Jalapão 2019

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Fervedouro Bela Vista - Jalpão 2019
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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Caminhada no Centro de Santiago

"Temos perdido também este crepúsculo.
Ninguém nos viu esta tarde com as mãos unidas
enquanto a noite azul tangia sobre este mundo.
E tenho visto desde minha janela
uma festa do poente entre as serras distantes.
Às vezes como uma moeda
se ascendia um pedaço de sol entre minhas mãos."...
(Poema 10, 20 Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada, de Pablo Neruda)


O dia foi reservado para caminhadas pelos principais pontos turísticos de Santiago que são as ruas, praças e museus.
Pela manhã comecei de uma forma inusitada visitando o museu Pablo Neruda, a casa La Chascona. 


É uma visita autoguiada pelos interiores da casa com um fone em português, sem a possibilidade de tirar fotos, somente da parte externa. A visita nesse lugar para mim foi muito significativa de todos os lugares que fui nesse dia.

Depois peguei o metrô e desembarquei em Plaza de las Armas que é bem o centro de Santiago, onde está o passeio Puente, passeio Ahumada, museus e prédios públicos. Eu segui aos conselhos do blog Like Chile, sobre roteiros conforme a estação de metrô.

Comecei pelo centro de informações turísticas pedindo um mapa melhor do que eu tinha. Então entrei no museu de história que conta sobre a fundação da cidade até os dias de hoje.

Centro de Informações Turísticas


O que deixou a desejar é que a Plaza de las Armas está em reforma com tapumes ao redor assim como alguns prédios do arredor, então não se tem acesso a tudo. Entrei na igreja catedral de Santiago.

Catedral de Santiago e os tapumes da Plaza de las Armas



Segui então para o Mercado Central para um almoço. Peixe congrio frito no cardápio. No ano passado comi o mesmo  assado (na palla) em Puerto Natales o assado que é bem melhor. Do mercado segui até o Palácio de la Moneda que é o sentido contrário. No caminho dois fatos me chamaram a atenção que as pessoas pedem para ler a sorte nas cartas.

Pessoas lendo a sorte nas cartas

E outra muito estranha foi a venda de leite de mula. Pareceu-me um truque entre pessoas conhecidas. Imagine em Curitiba em plena boca maldita uma pessoa com dois animais tirando leite para servi aos interessados prometendo ganhos de saúde.


Leite de Mula

Depois fui ao museu pré-colombiano (detalhes da reforma) que conta a pré-história dos povos da América do Sul antes dos descobrimentos.




Seguindo em frente fui atrás do Palácio de la Moneda que tem um centro cultural, Esse centro cultural lembrou o museu Oscar Niemeyer em Curitiba. Havia uma exposição de design italiano pouco interessante.


Caminhei nos diversos paseos da região e fui na entrada de alguns museus que estavam fechados a algum tempo talvez por causa do último terremoto. Foi o dia de turismo mais comum e que todos fazem quando vão a Santiago.

Fotos do Dia



sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Pucón, Região da Araucania, Vulcão Villarica


Centro de informações de visitantes e o alarme de erupção do vulcão para evacuação da cidade


No domingo a noite depois de um giro a pé e de bicicleta em Santiago, subi no ônibus para a primeira parte das férias no Chile, a cidade de Pucón.

A semana não era muito animadora, pois haveriam dias de chuva que comprometeriam as diversas atividades. Até tentei inverter a ordem das semanas, mas os hostels estariam ocupados e o preço aumentaria. O jeito era torcer para que pelo menos um dia para a subida ao vulcão fosse possível.

Depois de 10 horas de viagem num ônibus semi-leito cheguei por volta das 09 horas da manhã em Pucón. Perguntando, segui para o Pucon Hostel, que fica no final da avenida principal na direção dos locais de passeio.

Na recepção conheci a Katalina que tratou da minha entrada, com muito simpatia para tentar nos entender, onde negociei o valor uma vez que nesse hostel resolvi pagar em pesos chilenos, que aumenta em 19% o valor, por causa do IVA o imposto. Em dólares não tem imposto. Tomei o café do hostel e a entrada foi logo liberada as 11 horas, ou seja uma hora antes, o que foi muito bom.
Já na saída fui descobrir onde era o restaurante simples de 03 opções de comida típica chilena, que a minha amiga Julia me indicou na rua Paraguai, 225.

Na volta avisei a Katalina que faria o passeio do Tour pela Zona, que é um passeio com visitas a alguns lugares como o parque Marinan, Ojos de Caburga, Lago Caburga, Termas Quimey e depois no retorno uma parada no lanche de empanada camposina (salame, queijo e presunto) e suco de framboeza.

