Jalapão 2019

Jalapão 2019
Fervedouro Bela Vista - Jalpão 2019
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sábado, 13 de fevereiro de 2016

Caiaquismo na Baía de Guaratuba-PR

Grupo durante o o retorno do Sítio Sambaqui (foto Kaiak Safari)
"O caiaque nasceu na Groenlândia e existe desde tempos imemoriais, servindo de meio de pesca e trabalho aos esquimós. Caiaque significa na língua local “Barco de Caçador”, e seu uso era permitido exclusivamente aos homens, que empregavam ossos de baleia, peles e tripas de focas para a construção dessa curiosa embarcação." Fonte: Wikepedia (2016)

Eu já fiz alguns eventos relacionados com embarcações, desde o rafting (com vídeo) e até mesmo passeio de canoa canadense na Chapada Diamantina. Mas essa foi a minha primeira vez com registro, que fiz um passeio de caiaque. Tenho um conhecido,o Gianmarco, que me convidou para participar do grupo dele em descidas de corredeiras, mas faltou tempo e coragem.

A Kaiak Safari promove um calendário de atividades de passeio de caiaque a partir da baía de Guaratuba-PR. Essa que que eu fiz teve como destino o Sítio Sambaqui em Cabaraquara, localidade próxima ao ao Iate Clube de Caiobá, na estrada que segue da saída do ferry-boat de travessia Caiobá-Guaratba. O Sítio Sambaqui é um dos restaurantes que servem ostra nativas, criadas no local, num programa de apoio da UFPR. Existem outros restaurantes no local como o Vivere Parvo que é mais requintado, mas todos são muito bons.

Nesse dia do passeio eu eu fiz o contato com a Kaiak e me juntei ao grupo de Joinville-SC, que foi organizado pelo Go Faster do Rogério Martins.  O percurso total foi de quase 12 km sendo que na ida tivemos uma parada na primeira parte para ver como estava o grupo. Depois uma tentativa de atravessar um lado do mangue mas uma lado estava com maré baixa. e saímos pelo outro em direção ao Iate Clube de Caiobá para chegar ao trapiche do restaurante. Embora o restaurante tenha um cardápio variado, para o nosso caso foi servido algumas ostras e macarrão com mariscos e sobremesa de sorvete, um cardápio rápido para o nosso caso. Depois de 2 horas de almoço retornamos. Na ida tivemos apoio de um bote a motor com o João e a Beatriz e nos caiaques com os seus filhos Diego e Mariana.

Fotos do Dia e link  para Kaiak Safari

Caiaquismo em Guaratuba

Trilhado no GPS

Comentários:

Ps 01 - Que engano! Normalmente os grupos são diversos e em relação as dificuldades fico tranquilo porque sempre alguém fica para trás. Dessa vez o grupo era de ex-alunos de Educação Física e pessoal de academia de musculação...advinha quem ficou por último na chegada?

Ps 02 - No relato da Kaiak Safari : "NUNCA ANTES NESSE ROTEIRO........COM UMA CORRENTEZA DE MARÉ "ABSOLUTAMENTE FORA DO NORMAL" A GALERA FOI VALENTE E VENCEU NO BRAÇO. NO RETORNO, ALÉM DA MARÉ, HAVIA MUITO VENTO.
A TRAVESSIA DA BAÍA. COMO DE PRAXE FOI A PARTE MAIS RADICAL."

Haja  força no braço esquerdo de um destro.

Ps 03. - Pela  primeira vez usei o Strava para mostrar o trilhado no GPS. Isso porque comparado ao GPSIES das outras postagens o Strava mostra a velocidade do percurso, que foi pequena.

Ps 04 - Esse foi a primeira publicação com o Flickr. Já anunciado pelo Google a desativação do Picasa a partir de Março/2016 em favor do Google Fotos. Na minha opinião um decisão aos contrários porque os recursos são bem menores que esses aqui no Blogger do próprio Google.


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Rota das Cachoeiras de Corupá-SC


