segunda-feira, 28 de maio de 2012

Chapada Diamantina - 4. Parte - Lençois - Férias

1. Dia em 28/05/2012 - Poço Encantado, Gruta Lapa Doce, Gruta Azul, Lagoa da Pratinha e Morro Pai Inácio .

Ainda na noite anterior em Lencóis programei um passeio com a operadora Volta ao Parque. Seria o que chamam de Roteiro 01 que vai ao Poço do Diabo, Gruta Lapa Doce, Gruta Azul, Lagoa da Pratinha e Morro do Pai Inácio.

Soube também que teria companhia de uma viajante que estava na pousada a Flávia da capital de São Paulo. 

No dia seguinte depois do excelente café da pousada saímos pada encontrar o grupo que iria no passeio. Encontramos pessoas legais no passeio, um casal de Alagoas e um casal de São Paulo. Fizemos a primeira parte no Poço do Diabo com o guia Kelmo.

No poço aproveitei para um banho de rio modesto sem querer muito a frente.

Poço do Diabo

Seguimos depois o que estranhamente foi para o morro Pai Inácio. Normalmente esse local é o último por causa do pôr do sol. Mais tarde descobriríamos o porquê.


Depois  a Gruta Lapa Doce.


Na Gruta Lapa Doce almoçamos com novidade de cozido de palma (cactos) parecido com vagem cozida.
Depois seguimos para a Gruta Azul e Lagoa da Pratinha que estava com a água turva. Dias depois em Andaraí fui descobrir com o Helder que na hipótese a irrigação na região deve ter afetado a água da região.
Essa situação fez cancelar o mergulho na Pratinha, mas o horário que chegamos lá seria ruim porque era final da tarde, com menos luz, quero crer que o guia já sabia da situação e provocou toda essa mudança.

Voltando para Lençóis fomos recebidos com um cafezinho e biscoito da pousada e ficamos conversando com o Ricardo e outros hóspedes como um casal BRA- AUS que fizeram um passeio a pé no dia. Logo saí para resolver minha situação que era ir a cachoeira do Buracão e ficar na pousada Sincorá em Andaraí daqui a dois dias.

E de final do dia um jantar no restaurante argentino El Jamiro, a opção de los hermanos parecia boa e eu e a Flávia não precisamos andar muito.


2. Dia 29/05/2012 - Trilha Cachoeira do Sossego e Ribeirão do Meio

Nesse segundo dia de aventura em Lençóis-BA eu me meti na opção da Flávia. A Flávia teve a indicação de uma amiga de um guia para ela enquanto estava na Chapada., o nome dele ou como se intitulava era Haribol.

Eu, dona Eulina (pousada) e a Flávia

Eu, a Flávia e o guia saímos pela rua da Baderna, aliás esse é um dos nomes da rua da pousada Safira em direção a igreja e seguirmos outra rua que chega a uma região de casas arquitetônicas, uma delas do dono da loja de equipamentos de aventura de gosto duvidoso. Logo pegamos uma trilha ao lado de uma cerca de arame. Ao longo do caminho o Haribol ia chamando a atenção sobre os cheiros e plantas. Uma até identifiquei pelo cheiro que é a cânfora. Mais a frente num lageado paramos para ele buscar uma planta que para a Flávia foi o alívio do dia. Era a arruda-brava. Essa planta ao esfregar na mão e inspirá-la causa após alguns segundos uma sensação como de uma pontada na cabeça e lágrimas nos olhos. Para a Flávia foi o alívio da rinite. Deveria ter filmado nosso momento "as plantas que curam".

Seguimos adiante, com mais histórias do Haribol que disse ter estudado no mosteiro da região. Paramos para ele pegar água que descia por um lageado.

Flávia e o guia Haribol


Rocha conglomerado de pequenas pedras

Mais a frente estávamos diante da cachoeira do Sossego, num percurso de 7,0 km feito em 03:15 horas desde a pousada. O Haribol logo achou uma cobra cipó filhote.


Uns tibuns na água e mais fotos. Estavam na cachoeira quando chegamos 01 rapaz e 02 garotas franceses. Aliás dizem que os franceses gostam muito de ir a Lencóis.

Enquanto explorava o local o Haribol preparava nosso lanche, a base salada de frutas feitas na hora sobre uma pedra que serviu de mesa de preparo.


Ficamos um tempo na cachoeira até o sol ficar bloqueado pelos paredões e resolvemos voltar. No caminho o desvio para o Ribeirão do Meio que é uma cachoeira num tobogã de pedra onde as pessoas sobem e descem escorregando. Eu só fiquei na água. Logo o Haribol apareceu com pedras de diamante para nos mostrar.

Retornamos para pousada. Mais a noite fui com a Flávia para um jantar típico do nordeste: carne de sol, e feijão tropeiro no Bar e Restaurante Grisante. O casal de Alagoas, do primeiro dia apareceu, e ficamos conversando.

Assim terminou minha opção por Lençóis. Me despedi da Flávia que nos próximos dias faria o Vale do Pati com o Haribol.


Percurso trilhado no GPS



Veja também mais da Chapada Diamantina:

Chapada Diamantina - 1. Parte - Mucugê-BA de 21 a 23/05/12

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