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domingo, 2 de março de 2014

Carnaval 2014 - 2. Dia Cachoeiras e Cânion do Jaguaricatu

Saindo da casa da dona Augusta
No 2. dia, a pedalada saiu a partir da casa da dona Augusta, depois de andarmos de ônibus por 33,56 km de Itararé até Sengés-PR. Esse seria o mesmo local de retorno para um café da tarde.

Pedalamos 3,5 km até a primeira cachoeira, da Cabeceira após esse trecho o ônibus não acompanharia mais.

Cachoeira da Cabeceira para o primeiro banho.
Desse local seguimos para a cachoeira dos Veadinhos, onde havia uma descida de 800 metros, que na volta cobrou a diferença.

Cachoeira dos Veadinhos
Da cachoeira dos Veadinhos voltamos para estrada e seguimos em frente para mais uma descida até o mirante do cânion do Jaguaricatu.

Cânion do Jaguaricatu
Voltamos para a estrada bem menos dessa vez, e continuamos descendo cerca de 5 km até a cachoeira do Lajeado Grande (Véu da Noiva).

Cachoeira do Lajeado Grande
Depois dessa cachoeira um pouco mais de descida até a ponte e desse ponto em diante foram 8 km de subida até a casa da dona Augusta para um café da tarde com pão caseiro, doce, manteiga, queijo e bolinho frito e final do pedal de um dia inteiro.

Fotos do Dia


Trilhado no GPS

 


Comentários

Ps.01- Embora todas as atrações estejam em Sengés-PR a infraestrutura de Itararé-SP acaba fazendo o turista chegar até os locais.

Ps. 02- Foram 32 km de pedaladas, contanto as saídas para as cachoeiras e o cânion. Sendo que depois da última foram 6,5 km de subida até a casa da dona Augusta. Foi um pedal difícil por causa dos desvios até os locais.

Ps. 03- Guardada as devidas proporções o Cânion do Jaguaricatu me lembrou os Aparados da Serra.

Outros Locais Pedalados no Feriado:

Carnaval 2014 - 1. Dia Gruta de Barreira e Cachoeira do Funil - Sengés-PR e Itararé-SP

Carnaval 2014 - 3. Dia Cachoeiras do Rio da Vaca  


Carnaval 2014 - 4. Dia Cachoeira do Funil  

sábado, 13 de outubro de 2012

Feriado da Padroeira "Guartelá Aqui Benfica"


Rio Iapó no cânion Guartelá
Ponte de Pedra atrás junto a cachoeira. Esquerda para direita Augusto, Maumau, Lizandra, Ju, e Fabi
Tudo começou uma semana antes quando me perguntaram o que faria no feriado. Ficaria em Curitiba. A semana era de calor e todos me falavam que iriam para as diversas praias, principalmente as de Santa Catarina.

Até que alguns amigos vendo que um grupo iria pedalar em Tibagi-PR resolveram por conta organizar algo parecido por lá. E no feriado começou a entrar uma frente fria que baixou bem as temperaturas principalmente em Curitiba e litoral catarinense. De repente alguns desistiram da praia. E nós fomos para a região do cânion Guartelá onde o tempo seria mais firme. Ironia do destino para quem ficaria em Curitiba há uma semana atrás.

Quando chegamos na entrada do parque do cânion do Guartelá resolvemos visitá-lo porque a vinda de bicicleta seria difícil por causa do vento contra. Após a inscrição na sede do parque seguimos as trilhas que levam ao mirante e outra a vista da Ponte de Pedra.

Eu tinha um interesse pessoal porque queria achar um geocache que é um caixa com mensagem e um brinde de troca que fica escondido e pode ser achado por um GPS. Aliás o Geocaching é um grupo na Internet sobre esse caça ao tesouro moderno e no Paraná tem grupo organizado. Ele deveria estar embaixo no mirante em um dos pilares mas não consegui achar. Alguém provavelmente encontrou e retirou antes mas não deve ser uma pessoa do grupo.

Pilares onde deveria estar o geocache numa das fendas.
Depois da visita ao parque seguimos para Tibagi, onde almoçarmos e em meio ao tempo instável decidiríamos se sairíamos de bicicleta.
Chegamos ao hotel Formigas da Figueira nos instalamos e fomos almoçar. Antes no estacionamento vários pés de jaboticaba carregados.
Depois do almoço tiramos as bicicletas e fomos pedalar nos arredores da cidade.


No dia seguinte fizemos um biking até o Salto Santa Rosa e cachoeira Puxa Nervos num total de 38,5 km de ida e volta em estradas rurais e de alguns sobe e desce.


Após esse pedal detalhado nas fotos pelas belezas das cachoeiras retornamos para fechar o hotel, almoçar, uma visita pessoal ao museu da cidade e retorno a Curitiba que ainda estava fria e de garoa. Foi um feriado em termos de clima e oportunidade um tanto irônico para mim.