Ojos de Caburga
No dia seguinte ameaçando chuva fui até a cidade de Villarica, que é uma opção próxima para se hospedar e dizem ser mais barato que Pucón.

perto do calçadão de Villarica
Os dias que se sucederam depois foram de chuva até quinta-feira pela manhã. Sem muito o que falar e mais esperar. Na quinta-feira fiz uma caminhada pela manhã até o museu Mapuche, que só tem uma sala de exposição. A tarde fui num lugar alto próximo ao mosteiro para fotos da cidade e depois caminhei até a marina de Pucón.

museu Mapuche


Vista para Pucón

marina de Pucón e do outro lado Villarica
Na sexta-feira, dia da posse de Michele Bachelet como presidente do Chile, o vulcão estava liberado para subida.

A saída foi as 07 horas da manhã com todo o equipamento, como roupa corta vento para neve, mochila contendo grampões e perneira, que depois vi que estava toda arrebentada, luvas para o frio, uma proteção para descida com a prancha e o piolet. A bota era a minha além de 2,5 de água e suco e o lanche.

Seguimos até o teleférico que era uma opção de subir com menos desgaste. Depois que chegamos lá encima caminhamos por 01 hora até uma parada para colocar os grampões. Nesse instante percebi que o grupo era muito fraco e os guias começaram a enrolar deixando o pessoal muito tempo sentado na neve. Parecia um teste. Um dos guias subiu um pouco mais e disse que havia muita neve, que ficava acima do joelho.  Andamos por mais meia-hora e os guias disseram que estavam abortando a subida porque estava perigoso. Um deles disse que na semana anterior a namorada dele tinha torcido a perna  lá encima e seria ruim para todos (acho que esse guia tem umas 20 namoradas contando essa história). Enquanto isso outro grupo subia, que eles disseram serem montanhistas. Bem, eu estava no grupo errado. Outras duas agências que estavam perto de nós fizeram o mesmo, na subida as pessoas perguntavam o que aconteceu para voltarem, eu só fiz um sinal de com o polegar de não curti.

O que posso dizer que em Pucón para subir o vulcão tem duas agências mais recomendáveis, de preço 25% maior na Patagonia Adventure, e a Mountain Life que não achei na rua principal. As demais se você estiver sozinho como eu, questione, desconfie, veja os equipamentos, porque uma vez pago não tem devolução.

Manhã  limpa para subida ao vulcão Villarica

Pode se ver acima da minha cabeça a linha dos grupos que realmente subiam o vulcão.

Voltamos depois escorregando de prancha como num esquibunda. Eu não estava nada contente, tanto que a minha marcha de descida foi muito rápida porque estava descansado.

Não vou citar os nomes das agências que fazem tudo pelo dinheiro. Fica somente as que eu citei para o leitor dizer depois se valeu a dica.

Fiquei em Pucón até a noite para pegar o ônibus as 21:00 h para Santiago. Por causa da chuva a semana ficou devendo muito mais relatos e fotos.

Fotos da semana em  Pucón



Trilhado no GPS

 

Outros relatos das férias no Chile em janeiro de 2014.

1. Férias no Chile 

3. Retorno a Santiago, 1. Dia e Viña Undurraga 

4. Valparaíso, Viña del Mar, Playa da Reñaca  

5. Caminhada no centro de Santiago 

6. De Mountain Bike em Santiago  

7. Visita a Viña Concha y Toro

8. Minhas Impressões da Viagem a Pucón, Valparaíso, Viña del Mar e Santiago - Férias no Chile

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Chapada Diamantina - 1. Parte Mucugê-BA - Férias

Rio Cumbuco em Mucugê-BA
Certa vez,  eu vi uma foto que me impressionou. Não sei se foi na revista Aventura e Ação, mas era foto de uma pessoa com mochila numa ponta de pedra fotografado debaixo na impressão que estivesse numa rampa ao ar livre. Essa foto e esse local me impressionaram, era uma das regiões da Chapada Diamantina na Bahia. Desde então coloquei essa região nos meus planos e listei aqui no blog, que depois de realizada deu lugar a um novo objetivo de viagem na mesma região.

A mesma foto inspiradora aparecerá num dos relatos apenas com a diferença de luz da região por ter sido feito num final de tarde.

Nas próximas postagens vou relatar como foi a façanha de viajar fora do período da alta temporada, na sêca que afetava a região, os imprevistos e a sorte de como deve ser um mochilão.


1. Dia- Mucugê-BA 21/06/21012, Poço Azul, Poço Encantado e Projeto Sempre Viva.

Normalmente quem vai a Chapada Diamantina tem como referência a cidade de Lençóis. A minha amiga Fabiane Felizari havia ido na semana de carnaval de 2012 para fazer alguns passeios de mountain bike. Baseado na experiência dela eu decidi ficar na cidade de Mucugê. Uma cidade de altitude parecida com  a de Curitiba-PR, com  frio no inverno que requere uma blusa e garoas variando no período. Também porque desejava ir a cachoeira do Buracão e estava na metade do caminho do contrário se tivesse ido a cidade de Lençóis.

