Jalapão 2019

Jalapão 2019
Fervedouro Bela Vista - Jalpão 2019
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domingo, 29 de setembro de 2019

Jalapão 3. Dia - Cachoeira Velha, Praia do Rio Novo e Dunas


Piquenique no suposta sede da fazenda que pertenceu ao Pablo Escobar.
Dia de mudança de cidade em direção a Mateiros-TO. A primeira parte foi a visita a cachoeira da Velha para fotos.






Na praia do rio Novo começou uma chuva o que atrapalhou um pouco fazer imagens. É um local para se refrescar na prainha. Nesse dia aconteceu, sem maiores consequências, duas pessoas se viram em apuros quando avançaram no rio e a correnteza carregou uma delas rio abaixo, fazendo os guias da outra empresa correrem para trazê-las de volta.


Na hora do almoço o piquenique do nosso guia Silvanio da Jalapão 10, que eu chamei de "grandenique".



O fim de tarde foi na direção as dunas do Jalapão com as primeiras fotos para o morro saca-trapo.






domingo, 13 de março de 2016

Pedal Estrada Rio do Julio

Igreja Luterana no Vale das Hortênsias

Estrada Rio do Julio, Vale das Hortênsias ou Pirabeiraba-Schroeder, podem ser tantos apelidos para um trecho que liga a estrada Dona Francisca a cidade de Schroeder em Santa Catarina. Vale das Hortênsias porque o trecho inicial que pertence a cidade de Joinville teve o cuidado de se plantar tais flores junto a casas bem cuidadas. Estrada Rio do Julio porque o rio margeia o lado direito em direção a Schroeder-SC, em todo o percurso, onde há também barragens de PCH-Pequena Central Hidrelétrica Bracinho, pertencente a CELESC.
Esse pedal eu já havia tentado fazê-lo por 03 vezes com outros grupos. A última tentativa foi em 13 de Janeiro desse ano, e as chuvas da semana fizeram desmoronar as laterais da estrada. O que pude ver agora que fiz o passeio é que a estrada recortada ao longo da serra com desnível de 700 metros para Schroeder e o rio beirando favorecem de um jeito ou de outro a interdição após as chuvas.
O que vi também, o trecho bem cuidado ou que tem as flores de hortênsia pertence ao lado de Joinville. Segundo um dos nascidos na região e mountain bike Hélio que nos informou de vários detalhes, a estrada surgiu da necessidade de extração de madeira no passado, sendo alguns trechos trilhas que se tornaram a estrada em meio a montanha. O lado de Joinville foi mais desenvolvido e cuidava até a divisa, e o lado para Schroeder, é o mais acidentado e sujeito aos desmoronamentos em grande parte.
Mas finalmente na semana da comemoração dos meu aniversário, por coincidência me dei o presente do pedal muito esperado, com o Marcos da Roda Livre. Eu havia feito somente um pedal simples, com ele e o Tony da loja Canyon Adventures, para Colônia Faria (entre Campina Grande e Colombo no Paraná).

Fotos do Dia e Link do Roda Livre





Percurso Trilhado no GPS



Comentários

Ps 01. Foto do dia. Numa das primeiras fotos se vê o pai Hélio levando a sua filha Suria nas costas, numa cadeira de carregar criança em trilha da Deuter. Detalhe é que ela foi na costas durante o pedal.



segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Rota das Cachoeiras de Corupá-SC


