Jalapão 2019

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Fervedouro Bela Vista - Jalpão 2019

sábado, 8 de outubro de 2011

Dia de Sol no Morro Araçatuba

Retorno com a vista do topo do morro Araçatuba no alto a esquerda.

Foi um final de semana indeciso. No que fazer, aonde ir, com sol ou chuva. Estes últimos sempre influenciando, como se precisasse trocar os dias do final de semana pelo começo dela. E assim o que seria a vontade de ir para o Marumbi acabou sendo o morro do Araçatuba com a turma da Raquel.

O morro do Araçatuba, onde venta muito, onde sente-se muito o vento, a montanha tímida do comentário do Jopz, de frio bem intenso que faz congelar a água na pedra que se acumula do seu topo e onde você acha que vai subir numa condição boa e ao chegar perto está toda fechada. Toda essa história que você encontra na pesquisa do Google estavam diante de nós como numa montanha mágica e seus mistérios.

Eu estive lá em Julho de 2011 numa saída esperançosa e que foi muito molhada, sem visual, sem vontade de tirar o lanche da mochila para não comê-lo irrigado pela garoa. O que fez eu pensar que nunca mais, por não se tratar de um treino e a necessidade de fazer algo paracecido nessa condição.

E toda a sorte do dia pode ser conferida nas fotos abaixo que tornam o visual desse morro, em belas imagens.



Trilhado



Comentários

Ps 01. Uma das ações mais elogiáveis, de tradição e trabalho de um grupo que vem desde Rudolph Stamm (livro As Montanhas do Marumbi) é a instalação das caixas de registro de visita ao topo das montanhas feitas pelo CPM- Clube Paranaense de Montanhismo e que conferi nessa visita. Além dos trabalhos de recuperação de trilha.

Ps 02. A localidade do morro do Araçatuba é conhecida por Pontal do Itararé, serra do Papanduva quase na divisa com o estado de Santa Catarina.

Ps 03. A vantagem de se estar no topo e com visibilidade é que na direção sul pode se ver muita estrada rural em meio aos morros que poderá servir de opção para mountain bike.


domingo, 18 de setembro de 2011

Morro do Canal 2011 - Inusitado mas Desejado

Da esquerda para direita: Maumau á frente, Lineu, João Pavan, Lia, Jú, Sintia, Alexandre, e Mildo.


Esse fim de semana teve o encontro Sexta Solidária do grupo Montanhoso do Facebook no bar Tartaruga. Foi um encontro com arrecadação de alimentos para os desabrigados pelas cheias de Santa Catarina e Paraná. Eu fui lá conferir. Já devia uma presença de tantos encontros que eles organizaram desde que entrei no grupo, tendo nesse meio tempo dobrado o número de pessoas, que hoje são 382 pessoas crescido de sexta-feira para domingo.

Na oportunidade houve o encontro dos Itupaveiros com a a presença do Paulo Henrique Schimidlin, o sr. Vitamina. O ícone e pioneiro do marumbinismo. Antes dele ir embora trocamos umas palavras porque conheço o irmão do Formigão (Gilberto Gross Dinkel) já falecido que fazia parte do grupo  do vitamina, o CLUMO. Isso está relatado no livro As Montanhas do Marumbi. Para mim, foi a melhor oportunidade por tudo que esse senhor representa no montanhismo paranaense.

Até então faltava um motivo para um blog em comentar e registrar tudo isso. Foi quando a Juliana (Ju) me ligou no sábado a tarde perguntando de ir ao Morro do Canal no domingo. Sim o morro do Canal, o mesmo que o sr. Vita daria o nome num projeto da década de 60 do século passado, chamado Alfa-Omega, que consistia numa travessia do morro do Canal até as montanhas do Marumbi (Facãozinho) e que não foi possível por causa das chuvas na investida, e só realizado por outro grupo no ano de 1991, no sentido oposto.
Eu já estive no morro do Canal no começo do ano fazendo a Travessia Morro do Vigia - Morro do Canal.
E assim saímos no domingo as 9:30 horas para começar a subida as 10:45 h e retorno as 13:45. O tempo não foi de chuva, mas de nuvens enquanto estivemos por 20 minutos e com um vento frio no cume. O caminho estava bem elameado.
Esse post considero da sorte. Sorte por ter amigos em comum das histórias da montanha da nossa serra do mar, como o sobrenome Gnata no pioneirismo do Marumbi e o sr. Vitamina de consultas por telefone, entrevistas na rádio e agora pessoalmente. Sorte pela amiga Ju por querer nesse domingo nublado subir o morro e convocarmos alguns amigos, como o Mildo que faz essa subida com um pé nas costas e o João que já é um marumbinista.