Salto Grande - 14. Cachoeira e o final da trilha


Eu creio que se fizerem uma pesquisa aqui no blog com a palavra Santa Catarina aparecerá uma boa  parte do que já escrevi. Os motivos são os mais óbvios desde a proximidade com Curitiba-PR e a maior razão de todas que é o litoral mais extenso para escolhas. Mas pessoalmente, ele tem organização para o turismo, comparando com o Paraná.
Mas é sempre convidativo ir ao estado vizinho, por ser mais organizado sim. Vêem o turismo como rentável, digno de estudos comparativos.
Vou falar aqui sobre um parque que conheci há mais de 20 anos. Era chamado como a Rota das 14 Cachoeiras de Corupá. Lembro no começo que o acesso por estrada rural em meio a plantação de bananas (capital brasileira da banana), ás vezes exigia do veículo, mas já haviam no local o galpão, a lanchonete e o estacionamento. A trilha era de chão batido com algumas placas, algumas travessias eram em pinguelas e troncos de árvore. Mesmo assim, eu já considerava  estruturada. Depois numa segunda ida ao parque que já havia tornado uma estrutura com o nome do proprietário como Parque Emílio Battistella, uma RPPN - Reserva do Particular do Patrimônio Natural, que é uma propriedade de conservação que dá direito aos proprietários a isenção de impostos. Mas nada haver comparado  o caso abandonado do Buraco do Padre-PR. 
Foram feitos uma casa de portaria de entrada e recepção, com controle de acesso e funcionários, banheiros com chuveiro(até água quente), as trilhas tem deck de madeira e piso de tela, melhor sinalizadas com alguns trechos com guarda-corpo e as travessias de rio com ponte de mola. A lanchonete foi para o lado de fora na estrada de acesso. Claro o acesso é cobrado com o valor de 15 reais, que acho justo por causa do retorno de serviços e da nossa falta de consciência de preservação, onde mesmo cuidada e cobrada precisa da  nossa colaboração.
Bem com tudo isso fica mais fácil de convencer quem nunca esteve nesse local e encarar  uma subida com desnível aproximado de 600 metros e um percurso de 2900 metros (é mais que isso), com desvios para as cachoeiras como pode ser visto no registro com o GPS abaixo.
Foi a primeira vez que a minha noiva Andrea fez tal passeio. Pelo percurso e tempo que levou de ida e volta em 5 horas, que eu diria um tempo de passeio, pois o parque considera 3 a 4 horas.

Fotos do dia


Comentários:

Ps. 01 - Ledo engano quem acredita que vai subir somente 2900 m, quando trilhado deu 4950 m.
Ps. 02 - O que será desse blog com a notícia de desativação do Picasa em favor do Google fotos?
Ps. 03 - Onde está o 13. salto. Eu juro que já fotografei e um dia trago aqui.

sábado, 16 de maio de 2015

De Volta ao Morro Castelo dos Bugres



Passado 01 ano voltei a publicar no blog. Não foi por falta de assunto, até que fiz algumas viagens, mas bem poucas por causa das aulas de mestrado que aconteciam no sábado.

Mas volto com o retorno as trilhas de montanha, com um também retorno ao morro Castelo dos Bugres, onde estive a primeira vez no ano de 2009.

Desa vez não usamos a borracharia para estacionar, aliás a mesma virou um ponto de parada com uma pequena lanchonete. Também a novidade é que tem um container na entrada da trilha, que é de um segurança da empresa proprietária da área. Outro detalhe que aparecerá nas fotos é a casa da fonte que estava depredada, na época ela era nova. No mais a trilha continua úmida, e como choveu na semana estava mais ainda.
Fiz umas fotos, que publiquei no Instagram (na época não existia) e reparei que o prédio do hotel Dona Francisca aparece na mata. Também marquei no GPS, e pude ver que é uma trilha de 3,0 km, mas que parecia bem mais pelas duas horas de percurso.

Trilhado no GPS




Comentários:

Ps 01. Tem bastante informação aqui em poucas palavras.
Ps 02. Na volta parada no Café Paris para repor energias em dobro, ops calorias!
Ps 03. Toda vez me arrependo, ainda mais agora de ter lido o texto do Fiori do Seminário Paranaense de Minimo de Impacto.
Ps 04. Depois de 02 anos devolvi os mapas da Patagônia para a Tereza (Cris). Ela havia deixado na minha mochila quando estivemos lá, e ficou até essa data.
Ps 05. Tem outras histórias de anteriores, como João Pessoa e Serra Gaúcha, mas tem que parar para escrever. 

terça-feira, 4 de março de 2014

Carnaval 2014 - 4. Dia Cachoeira do Funil

saída no trevo de Itararé-SP

No último dia de carnaval, uma saída pelo período da manhã a partir do hotel até a cachoeira do Funil. Essa é a cachoeira do 1. dia que chegamos ao anoitecer e não se via nada. O percurso já havia feito no mesmo dia mas de retorno o que ao contrário é bem melhor porque é só descida de 6,0 km.

uma das travessias de riacho no lageado


Essa é uma cachoeira fria por estar num local mais fechado e o dia também amanheceu fechado como se o sol fosse se despedindo do feriado. 



Mas nem por isso deixar de aproveitar o banho, ainda mais porque é uma cachoeira que se pode entrar por trás da queda.