Eu havia saído no domingo 20/05 as 13:40 h de Curitiba e cheguei a Salvador as 18:30 h, seguindo direto para rodoviária para pegar o ônibus as 20:30 h até a cidade de Itaberaba-BA e trocar de ônibus para saída as 00:50 h e chegar a pousada Casa da Roça de Mucugê as 04:30 h da manhã do dia 21/05. Fui dormir as 05:15 h para acordar as 08:00 h da manhã. Foi uma viagem bem cansativa.

De primeira após o café, eu fui até a agência Calango para saber dos possíveis passeios. A primeira Poço Azul e Poço Encantado. Saber também de algum passeio de bicicleta, onde conheci o Joab que fez o passeio com a amiga Fabi, e a possível saída para a cachoeira do Buracão. Bem como é baixa temporada as saídas de Mucugê são bem dificeís, pois não tem público na cidade e quem viaja sozinho tem que bancar os deslocamentos, começou a ser frustrante essa escolha da cidade.

A saída para o Poço Azul e Poço Encantado foi de carona de moto. Havia a expectativa de começar mesmo dormindo pouco. Na primeira parada mergulho no Poço Azul e as fotos que desafiam a imaginação sobre flutuar.

Poço Azul


No Poço Encantado só pode ser feito o visual do lago com seus 60 metros de profundidade no meio e 30 nas laterais que custei a entender, em que o fundo nas laterais é o reflexo do teto.

Poço Encantado


Almocei no Poço Encantado, com carne de bode e bovina além de conhecer o bodó de banana que é um preparado cozido de banana e temperos. No retorno no final da tarde na última hora paramos no Projeto Sempre Viva para uma visita ao trabalho de história, pesquisa e tentativa de repor na região a flor Sempre Viva, espécie endêmica de Mucugê. Que quase foi extinta por ter substituído o diamante na economia da região.

Sempre Vivas.

Voltando a Mucugê fui conhecer o Roberto Sapucai, numa dica da Ana e do Helder da Pousada Sincorá de Andaraí. O Roberto tem uma loja que é a Trilhas e Caminhos perto da prefeitura. Ele é um dos responsáveis pelos diversos mapas da Chapada Diamantina. Meu interesse eram três coisas: Levar parte da minha bagagem para a pousada de Andaraí por causa do fim do Vale do Pati, saber como ir ao Vale do Capão e descobrir mais pessoas para ir a cachoeira do Buracão em Ibicoara.. Não tive boas notícias por causa da disponibilidade e do custo.

A noite fui jantar no restaurante Sabor e Arte uma das boas opções pelo dia e pela noite.



2. Dia - Fotos pela Cidade, e Subida ao Morro do Cruzeiro em 22/05/2012





Meu segundo dia em Mucugê foi de tentativas de ir a outras locais, mas não estava fácil. Resolvi pela manhã fazer algumas fotos, pois de todas as cidades da Chapada Diamantina, Mucugê foi a que manteve o casaril mais preservado ao longo do tempo e qualquer alteração na fachada das casas seguem exigências o IPHAN.

Caminhei e fotografei pela manhã até a hora do almoço. Na parte da tarde fui até o morro do Cruzeiro na dica do Roberto Sapucai, e eu aguardei até o meio da tarde pois o tempo variava muito. A trilha fica ao lado direito do cemitério Bizantino.


A noite aproveite para ir no restaurante Point da Chapada. Um local requintado com opções de pratos e pizzas e pertence a Janete (prima da Neuza da pousada). No jantar uma pizza de marguerita e lombinho e vinho, porque nessas férias ninguém é ferro.

Percurso trilhado no GPS



3. Dia - Trilha da Cachoeira das Andorinhas e Sete Quedas em 23/06/2012.

Fiz o café da manhã bem cedo para tentar pegar o ônibus para Ibicoara, mas ele saiu as 6:50 h da manhã, bem mais cedo que eu esperava. Retornei a pousada conheci a Cleuza que estava viajando de férias e chegou a Mucugê na noite anterior. Ela é sócia da pousada Guapuruvu que fica na Ilha Grande-RJ. Depois do eu fui ao ACVM- Associação dos Condutores dos Visitantes de Mucugê , para saber da opção de passeio para a cachoeira das Andorinhas e Sete Quedas do rio Cumbuco. Chamei a Creuza para acompanhar o passeio com o guia Petrônio. A trilha começa junto a rodovia que passa ao lado da cidade num portão de ferro. No percurso as histórias da região e a cachoeira da Andorinha onde fiz um mergulho. A temperatura do dia estava amena tanto que na sequência dos saltos também só eu entrei na água.

Atrás a Cachoeira das Andorinhas com pouca água.


