Jalapão 2019

Jalapão 2019
Fervedouro Bela Vista - Jalpão 2019
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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Jalapão 6. Dia - Cachoeira das Araras e retorno a Palmas-TO

A saída da pousada Bela Vista é um tanto melancólica. Dito antes a impressão é que poderia tranquilamente ficar mais um dia. Mas estávamos no fim do contratado e o rumo era Palmas.

Esse quarto era novo, a calçada e o paisagismo ainda não estavam prontos.
Área do restaurante

Árvore de Copaíba

Ao fundo a área das casas da pousada


Na sequência passamos na cachoeira das Araras para um banho pela manhã. Chegamos bem cedo e não haviam turistas ainda.




Almoço no local.





No caminho paramos para fotos no morro da Catedral.

Mais uma homenagem do athleticano

Rio Novo na cidade de  Lagoa do Tocantins

No percurso já se vê algumas plantações como essa de eucalipto.

Ultima foto na ponte do rio Novo com o nosso guia Silvanio proprietário da Jalapão 10
Chegamos no final da tarde em Palmas-TO no mesmo hotel e pousada dos Girassóis para pousara a noite e sair no dia seguinte para o aeroporto.

domingo, 29 de setembro de 2019

Jalapão 3. Dia - Cachoeira Velha, Praia do Rio Novo e Dunas


Piquenique no suposta sede da fazenda que pertenceu ao Pablo Escobar.
Dia de mudança de cidade em direção a Mateiros-TO. A primeira parte foi a visita a cachoeira da Velha para fotos.






Na praia do rio Novo começou uma chuva o que atrapalhou um pouco fazer imagens. É um local para se refrescar na prainha. Nesse dia aconteceu, sem maiores consequências, duas pessoas se viram em apuros quando avançaram no rio e a correnteza carregou uma delas rio abaixo, fazendo os guias da outra empresa correrem para trazê-las de volta.


Na hora do almoço o piquenique do nosso guia Silvanio da Jalapão 10, que eu chamei de "grandenique".



O fim de tarde foi na direção as dunas do Jalapão com as primeiras fotos para o morro saca-trapo.






sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Jalapão 1. Dia (6 dias e 5 Noites)

Fervedouro Bela Vista


Fervedouros são a maior atração do Parque Estadual do Jalapão, mas tem muito mais dependendo do número de dias que se queira a viagem.
A minha história vem desde o acompanhamento do Jalapão no ano de 2002. Matérias na TV sobre os passeios, mostrando as dificuldades do entorno do parque PEJ-Parque Estadual do Jalapão, acessível por estradas de chão, sujeito as condições de chuva, e claro sempre de veículo 4x4. 

Estrada para Mateiros-TO, foto grupo Pedal Noturno de Curitiba-PR

De férias meia estação, eu resolvi procurar as informações na Internet quanto aos tipos de passeios. Um é feito pela operadora pioneira que inclui o acampamento tipo safári e outro por operadoras que durante o percurso ficam em pousadas em Ponte Alta, Mateiros e Bela Vista.
Assim na busca 03 meses antes da viagem fui perguntando quem nos atenderia nas datas disponíveis e dentro dos valores normalmente cobrados. Num desses recebi a resposta da Jalapão 10 que foi combinável nos dias. Nos comentários falarei como decidi por ele.

Programamos começar numa sexta-feira 27/09 a 02/10, 5 noites e seis dias. Para quem vai de Curitiba-PR, todos os vôos chegam em Palmas-TO as 19:15 h. Portanto é preciso programar o hotel do primeiro e do último dia. Escolhi o hotel pousada dos Girassóis. Esse hotel existe desde a fundação de Palmas no ano de 1988. O hotel fica em frente a praça principal com opções de restaurante a esquerda e a direita na avenida JK, além de um shopping bem próximo, ou seja está bem localizado.

Rumo ao Jalapão


Na chegada ao aeroporto o nosso guia avisou que um Uber no s pegaria porque ele teve que trocar 2 pneus da camionete por causa da viagem anterior. Isso mesmo, as viagens 4x4 tem disso.
O rapaz que nos pegou no aeroporto dias depois seria o mesmo que nos levaria de volta, aproveitando a oportunidade.

Na chegada em Palmas sentimos o clima seco do ar na caminhada ao restaurante Cabana do lago, um típico, que recomendo para quem viajou desde as 8:30 horas da manhã até chegar no hotel as 20:00 horas comendo em lanchonetes de aeroporto.

No restaurante Cabana do Lago e o detalhe do lustre feito de capim dourado.

