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sábado, 31 de agosto de 2013

Caminho do Itupava em 2013


No começo em Quatro Barras

Essa foi minha terceira vez, e a segunda que organizo e conduzo um grupo. Tudo pelo simples prazer de compartilhar a história que procurei na biblioteca como um relato da história do caminho e a história da passagem do Cadeado, perto do santuário da ferrovia.

Esse passeio tava programado desde junho, mas o tempo chuvoso não permitiu, e assim programei a 01 mês atrás para o final de agosto, torcendo pelo tempo bom.

E o tempo ajudou. Ajudou também a presença dos meus amigos do trabalho Edvilson e a esposa Cleonice, Flávio e a esposa Glaucia e o Marcos Scremin. Ajudou a amiga Karina que fez um treino para o Vale do Pati (boa sorte lá!) e que trouxe pessoas engraçadas, fotógrafos que proporcionaram um dia muito bacana.

No final em Porto de Cima, Morretes-PR

Fotos

Trilhado no GPS



Comentários

Ps 01. Não foi o meu caso, mas a música "se meus joelhos não doecem mais..."

Ps 02. Pela segunda vez os  macacos (na copa das árvores) resolveram aparecer.

Ps 03. Números: tempo de deslocamento 5:18:40 h de deslocamento num total de 8:31:20 h, para 18,6 km de percurso.

domingo, 1 de julho de 2012

Morro Pão de Loth Num Dia de Sol

Morro Pão de Loth visto do Caminho do Itupava

O mês de Junho de 2012 quase passou desapercebido nos eventos ao ar livre na região próxima a Curitiba. Eu retornei da Chapada Diamantina na Bahia no dia 03/06, exatamente quando entrou uma frente fria na região e choveu durante 03 semanas seguidas, só vindo a parar no dia 23/06. Foi tanta água que as lavanderias ficaram abarrotadas de roupas para secar.

Na semana seguinte o sol começou a dar o ar da graça com perspectivas de um fim de semana iluminado pelo astro rei. E com tanto sol, todo mundo saiu de casa. Isso se refletiu nos parques da cidade de Curitiba  com muita gente e nas estradas para as praias, que no retorno de domingo teve congestionamentos.

E na serra da Baitaca não foi diferente. O morro do Anhangava tinha fila de pessoas para subi-lo. Uma opção esperta foi o desprezado morro Pão de Loth. Desprezado porque o vizinho Anhangava e o caminho do Itupava fazem ele parecer uma opção da próxima vez.



O morro Pão de Loth é uma opção para quem está começando a conhecer trilhas e não está acostumado com o esforço de caminhar e subir por algum lugar. 

E nesse domingo não foi diferente. Sem o compromisso de acordar muito cedo para os desafios maiores. Sem a presença de muitas pessoas no mesmo lugar.


Comentários:


Ps 01. Uma das melhores vistas para o conjunto de montanhas do Marumbi.


Ps 02. 40 minutos de caminho do Itupava a partir do posto do IAP, mais 40 minutos de subida, num total de 4 km.


Ps 03. O dia estava muito proveitoso com várias pessoas por aí nas serras como o Mildo, Jopz e o Beto na Torre da Prata por exemplo.


Ps 04. Esse foi um morro sem compromisso de começar sendo as 11:00 h da manhã e retorno para o IAP Quatro Barras as 14:00 h.


Ps 05. Eu havia ido a primeira vez no Desafio dos 03 Morros.


Ps 06. A serra do mar está tão perto, mas eu não quero ela perto, prá não desaparecer.

Ps 07. Mais fotos da Carla aqui.


Ps 08. No retorno saindo de Borda do Campo uma parada no Café Colonial da Bisa, que fica na estrada depois de passar por baixo da rodovia do contorno leste e pegando a esquerda no asfalto, até chegar no Rancho do Cavalo em Quatro Barras. Essa é uma boa dica na região e funciona de sexta a domingo.

sábado, 26 de novembro de 2011

Dia de Sol no Caminho do Itupava



Em Março de 2010 eu fui pela primeira vez no Caminho do Itupava. Foi uma semana de incertezas pelo mal tempo, mas que não choveu porém ficou tudo tampado e até a foto do Marumbi teve que esperar. Foi também um passeio onde as incertezas, causaram problemas, isto pode ser revisto na postagem Caminho do Itupava - Indecisão, Confusão e Sucesso.