Salto Grande - 14. Cachoeira e o final da trilha


Eu creio que se fizerem uma pesquisa aqui no blog com a palavra Santa Catarina aparecerá uma boa  parte do que já escrevi. Os motivos são os mais óbvios desde a proximidade com Curitiba-PR e a maior razão de todas que é o litoral mais extenso para escolhas. Mas pessoalmente, ele tem organização para o turismo, comparando com o Paraná.
Mas é sempre convidativo ir ao estado vizinho, por ser mais organizado sim. Vêem o turismo como rentável, digno de estudos comparativos.
Vou falar aqui sobre um parque que conheci há mais de 20 anos. Era chamado como a Rota das 14 Cachoeiras de Corupá. Lembro no começo que o acesso por estrada rural em meio a plantação de bananas (capital brasileira da banana), ás vezes exigia do veículo, mas já haviam no local o galpão, a lanchonete e o estacionamento. A trilha era de chão batido com algumas placas, algumas travessias eram em pinguelas e troncos de árvore. Mesmo assim, eu já considerava  estruturada. Depois numa segunda ida ao parque que já havia tornado uma estrutura com o nome do proprietário como Parque Emílio Battistella, uma RPPN - Reserva do Particular do Patrimônio Natural, que é uma propriedade de conservação que dá direito aos proprietários a isenção de impostos. Mas nada haver comparado  o caso abandonado do Buraco do Padre-PR. 
Foram feitos uma casa de portaria de entrada e recepção, com controle de acesso e funcionários, banheiros com chuveiro(até água quente), as trilhas tem deck de madeira e piso de tela, melhor sinalizadas com alguns trechos com guarda-corpo e as travessias de rio com ponte de mola. A lanchonete foi para o lado de fora na estrada de acesso. Claro o acesso é cobrado com o valor de 15 reais, que acho justo por causa do retorno de serviços e da nossa falta de consciência de preservação, onde mesmo cuidada e cobrada precisa da  nossa colaboração.
Bem com tudo isso fica mais fácil de convencer quem nunca esteve nesse local e encarar  uma subida com desnível aproximado de 600 metros e um percurso de 2900 metros (é mais que isso), com desvios para as cachoeiras como pode ser visto no registro com o GPS abaixo.
Foi a primeira vez que a minha noiva Andrea fez tal passeio. Pelo percurso e tempo que levou de ida e volta em 5 horas, que eu diria um tempo de passeio, pois o parque considera 3 a 4 horas.

Fotos do dia


Comentários:

Ps. 01 - Ledo engano quem acredita que vai subir somente 2900 m, quando trilhado deu 4950 m.
Ps. 02 - O que será desse blog com a notícia de desativação do Picasa em favor do Google fotos?
Ps. 03 - Onde está o 13. salto. Eu juro que já fotografei e um dia trago aqui.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Trilha do Parque da Chapada dos Veadeiros

Foto Clássica do Cânion I
Último dia de passeio na Chapada dos Veadeiros. Dessa vez fizemos a trilha oficial do parque, aliás o único acesso autorizado ao público. A entrada fica no lugarejo de São Jorge que faz para da cidade de Alto Paraíso, como dizem por lá este lugarejo é a Búzios da região, ou seja custa mais caro ficar e comer por lá.
No nosso caso depois de retornarmos de Cavalcante para Alto Paraíso, o programado era no dia seguinte a trilha do parque. Foi o único mais caminhado da semana comparado com os outros dias onde chegávamos perto de mountain bike e as trilhas tinham no máximo 2 km.
No começo o nosso guia Estevão, mais conhecido por Gudu nos explanou sobre a flora do parque, falando de espécies como o candombá, a orelha de ovelha, o copaíba. No caminho também falou de geologia, no caso o cristal de rocha que teve os seus últimos interesses econômicos durante a 2. guerra e pós-guerra  mundial, na confecção de osciladores de frequência utilizados na eletrônica.
Depois seguimos até a cachoeira das Cariocas para um banho de rio.

Cachoeira das Cariocas

 Da cachoeira das Cariocas fomos para os Cânions I e II. Esse local é muito interessante onde nadando um pouco contra o rio você avista a cachoeira do cânion.



No final foi o retorno para o lugarejo de São Jorge para um lanche. Depois para a pousada em Alto paraíso e a noite um rodizio de pizza na Vila Chamego onde quem se desloca é o cliente para pegar as diversas pizzas que são assadas no pátio.

Fim de férias na Chapada. Valeu grupo da Bike Ativa.



Fotos do dia


Fotografado pelo Grupo


Trilhado no meu GPS



segunda-feira, 6 de julho de 2015

Pedal Vale da Lua - Chapada dos Veadeiros

Formação rochosa no Vale da Lua
Esse dia foi o pedal mais diversificado da região. Iniciou na pousada Alfa Ômega saindo pela rodovia GO 239.

Primeira parada no bar Rancho do Waldomiro onde faríamos o almoço (Matula) na volta, com direito a diversas cachaças, entre elas buriti, jaboticaba, cana e etc.




Depois fizemos uma parada no Jardim de Maytrea, onde o guia Gudu falou sobre o local e a referência esotérica, que está dentro do Parque Nacional.

Veredas apelidadas de Jardim de Maytrea
No final alcançando o Vale da Lua, que é a descida de um rio em meio a uma formação rochosa de areia compactada, conhecida por paraconglomerado que foi apelidado por lembrar a superfície da Lua.