Na volta, eu, Fabi, Reinaldo, Jane e o namorado subimos uma estrada para descer um trecho técnico até a ponte de ferro da Ferrovia Sorocabana que está desativada desde a década de 90. Alguns lugares que passamos de bicicleta era o trilho do trem. 

Foto by biker Jane Mendes

Desse trecho passamos novamente pela gruta da Barreira encontrando a rodovia para retorno ao hotel no centro de Itararé-SP e preparar para retornar para casa.

Os Bikers que voltaram pedalando

Fotos do Dia



Trilhado no GPS

 

Comentários

Ps.01 - Bem que o trecho desativado da estrada de ferro poderia ser uma ciclovia, porque é um lugar de pouca inclinação por causa dos trens da época e pertencente ao governo. Tanto que nota-se na entrada de Itararé-SP que as margens do trilho foi invadida, mas a passagem está lá. Mas esta idéia é para um outro tipo de país, governo e povo. 

Ps.02 - O total pedalado foi de 94,07 km nos 04 dias de feriado. E onde tem cachoeira tem descida e 
na volta subida, então não é tão pouco quando se aproveitam os lugares.

Ps.03 - As chuvas do carnaval só apareceram no final da tarde quando estávamos na estrada retornando.

Ps. n+1 - Para variar os erros aqui sempre aparecem de tempos em tempos, que coisa! Mande um aviso se achar algo estranho.

Outros Locais Pedalados no Feriado:

Carnaval 2014 - 1. Dia Gruta de Barreira e Cachoeira do Funil - Sengés-PR e Itararé-SP

Carnaval 2014 - 2. Dia Cachoeiras e Cânion do Jaguaricatu

Carnaval 2014 - 3. Dia Cachoeiras do Rio da Vaca


segunda-feira, 3 de março de 2014

Carnaval 2014 - 3. Dia Cachoeiras do Rio da Vaca


Reinaldo, nosso guia de Itararé-SP, é um atleta de MTB e assim gosta de trilhas e estradas diferentes. Nesse dia saímos do hotel no sentido contrário dos outros até uma área de reflorestamento de eucaliptos onde pedalamos até uma trilha que saiu em direção ao rio da Vaca.

Quedas do Rio da Vaca com vários panelões

Nesse local ficamos um tempo e depois atravessamos para o outro lado da margem para seguir adiante até um parquinho, onde foi feita essa foto, e até um recanto onde existe um bar e piscinas rasas no encontro de dois rios. Para alguns a volta foi pedalando por 10 km.



Fotos do Dia


Trilhado no GPS


Comentários

Ps. 01 - O pedal do dia foi curto porque o anterior exigiu bastante de algumas pessoas.

Outros Locais Pedalados no Feriado:

Carnaval 2014 - 1. Dia Gruta de Barreira e Cachoeira do Funil - Sengés-PR e Itararé-SP

Carnaval 2014 - 2. Dia Cachoeiras e Cânion do Jaguaricatu

Carnaval 2014 - 4. Dia Cachoeira do Funil 

domingo, 2 de março de 2014

Carnaval 2014 - 2. Dia Cachoeiras e Cânion do Jaguaricatu

Saindo da casa da dona Augusta
No 2. dia, a pedalada saiu a partir da casa da dona Augusta, depois de andarmos de ônibus por 33,56 km de Itararé até Sengés-PR. Esse seria o mesmo local de retorno para um café da tarde.

Pedalamos 3,5 km até a primeira cachoeira, da Cabeceira após esse trecho o ônibus não acompanharia mais.

Cachoeira da Cabeceira para o primeiro banho.
Desse local seguimos para a cachoeira dos Veadinhos, onde havia uma descida de 800 metros, que na volta cobrou a diferença.

Cachoeira dos Veadinhos
Da cachoeira dos Veadinhos voltamos para estrada e seguimos em frente para mais uma descida até o mirante do cânion do Jaguaricatu.

Cânion do Jaguaricatu
Voltamos para a estrada bem menos dessa vez, e continuamos descendo cerca de 5 km até a cachoeira do Lajeado Grande (Véu da Noiva).

Cachoeira do Lajeado Grande
Depois dessa cachoeira um pouco mais de descida até a ponte e desse ponto em diante foram 8 km de subida até a casa da dona Augusta para um café da tarde com pão caseiro, doce, manteiga, queijo e bolinho frito e final do pedal de um dia inteiro.

Fotos do Dia


Trilhado no GPS

 


Comentários

Ps.01- Embora todas as atrações estejam em Sengés-PR a infraestrutura de Itararé-SP acaba fazendo o turista chegar até os locais.

Ps. 02- Foram 32 km de pedaladas, contanto as saídas para as cachoeiras e o cânion. Sendo que depois da última foram 6,5 km de subida até a casa da dona Augusta. Foi um pedal difícil por causa dos desvios até os locais.