Nesse ano de 2011 as facilidades do Facebook permitiram junto com alguns amigos a criação de um grupo o Vitamina e Farofa Montanhas e Trilhas. Uma homenagem as dois personagens das montanhas da serra paranaense. A partir desse grupo fizemos duas saídas para os morros do Anhangava e do Canal. Foram percursos para quem nunca havia feito algo parecido. Desde então havia a vontade de se fazer o Caminho do Itupava que foi interditado este ano desde Março até o final de Outubro por causa das chuvas fortes que sujaram a trilha e derrubaram algumas árvores..

Quando o caminho foi liberado, logo marcamos uma data para o final de Novembro. Era a última, porque em Dezembro os compromissos de fim de ano ocupam a todos. Após várias previsões de chuva conseguimos confirmar e realizar a trilha num dia de sol que proporcionou algumas surpresas.

Nesse final de semana pensávamos que teríamos um grupo de pelo menos 20 pessoas, mas somente 13 puderam confirmar. Para duas pessoas João Pavan e Maumau era um retorno. Para os demais era a 1. vez nesse caminho dos tempos do Brasil Colônia, e que está ali graças a preservação da serra do mar. Uma preservação não muito colaborada pelos visitantes que depredaram instalações históricas e abandonadas pela União. Que também não colaboram pelo lixo que é deixado na trilha,  como o que recolhemos antes da primeira ponte elevada no percurso,  e também pela quantidade de lixo que é deixada para ser recolhida na Casa do Ipiranga. Uma transferência de responsabilidade pela falta de reconhecimento do que representa essa região. Hoje podemos ver pelo Google Maps, como a região da serra está muito próxima dos adensamentos, e ela é muito estreita pelo que representa e está sempre sob risco e o lixo deixado poderia ser evitado.

Mas não foi somente essa constatação desesperançosa. Pudemos ver a natureza no seu vislumbrar da primavera, com vários pássaros, cheiros das flores no percurso, uma aranha caranguejeira, roedores passando correndo, um grupo de macacos próximo ao Cadeado que não nos deixou fotografá-los.

No Santuário N. Sra. do Cadeado fotos muito boas como a do Marumbi (era a minha esperança).



E no final, quase na estrada das Prainhas uma cobra Caninana, típica da serra do mar, dizendo esse caminho histórico eu também faço.



Participantes desse dia Maumau, João Pavan, Jeter, Simoni, Eleni, Celso, Juliana Silva, Cleber e  os Borbas Rogério (pai), Rodrigo e Raffael (filho), 13 pessoas.

Siga as fotos abaixo.


Ps 01. O cansaço e os escorregões da trilha são sempre esquecidos, ao final da trilha.

Ps 02. Encontramos  o Luis Delfrate do Montanhoso ( Facebook) por duas vezes. Na parte final da trilha e no ponto esperando o ônibus que acabou ganhando uma carona do nosso grupo no retorno para Curitiba.

Ps 03 Tempo de percurso 4:42 h  e tempo parado 4:40 h segundo o GPS. Inicio as 8:12 h e término as 17:05 h. Eu sei que essa conta não bate, mas ela não é minha.

Ps 04. Quem de fato aproveitou no final com um banho de rio próximo ao IAP de Porto de Cima foi o Jeter. Passei vontade!

Ps 05. A denominação Itupava é de origem Tupi-guarani, que significa rio encachoeirado, uma característica dos rios da serra do mar.