Formação que lembra o solo lunar.


Na nossa volta tive ir no ônibus porque o câmbio da coroa se deslocou e apesar de ajustá-lo novamente não queria testar subindo. Na volta ao Rancho do Waldomiro provei os diversos licores e cachaças o quye comprometeu meu retorno a Alto Paraíso, que não foi pedalado. Não costumo postar prato de comida então vai o link.

No mais foi retornar para a pousada, tomar uns chás e a noite ir até o bar vegano Cravo & Canela.

Fotos do dia



Fotografadas pelo grupo


Trilhado no meu GPS



Mais da Chapada dos Veadeiros

domingo, 5 de julho de 2015

Pedal Cataratas do Rio dos Couros - Chapada dos Veadeiros

Grupo pronto para pedalar


Para começar a semana na chapada dos Veadeiros, fizemos um pedal com inicio deslocado da nossa pousada. A idéia era superar o subida longa para um pedal de 31 km, sendo que no final teria uma trilha a pé de 1,5 km para os diversos saltos do rio dos couros, sendo eles Muralha, Franja, Bujão e no final Parafuso que é somente visualizado através de um cânion.

Antes da etapa caminhada fizemos um almoço preparado pela Michéle, uma macarronada fria que para o calor caiu bem, além de outros lanches complementares.




E durante a trilha quem se atreveu a pular...

Nosso guia Gudu (Estevão da Travessia) em ação. A sequência está no álbum.
Rejane, Rubens, Maumau e Andrea



Fotos do dia



Fotografadas pelo grupo



Trilhado no meu GPS

Mais da Chapada dos Veadeiros

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Guaraqueçaba em Dias Tórridos, Férias

Pôr do sol a partir de Guaraqueçaba com nuvens de chuva que a dias não vem
Quantas oportunidades adiamos na vida? Ás vezes em dizer o quanto amamos alguém porque se pensa em um amor maior, ou então a visita aos pais ou aos amigos porque se tem a certeza que eles ainda estarão aqui e deixamos para outra data, e aquela mudança de emprego porque o novo é desafiante, e a viagem porque esperamos uma boa companhia que ás vezes não é tão boa, por ser uma idéia pessoal e pode não combinar.

Algumas vezes pensei em ir a Guaraqueçaba quando tinha tempo. Isso foi em feriados longos e férias. Tinha a desculpa de estar a 100 km ou então que um dia faria pedalando ou quem sabe de carro. 




Nessa oportunidade de mais uma semana de férias, depois de voltar do Chile, resolvi ir de verdade. Saí de carro na terça-feira com a bicicleta na bagagem, na dica do amigo Augusto. A idéia era ficar até sexta-feira dependendo da programação.

Eu fiz reserva no hotel Eduardo I e cheguei a Guaraqueçaba as 11:30 h. O barco que sai de Paranaguá as 09 horas da manhã e leva o tempo de 2:30 horas. Praticamente no almoço eu cheguei lá. E sem o que fazer, ainda mais na semana que estava quente,  na previsão dizendo dias tórridos por causa da sensação térmiaca de 40 graus Celsius.

No mesmo dia fui falar com o João, dono da pousada Chauá, que é também o dono da RPPN Sebuí, uma reserva que tem passeios de um dia ou hospedagem para conhecê-la melhor, com destaque para a famosa revoada dos papagaios de cara-roxa. 

Mas na minha programação tinha pedalar no dia seguinte até o Salto Morato, uma reserva ambiental da Fundação Boticário. No dia eu sai na quarta-feira as 08:00 horas da manhã para um percurso de 19 km. Até que fui rápido chegando lá as 09:30 h.

a caminho do salto Morato

Depois da atendente na cancela, a visita é autoguiada, chegando num estacionamento da área dos visitantes. Depois uma trilha até uma piscina formada pelo rio Morato. Parada para um banho bem vindo num dia de calor.




Nesse local logo depois chegou uma família de Matinhos-PR, com duas crianças, uma de 2 e outra de meses de idade e vieram de carro (ecosport) para um bate-volta, mas tiveram que ficar mais 01 dia. Então filhos pequenos não são desculpa.
Depois de uma hora de banho segui mais 600 metros até o salto, num total de 1500 metros dessa parte. 