Ps. 03- Guardada as devidas proporções o Cânion do Jaguaricatu me lembrou os Aparados da Serra.

Outros Locais Pedalados no Feriado:

Carnaval 2014 - 1. Dia Gruta de Barreira e Cachoeira do Funil - Sengés-PR e Itararé-SP

Carnaval 2014 - 3. Dia Cachoeiras do Rio da Vaca  


Carnaval 2014 - 4. Dia Cachoeira do Funil  

sábado, 1 de março de 2014

Carnaval 2014 - 1. Dia Gruta da Barreira e Cachoeira do Funil - Sengés-PR e Itararé-SP

Na estação de ferro sorocabana em Itararé-SP

O carnaval é um feriado em tanto pelo número de dias. Sempre se pensa na praia nessa época. Há um tempo deixei de ir para o litoral. A idéia de todas as pessoas na mesma direção perdeu a graça devido aos congestionamentos da estrada, supermercado, padaria e areia da praia.

Desde que existe esse blog o Carnaval foi a saída na direção contrária. Dessa vez não foi diferente. Já haviam 03 anos que a Bike Ativa levava o pessoal para Itararé-SP na divisa com Sengés-PR. E fazia tempo que eu estava curioso por ser uma região de cachoeiras e ter um cânion. Uma mistura de Prudentópolis-PR com Guartelá em Tibagi-PR.

1. Dia Chegada - Gruta da Barreira e Cachoeira do Funil - 01/03/2014

Saímos de Curitiba-PR as 09 horas da manhã e tivemos uma parada para uma manutenção de emergência num posto de gasolina. O que estava previsto para chegada as 11:30 h, aconteceu as 13:30 h. Na chegada em Itararé-SP logo foi almoçar, guardar a bagagem no hotel Paraíso e sair pedalando quase as 17:00 h. A idéia do percurso era de 15 km por  uma trilha até a gruta da Barreira. 


Gruta da Barreira
De lá o guia Reinaldo perguntou se queríamos ir até a cachoeira do Funil. Embora estivesse escurecendo topamos porque fica perto da rodovia e a volta seria de ônibus com as bicicletas na carreta.

Ao chegarmos na cachoeira estava escuro e não tinha condições para a foto. Meia-hora nesse local e fomos para a rodovia atravessando o rio no lageado por duas vezes.
Chegando lá, enquanto colocavam as bicicletas na carreta eu e a Fabi voltamos pedalando o percurso de 6,0 km de subida até Itararé.

Fotos do Dia



Trilhado no GPS




Comentários:

Ps. 01- As fotos da Cachoeira do Funil vão aparecer no último dia porque já havia anoitecido.

Ps. 02- Na gruta da Barreira existe um monumento ao soldado Constitucionalista da Revolução de 1930.

Ps. 03- Sobre a Estação de Ferro Itararé, aqui .

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Guaraqueçaba em Dias Tórridos, Férias

Pôr do sol a partir de Guaraqueçaba com nuvens de chuva que a dias não vem
Quantas oportunidades adiamos na vida? Ás vezes em dizer o quanto amamos alguém porque se pensa em um amor maior, ou então a visita aos pais ou aos amigos porque se tem a certeza que eles ainda estarão aqui e deixamos para outra data, e aquela mudança de emprego porque o novo é desafiante, e a viagem porque esperamos uma boa companhia que ás vezes não é tão boa, por ser uma idéia pessoal e pode não combinar.

Algumas vezes pensei em ir a Guaraqueçaba quando tinha tempo. Isso foi em feriados longos e férias. Tinha a desculpa de estar a 100 km ou então que um dia faria pedalando ou quem sabe de carro. 




Nessa oportunidade de mais uma semana de férias, depois de voltar do Chile, resolvi ir de verdade. Saí de carro na terça-feira com a bicicleta na bagagem, na dica do amigo Augusto. A idéia era ficar até sexta-feira dependendo da programação.

Eu fiz reserva no hotel Eduardo I e cheguei a Guaraqueçaba as 11:30 h. O barco que sai de Paranaguá as 09 horas da manhã e leva o tempo de 2:30 horas. Praticamente no almoço eu cheguei lá. E sem o que fazer, ainda mais na semana que estava quente,  na previsão dizendo dias tórridos por causa da sensação térmiaca de 40 graus Celsius.

No mesmo dia fui falar com o João, dono da pousada Chauá, que é também o dono da RPPN Sebuí, uma reserva que tem passeios de um dia ou hospedagem para conhecê-la melhor, com destaque para a famosa revoada dos papagaios de cara-roxa. 

