Jalapão 2019

Jalapão 2019
Fervedouro Bela Vista - Jalpão 2019
Mostrando postagens com marcador acc. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador acc. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de março de 2011

Carnaval 2011- Cânions dos Aparados da Serra - Trilha do Rio do Boi


Dia 05/03

"Tenho que voltar para fazer a trilha do Rio do Boi", foi o que eu escrevi em 18/07/2009, quando estive em Praia Grande-SC, viajando de férias pelas serras de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o clima era de inverno mas muito chuvoso na região e a trilha ficou para outra ocasião.
Passado quase 02 anos depois de comentar com o Alan e a Sirlene saiu a viagem de retorno. Os dois cada vez mais estruturados com serviço de passeios com o nome Sherpa turismo, hoje tem uma van e providenciaram um transbike que estava sendo inaugurado nesse passeio.
Com alguns colegas da empresa e saímos na sexta-feira pela BR-116 em direção a Câmbara da Sul-RS numa viagem noturna de quase 11 horas, afinal a alternativa pela BR-101 teria o congestionamento das praias e seria uma viagem de ponta a ponta pelo litoral catarinense.
Depois de um café em Câmbara do Sul seguimos para a entrada do Parque do Itaimbezinho. Lá as trilhas auto guiadas de 3,0 km a do Cotovelo e de 1,5 km a do Vértice. O sol nos apoiando e com menos neblina da vez que estive no ano de 2009. Próximo das 15 horas saímos sendo que alguns desceram de bicicleta os 14 km que liga o parque a cidade de Praia Grande-SC na parte de baixo dos cânions. Um pouco de neblina mas nada tão intenso por causa do horário. Nesse retorno estada no Hostel Nativos dos Cânions do senhor Aldoir Rosa e jantar de comida rural no restaurante Casa Nossa.



Dia 06/03

A trilha do rio do Boi particularmente era a minha curiosidade, porque ir a região e não fazê-la só com muito impedimento e falta de preparo para caminhar pelas pedras do leito do rio até o inicio dos cânions do Itaimbezinho. As 08:00 h estávamos no posto do IBAMA para cadastro e preparação para a saída. É uma trilha que preferencialmente se faz usando bota porque as pedras e a travessia do rio requerem maior cuidado. Além de que se coloca uma perneira para proteção da canela porque pode bater numa pedra pontuda, além de outro riso que está nas fotos. Muita travessia de rio, acredito que polo menos umas 10 travessias numa fila de pessoas que alterna homem e mulher de mão dadas para que ninguém caia e seja levado pela correnteza. Durante o percurso no vale uma parede que moram umas aranhas, parecia até o jogo Hero do Atari (lembrança antiga) na qual não toque nelas e depois umas piscinas para nadar junto dos paredões.
Mais a frente as cachoeiras e a vista do morro da Mamica, até que se entra na parte dos cânions. No final uma vista para para a parte da trilha do vértice, onde bati um papo com a guia Sabrina sobre os detalhes da vista. E depois de uma palestra do guia Leonardo sobre a origem dos cânions e a formação rochosa da região um retorno, com parada para piscina e lanche e um desvio por uma trilha na mata para superar a parede as aranhas. Mas antes no caminho a surpresa que está nas fotos no Picasa.





Dia 07/03

A visita ao cânion Fortaleza seria a minha segunda ida, mas no passado o tempo não estava bom, haviam muitas nuvens, vento forte no topo e neblina no vale. Dessa vez o dia de sol proporcionou tudo aquilo que o ecoturista vislumbra, que é a visão dos paredões e do vale, apreciadas da borda e o campo extenso para além, onde pode se ver o mar e a lagoa na direção da cidade de Sombrio.
No retorno a trilha do Rio do Tigre para a travessia pelas pedras até o outro lado da margem para melhor ver a cachoeira que ali se forma caindo no vale. A sensação de atravessar o rio com aquela cachoeira a frente é sem igual, tamanho o desafio que o visitante faz. Trilha a frente ,após essa travessia, está a Pedra do Segredo, lá escondida perto da escarpa, sem ninguém para dizer "aqui mesmo". Se não fosse pela cerca,  uma foto próximo a ela, seria o preço de duas oportunidades para visita.
Retornamos para Câmbara do Sul,  e de lá decidir de onde partir para o pedal da serra da Faxina. Pelo horário teria que ser mais adiante. Esse pedal seria repetido, se não fosse a idéia do Alan de descer no primeiro asfalto logo a esquerda em direção a vila da Rosa em Praia Grande-SC. A descida já estava escura e dependíamos das lanternas de bicicleta. Descida muito ingreme com alguns solavancos e gramíneas esperando uma queda. No final a ponte pênsil ao lado do restaurante Casa Nossa, onde estivemos no primeiro dia.