Efeito chá noutro tibum ao longo das quedas do rio

Mais a frente terminamos perto da Casa do Diamante que é um espaço que demonstra os equipamentos e de como o diamante era lapidado. Uma casa encaixada num buraco nas pedras no alto, as margens do rio, onde o diamante era lavrado. Retornamos a cidade num percurso que começou as 08:30 h e terminou as 15:15 h.

Fotos do período.


Trilhado no GPS



Veja também mais da Chapada Diamantina:


segunda-feira, 21 de junho de 2010

Ilha de Fernando de Noronha 2. Dia - Começa o Pacote de Passeios

De Ilha Tur

O segundo dia na ilha começaria com o primeiro passeio Ilha Tur. Esse passeio é feito via terrestre com veículo apropriado e serve para uma noção de toda ilha, passando por lugares que talvez se queira retornar. Talvez não, com certeza.
À primeira visita, para nós foi um tanto atrapalhada, uma passada na baía Sueste e depois em direção ao porto. Lá perguntaram se a gente faria o mergulho autonômo, e estávamos no passeio errado. Seguimos então para o mirante da praia do Sancho. Agora sim estávamos com o grupo certo com o guia Anderson.
Lá uma pequena trilha para fotos do alto. Depois uma descida para praia, em meio a fenda ali existente. A praia do Sancho fica próxima a ilha Dois Irmãos. Lá na praia um mergulho para curtir e algumas fotos. Encontrei o morador intruso da ilha o mocó, uma espécie de esquilo, preá ou porquinho-da-índia. Esse habitante intruso foi colocado para servir de alvo dos militares da ilha, até então o único inimigo. Nos dias de hoje não se atira mais nesse bicho, então passou a ser uma praga que se alimenta principalmente dos ovos de tartaruga.
Depois do almoço no Flamboyant na vila dos Remédios teríamos logo o compromisso para mergulho de snorkel na praia de santo Antonio próximo ao porto, Nesse local pude ver vários peixes e tartarugas, além de lagarta de fogo em meio aos recifes. Essa praia tem destroços de um navio greco naufragou ali mesmo e foi explodido para liberar a navegação local, mas essa história vai ficar para o dia do planasub.
Saímos para o local perto do porto onde fica o Buraco da Raquel. O Buraco da Raquel é uma rocha com uma gruta na beira da praia. Diz o guia que a Raquel era uma filha do militar da ilha responsável pelo presídio, trilha problemas mentais e quando fugia, se escondia nessa pedra. Os soldados já sabiam onde ela se escondia. Outra parte da lenda diz que era o local onde ela seduzia os soldados. Histórias que contam lá.
Logo ali perto fica o museu dos tubarões, onde no pátio em frente tem esculturas que lembram os animais da região e se tira fotos bem engraçadas. No museu, ossadas de diversos tubarões e fotos com descrições. Uma loja ao lado de lembranças do museu e uma lanchonete bem adequada porque serve petiscos de tubarão, isso mesmo afinal é um peixe.
Saímos para outra parte da ilha na praia do Bode, lá ficamos um pouco só para fotos, porque entrar na praia ali não era muito aconselhável pelas correntezas e ondas variadas, boa para o surfe.
Já era meio da tarde e fomos para a praia do leão onde tem uma rocha na frente que lembra um rinoceronte. A batida das ondas na rocha causam um som que lembram o urro do leão. O leitor vai ver muito que as praias tem nomes de bichos nos blogs dessa sessão sobre a ilha.
Seguimos depois para praia Sueste onde é a morada das tartarugas. A água lá estava turva por causa de um mangue próxima então a visibilidade para snorkel não era boa. Entrei na água um pouco, tinha muita alga na beira o que na minha saída quase pisei num cação (tubarãozinho). Até queria mergulhar de snorkel, mas teria que ser de colete porque não pode tocar o fundo e o grupo que eu estava não tinha tanta disposição para ir junto uns 100 metros a frente.
Mais tarde fomos ao local onde deu o nome a praia da Cacimba do Padre. Havia um padre que morava nessa região. Certo dia ele viu uma nascente próxima a sua casa e começou a cavar. Essa nascente deu origem a um poço de água doce que abastecia a ilha, e conta com aproximadamente 20 m de profundidade, hoje tampado em desuso. O poço era a cacimba do padre, que deu nome a praia próxima famosa pelos campeonatos de surfe, com ondas de 3 metros de altura.
Uma caminhada na praia e estávamos do lado direito da ilha Dois Irmãos. Nesse local nos próximos blogs terá a eclosão das tartarugas marinhas. Passamos um morro e estávamos numa prainha com piscinas límpidas, próximo a baía dos Porcos.
Final de tarde fomos para o pôr do sol no mirante do Boldró. A noite um café com tapioca na praça da vila dos Remédios.

Clique no slide para ver as fotos no Picasa.