Mas na minha programação tinha pedalar no dia seguinte até o Salto Morato, uma reserva ambiental da Fundação Boticário. No dia eu sai na quarta-feira as 08:00 horas da manhã para um percurso de 19 km. Até que fui rápido chegando lá as 09:30 h.

a caminho do salto Morato

Depois da atendente na cancela, a visita é autoguiada, chegando num estacionamento da área dos visitantes. Depois uma trilha até uma piscina formada pelo rio Morato. Parada para um banho bem vindo num dia de calor.




Nesse local logo depois chegou uma família de Matinhos-PR, com duas crianças, uma de 2 e outra de meses de idade e vieram de carro (ecosport) para um bate-volta, mas tiveram que ficar mais 01 dia. Então filhos pequenos não são desculpa.
Depois de uma hora de banho segui mais 600 metros até o salto, num total de 1500 metros dessa parte. 



O local do salto é para as fotos, o banho embaixo da cachoeira não é permitido porque existem pedras no caminho com risco de queda.
Comecei a retornar perto do meio-dia. O sol estava muito quente. As subidas que costumo pedalar acabei empurrando a bicicleta. Fiz algumas paradas para me recompor. Cheguei no hotel as 13:30 h preocupado com horário dos restaurantes, porque durante a semana não tem tanto turista, mesmo nas férias.

Até que sobrou alguma coisa de mim depois do pedal no calor
Enfim, eu fiz o meu tira-teima sobre Guaraqueçaba. Por causa do calor não fui na feira de artesanato no último dia, para comprar uma rabeca. O passeio para a RPPN do Sebuí não teve e no dia seguinte resolvi voltar.
Pretendo voltar noutra ocasião, talvez de carro, talvez com um grupo ir a reserva do Sebuí e a mata Atlântica com suas exclusividades, as 10 cachoeiras e o pôr do sol com a revoada dos papagaios.

Fotos do Dia
Trilhado pelo GPS



Comentários:

Ps. 01- Por causa do calor fiquei me devendo uma volta pela tarde até a feira de artesanatos no mesmo dia da pedalada para achar uma rabeca.

Ps 02- A ida de carro depende das condições da estrada. Se houver chuva no período é melhor consultar o DER  para saber se não há trechos alagados, ou então ligar para uma pousada para informações. 

Ps. 03- Deixei o carro no Estacionamento Bom Abrigo; Rua Correa de Freitas, nº89. Centro. Mas se voltar antes, não caia na conversa que eles não devolvem o dinheiro.

Ps. 04- E faltou tempo para a trilha da Figueira na reserva Salto Morato, por causa dos seus 5 km de percurso.

Ps. 05- Tempos de percurso dos 17,5 km:
  
ida em 50 minutos
volta em 1h e 15 min. com pausas por causa do calor

 Ps. 06- Se você fizer o mesmo de bicicleta, saia as 07:30 h no máximo para aproveitar bem o tempo no rio, porque a volta com certeza será próximo do almoço. A não ser que você se prepare para passar o dia o que é muito recomendável. Se eu soubesse da trilha da Figueira teria feito isso.

Ps. 07- O relato sobre a RPPN do Sebuí me deixou com vontade de voltar.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

De Mountain Bike em Santiago


Durante a pedalada em frente ao Cerro Santa Lucia

O melhor dos passeios foi nesse dia. Pedalar pelos parques e ruas de Santiago é de uma satisfação enorme. Quase como se integrar a vida santiaguina. Se pedala muito em Santiago, tem diversas ciclovias, uma delas atravessa a cidade ao lado do rio Mapocho numa extensão de 16 km.

Aluguei uma mountain bike no La Biciverde, que apelidei de Lapislazuli, que é uma pedra azul encontrada no norte do Chile. O custo foi de 15000 pesos das 09:00 h até as 18 horas. E valeu cada centavo.

Comecei subindo o Cerro San Cristobal num desnível de 700 m, chegando no topo as 10 horas da manhã.

No cerro San Cristobal pela manhã
Depois do outro lado do cerro, no Anfiteatro Pablo Neruda
Lá pude fazer fotos que no 1. dia não consegui por causa de muita gente. Depois desci até perto de uma piscina Tapahue e mais a frente parei para tomar um mote con huesilllios. De lá fui até um outro mirante perto do centro ambiental e da saída Pirâmide. Depois me informei como seguir a ciclovia porque ali é um acesso de várias rodovias. Fui então para o outro lado do rio entrando no bairro Vitacura. Lá eu pedi informação de como seguir em direção ao Costanera Center, que é a melhor referência da cidade.