Trilhado no GPS. O ponto "Não" foi o de geocahe não encontrado no parque.


Comentários:

Ps 01. Informações sobre o Cânion Guartelá aqui.

Ps 02. Dicas da Sofia sobre o Hotel Formigas da Figueira e do blog do Mildo.

Ps 03. Hotel Formigas da Figueira eu recomendo, fone 42- 3275- 1842.






Ps 04. Muita sorte chegar no cânion Guartelá num horário que o céu se abriu.

Ps 05. Fazia um tempo que eu não tocava um violão bem tranquilo, e ver a Liz tocando com cifras baixadas no Tablet naquele momento, foi a novidade musical tecnológica.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Carnaval 2012 - Hiking Cânion da Chapadinha em Piraí do Sul




Quando se pensa no carnaval, logo vem a lembrança da praia. Acredito, porque a maioria das capitais brasileiras são no litoral, como o Rio de Janeiro e o maior espetáculo da terra da época. Se você está no litoral tudo bem, mas se precisa se deslocar vem então aquela imagem do congestionamento. É a estrada congestionada, a praia, o restaurante, o mercado, a balada, enfim tudo.

Por não estar na praia nesse período, a tempos decidi tomar rumos diferentes. Em  2009 estive em Prudentópolis e em 2011 nos Aparados da Serra. Lembrei que em 2010 eu fui a Piçarras e peguei um congestionamento totalizando 5 horas de um percurso na sexta-feira a noite que se faz em 2,5 horas.


Dessa vez retornei ao Piraí do Sul, na pousada Serra do Pirahy, próximo ao cânion da Chapadinha. Eu estive lá noutra ocasião, de 01 dia,  para fazer a trilha da cachoeira Paulina.








Nesta viagem essas foram as seguintes atrações:

01) Cânion Guartelá, Castrolanda e rio sobre o lageado de pedra na pousada com vários locais de banho, 



02) trilha da cachoeira Paulina que devido ao tempo fechado coloquei aqui as fotos da 1. vez que estive lá



03) trilha para o topo da cachoeira onde as atrações são as formações rochosas típicas dos Campos Gerais e 02 sítios de pinturas rupestres e caminhada subindo por dentro do rio tipo o programa da TV a Cabo A Prova de Tudo.

04) Aproveitando o Rio próximo a pousada



Tivemos um pedal de 16 km. Antes avaliamos a possibilidade de fazer um de 40 km, mas a volta teria uma subida na serra de 8 km, que não contemplariam todos, e a van de apoio estaria em outra cidade e também porque o percurso seria mais de exercício físico do que de atração.

Enfim no feriado onde quem não pula no desfile de carnaval, pula entre desvios da trilha, de ponta num rio, ou embaixo de uma cachoeira.

Comentários:

Ps 01. A região dos Campos Gerais e suas formações rochosas com rios sobre os lageados de pedra e cachoeiras se estende da Lapa até Sengés na divisa com São Paulo. Essa direção quase que NOR-Nordeste tem muitas atrações. A única coisa que não se estende por lá é o projeto de turismo típico dessa paisagem. As cidades não se conversam para um roteiro turístico. Se você procurar aqui  verá uma parte disso que estou comentando.

Ps 02 As trilhas por GPS estão aqui cachoeira e topo, mas o acesso é pago e guiado pelo Emerson proprietário da Pousada. Mesmo pago não é tudo liberado na permanência porque a quem pense que tem todos os direitos, inclusive de deixar lixo e causar fogueiras desnecessárias.

Ps 03. O comentário do Emerson sobre a água que depois de 1,0 metro da nascente já está comprometida é digno dos tempos de sustentabilidade.

Ps 04. Blogueiros Caminhantes estiveram lá também.


sábado, 30 de abril de 2011

Pedalada em Balsa Nova, via São Luiz do Purunã




Para conhecer Balsa Nova de bicicleta existe um guia patrocinado encontrado na Internet. Ele é mais informativo, não tem a intenção de guiar o turista, combinando mapa com o percurso. Há poucas opções também para aproveitar o passeio, no caso de lugares para um café ou almoço, no muito são as pousadas que precisam ser agendardas O que empolga mesmo são as paisagens. Dessas se você seguir o pensamento comum da natureza: "NADA SE TIRA ALÉM DE FOTOS; NADA SE DEIXA ALÉM DE PEGADAS; NADA SE MATA A NÃO SER O TEMPO; NADA SE QUEIMA A NÃO SER CALORIAS; NADA SE LEVA A NÃO SER SAUDADES", poderá aproveitar muito bem um dia de passeio.
A história de Balsa Nova vem dos tempos do tropeirismo. Ela está inserida na rota que cruza o Paraná. O nome da cidade se deve ao fato dos tropeiros terem que atravessar o rio Iguaçu. Essa travessia era feita em precárias canoas, até que foram substituídas por nova balsa. Desta referência surgiu o nome Balsa Nova, fonte site Rota dos Tropeiros.