Dia 08/03

Passeio panorâmico em Praia Grande-SC para cachoeiras na base dos cânions e Balneário do Pico.
Saímos as 09:00 h da manhã de bicicleta em direção a estrada do cânion do Churriado. Nessa região existem alguns rios e nesses locais foram feitos recantos com pequenas represas onde é possível se banhar.


Veja todas as fotos clicando aqui

Ps 01. "Quando estiver na trilha do Boi, deixe os seu problemas em casa", essa frase do guia no começo do passeio diz tudo quando se vai para um lugar vislumbrante.


Ps 02. Por mais que eu vá a Praia Grande sempre fica algo para trás, dessa vez ficou a visita a Pedra Branca.


Ps.03. a carreta das bicicletas fez sucesso, com alguns curiosos.

Ps.04. se você tem uma câmera muito boa, leve. Porque com excessão da trilha do Boi os outros lugares é tranquilo para levá-la.

Ps.05. no retorno para Curitiba, pela BR-101 parada para  almoço no restaurante Vieiras na praia do Estaleiro.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

5. Dia Circuito Vale Europeu Dr. Pedrinho a Alto dos Cedros


Depois de tudo limpo, um bom café da manhã, lanche para viagem e pegamos o primeiro carimbo na prefeitura e outro no café ali próximo e seguimos  o roteiro. A saída era a mesma da chegada com placas da primeira atração  a Cachoeira Véu da Noiva, a 10 km. No caminho junto a outra placa de indicação da cachoeira o odômetro marcou 200 km como pode ser visto nas fotos. 100 km na saída de Indaial e 200 km agora em Dr. Pedrinho.
Chegando lá um bar, um galpão e uma pista de bocha, mas sem desafiantes dessa vez. Me chamou a atenção os cartazes com a bebida Fukafuka, em falta, que no blog do próximo dia em Palmeiras vai ter um comentário a parte.
Algumas fotos e um video da cachoeira e partida para Alto dos Cedros, na expectativa de atravessar de barco o lago da represa.



Clique no slide para ver as fotos.