O local do salto é para as fotos, o banho embaixo da cachoeira não é permitido porque existem pedras no caminho com risco de queda.
Comecei a retornar perto do meio-dia. O sol estava muito quente. As subidas que costumo pedalar acabei empurrando a bicicleta. Fiz algumas paradas para me recompor. Cheguei no hotel as 13:30 h preocupado com horário dos restaurantes, porque durante a semana não tem tanto turista, mesmo nas férias.

Até que sobrou alguma coisa de mim depois do pedal no calor
Enfim, eu fiz o meu tira-teima sobre Guaraqueçaba. Por causa do calor não fui na feira de artesanato no último dia, para comprar uma rabeca. O passeio para a RPPN do Sebuí não teve e no dia seguinte resolvi voltar.
Pretendo voltar noutra ocasião, talvez de carro, talvez com um grupo ir a reserva do Sebuí e a mata Atlântica com suas exclusividades, as 10 cachoeiras e o pôr do sol com a revoada dos papagaios.

Fotos do Dia
Trilhado pelo GPS



Comentários:

Ps. 01- Por causa do calor fiquei me devendo uma volta pela tarde até a feira de artesanatos no mesmo dia da pedalada para achar uma rabeca.

Ps 02- A ida de carro depende das condições da estrada. Se houver chuva no período é melhor consultar o DER  para saber se não há trechos alagados, ou então ligar para uma pousada para informações. 

Ps. 03- Deixei o carro no Estacionamento Bom Abrigo; Rua Correa de Freitas, nº89. Centro. Mas se voltar antes, não caia na conversa que eles não devolvem o dinheiro.

Ps. 04- E faltou tempo para a trilha da Figueira na reserva Salto Morato, por causa dos seus 5 km de percurso.

Ps. 05- Tempos de percurso dos 17,5 km:
  
ida em 50 minutos
volta em 1h e 15 min. com pausas por causa do calor

 Ps. 06- Se você fizer o mesmo de bicicleta, saia as 07:30 h no máximo para aproveitar bem o tempo no rio, porque a volta com certeza será próximo do almoço. A não ser que você se prepare para passar o dia o que é muito recomendável. Se eu soubesse da trilha da Figueira teria feito isso.

Ps. 07- O relato sobre a RPPN do Sebuí me deixou com vontade de voltar.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Chapada Diamantina - 1. Parte Mucugê-BA - Férias

Rio Cumbuco em Mucugê-BA
Certa vez,  eu vi uma foto que me impressionou. Não sei se foi na revista Aventura e Ação, mas era foto de uma pessoa com mochila numa ponta de pedra fotografado debaixo na impressão que estivesse numa rampa ao ar livre. Essa foto e esse local me impressionaram, era uma das regiões da Chapada Diamantina na Bahia. Desde então coloquei essa região nos meus planos e listei aqui no blog, que depois de realizada deu lugar a um novo objetivo de viagem na mesma região.

A mesma foto inspiradora aparecerá num dos relatos apenas com a diferença de luz da região por ter sido feito num final de tarde.

Nas próximas postagens vou relatar como foi a façanha de viajar fora do período da alta temporada, na sêca que afetava a região, os imprevistos e a sorte de como deve ser um mochilão.


1. Dia- Mucugê-BA 21/06/21012, Poço Azul, Poço Encantado e Projeto Sempre Viva.

Normalmente quem vai a Chapada Diamantina tem como referência a cidade de Lençóis. A minha amiga Fabiane Felizari havia ido na semana de carnaval de 2012 para fazer alguns passeios de mountain bike. Baseado na experiência dela eu decidi ficar na cidade de Mucugê. Uma cidade de altitude parecida com  a de Curitiba-PR, com  frio no inverno que requere uma blusa e garoas variando no período. Também porque desejava ir a cachoeira do Buracão e estava na metade do caminho do contrário se tivesse ido a cidade de Lençóis.

Eu havia saído no domingo 20/05 as 13:40 h de Curitiba e cheguei a Salvador as 18:30 h, seguindo direto para rodoviária para pegar o ônibus as 20:30 h até a cidade de Itaberaba-BA e trocar de ônibus para saída as 00:50 h e chegar a pousada Casa da Roça de Mucugê as 04:30 h da manhã do dia 21/05. Fui dormir as 05:15 h para acordar as 08:00 h da manhã. Foi uma viagem bem cansativa.