No bairro Vitacura encontrei essas bicicletas do banco Itaú

Quando estava perto do Costanera Center avistei uma lanchonete para almoçar próximo da avenida e aproveitei o horário. Feito isso segui a ciclovia em direção ao Parque Florestal. A idéia era ir até a antiga estação Mapocho e virar em direção ao Palacio de la Moneda. Nese caminho fotografei a nova ciclovia e fui até a autopista.


Estação Mapocho, antiga estação de trens


Circulei um pouco até o Palacio de la Moneda e resolvi voltar. Eram perto das 16 horas e para mim já estava bom. Esse passeio de 30 km com vários desníveis.

Trilhado no GPS



Fotos do Dia



sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Pucón, Região da Araucania, Vulcão Villarica


Centro de informações de visitantes e o alarme de erupção do vulcão para evacuação da cidade


No domingo a noite depois de um giro a pé e de bicicleta em Santiago, subi no ônibus para a primeira parte das férias no Chile, a cidade de Pucón.

A semana não era muito animadora, pois haveriam dias de chuva que comprometeriam as diversas atividades. Até tentei inverter a ordem das semanas, mas os hostels estariam ocupados e o preço aumentaria. O jeito era torcer para que pelo menos um dia para a subida ao vulcão fosse possível.

Depois de 10 horas de viagem num ônibus semi-leito cheguei por volta das 09 horas da manhã em Pucón. Perguntando, segui para o Pucon Hostel, que fica no final da avenida principal na direção dos locais de passeio.

Na recepção conheci a Katalina que tratou da minha entrada, com muito simpatia para tentar nos entender, onde negociei o valor uma vez que nesse hostel resolvi pagar em pesos chilenos, que aumenta em 19% o valor, por causa do IVA o imposto. Em dólares não tem imposto. Tomei o café do hostel e a entrada foi logo liberada as 11 horas, ou seja uma hora antes, o que foi muito bom.
Já na saída fui descobrir onde era o restaurante simples de 03 opções de comida típica chilena, que a minha amiga Julia me indicou na rua Paraguai, 225.

Na volta avisei a Katalina que faria o passeio do Tour pela Zona, que é um passeio com visitas a alguns lugares como o parque Marinan, Ojos de Caburga, Lago Caburga, Termas Quimey e depois no retorno uma parada no lanche de empanada camposina (salame, queijo e presunto) e suco de framboeza.

Ojos de Caburga
No dia seguinte ameaçando chuva fui até a cidade de Villarica, que é uma opção próxima para se hospedar e dizem ser mais barato que Pucón.

perto do calçadão de Villarica
Os dias que se sucederam depois foram de chuva até quinta-feira pela manhã. Sem muito o que falar e mais esperar. Na quinta-feira fiz uma caminhada pela manhã até o museu Mapuche, que só tem uma sala de exposição. A tarde fui num lugar alto próximo ao mosteiro para fotos da cidade e depois caminhei até a marina de Pucón.

museu Mapuche


Vista para Pucón

marina de Pucón e do outro lado Villarica
Na sexta-feira, dia da posse de Michele Bachelet como presidente do Chile, o vulcão estava liberado para subida.

A saída foi as 07 horas da manhã com todo o equipamento, como roupa corta vento para neve, mochila contendo grampões e perneira, que depois vi que estava toda arrebentada, luvas para o frio, uma proteção para descida com a prancha e o piolet. A bota era a minha além de 2,5 de água e suco e o lanche.

Seguimos até o teleférico que era uma opção de subir com menos desgaste. Depois que chegamos lá encima caminhamos por 01 hora até uma parada para colocar os grampões. Nesse instante percebi que o grupo era muito fraco e os guias começaram a enrolar deixando o pessoal muito tempo sentado na neve. Parecia um teste. Um dos guias subiu um pouco mais e disse que havia muita neve, que ficava acima do joelho.  Andamos por mais meia-hora e os guias disseram que estavam abortando a subida porque estava perigoso. Um deles disse que na semana anterior a namorada dele tinha torcido a perna  lá encima e seria ruim para todos (acho que esse guia tem umas 20 namoradas contando essa história). Enquanto isso outro grupo subia, que eles disseram serem montanhistas. Bem, eu estava no grupo errado. Outras duas agências que estavam perto de nós fizeram o mesmo, na subida as pessoas perguntavam o que aconteceu para voltarem, eu só fiz um sinal de com o polegar de não curti.

O que posso dizer que em Pucón para subir o vulcão tem duas agências mais recomendáveis, de preço 25% maior na Patagonia Adventure, e a Mountain Life que não achei na rua principal. As demais se você estiver sozinho como eu, questione, desconfie, veja os equipamentos, porque uma vez pago não tem devolução.

Manhã  limpa para subida ao vulcão Villarica

Pode se ver acima da minha cabeça a linha dos grupos que realmente subiam o vulcão.