Visualizar todas

Ps 01. Quando estávamos quase chegando no topo, vimos uma garota de um grupo lá sentada deixar cair o tênis morro abaixo, que foi resgatado perigosamente por um amigo.


Ps 02. Esse foi o primeiro post depois do grupo criado para esses eventos no Facebook chamado Vitamina e Farofa Montanhas e Trilhas. É um grupo modesto de nível de escalaminhada ainda.

domingo, 4 de setembro de 2011

Pico Caratuva em 2011 - Conexão CTBA-Joinville

Na Fazenda Pico Paraná


No dia 29 de Agosto de 2009, eu estive pela primeira vez no Pico Caratuva. Foi minha segunda investida em montanha com percurso maior. Lembro que também foi um dos poucos finais de semana daquele ano que tiveram sol e um dia muito bonito. A foto que ilustra o topo do blog foi tirada nesse dia.

Agora nesse relato de retorno não poderia ser diferente, depois da espera de um fim de semana tão igual.
A diferença dessa ida foi a presença de amigos que estão começando e que tornam o prazer da caminhada em montanhas muito maior, por toda a descontração que representam. Esse blog é em homenagem a amizade.

Fomos com a Bike Ativa para o Pico Caratuva que fica na fazenda Pico Paraná. Essa fazenda é particular e o acesso é taxado. Da fazenda tem-se acesso a três picos que são o Caratuva, Itapiroca e o Paraná que é a maior altitude do sul do Brasil e que requer dois dias para chegar, acampar, subir e retornar por uma trilha de 07 horas de caminhada e cargueira nas costas.

O pico Caratuva vista do Getúlio (Pedra do Grito)

Mas o pico Caratuva é o objetivo aqui. Foram 03 horas de caminhada subindo um desnível de 800 metros e 04 quilômetros de percurso aproximadamente. No topo uma das vistas mais bonitas do Pico Paraná e demais montanhas da região da serra do mar e um pouco do litoral paranaense, como a baía de Antonina, parte de Guaraqueçaba e a cidade de Paranaguá. Do contrário pode se ver a represa do Capivari, da usina Governador Parigot de Souza em Antonina, instalada dentro da montanha. Também se vê um pouco da BR-116 Curitiba-São Paulo.
O pico Caratuva possui antenas de radio amador. Algumas dessas antenas servem de meio de comunicação da região para resgates quando necessário. É uma montanha que já sofreu com o descuido de visitantes que provocaram um incêndio.



Ps 01. Tivemos a presença de um grupo de Joinville que comentaram a admiração por ter um local como a Fazenda Pico Paraná tão organizado.

Ps 02 Atrás da casa do montanhista na fazenda há uma trilha para as cachoeiras que vale muito ser visto, num percurso de 15 minutos, veja nas fotos acima.

Ps 03. A minha surpresa foi encontrar no morro do Getúlio o amigo Flávio e esposa, no meio da tarde subindo para o pico Itapiroca.

Ps 04. Caratuva é uma pequena planta que se encontra no alto dessa montanha semelhante a pequenos cedros, mas bem macia. Segundo o comentário recente ela floresce a cada 10 anos. Pode-se dizer que é muito frágil.

Ps 05. Tracking GPSIES.

Ps 06. Nosso retorno foi em 02:15 h.

sábado, 13 de agosto de 2011

Cavalgada da Lua Cheia - São Luiz do Purunã



A região de São Luiz do Purunã, que se confunde com os Campos Gerais possui diversas fazendas de cavalos. Não poderia ser diferente, por ser em grande parte formada por uma fina camada de terra sobre solo rochoso não sendo ideal para a agricultura, somente para o pasto. Dessa característica surgem também diversos rios sobre as lages de pedra, formando recantos muito bonitos, a citar o mais antigo e público Recanto dos Papagaios.