1. Dia Cachoeiras de Taquaruçu, Palmas-TO, Cânion Sussuapara e Pedra Furada  rumo a Ponte Alta



Cachoeira Escorrega Macaco


Cachoeira Roncadeira


Na manhã seguinte após o café nos encontramos com o guia Silvanio no horário combinado. Dessa vez fomos os únicos na viagem, normalmente é feita com no mínimo 4 pessoas no valor normal, com exclusividade os valores podem ser maiores.

O primeiro ponto de parada na direção a Ponte Alta-TO foram nas cachoeiras de Taquaruçu. O acesso é próximo a rodovia, controlado e uma baita escada de descida até a trilha de acesso as cachoeiras. Essa caminhada é bem agradável, sob sombra, onde se v~e e esculta alguns animais. Escuta, porque ouvimos o que seria os macacos quebrando coco. Chegando nas cachoeiras a primeira Escorrega Macaco, somente para contemplação e a segunda Roncadeira, onde entramos na água. Na hora sombra e tempo nublado foi para se refrescar das primeiras impressões do calor. Depois almoçamos em Taquaruçu pra seguir viagem.

Cânion Sussuapara

Na sequência paramos no cânion Sussuapara. Uma caminhada curta a partir da estrada até entrada e descemos uma escada construída pelo proprietário. O local é um pequeno cânion com paredões e um pequeno córrego. A história triste ambiental é que o local está assoreado devido a estrada estar despejando areia na chuva junto ao córrego que caí ali dentro. Segundo o guia Silvanio esse cânion tinham só os paredões e água  no nível que não dava pé. 








segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Rota das Cachoeiras de Corupá-SC


Salto Grande - 14. Cachoeira e o final da trilha


Eu creio que se fizerem uma pesquisa aqui no blog com a palavra Santa Catarina aparecerá uma boa  parte do que já escrevi. Os motivos são os mais óbvios desde a proximidade com Curitiba-PR e a maior razão de todas que é o litoral mais extenso para escolhas. Mas pessoalmente, ele tem organização para o turismo, comparando com o Paraná.
Mas é sempre convidativo ir ao estado vizinho, por ser mais organizado sim. Vêem o turismo como rentável, digno de estudos comparativos.
Vou falar aqui sobre um parque que conheci há mais de 20 anos. Era chamado como a Rota das 14 Cachoeiras de Corupá. Lembro no começo que o acesso por estrada rural em meio a plantação de bananas (capital brasileira da banana), ás vezes exigia do veículo, mas já haviam no local o galpão, a lanchonete e o estacionamento. A trilha era de chão batido com algumas placas, algumas travessias eram em pinguelas e troncos de árvore. Mesmo assim, eu já considerava  estruturada. Depois numa segunda ida ao parque que já havia tornado uma estrutura com o nome do proprietário como Parque Emílio Battistella, uma RPPN - Reserva do Particular do Patrimônio Natural, que é uma propriedade de conservação que dá direito aos proprietários a isenção de impostos. Mas nada haver comparado  o caso abandonado do Buraco do Padre-PR. 
Foram feitos uma casa de portaria de entrada e recepção, com controle de acesso e funcionários, banheiros com chuveiro(até água quente), as trilhas tem deck de madeira e piso de tela, melhor sinalizadas com alguns trechos com guarda-corpo e as travessias de rio com ponte de mola. A lanchonete foi para o lado de fora na estrada de acesso. Claro o acesso é cobrado com o valor de 15 reais, que acho justo por causa do retorno de serviços e da nossa falta de consciência de preservação, onde mesmo cuidada e cobrada precisa da  nossa colaboração.
Bem com tudo isso fica mais fácil de convencer quem nunca esteve nesse local e encarar  uma subida com desnível aproximado de 600 metros e um percurso de 2900 metros (é mais que isso), com desvios para as cachoeiras como pode ser visto no registro com o GPS abaixo.
Foi a primeira vez que a minha noiva Andrea fez tal passeio. Pelo percurso e tempo que levou de ida e volta em 5 horas, que eu diria um tempo de passeio, pois o parque considera 3 a 4 horas.

Fotos do dia


Comentários:

Ps. 01 - Ledo engano quem acredita que vai subir somente 2900 m, quando trilhado deu 4950 m.
Ps. 02 - O que será desse blog com a notícia de desativação do Picasa em favor do Google fotos?
Ps. 03 - Onde está o 13. salto. Eu juro que já fotografei e um dia trago aqui.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Pedal Quilombola Kalunga e Cachoeira Santa Barbará - Chapada dos Veadeiros




Da cidade de Cavalcante-GO saímos para o 1. pedal com opção de retorno que no total seriam aproximadamente 68 km. Esse pedal tem um roteiro histórico que é o Quilombola Kalunga para acesso a cachoeira Santa Barbará.