sábado, 31 de julho de 2010

CIRCUITO 3 X 1 - O Desafio dos 03 Morros

Morro Samambaia
De CIRCUITO 3 X 1 - O Desafio dos 03 Morros

Há um tempo atrás eu conheci a Raquel fazendo o Caminho do Itupava. Ela era a guia do Roda Livre, que também organiza passeios. Na ocasião até tirei uma foto dela na ponte da Casa do Ipiranga para roda dágua. Ela também estava na lista do grupo de aventuras Altaneiros do qual faço parte, então me interessei pelos passeios  dela porque tem uma lista para o ano todo. Numa das ocasiões combinamos  em Junho/2010 de ir ao morro do Canal,  mas as chuvas do período não deixaram..
Em julho ela programou o passeio Desafio dos 03 Morros. Eu fui um dos primeiros a confirmar, só faltava o tempo ajudar.
Nesse dia 31 de julho, depois de 02 finais de semana chuvosos, o tempo ajudou. Em 23 pessoas, partindo do Shopping Muller e do Colégio Bom Jesus fomos até o ponto de inicio em Borda do Campo, perto de Quatro Barras, com a primeira pela trilha da Asa Delta em direção ao morro da Samambaia, que fica ao lado no morro do Anhangava. O morro do Samambaia substituiu o mais famoso próximo,  nas missas de 1. de maio tradicionais  na região. Uma subida leve e logo estávamos no seu topo. Com vista para a serra do Ibitiraquera que compreende o Pico Paraná e suas montanhas próximas como o Itapiroca, Caratuva, Ferradura e outras.

Morro do Anhangava
De CIRCUITO 3 X 1 - O Desafio dos 03 Morros

Em seguida subimos pela trilha até alcançar o morro do Anhangava pelo lado norte (sem ser muito preciso nessa orientação). Há 15 anos atrás eu estive no Anhangava, fui de bicicleta com  alguns amigos, não me lembrava de muita coisa, tinha sido na época a minha primeira experiência de trilha e morro. O significado da palavra Anhangava em tupi-guarani é "morada do diabo",. Dizem que os indios ficavam imaginando com seria chegar lá em cima. Há também os ufólogos que ligam montanha a disco voadores como pode ser conferido no site Fenomenum. O morro do Anhangava é a escola dos montanhistas do Paraná. Lá como pudemos conferir o pessoal treina a escalada na rocha devido as diversas opções de vias.
Depois seguimos em direção a face sul do Anhangava para descermos. Neste lado havia uma capela e um cruzeiro onde era celebrada a missa de 1. de maio e que foi transferida para o morro Samambaia. Até então havia degradação pelo número de pessoas, cerca de 400 a cada ano, num único dia. Na face sul, eu tirei algumas fotos e tentava me me lembrar do local em que fiz as mesmas no passado. Fizemos a descida pela escada de ferro na rocha ali existente, um desnivel de quase 20 metros.

Morro Pão de Loth
De CIRCUITO 3 X 1 - O Desafio dos 03 Morros

Um pouco abaixo eu tirei algumas fotos dos grupos treinando a escalada na rocha. As 12:40 h estávamos na trilha que seguiria para o posto do IAP, o começo do Caminho do Itupava. Uma caminhada de 40 minutos  com pausa para descanso e pegamos a trilha para o 3. morro do dia,  o morro Pão de Loth. Ele é o marco do inicio da  descida da serra do mar, no Parque Estadual da Serra da Baitaca.
Nessa hora o cansaço aparecia, em quase todos,  mas a vontade de chegar ao novo local era grande. A trilha é mais fechada, comparada as anteriores.  Chegando ao topo tivemos uma bela vista do pico Marumbi e o seu conjunto de montanhas.
Um dia perfeito de tempo bom, com belas vistas da Serra do Ibitiraquera e  do Conjunto do Marumbi. Uma ótima aventura organizada pela Raquel, uma das pessoas mais querida e entusiastas dos passeios ao redor da região metropolitana de Curitiba.

Clique na apresentação abaixo para ir direto as fotos no Picasa.