Fotos clique aqui também.



Final do pedal 39,25 km




Comentários do blogueiro:

Ps 01. Apesar das informações na Internet em termos de turismo, para cicloturistas e peregrinos os percursos carecem de informação, a exemplo dos roteiros de Santa Catarina. Lá as secretarias de  turismo, municipal ou estadual reconhecem os lugares mais modestos, tornando-os atrativos, por exemplo clique aqui. Estamos devendo, ainda é muito pouco.


Ps. 02 Quem visualiza pelo Internet Explorer vê os slides com problemas. Infelizmente a solução disso está além das minhas possibilidades. Mas sem maiores problemas porque o link das fotos está normal. Recomendo ver pelo Firefox ou pelo Google Chrome.


Ps 03. 3000 km pedalados ou melhor foram registrados pelo odômetro da bicicleta durante esse passeio, num período de 02 anos e meio.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Carnaval 2011- Cânions dos Aparados da Serra - Trilha do Rio do Boi


Dia 05/03

"Tenho que voltar para fazer a trilha do Rio do Boi", foi o que eu escrevi em 18/07/2009, quando estive em Praia Grande-SC, viajando de férias pelas serras de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o clima era de inverno mas muito chuvoso na região e a trilha ficou para outra ocasião.
Passado quase 02 anos depois de comentar com o Alan e a Sirlene saiu a viagem de retorno. Os dois cada vez mais estruturados com serviço de passeios com o nome Sherpa turismo, hoje tem uma van e providenciaram um transbike que estava sendo inaugurado nesse passeio.
Com alguns colegas da empresa e saímos na sexta-feira pela BR-116 em direção a Câmbara da Sul-RS numa viagem noturna de quase 11 horas, afinal a alternativa pela BR-101 teria o congestionamento das praias e seria uma viagem de ponta a ponta pelo litoral catarinense.
Depois de um café em Câmbara do Sul seguimos para a entrada do Parque do Itaimbezinho. Lá as trilhas auto guiadas de 3,0 km a do Cotovelo e de 1,5 km a do Vértice. O sol nos apoiando e com menos neblina da vez que estive no ano de 2009. Próximo das 15 horas saímos sendo que alguns desceram de bicicleta os 14 km que liga o parque a cidade de Praia Grande-SC na parte de baixo dos cânions. Um pouco de neblina mas nada tão intenso por causa do horário. Nesse retorno estada no Hostel Nativos dos Cânions do senhor Aldoir Rosa e jantar de comida rural no restaurante Casa Nossa.



Dia 06/03

A trilha do rio do Boi particularmente era a minha curiosidade, porque ir a região e não fazê-la só com muito impedimento e falta de preparo para caminhar pelas pedras do leito do rio até o inicio dos cânions do Itaimbezinho. As 08:00 h estávamos no posto do IBAMA para cadastro e preparação para a saída. É uma trilha que preferencialmente se faz usando bota porque as pedras e a travessia do rio requerem maior cuidado. Além de que se coloca uma perneira para proteção da canela porque pode bater numa pedra pontuda, além de outro riso que está nas fotos. Muita travessia de rio, acredito que polo menos umas 10 travessias numa fila de pessoas que alterna homem e mulher de mão dadas para que ninguém caia e seja levado pela correnteza. Durante o percurso no vale uma parede que moram umas aranhas, parecia até o jogo Hero do Atari (lembrança antiga) na qual não toque nelas e depois umas piscinas para nadar junto dos paredões.
Mais a frente as cachoeiras e a vista do morro da Mamica, até que se entra na parte dos cânions. No final uma vista para para a parte da trilha do vértice, onde bati um papo com a guia Sabrina sobre os detalhes da vista. E depois de uma palestra do guia Leonardo sobre a origem dos cânions e a formação rochosa da região um retorno, com parada para piscina e lanche e um desvio por uma trilha na mata para superar a parede as aranhas. Mas antes no caminho a surpresa que está nas fotos no Picasa.