Voltamos depois escorregando de prancha como num esquibunda. Eu não estava nada contente, tanto que a minha marcha de descida foi muito rápida porque estava descansado.

Não vou citar os nomes das agências que fazem tudo pelo dinheiro. Fica somente as que eu citei para o leitor dizer depois se valeu a dica.

Fiquei em Pucón até a noite para pegar o ônibus as 21:00 h para Santiago. Por causa da chuva a semana ficou devendo muito mais relatos e fotos.

Fotos da semana em  Pucón



Trilhado no GPS

 

Outros relatos das férias no Chile em janeiro de 2014.

1. Férias no Chile 

3. Retorno a Santiago, 1. Dia e Viña Undurraga 

4. Valparaíso, Viña del Mar, Playa da Reñaca  

5. Caminhada no centro de Santiago 

6. De Mountain Bike em Santiago  

7. Visita a Viña Concha y Toro

8. Minhas Impressões da Viagem a Pucón, Valparaíso, Viña del Mar e Santiago - Férias no Chile

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Cascading Salto Canta Galo


As pessoas conhecem a cidade de Morretes-PR por causa dos acessos ao litoral pela BR-277 e a Estrada da Graciosa do tempo do Brasil Império. Então toda a cidade, que tem um prato típico paranaense que é o Barreado, se concentra nas margens do rio Nhundiaquara por causa dos restaurantes.

Para quem desce ao litoral pela BR 277, na margem direita existe a estrada da Limeira que liga a Guaruva-SC e BR-376. Passando pela região da serra do Prata onde existem diversos rios e cachoeiras.
Foi num desses rios que subimos o seu curso até chegar ao salto Canta Galo num percurso de 1,7 km cruzando o rio várias vezes e andando sobre as pedras.


O salto Canta Galo possui 80 metros de desnível. Fomos guiados pelo Marcyo da Paraná Expedições que montou lá no topo a ancoragem de cordas para a descida de rapel na cachoeira ou cascading.
Foi um dia de sol onde foi testada a coragem e aproveitado a oportunidade desse esporte radical.


Trilhado no GPS


Comentários:

Ps 01. Levamos 02 horas para chegar na trilha da cachoeira porque a descida para o litoral no feriado da Proclamação da República teve o congestionamento típico em Morretes por causa da recuperação de uma das pontes da BR-277.

Ps 02. Nas  fotos aparecem o Antonio e  a Geni que conheço de outras aventuras e que para mim são o exemplo de casal que tiram proveito desses eventos e são harmoniosos.

Ps 03. Já havia feito rapel em Bonito no Abismo de Anhumas e em Prudentópolis na RPPN Ninho do Corvo.

Ps 04. Trilha pelo leito de rio com 1,7 km, tempo de 1:33 h e desnível de 170 metros.

Ps 05. Uma vista muito boa para a serra da Prata.

sábado, 31 de agosto de 2013

Caminho do Itupava em 2013


No começo em Quatro Barras

Essa foi minha terceira vez, e a segunda que organizo e conduzo um grupo. Tudo pelo simples prazer de compartilhar a história que procurei na biblioteca como um relato da história do caminho e a história da passagem do Cadeado, perto do santuário da ferrovia.

Esse passeio tava programado desde junho, mas o tempo chuvoso não permitiu, e assim programei a 01 mês atrás para o final de agosto, torcendo pelo tempo bom.

E o tempo ajudou. Ajudou também a presença dos meus amigos do trabalho Edvilson e a esposa Cleonice, Flávio e a esposa Glaucia e o Marcos Scremin. Ajudou a amiga Karina que fez um treino para o Vale do Pati (boa sorte lá!) e que trouxe pessoas engraçadas, fotógrafos que proporcionaram um dia muito bacana.

No final em Porto de Cima, Morretes-PR

Fotos

Trilhado no GPS



Comentários

Ps 01. Não foi o meu caso, mas a música "se meus joelhos não doecem mais..."

Ps 02. Pela segunda vez os  macacos (na copa das árvores) resolveram aparecer.

Ps 03. Números: tempo de deslocamento 5:18:40 h de deslocamento num total de 8:31:20 h, para 18,6 km de percurso.

sábado, 24 de agosto de 2013

Pedalada da Estrada da Faxina

Largada com neblina


Embora tenha ido pedalar várias vezes para São Luiz do Purunã, uma localidade da cidade de Balsa Nova-PR, ainda não conhecia a estrada da Faxina.

Quando ouvia falar dessa estrada, as pessoas pareciam incomodadas talvez pela dificuldade que passaram. Talvez por ser um vale na margem direita da BR-277 sentido Ponta Grossa-PR ou talvez por terem feito percursos pesados como a chegada pela Itambé desde de Curitiba, que é só subida.