Durante o percurso o tempo começou a fechar. No km 17 uma saída a direita com subida. Neste ponto eu e o Linhares ficamos esperando o Alan e a Sirlene, porque tinhamos aproveitado a descida. A espera demorou e aí apareceu um problema que no blog de Indaial foi comentado do conserto da bicicleta em Rodeio. O freio de trás estava pegando no pneu desgastando até a câmera, que furou espontâneamente quando era empurrada. Esse problema iria perdurar até sairmos de Alto dos Cedros. Após a subida em meio a região de reflorestamento descemos até chegar a um rio, sem ponte. Atravessá-lo de bicicleta sem molhar era possível, mas vai que escorrega. Molhei um pé. Segue a frente outro rio, mas esse eu atravessei. Uma porteira e o nosso carro de apoio do lado da estrada na lama. A Andreia foi abrir a porteira e ao sair do carro o mesmo voltou de ré com o Lucas dentro, porque o freio de mão não estava pegando bem, prá sorte  parou na lama.  Logo chegaram Alan e Sirlene que ao atravessar o rio de  bicicleta  escorregou e caiu. Era arriscado mesmo. Começava a chover e fomos nos esconder numa propriedade ali perto, na cobertura para o gado que antes existia, mas segundo o dono foi substituído pelo cultivo de eucalipto. A bicicleta do Alan furou o pneu de novo pelo mesmo problema. Ele colocou no carro e pegou da Sirlene que seguiria de carro depois do susto na porteira.
Esperamos a chuva diminuir e seguimos em frente, a 15 km nos aguardava o Raulino Duwe no horário das 16:30 h. Com o aumento da chuva, fizemos uma descida correndo, que subiu lama até atrás do meu capacete.
Chegando lá encontramos o Sr. Duwe que nos aguardava desde as 2 horas com seu filho e sobrinho, porque aproveitariam para pescar.
Segundo o sr. Duwe, com a chuva, atravessar de barco era arriscado, eu não sabia se seguia de bicicleta ou pegava o carro porque estava bem enlameado. Peguei carona no fusca, quanto tempo não andava de fusca. Detalhe esqueci de tirar a camiseta que sujou o encosto, já que o assento estava protegido pro uma toalha. Desculpe seu Raulino. Ainda bem que o encosto era antigo de capa de couro sintético.
O jeito foi seguir de carro os 7 km de altos e baixos até a casa onde ficaríamos. Aproveitei e levei a bicicleta para lavar na casa dos Duwe e deixá-la para o dia seguinte. Banho e descanso para o jantar.
Nesta etapa não foram feitas tantas fotos, por causa da chuva, que perduraria até o dia seguinte.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

4. Dia Circuito Vale Europeu Cachoeira do Zinco a Dr. Pedrinho


Nesse dia uma caminhada cedo na fazenda até o local do café, que tinha horário. Foi até engraçado o sr. Egon passou na casa viu o carro, bateu e ninguém apareceu, devem estar dormindo ainda. Que nada já estávamos tomando um café da hora. Depois andamos até o topo da Cachoeira do Zinco para tirarmos algumas fotos.



Clique no slide para ver as fotos.

Voltamos para casa preparamos as bicicletas e tudo que sobe desce, e fomos para a base da cachoeira do Zinco, seguir o roteiro do dia. Após a descida foi um para cada lado procurar a estrada para a cachoeira. Eu peguei um caminho que sai a esquerda e passa a ponte e fui até uma casa que tinha um cachorro, e ele não era simpático. Foi mais ou menos assim,  quando eu me aproximava da casa ele latia tava dizendo "não é por aqui é pelo lado direito subindo o gramado, saia antes que eu te morda", como eu não entendia latido avancei um pouco e ele ficou esperando. Dei meia volta para ir embora e ele veio atrás querendo a minha canela até a ponte. Foi então que eu encontrei o Alan  e o carro de apoio que voltavam de outra propriedade, onde uma pessoa informou o local exato. Aí sim voltei a mesma casa de antes  e passei pelo gramado por fora onde estava o cachorro, que dessa vez nem ligou.
Estacionamos tudo e subimos até a cachoeira. Dessa vez não quiz tomar um banho, ainda mais que estava com uma sandália Timberland River Dog novinha, que diziam que serve para locais molhados, mas que escorrega tanto, que aposta corrida com roller. Vai ser devolvida. Muitas fotos, afinal chuvas na região deixaram um belo espetáculo das águas.
Depois de muita cachoeira, um piquenique, e saída para Dr. Pedrinho com um desvio para igreja luterana em estilo enxaimel, única no Brasil.  Na saída da igreja, umas fotos de longe e outra de um pé de pêra carregado ,sendo colhido por uma moça. Ao longo do caminho um pouco de descida próximo as madeireiras de pinus e eucalipto, que é o motor da região, pude ver paletes, caixaria e madeiras cortadas. Uma parada num recanto próximo ao rio, muito bonito. Mais um pouco e já estávamos na cidade de Dr. Pedrinho, num fim de tarde e junto a placa de final do 4. dia e inicio do 5. e já se poderia ver mais do roteiro seguinte. Chegamos então no hotel Negherbon. Os donos são simpáticos, o serviço é muito bom e tem a lavanderia incluída na diária. Aí tudo aquilo que sujou, molhou e não secou ao longo desses 4 dias, nesse hotel é a salvação, inclusive por causa da secadora. Nessa hora pensei porque não me molhei na cachoeira do Zinco.
Um pouco de papo com o pessoal do hotel, algumas piadas com os locais, tipo "a cidade é tão pacata que se pode ouvir as árvores crescerem". Dicas da cidade que tem outras atrações naturais fora do roteiro e que valem a visita. E final do 4. dia.