sábado, 6 de março de 2010

Caminho do Itupava - Indecisão, Confusão e Sucesso


O histórico Caminho do Itupava, a nossa herança com os antepassados colonizadores do Brasil, mais exatamente ao sul, a estrada ou trilha que fez nascer o Paraná, ligar o litoral a Curitiba bem antes dessa última  ser considerada a capital do estado, a comarca, o único caminho original. Tudo isso está relatado no livro Os Caminhos  da Comarca de Curitiba e Paranaguá que está na Biblioteca Pública do Paraná e que já consultei.
Há tempos eu queria fazer essa trilha. Lembro ainda das primeiras informações que obtive nos anos 90, até conseguir ligar para o senhor Vitamina, na secretaria da cultura do Paraná, um senhor famoso e personagem das trilhas e montanhas da  nossa serra do mar, para saber se era possível fazê-la de bicicleta, quando ainda não tinha a "mountain bike" dos meus passeios de hoje. Total desconhecimento porque carregaria muito a bicicleta.
Depois vieram os convites, mas coincidiram com as viagens a trabalho e até uma má condição do tempo.
E finalmente o passeio aconteceu, depois da minha indecisão durante a semana, por causa da possibilidade de chuva. E assim mais uma organização do Heron, que dessa vez deu um  trabalho, que o leitor vai ler mais a frente.
Começamos nossa caminhada por volta das 8:00 h no posto do IAP em Borda do Campo, Quatro Barras - PR. A história do caminho está no endereço aqui clicável, e que usei um pouco para comentar com os caminhantes. A idéia era uma primeira parte até a Casa do Ipiranga, primeiro encontro com a estrada de ferro, e primeira parada para um lanche. 
Nessa primeira parte da trilha uma cachoeira, uma gruta e fotos próximo a trilha para o Pão de Loth, para então o inicio da descida da serra e o primeiro calçamento. Alguns escorregões (3) desse que lhe escreve como se avisassem: mais prá frente é isso, então lembre-se. Até então chegarmos a Casa do Ipiranga
Uma parada para diversas fotos das ruínas da casa e da hidrelétrica. O local e a história mais recente, dos passeios de trem, tudo isso me fez lembrar da música da banda Blindagem Lá Vai o Trem. Fizemos um lanche junto do pessoal do Roda Livre que encontramos nesse local. Logo depois  o Heron faria a contagem para continuarmos o caminho. A partir daqui começa uma confusão que chamei de Efeito Borboleta, que abaixo segue o relato.
" Enquanto fui fazer um pit-stop (avisado) próximo a ponte de ferro do Ipiranga, o pessoal voltava para a Casa do Ipiranga. Quando retornei encontrei o Giba (copeliano) que tinha avisado ao grupo que ele, eu e um baiano subiríamos um atalho para encontrarmos o pessoal na trilha para o Cadeado, bem próximo, era uma diferença de 300 metros. Subimos e esperamos o pessoal, que não aparecia, e pensamos será que já passaram e seguiram a frente. E fomos alcançá-los, mas não encontrávamos. Então voltamos até o Ipiranga. Lá encontramos o pessoal e o inicio da confusão. Havia um escoteiro (adulto) no grupo que havia saído na frente acompanhado de uma amiga, eu lembrava dele por causa do inicio do calçamento onde o pessoal começou a escorregar e ele estava bem a frente. Um amigo desse escoteiro achou que ele não havia chegado ainda ao Ipiranga e ficou uma discussão, porque eu era um dos últimos junto com a Estela e a Marcia além do Giba que fechava o grupo. Mas o amigo do escoteiro insistia que não, que isso não era costume do amigo e que havia algo errado e que ele ficou para trás. Nessa hora até uma fumaça na mata chamou a atenção. O que o Heron fez?  Voltou pela trilha para tirar a dúvida. Nisso o amigo do escoteiro que foi junto retornou e seguiria para a Passagem do Cadeado. Então esse grupo da casa do Ipiranga foi acompanhá-lo, logo a frente um outro grupo do Roda  Livre já havia saído. Passou uma hora de atraso em relação ao previsto para continuarmos. E mais uma vez para não ter dúvidas ficamos os mesmos por último. 
Seguimos pela trilha até atravessar um rio e chegar numa subida onde seguiríamos a esquerda. Nesse ponto 4 pessoas que estavam a nossa frente quase continuaram reto subindo um morro de terra (amarela). Saímos então pela esquerda. Pensei nessa hora que esse era um local  para confundir.
Assim  seguimos, contando piadas relacionando esse caso com  a série LOST, cruzando pequenos rios e seguindo o calçamento da trilha. Chamou-me a atenção que a altitude ainda não variava tanto, ficando próximo dos 800 metros nessa parte da trilha.
Ao chegarmos na Passagem do Cadeado uma foto que deu nome ao local e então o desnível. Encontramos os demais caminhantes no Santuário que haviam saído bem a  nossa frente, mas para surpresa faltavam aquelas pessoas que tinham saído junto de nós e que se distanciaram. Havia também um recado do escoteiro, colado junto ao monumento de Nossa Senhora do Cadeado, quando da passagem dele por ali.