Dessa vez fiz essa pedalada, depois de ter adiado em 04 de Agosto. A organização foi com a Bike Ativa saindo da estrada de acesso a sede do Talia, do outro lado da rodovia, como se pode ver abaixo no trilhado no GPS.

A estrada da Faxina sai depois do portal de S.L do Purunã e vai até a estrada de concfreto da Itambé que liga a jazida da mesma são aproximadamente 10 km de percurso.

Fotos do dia.



Trilhado no GPS




Comentários

Ps 01. "Faxina", embora lembre a limpeza de algum lugar e muito apropriado para o momento, quer dizer um local de árvores com tronco estreito, típico do vale onde a estrada se encontra.

Ps 02. A previsão do tempo foi confiável.

sábado, 6 de abril de 2013

Volta em Antonio Olinto-PR via Parque Sawe.

É muito comum a presença religiosa católica na região, tendo a  principal atração a igreja ucraniana Imaculada Conceição de Nossa Senhora

Antonio Olinto é uma cidade rural de colonização polonesa e ucraniana, que fica a 140 km de Curitiba, próximo a cidade de São Mateus do Sul.  Por coincidência é o nome de um cicloturista que já fez e escreveu os guias de cicloturismo no Brasil o próprio Antonio Olinto. Eu mesmo já fui numa palestra dele em Curitiba e o encontrei na colônia Witmarsum, quando ele fazia prospecção para um novo guia no Paraná.

Mas voltando a cidade de Antonio Olinto, eu estive lá na ocasião em que a minha namorada da época Andrea Sidyr dava aula de dança folclórica ucraniana para os jovens (Jettiá) da cidade por causa do Festival Nacional de Danças Ucranianas. Assim para passar uma tarde, eu resolvi fazer uma pedalada de 40 km. Essa volta foi planejada no Bikemap. Eu tomei conhecimento desse site para planejar rotas através do Carlos Augusto, que também já planejou vários roteiros. Até pensei que ele já havia feito esses roteiros.

O planejamento é simples,  você visualiza as estradas por um mapa do Google Satélite e traça a rota que deseja realizar com a altimetria prevista. Depois baixa num GPS ou imprime os mapas do percurso. Eu montei 03 opções. Uma que seguiria para leste de 30 km, outra de 20 km de norte a sul chegando próximo ao Rio Negro (Divisa do Paraná - Santa Catarina) e outra única que disponibilizei aqui.

Os dados estão no GPSIES que aparecem aqui e também no Bikemap.



A idéia do percurso foram as estradas rurais passando pelo parque aquático Sawe retornando pela BR-476 e rodovia de acesso a cidade



Comentários:

Ps 01. Quando lembrei da pessoa do Antonio Olinto, lembrei também que no Paraná o cicloturismo não existe, apesar do guia que ele fez. Porque quando comparamos com o estado de Santa Catarina que tem 04 rotas de cicloturismo muito bem elaboradas e visitadas, é de dar uma inveja boa. E olha que o estado do Paraná é mais rico que o vizinho e ao mesmo tempo pobre em aproveitar as oportunidades turísticas. Por exemplo a rota dos tropeiros não poderia ser um cicloturismo?

Ps 02. Não visitei a igreja ucraniana da cidade, tombada pelo patrimônio estadual, porque errei o caminho e não tinha mais tempo de desviar o objetivo do percurso. Ficou para uma próxima planejada. 

Ps 03. Depois que saí do parque Sawe tinha como objetivo andar um pouco pela BR-476 e então desviar por uma estrada paralela. Bem, essa estrada foi parecendo de pouco uso,  mais a frente passei por duas porteiras. Depois não tinha continuidade ao terminar numa estrada transversal. Já era noite e ao optar por sair a direita acabei andando mais que o previsto fora da rota do GPS. Essa saída da BR-476 não foi uma boa!

Ps04. Aliás, atravessar porteira sem ter a certeza do que há na passagem como por exemplo cachorros  e boi é muito arriscado.

Ps 05. A altimetria do percurso planejado no Bikemap não é transferida para o GPS.

Ps 06. Antonio Olinto é em homenagem ao ministro da época da vinda dos imigrantes para a região e também é o nome de um escritor, veja a página da Academia Brasileira de Letras. 

Ps 05. Olhando depois na opção de mapa Openstreetmap do GPSIES acima andei mais no município de São Mateus do Sul do que no de Antonio Olinto. 

Ps 06. Passado um tempo realizei um novo percurso na região pelo mesmo motivo descrito acima e fiz as fotos da igreja ucraniana Imaculada Conceição de Nossa Senhora.