domingo, 17 de janeiro de 2010

2. Dia Circuito Vale Europeu Pomerode a Indaial-SC


E estamos no 2. dia do circuito com saída de Pomerode. Como havia comentado no blog anterior ficamos em Indaial-SC por causa da confusão na casa, mas as bicicletas estavam lá nos esperando. Como será pedalar mais 40,9 km depois do 1. dia?
Na chegada ao portal sul de Pomerode havia o serviço ao turista e pegamos o 2. carimbo do passaporte. Tiramos fotos vestidos de aletibano = alemão + curitibano. E fomos buscar as bicicletas.
O segundo dia começava próximo do portal norte seguindo para localidade de Wunderwald, já no começo notei um som estranho na mata, uns roncos altos e fortes. Só pode ser Bugio. Mas estava longe para vê-los.
No mais foram os detalhes das casas e da paisagem local. Numa parada que fizemos antes de outra localidade o Mulde, fomos num bar e mercearia para comprar água gelada, o dia estava bem quente. Lá tinha uma cancha de bocha com alguns senhores aguardando. Mas o quê? Adversários. E nos convidaram para uma partida. Como era meio do percurso e ainda não sabíamos o que vinha pela frente, não foi possível apostar umas "beras". Mas que eles insistiram. Seguimos para o próximo morro.
No final um percurso de descida antes da divisa com Indaial. Como a descida era forte, passamos batido um ponto de um engenho de farinha, que é de visitação, lembro de uma curva derrapando e valeta, quase. Na chegada num trevo ou um T, á direita segue para o Morro Azul ponto alto da localidade a uns 7 km e a esquerda Indaial (precisa corregir a planilha do circuito). Faltando 1 hora de percurso despencou uma chuva que nos acompanhou até a chegada na ponte dos arcos de Indaial. Taí o porquê, de não ter muitas fotos desse dia, mas seguem estas abaixo.



Chegando no hotel lavação de roupa.Depois comer numa saída de Indaial, perto de um bar muito frequentado o Marechal. Ao estacionar foi engraçado, o dono do retaurante, um gaúcho, já veio avisando, "não pode estacionar, porque aqui é do restaurante", e nós "sim a gente pode ir no restaurante?", o homem ficou sem jeito. E aí pedimos a famosa "La Minuta" [Do fr. à la minute, no mesmo instante, imediatamente.] Substantivo feminino. Nos restaurantes, prato que se prepara no momento, no minuto. À minuta: Preparado no momento (prato, refeição).


segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Salto 7 Inédito e a nova palavra. III e última parte



Fechando o feriado mais uma manhã de pedalada de 16 km com os mesmos pedaleiros do dia anterior e para mim a mesma roupa de ciclista lavada e secada na noite anterior.
O salto 7 poderia ser por causa dos 7 pecados capitais, segundo a estória "fake", mas era por causa dos seus 77 metros de altura. Na chegada ao local tem uma casa que serve de pousada para uma família e outras ainda em construção. Uma dica aqui do autor sobre a proteção com pára-raios na caixa d'água por causa da altura.
Uma olhada no mirante ou inicio da queda. Depois a descida até as margens do Rio dos Patos e uma pequena subida em meio ao córrego do rio do Salto 7. Chegando lá um banho de cachoeira e tanto.
Retorno para o hotel e um banho para voltar para Curitiba. Um feriado de muito sol, um belo lugar, e pessoas muito divertidas.

