com aquela cachoeira a frente é sem igual, tamanho o desafio que o visitante faz. Trilha a frente ,após essa travessia, está a Pedra do Segredo, lá escondida perto da escarpa, sem ninguém para dizer "aqui mesmo". Se não fosse pela cerca,  uma foto próximo a ela, seria o preço de duas oportunidades para visita.
Retornamos para Câmbara do Sul,  e de lá decidir de onde partir para o pedal da serra da Faxina. Pelo horário teria que ser mais adiante. Esse pedal seria repetido, se não fosse a idéia do Alan de descer no primeiro asfalto logo a esquerda em direção a vila da Rosa em Praia Grande-SC. A descida já estava escura e dependíamos das lanternas de bicicleta. Descida muito ingreme com alguns solavancos e gramíneas esperando uma queda. No final a ponte pênsil ao lado do restaurante Casa Nossa, onde estivemos no primeiro dia.



Dia 08/03

Passeio panorâmico em Praia Grande-SC para cachoeiras na base dos cânions e Balneário do Pico.
Saímos as 09:00 h da manhã de bicicleta em direção a estrada do cânion do Churriado. Nessa região existem alguns rios e nesses locais foram feitos recantos com pequenas represas onde é possível se banhar.


Veja todas as fotos clicando aqui

Ps 01. "Quando estiver na trilha do Boi, deixe os seu problemas em casa", essa frase do guia no começo do passeio diz tudo quando se vai para um lugar vislumbrante.


Ps 02. Por mais que eu vá a Praia Grande sempre fica algo para trás, dessa vez ficou a visita a Pedra Branca.


Ps.03. a carreta das bicicletas fez sucesso, com alguns curiosos.

Ps.04. se você tem uma câmera muito boa, leve. Porque com excessão da trilha do Boi os outros lugares é tranquilo para levá-la.

Ps.05. no retorno para Curitiba, pela BR-101 parada para  almoço no restaurante Vieiras na praia do Estaleiro.