Rubens marcando a presença
Foram 30 km de bicicleta até a comunidade, mais 2 km até a entrada da trilha da  cachoeira Santa Barbará. Durante o percurso vários córregos cruzavam a estrada e pedalar com o tênis molhado passou a ser normal.
Quem quisesse, e eu quis, pode fazer a trilha de bike (que aparece nas fotos) e depois uma caminhada até a cachoeira que estava cheia de gente ao redor, quase não tinha onde deixar a roupa.

Cachoeira Santa Barbará

Apesar do sol dessa época pegar a área da cachoeira de lado pode-se notar o verde esmeralda da água com fundo de areia branca.




No retorno fomos almoçar na comunidade, no restaurante Galileus, o menu do dia era galinhada, mandioca frita, peixe do dia Piau, arroz e feijão com salada de tomate.

cozinheiras do Galileus, foto by Marilli
Depois a volta a partir do Galileus até a pousada Aruana para última noite que teve pizza. No detalhe que o pedido eram de cinco sabores, mas o moto-táxi só atende até 04 pizzas.

Fotos do dia


Fotografadas pelo grupo




Trilhado no meu GPS

Ida


Retorno


Nota: 
O nome Calunga ou Kalunga significa "Tudo de bom" nas línguas bantas. Significa também "necrópoles" em quicongo. Dentro do espiritismo, pode significar "grande mar", e também o nome de uma falange (grupo de seres do mundo espiritual). Nas religiões afro-brasileiras também significa "cemitério" e "Calunga Grande" significa "beira do mar". Na mitologia banta, é o nome de uma divindade secundária. (FONTE:Wikipédia)

Mais da Chapada dos Veadeiros

terça-feira, 7 de julho de 2015

Pedal Tranquilo até as Cachoeiras das Loquinhas - Chapada dos Veadeiros


Uma mudança de decisão no roteiro e fizemos um pedal de 4 km até a cachoeiras Loquinhas. O local possui um acesso pago e uma trilha toda preparada com  diversos poços. Como o dia estava na temperatura de 18 .C e coberto de nuvens esse rapaz de azul no canto ali encima na foto não quis entrar na água.

Na volta nos preparamos para mudar para a cidade de Cavalcante para a pousada Aruana, porque o dia seguinte seria bem pedalado. A pousada é muito boa, poderia ser a pousada do evento se as principais atrações não ficassem em Alto Paraíso.

A noite fomos numa cervejaria artesanal Aracê, que pertecence a uma família chilena. Diz o dono que a filha se casou com um brasileiro, que mostrou a cidade a ele e resolveu vir para o Brasil e fabricar cerveja artesanal servidas com empanadas e pastel de choclo e outros aperitivos da cozinha chilena.

foto by Aracê

Fotos do dia

Fotografadas pelo grupo



Trilhado no meu GPS

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Pedal Vale da Lua - Chapada dos Veadeiros

Formação rochosa no Vale da Lua
Esse dia foi o pedal mais diversificado da região. Iniciou na pousada Alfa Ômega saindo pela rodovia GO 239.

Primeira parada no bar Rancho do Waldomiro onde faríamos o almoço (Matula) na volta, com direito a diversas cachaças, entre elas buriti, jaboticaba, cana e etc.




Depois fizemos uma parada no Jardim de Maytrea, onde o guia Gudu falou sobre o local e a referência esotérica, que está dentro do Parque Nacional.

Veredas apelidadas de Jardim de Maytrea
No final alcançando o Vale da Lua, que é a descida de um rio em meio a uma formação rochosa de areia compactada, conhecida por paraconglomerado que foi apelidado por lembrar a superfície da Lua.


Formação que lembra o solo lunar.


Na nossa volta tive ir no ônibus porque o câmbio da coroa se deslocou e apesar de ajustá-lo novamente não queria testar subindo. Na volta ao Rancho do Waldomiro provei os diversos licores e cachaças o quye comprometeu meu retorno a Alto Paraíso, que não foi pedalado. Não costumo postar prato de comida então vai o link.

No mais foi retornar para a pousada, tomar uns chás e a noite ir até o bar vegano Cravo & Canela.

Fotos do dia



Fotografadas pelo grupo


Trilhado no meu GPS



Mais da Chapada dos Veadeiros