Há poucas semanas conheci a fazenda do amigo Daniel, que é a Cabanha Esperança, no alto próximo as torres de telecomunicações, dentre elas a da Embratel.
Existem nessa região também muitas pousadas, como a Cainã, mais famosa e que no inverno convoca os apreciadores para o rodizío de sopas, além de passeios a cavalo, assim como o Rancho Ventania.

Se o céu está limpo num dia de lua cheia, pode-se fazer a cavalgada da Lua Cheia, que foi o nosso roteiro desse sábado a noite.

Por uma coincidência o Rancho Ventania, ficou ocupado por jipeiros, o que fez transferir a disponibilidade dos cavalos para o seu vizinho.



Na oportunidade um teste de fotos noturnas, que é bem difícil quando a câmera não é a ideal, mas possui bons recursos.

Depois de 1:30 h de passeio uma pizza no restaurante do Rancho Ventania que é uma boa dica de passeio de fim de semana.



Percurso improvisado no GPS.



Ps 01. Se eu fosse pobre pelo menos uma vez  na vida eu teria um haras.

Morro Anhangava Prá Começar

Vista do Morro do Anhangava atrás a partir do Morro Samambaia

Há um tempo atrás o amigo de pedais João Pavan estava procurando um lugar para levar um pessoal novo em uma trilha. Eu sugeri então que fossem para o morro do Anhangava, por acreditar que, quem nunca foi a uma montanha começasse por lá, para ter todas as sensações dessa prática. No Anhangava uma pessoa pode ter a experiência de fazer uma caminhada começando pela trilha da Asa Delta até o morro do Samambaia  e seguir até o topo percebendo os desniveís entre blocos de pedra. 

Nesse percurso além da subida, o tempo para descanso e depois na parte mais alta as diversas vistas como a serra do Itibiraquera do Pico Paraná, Farinha Seca e do outro lado o Marumbi e até a serra do Prata, sem citar outros tantos. A partir da descida do Anhangava algumas boas dificuldades que são as escadas de ferro.



Quando fui lá na primeira vez na década de 90, fizemos a ida de bicicleta. Hoje não me lembro, mas não haviam as escadas, superava-se alguns desniveis de bloco de pedras depois de passar por uma pedreira que hoje não existe mais.

Vias e cordas do treinamento dos escaladores

Mas voltando ao topo, lá pode se ver como funciona a escola de escaladas, com muitos praticantes no fim de semana, além dos visitantes ocasionais, que tornam o local bem congestionado, ainda mais quando o tempo abre com um belo dia de sol, depois de alguns dias chuvosos.

Nossa saída se deu pela trilha da estrada da Baitaca, que dá nome a serra a qual esses morros pertencem, mais precisamente no Chiquinho, foi uma diversificação do costume, para numa outra ocasião quem sabe com o mesmo grupo descermos o Caminho do Itupava.


Ps 01. Noticias do Caminho do Itupava são de que, no final do mês de setembro de 2011 acredita-se que os trabalhos de limpeza estejam conclúídos, depois de 90 dias desde Março por ocasião das chuvas e devido a licitação.

domingo, 24 de julho de 2011

Morro do Araçatuba Muito Molhado



Eu diria que esse passeio foi um encontro de pessoas que se conheciam e não haviam combinado nada.

A idéia de ir para o morro do Araçatuba com a Bike Ativa foi a oportunidade para entrar em contato com eles para futuros passeios.
Ao chegar no ponto de saída não esperava encontrar a Simone, que me foi apresentada pelos Altaneiros no ano passado, quando fomos na Cachoeira do Panelão.
Também encontrei o Angelino colega da COPEL e amigo da Rosane e da Estela.
Surpresa mesmo foi o Rodrigo Ricetti que estudou comigo no 2. grau do técnico do CEFET-PR, há muito tempo atrás, numa galáxia muito, muito distante.

Mas vamos ao passeio para o morro. A esperança durante a semana foi que o tempo contribuísse e pareceria que sim. O Luciano da Bike Ativa nos levou até o Matulão, que fica numa saída a direita da BR-376 para SC, depois da represa do Vossoroca,. para chegar até o pé do morro depois de 8,5 km.