Claro, era certo que o escoteiro estava a frente e que logo "ele" não teria problemas. Antes disso o Giba que estava conosco, recebeu as informações do Heron quanto a primeira confusão e estava vindo até nós.
Algumas fotos, auto-foto e continuamos a descida até o posto do IAP Porto de Cima. Uma descida forte no calçamento não permite vacilo porque é bem liso e não tem calçado bom para isso.
Passamos as pontes dos rios São João e Ipiranga, que sem as mesmas antes da restauração e com toda a chuva dessa temporada, seria muito difícil. A partir desses dois locais,  a Estela, Marcia e eu fomos ficando para trás por causa das diversas fotos, inclusive uma que espero balançando num cipó. Saímos então na estrada para Porto de Cima (liga a estação de Eng. Lange no sentido oposto). Fotos da serra, do rio,  uma boa foto de um cogumelo feita pela Estela. O desvio junto ao caminho para usina hidrelétrica do Marumbi (COPEL) e chegamos ao posto do IAP. 
Mais uma vez outra surpresa, faltavam chegar ainda 9 pessoas, então não éramos os últimos como se imaginava.  Onde estava esse grupo? Eram 18:15 h. Tinha gente perdida na trilha.
O nosso ônibus estava ali, mas só sairia quando os últimos chegassem, e parte do pessoal que chegou antes  pegou uma carona. Então nós três decidimos continuar caminhando até a Pousada e Restaurante Dona Siroba. Essa última caminhada foi cansativa, talvez porque não contava com ela.
Ao chegar na pousada diversas perguntas porque faltava gente. O Giba preocupado queria que eu voltasse, mas não tinha condições fisicas para voltar ao Cadeado. E fui tomar um banho. Até as 20:30 h ficamos esperando e o grupo apareceu. 
Lembra do relato acima sobre um ponto que poderia confundir. Pois o grupo que se distanciou de nós e mais o pessoal do Roda Livre haviam tomado esse caminho errado.
O Heron que estava voltando da primeira confusão, pois havia ido até próximo do caminho do Pão de Loth, encontrou todo esse pessoal que retornava a trilha depois de se perderem."
Assim depois de todas essas confusões pudemos jantar na pousada e encontrei o "professor Miranda" que é dono dali. Para mim antes de ele ser o presidente do Paraná Clube era o professor do CEFET-PR, nem lembrava mais que era dono da Pousada Dona Siroba.
Um instante de pedido de desculpa do escoteiro, que sem querer, gerou uma série de acontecimentos.
A chegada a Curitiba foi a 0:00 hora, duas a mais do previsto. 
Sabem que nem choveu ou teve pancadas como estava previsto, ainda bem.
Entre mortos e feridos todos se salvaram.




Constatações do blogueiro:

01 - Se a previsão é de pancadas de chuva no decorrer do período, pode ser que com sorte como a minha, não aconteça.
02 - Não tem calçado que não escorregue na trilha.
03 - No período de chuvas o espetáculo das cachoeiras é maravilhoso.
04 - Os meus joelhos suportaram a descida mais do que ouvi falar.
05 - Pouca gente conhece a história da trilha principalmente a Passagem do Cadeado.
06 - Muita gente faz a trilha e que os poucos que causam vandalismo fazem um estrago enorme nas placas, chão e construções.
07 - Que a ALL lavou as mãos quanto a preservação das contruções. A pior parte do privatização e do capitalismo selvagem.
08 - Sem a recuperação patrocinada pelo convênio Brasil - Alemanha só os mais aventureiros e fortes poderiam fazer a trilha.
09 - Quando estiver em grupo, fique com ele independente se você já conhece o caminho, para não gerar dúvidas de localização das pessoas.  Vale qualquer aviso de distanciamento até para "pit-stops".
10 - Por mais que alguém conheça a trilha passado um tempo ela fica diferente, porque caí uma árvore, desliza terra e isso causa algum desvio e pode confundir.
11 - Preservar a trilha e a mata atlântica que forma a serra do mar é muito importante pela  natureza e a história que ela representa.
 12 - Que esse relato foi tão longo pela série de acontecimentos além do passeio.