Dia 07/03

A visita ao cânion Fortaleza seria a minha segunda ida, mas no passado o tempo não estava bom, haviam muitas nuvens, vento forte no topo e neblina no vale. Dessa vez o dia de sol proporcionou tudo aquilo que o ecoturista vislumbra, que é a visão dos paredões e do vale, apreciadas da borda e o campo extenso para além, onde pode se ver o mar e a lagoa na direção da cidade de Sombrio.
No retorno a trilha do Rio do Tigre para a travessia pelas pedras até o outro lado da margem para melhor ver a cachoeira que ali se forma caindo no vale. A sensação de atravessar o rio com aquela cachoeira a frente é sem igual, tamanho o desafio que o visitante faz. Trilha a frente ,após essa travessia, está a Pedra do Segredo, lá escondida perto da escarpa, sem ninguém para dizer "aqui mesmo". Se não fosse pela cerca,  uma foto próximo a ela, seria o preço de duas oportunidades para visita.
Retornamos para Câmbara do Sul,  e de lá decidir de onde partir para o pedal da serra da Faxina. Pelo horário teria que ser mais adiante. Esse pedal seria repetido, se não fosse a idéia do Alan de descer no primeiro asfalto logo a esquerda em direção a vila da Rosa em Praia Grande-SC. A descida já estava escura e dependíamos das lanternas de bicicleta. Descida muito ingreme com alguns solavancos e gramíneas esperando uma queda. No final a ponte pênsil ao lado do restaurante Casa Nossa, onde estivemos no primeiro dia.



Dia 08/03

Passeio panorâmico em Praia Grande-SC para cachoeiras na base dos cânions e Balneário do Pico.
Saímos as 09:00 h da manhã de bicicleta em direção a estrada do cânion do Churriado. Nessa região existem alguns rios e nesses locais foram feitos recantos com pequenas represas onde é possível se banhar.


Veja todas as fotos clicando aqui

Ps 01. "Quando estiver na trilha do Boi, deixe os seu problemas em casa", essa frase do guia no começo do passeio diz tudo quando se vai para um lugar vislumbrante.


Ps 02. Por mais que eu vá a Praia Grande sempre fica algo para trás, dessa vez ficou a visita a Pedra Branca.


Ps.03. a carreta das bicicletas fez sucesso, com alguns curiosos.

Ps.04. se você tem uma câmera muito boa, leve. Porque com excessão da trilha do Boi os outros lugares é tranquilo para levá-la.

Ps.05. no retorno para Curitiba, pela BR-101 parada para  almoço no restaurante Vieiras na praia do Estaleiro.

sábado, 6 de novembro de 2010

Piraí do Sul - PR, Trilha do Cânion da Chapadinha, Cachoeira Paulina



E como tava difícil o último mês para se fazer uma trilha, ou qualquer coisa ao ar livre. Todo o final de semana de outubro chovia. E quando não choveu no dia 23/10 eu tinha uma prova de Cross-duathlon do Naventura e perdi a Trilha da Mamona.

Mas a trilha da pousada Serra do Piraí, segundo a Raquel (fotos) sairia de qualquer jeito, se bem que antes tinha sido cancelada por causa da chuva.
Um sábado de previsão de pouca chuva e saímos para viajar até a cidade de Piraí do Sul, com uma parada antes para ir até a pedreira do Rubinho, desativada, para umas fotos. Um passatempo para adiantados.

Por volta das 11 horas da manhã chegamos na pousada e tivemos que aguardar o Emerson proprietário e guia. Na recepção fomos recebidos pelos cães labradores dele, que depois soubemos o nome Picumã (preto) e Jau-jau (claro). Cão labrador quem conhece sabe que há uma lei na América do Norte, que diz que todo cão morde pessoas, menos o labrador.

Quando o Emerson chegou, quase ao meio-dia saímos para trilha do cânion da Chapadinha com final na cachoeira Paulina. Eu fiz uma estréia de um GPS, sem muita instrução fui tentando marcar a trilha. Mais umas trilhas e colocarei num desses blogues.

A região de Piraí do Sul faz parte da Rota dos Tropeiros que vem da Lapa até Sengés na parte do Paraná. A paisagem é típica dos Campos Gerais, muita pedra, gramíneas, morros e entre vales que formam rios e desses rios aparecem cachoeiras, é uma paisagem típica paranaense.

No caminho os labradores sempre entravam numa poça de água, mas a cachoeira mostraria outras surpresas, andamos por cerca de 1:30 h. 

Ao chegarmos na cachoeira, uma vista em tanto, a queda de 60 metros com uma prainha de areia branca. Ir lá e não entrar na água, não teria graça, mas estava gelada, apesar do mês de novembro ser de calor.

Na cachoeira percebi que tinha perdido meu óculos na trilha, então era fazer o caminho de volta. Depois de algumas subidas, lá estava ele perto de um tronco que havia me abaixado para passar.

Na volta retornamos a pousada para um café da tarde colonial, até a 18:30 h quando retornamos para Curitiba.


ps. a Raquel que organizou o passeio descobriu esse local no programa da RPCTV Meu Paraná. Confira aqui.


Demais informações no site Pousada da Serra do Piraí.