De primeira a recepção dos cachorros Urko e Antenado (nomes que eu inventei) e que nos acompanharam o tempo todo. O sol deu o seu ar da sua graça no começo fazendo tirar o anorak. Mas foi por pouco tempo, logo começou a garoa que enfrentamos até o topo do morro. Consultando o GPS com a trilha marcada, não era o mesmo do cume trilhado pelo Pedro Hauck no site Rumos.
Mas tudo bem, a garoa não permitiu uma vista e fotos melhores.


Ficou a sensação de um retornar um dia.
Ps 01. Conforme o Reginaldo num dos seus blogs, de fato lá venta muito.
Ps 02. A Bike Ativa está com a programação que é Desafio das 10 Montanhas.
Ps 03. O Morro é a divisa do Paraná e Santa Catarina próximo a BR-376
Ps 04. Por enquanto eu não estou treinando para uma situação difícil. Eu já escrevi em algum outro blog, que trilhas em  dias molhados não é legal para quem vai e para o que fica, no caso a Natureza. Prometo evitar. 

domingo, 10 de julho de 2011

Pedalando Rumo ao Festival de Inverno de Antonina-PR



Um dos prazeres de quem pedala em Curitiba é descer a serra do mar pela estrada da Graciosa.

A primeira vez que pedalei uma grande distância foi de Curitiba a Morretes por esse trecho.
Eram os tempos da mountain bike Monark, de pouca qualidade, pesada e com trocador de marcha impreciso. A melhor bicicleta era de um colega, uma Sundow, que tinha amortecedor dianteiro, era um máximo do período. Fizemos o trecho BR 116-Estrada da Graciosa-Morretes e chegamos a tempo de almoçar no restaurante Madalozo, o cardápio de Barreado. A nossa volta foi de trem. Era um transporte barato, como se hoje você pagasse R$10,00 pela passagem e R$20,00 pelo transporte da bicicleta. 

No passeio desse domingo muita coisa estava a mão. Organização, a qualidade da bicicleta. que é muito melhor, com tantos importados, principalmente da China, onde é possível ter bicicletas adaptadas e personalizadas. Há também o vestuário de ciclista, que até faz moda e diferencia aquele que pedala as grandes distâncias, do indivíduo que pedala ao redor de casa.

Numa iniciativa da UFPR por causa do Festival de Inverno, foi programado um passeio até a cidade de Antonina. A Bikesul ajudou organizando ao custo de 2 kg de alimento e um agasalho para doação. E assim cerca de 80 pessoas se inscreveram para o passeio. 

A idéia foi sair da unidade da Agrárias da UFPR no Juvevê as 9:20 horas , seguindo pela Av. Vítor Ferreira do Amaral, Av. Maringá em Pinhais e a Estrada da Graciosa até Quatro Barras, com uma parada na panificadora, e a mesma com o nome de Estrada D. Pedro, desviando pela estrada da Casa de Pedra até o Topo da estrada da Graciosa.

Na descida da Graciosa uma parada no primeiro quiosque. Depois em São João da Graciosa a parada do pastel perto do desvio para Morretes e Antonina, esse com mais tempo para comer e beber um pouco.

Mais 18 km e chegada a Antonina as 15:30 h. O ânimo e cansaço não permitiram uma volta pela cidade do Festival de Inverno, que é um perído muito esperado pela cidade, não só pelo festival, mas pelo resgate do turismo, depois das chuvas de março, que causaram deslizamentos e queda de pontes e afastou o turista de final de semana. Mas aos poucos a região vai retornando a normalidade.

Clique nas fotos abaixo para ir ao álbum.



Ps 01 - 84 km pedalados. Detalhe parte do percurso abaixo foi esquecido de registrar, que foi do Atuba até o Alphavile Graciosa


Ps 02 - Muitos carros nesse dia. Por volta das 13 horas ainda. Na descida da Graciosa a bicicleta rende mais que os carros, mas nem por isso tente ir na contra-mão, é perigoso, eu que o dia!
Ps 03 - Entre pedais fortes e inexperientes todos se salvaram.
Ps 04 - Dia Bonito!
Ps 05 - Bom treino com a Trans Alpine nas costas.