domingo, 1 de novembro de 2009

Pedal na Terra das Cachoeiras Gigantes. II Parte


E no dia seguinte o pedal até a cachoeira São João. Saímos, na foto: Linhares, Molinari, Alan, Sirlene e Maumau, 08 horas da manhã para um pedal de 24,8 km. Minha surpresa ao deparar com a bicicleta já empoeirada pela estrada do dia anterior. O outro grupo seguiria de ônibus as 9:30 horas.
Foi um passeio que eu desejava já no anterior. A lembrança que eu tenho é da menina na entrada da fazenda com a frase decorada sobre o acesso e mais nenhuma palavra.
Chegamos as 10 horas no mirante a beira da estrada e o comentário do Alan que se perdeu e demorou para achar esse local na 1. vez que esteve lá. Logo chegou o ônibus com o pessoal. Fomos para a fazenda e lá estava a garota e o irmão, dessa vez falando outras palavras. E fomos para a bela paisagem e fotos.
A tarde o programa era o Recanto Perouski. Puxa que lugar maravilhoso. Da outra visita tinha que escolher o Ninho do Corvo que fica ao lado. Roupa de ciclista e tibum.
Na sequência ali perto o Salto São Sebastião e o Mlot. A descida para o São Sebastião as 17:30 horas, um tanto molhada, foi um percurso radical, cordas no e vertical, com direito a esfola canela e descida lisa. Restrição na descida para algumas pessoas, só quem teria a famosa disposição "uma pessoa não atleta e não sedentária. Esse foi o dia.
A noite pizza no Casarão. Engraçado, toda a cidade pequena e turística tem uma pizzaria Casarão, lembrei de uma em Praia Grande-RS.

sábado, 31 de outubro de 2009

Banho de Cachoeiras, trilha, pedal e curso de bartender de rua. I parte

Foto desafiando a gravidade, Maumau e as Super Poderosas Lindinha (Estela), Docinho (Márcia) e Florzinha (Rosane)

Clique aqui para mais fotos

E um feriado com muita sol, o de Finados. Difícil eu repetir uma aventura em pouco tempo, mas lá fui eu dar uma força pro Alan e convidar umas amigas para abrilhantar o passeio para Prudentópolis.
O que me empolgou nesse retorno também foi a possibilidade de cicloturismo para algumas cachoeiras. Mas levar 06 bicicletas no bagageiro de um micro-ônibus me deixavam dúvidas.
Assim saímos as 07 horas da manhã de sábado direto para Guarapuava, por causa do Salto São Francisco na divisa com Prudentópolis, dica do Maumau o acesso é melhor e por asfalto até 5 km do estacionamento.
Dia bonito e algumas fotos. Saímos depois para o Salto Barão perto da cidade destino. Em seguida o Recanto Rickli e o Salto Manduri já retratado aqui em panorâmica. Um pouco estória "fake" sobre alguns nomes dos lugares, inspirado no filme da noite anterior "Slumdog Millionaire" (principalmente na cena do Taj Mahal) .
A noite jantar na churrascaria Penteado com os pratos típicos ucranianos, e uma coincidência casamento ao lado, é feriado é bom prá juntar pessoas em eventos. Um pouco de caminhada cultural até o museu ucraniano e a praça Tarás Chechemko.

Dia seguinte pedal até o Salto São João.

sábado, 8 de agosto de 2009

Cicloturismo - Circuito Polonês - Campo Largo-PR

Após vários dias de chuva, nublado e o frio do inverno, finalmente um final de semana com sol.
E na oportunidade um passeio de bicicleta com o pessoal da Associação Copel pelo Circuito Polonês,-Turismo Rural em Campo Largo, com a saída da ACC.
Das 8:00h da manhã com previsão de retorno 12:30 h, cerca de 35 km que pareceriam fácil.
Seria, mas como pedalar nesse inverno em meio a tanta chuva estava difícil, o rendimento não era mais o mesmo, e as subidas pegaram.
Nas fotos ficou aquela paisagem rural próxima a Curitiba de uma importante localidade da região metropolitana da nossa capital.


Para mais fotos clique no ícone abaixo
Posted by Picasa

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Itapiroca em Setembro de 2008















Morro do Itapiroca

Vista da represa de Capivari-Cachoeira quando estávamos indo para o morro do Itapiroca, na região de Campina Grande-PR.

Demais fotos veja aqui: Itapiroca