De primeira após o café, eu fui até a agência Calango para saber dos possíveis passeios. A primeira Poço Azul e Poço Encantado. Saber também de algum passeio de bicicleta, onde conheci o Joab que fez o passeio com a amiga Fabi, e a possível saída para a cachoeira do Buracão. Bem como é baixa temporada as saídas de Mucugê são bem dificeís, pois não tem público na cidade e quem viaja sozinho tem que bancar os deslocamentos, começou a ser frustrante essa escolha da cidade.

A saída para o Poço Azul e Poço Encantado foi de carona de moto. Havia a expectativa de começar mesmo dormindo pouco. Na primeira parada mergulho no Poço Azul e as fotos que desafiam a imaginação sobre flutuar.

Poço Azul


No Poço Encantado só pode ser feito o visual do lago com seus 60 metros de profundidade no meio e 30 nas laterais que custei a entender, em que o fundo nas laterais é o reflexo do teto.

Poço Encantado


Almocei no Poço Encantado, com carne de bode e bovina além de conhecer o bodó de banana que é um preparado cozido de banana e temperos. No retorno no final da tarde na última hora paramos no Projeto Sempre Viva para uma visita ao trabalho de história, pesquisa e tentativa de repor na região a flor Sempre Viva, espécie endêmica de Mucugê. Que quase foi extinta por ter substituído o diamante na economia da região.

Sempre Vivas.

Voltando a Mucugê fui conhecer o Roberto Sapucai, numa dica da Ana e do Helder da Pousada Sincorá de Andaraí. O Roberto tem uma loja que é a Trilhas e Caminhos perto da prefeitura. Ele é um dos responsáveis pelos diversos mapas da Chapada Diamantina. Meu interesse eram três coisas: Levar parte da minha bagagem para a pousada de Andaraí por causa do fim do Vale do Pati, saber como ir ao Vale do Capão e descobrir mais pessoas para ir a cachoeira do Buracão em Ibicoara.. Não tive boas notícias por causa da disponibilidade e do custo.

A noite fui jantar no restaurante Sabor e Arte uma das boas opções pelo dia e pela noite.



2. Dia - Fotos pela Cidade, e Subida ao Morro do Cruzeiro em 22/05/2012





Meu segundo dia em Mucugê foi de tentativas de ir a outras locais, mas não estava fácil. Resolvi pela manhã fazer algumas fotos, pois de todas as cidades da Chapada Diamantina, Mucugê foi a que manteve o casaril mais preservado ao longo do tempo e qualquer alteração na fachada das casas seguem exigências o IPHAN.

Caminhei e fotografei pela manhã até a hora do almoço. Na parte da tarde fui até o morro do Cruzeiro na dica do Roberto Sapucai, e eu aguardei até o meio da tarde pois o tempo variava muito. A trilha fica ao lado direito do cemitério Bizantino.


A noite aproveite para ir no restaurante Point da Chapada. Um local requintado com opções de pratos e pizzas e pertence a Janete (prima da Neuza da pousada). No jantar uma pizza de marguerita e lombinho e vinho, porque nessas férias ninguém é ferro.

Percurso trilhado no GPS



3. Dia - Trilha da Cachoeira das Andorinhas e Sete Quedas em 23/06/2012.

Fiz o café da manhã bem cedo para tentar pegar o ônibus para Ibicoara, mas ele saiu as 6:50 h da manhã, bem mais cedo que eu esperava. Retornei a pousada conheci a Cleuza que estava viajando de férias e chegou a Mucugê na noite anterior. Ela é sócia da pousada Guapuruvu que fica na Ilha Grande-RJ. Depois do eu fui ao ACVM- Associação dos Condutores dos Visitantes de Mucugê , para saber da opção de passeio para a cachoeira das Andorinhas e Sete Quedas do rio Cumbuco. Chamei a Creuza para acompanhar o passeio com o guia Petrônio. A trilha começa junto a rodovia que passa ao lado da cidade num portão de ferro. No percurso as histórias da região e a cachoeira da Andorinha onde fiz um mergulho. A temperatura do dia estava amena tanto que na sequência dos saltos também só eu entrei na água.

Atrás a Cachoeira das Andorinhas com pouca água.


Efeito chá noutro tibum ao longo das quedas do rio

Mais a frente terminamos perto da Casa do Diamante que é um espaço que demonstra os equipamentos e de como o diamante era lapidado. Uma casa encaixada num buraco nas pedras no alto, as margens do rio, onde o diamante era lavrado. Retornamos a cidade num percurso que começou as 08:30 h e terminou as 15:15 h.

Fotos do período.


Trilhado no GPS



Veja também mais da Chapada Diamantina: