Jalapão 2019

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Fervedouro Bela Vista - Jalpão 2019

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Cascading Salto Canta Galo


As pessoas conhecem a cidade de Morretes-PR por causa dos acessos ao litoral pela BR-277 e a Estrada da Graciosa do tempo do Brasil Império. Então toda a cidade, que tem um prato típico paranaense que é o Barreado, se concentra nas margens do rio Nhundiaquara por causa dos restaurantes.

Para quem desce ao litoral pela BR 277, na margem direita existe a estrada da Limeira que liga a Guaruva-SC e BR-376. Passando pela região da serra do Prata onde existem diversos rios e cachoeiras.
Foi num desses rios que subimos o seu curso até chegar ao salto Canta Galo num percurso de 1,7 km cruzando o rio várias vezes e andando sobre as pedras.


O salto Canta Galo possui 80 metros de desnível. Fomos guiados pelo Marcyo da Paraná Expedições que montou lá no topo a ancoragem de cordas para a descida de rapel na cachoeira ou cascading.
Foi um dia de sol onde foi testada a coragem e aproveitado a oportunidade desse esporte radical.


Trilhado no GPS


Comentários:

Ps 01. Levamos 02 horas para chegar na trilha da cachoeira porque a descida para o litoral no feriado da Proclamação da República teve o congestionamento típico em Morretes por causa da recuperação de uma das pontes da BR-277.

Ps 02. Nas  fotos aparecem o Antonio e  a Geni que conheço de outras aventuras e que para mim são o exemplo de casal que tiram proveito desses eventos e são harmoniosos.

Ps 03. Já havia feito rapel em Bonito no Abismo de Anhumas e em Prudentópolis na RPPN Ninho do Corvo.

Ps 04. Trilha pelo leito de rio com 1,7 km, tempo de 1:33 h e desnível de 170 metros.

Ps 05. Uma vista muito boa para a serra da Prata.

sábado, 31 de agosto de 2013

Caminho do Itupava em 2013


No começo em Quatro Barras

Essa foi minha terceira vez, e a segunda que organizo e conduzo um grupo. Tudo pelo simples prazer de compartilhar a história que procurei na biblioteca como um relato da história do caminho e a história da passagem do Cadeado, perto do santuário da ferrovia.

Esse passeio tava programado desde junho, mas o tempo chuvoso não permitiu, e assim programei a 01 mês atrás para o final de agosto, torcendo pelo tempo bom.

E o tempo ajudou. Ajudou também a presença dos meus amigos do trabalho Edvilson e a esposa Cleonice, Flávio e a esposa Glaucia e o Marcos Scremin. Ajudou a amiga Karina que fez um treino para o Vale do Pati (boa sorte lá!) e que trouxe pessoas engraçadas, fotógrafos que proporcionaram um dia muito bacana.

No final em Porto de Cima, Morretes-PR

Fotos

Trilhado no GPS



Comentários

Ps 01. Não foi o meu caso, mas a música "se meus joelhos não doecem mais..."

Ps 02. Pela segunda vez os  macacos (na copa das árvores) resolveram aparecer.

Ps 03. Números: tempo de deslocamento 5:18:40 h de deslocamento num total de 8:31:20 h, para 18,6 km de percurso.

sábado, 24 de agosto de 2013

Pedalada da Estrada da Faxina

Largada com neblina


Embora tenha ido pedalar várias vezes para São Luiz do Purunã, uma localidade da cidade de Balsa Nova-PR, ainda não conhecia a estrada da Faxina.

Quando ouvia falar dessa estrada, as pessoas pareciam incomodadas talvez pela dificuldade que passaram. Talvez por ser um vale na margem direita da BR-277 sentido Ponta Grossa-PR ou talvez por terem feito percursos pesados como a chegada pela Itambé desde de Curitiba, que é só subida.

Dessa vez fiz essa pedalada, depois de ter adiado em 04 de Agosto. A organização foi com a Bike Ativa saindo da estrada de acesso a sede do Talia, do outro lado da rodovia, como se pode ver abaixo no trilhado no GPS.

A estrada da Faxina sai depois do portal de S.L do Purunã e vai até a estrada de concfreto da Itambé que liga a jazida da mesma são aproximadamente 10 km de percurso.

Fotos do dia.



Trilhado no GPS




Comentários

Ps 01. "Faxina", embora lembre a limpeza de algum lugar e muito apropriado para o momento, quer dizer um local de árvores com tronco estreito, típico do vale onde a estrada se encontra.

Ps 02. A previsão do tempo foi confiável.

sábado, 8 de junho de 2013

Mais um Marumbinista!

"Aquele que hoje escala o Marumbi pode não dar conta de sua vasta história, mas é preciso pensar na saga de homens que com muita garra e esportividade abriu caminhos, transformando esta serra em algo mais que uma série de majestosos picos, num conjunto de montanhas acessíveis a todos os que, como eles, têm a satisfação de atingir seus imponentes cumes..."
Nelson  Luis Penteado  Alves, no livro As Montanhas do Marumbi. 



Demorou mas aconteceu! Nesse dia eu me tornei mais um marumbinista. Já haviam passado tantas oportunidades. Desde o tempo em que não havia IAP e as pessoas deixavam o carro perto da usina Marumbi, porque não conseguiam chegar na estação Eng. Lange sem um 4x4. E outras, como estar fora do país bem no convite. Sem contar aqueles convites com o céu desfavorável.


Avistando o grupo que foi até o Abrolhos

Mas foi nesse fim de semana. Não da forma que eu gostaria com mais pessoas, porque todos os demais  subiram o Abrolhos. Foi praticamente uma trilha solitária, começando pela Noroeste, chegando a Pedra do Tigre, Gigante e finalmente Olimpo. 

Durante todo percurso lembrei do livro do Farofa (Nelson Penteado), um registro impressionante da história, e lembrei que no ano passado a equipe do Zona de Impacto (que sofreram) foi lá encima fazer uma reportagem com o Vitamina e o Kiko (IAP) sobre a Semana do Montanhismo no Brasil (sic 100 anos).

Bem  a sensação foi de um sonho realizado, de ter confirmado a impressão daquele garoto de 11 anos que ao viajar de trem pela 1. vez e ao olhar a montanha lá da estação ficar admirado com o tamanho. Depois de muito tempo a confirmação de toda a grandiosidade. Um local que nos privilegia, com acessos das mais diversas formas, pela trilha do Itupava, de trem pela serra, carro 4x4 ou a pé desde a estrada das Prainhas (Porto de Cima).


Comentários:

Ps 01. Confesso que passados 06 meses da ida a Patagônia achei que toda a resistência física de lá, com referência a uma das trilhas de 24 km, eu achei que fazer o Marumbi da forma mencionada seria suportável. Mas o despreparo me mostrou cãibras pouco antes de chegar no ponto mais alto, o Olimpo. Cada montanha tem história e dificuldades únicas.

Ps 02. Na volta pela trilha Frontal acabei descendo um lance de escada (grampos) tão grande. Depois entendi no vídeo quando o Vitamina disse "agora que a porca vai torcer o rabo, vai ver porque esporte é adrenalina".

Ps 03. Valeu cantarolar algo nessa descida como se fosse um mantra espanta medo.

Ps 04. A minha volta demorou mais que esperado pela cãibras. A entrada na noite pouco antes da cachoeira do marumbinista apesar da lanterna, foi tenso. A sinalização lá estava sutil.

Ps 05. O GPS perdeu o sinal em vários pontos no começo depois do Abrolhos causando uma falha de registro, e na descida também. Mas as trilhas são bem sinalizadas, o GPS foi mais para registrar desempenho.

Ps 06. Subida pela trilha Noroeste foram 4:30 horas e a descida 04:00 h pela Frontal. A descida demorou mais que o programado que seria de 03 a 03:30 h, tudo por motivos de fadiga.

Ps 07. Tempos de percurso: 
           Subida pela trilha Noroeste 4:30 h
           Pausa: 1:00 h
           Descida pela trilha Branca 4:00 h (normalmente em 3:00 h)

           Saída da estação Marumbi as 09:30 h e retorno as 19:00 h. 

Ps 08.  Alguns comentários de que as montanhas do Marumbi requerem respeito apesar das facilidades dos meios de acesso.


Trilhado no GPS

Monte Olimpo (subida)



Monte Olimpo (descida)

domingo, 28 de abril de 2013

Buraco do Padre em 2013



O Buraco do Padre já aqui comentado em outras postagens é uma das jóias da natureza dos Campos Gerais. Depois que conheci a Chapada Diamantina-BA, quando olho esse monumento da natureza me vêem flashes de lá. 

Não temos o mesmo cuidado e não damos a mesma importância a esse local. Talvez, porque não é um parque, mas mesmo um parque na Bahia tem muitos problemas. Um exemplo que me impressionou  recentemente foi o parque Torres Del Paine, por conta de todo o cuidado e aproveitamento turístico e claro que lá o dinheiro faz a diferença.. 

Talvez seja repetitivo aqui, mas é que os campos gerais tem muita natureza de potencial turístico, mas falta algo que não sei se é interesse da comunidade, governo ou cultura.

Desde de julho de 2012 o Buraco do Padre  foi interditado para melhorias com a promessa da liberação em dezembro do mesmo ano. Talvez por lidar com o meio ambiente o proprietário teve problemas. Mas as pessoas continuam indo. A situação não mudou, ou até piorou. Onde tinha um acesso, ele foi bloqueado, mas outro ao lado foi feito sem muito cuidado e logo alguém vai entrar de carro e não vai poder sair, se não for um 4x4. 

Mas pelo menos dessa vez pela dificuldade de ir até lá e pelo aviso de interditado não vi muito lixo, que foi um ganho para o local que tinham muitos órfãos dos verdadeiros lixeiros, porque quem limpa não é lixeiro como dizia a minha vó.

Foi bom rever um local que não me canso e que recuperou-se de um incêndio desde a última vez que estive lá, apesar de interditado indefinidamente.



Comentários:

Ps 01. Uma mudança que notei foi a retirada da cerca que havia próximo da área de estacionamento. Uma nova cerca com quebra corpo foi instalada mais a frente onde começa a trilha sob as árvores.

Ps 02. Capão da Onça e canion São Jorge são os proximos destinos na região ainda esse ano.

sábado, 6 de abril de 2013

Volta em Antonio Olinto-PR via Parque Sawe.

É muito comum a presença religiosa católica na região, tendo a  principal atração a igreja ucraniana Imaculada Conceição de Nossa Senhora

Antonio Olinto é uma cidade rural de colonização polonesa e ucraniana, que fica a 140 km de Curitiba, próximo a cidade de São Mateus do Sul.  Por coincidência é o nome de um cicloturista que já fez e escreveu os guias de cicloturismo no Brasil o próprio Antonio Olinto. Eu mesmo já fui numa palestra dele em Curitiba e o encontrei na colônia Witmarsum, quando ele fazia prospecção para um novo guia no Paraná.

Mas voltando a cidade de Antonio Olinto, eu estive lá na ocasião em que a minha namorada da época Andrea Sidyr dava aula de dança folclórica ucraniana para os jovens (Jettiá) da cidade por causa do Festival Nacional de Danças Ucranianas. Assim para passar uma tarde, eu resolvi fazer uma pedalada de 40 km. Essa volta foi planejada no Bikemap. Eu tomei conhecimento desse site para planejar rotas através do Carlos Augusto, que também já planejou vários roteiros. Até pensei que ele já havia feito esses roteiros.

O planejamento é simples,  você visualiza as estradas por um mapa do Google Satélite e traça a rota que deseja realizar com a altimetria prevista. Depois baixa num GPS ou imprime os mapas do percurso. Eu montei 03 opções. Uma que seguiria para leste de 30 km, outra de 20 km de norte a sul chegando próximo ao Rio Negro (Divisa do Paraná - Santa Catarina) e outra única que disponibilizei aqui.

Os dados estão no GPSIES que aparecem aqui e também no Bikemap.



A idéia do percurso foram as estradas rurais passando pelo parque aquático Sawe retornando pela BR-476 e rodovia de acesso a cidade



Comentários:

Ps 01. Quando lembrei da pessoa do Antonio Olinto, lembrei também que no Paraná o cicloturismo não existe, apesar do guia que ele fez. Porque quando comparamos com o estado de Santa Catarina que tem 04 rotas de cicloturismo muito bem elaboradas e visitadas, é de dar uma inveja boa. E olha que o estado do Paraná é mais rico que o vizinho e ao mesmo tempo pobre em aproveitar as oportunidades turísticas. Por exemplo a rota dos tropeiros não poderia ser um cicloturismo?

Ps 02. Não visitei a igreja ucraniana da cidade, tombada pelo patrimônio estadual, porque errei o caminho e não tinha mais tempo de desviar o objetivo do percurso. Ficou para uma próxima planejada. 

Ps 03. Depois que saí do parque Sawe tinha como objetivo andar um pouco pela BR-476 e então desviar por uma estrada paralela. Bem, essa estrada foi parecendo de pouco uso,  mais a frente passei por duas porteiras. Depois não tinha continuidade ao terminar numa estrada transversal. Já era noite e ao optar por sair a direita acabei andando mais que o previsto fora da rota do GPS. Essa saída da BR-476 não foi uma boa!

Ps04. Aliás, atravessar porteira sem ter a certeza do que há na passagem como por exemplo cachorros  e boi é muito arriscado.

Ps 05. A altimetria do percurso planejado no Bikemap não é transferida para o GPS.

Ps 06. Antonio Olinto é em homenagem ao ministro da época da vinda dos imigrantes para a região e também é o nome de um escritor, veja a página da Academia Brasileira de Letras. 

Ps 05. Olhando depois na opção de mapa Openstreetmap do GPSIES acima andei mais no município de São Mateus do Sul do que no de Antonio Olinto. 

Ps 06. Passado um tempo realizei um novo percurso na região pelo mesmo motivo descrito acima e fiz as fotos da igreja ucraniana Imaculada Conceição de Nossa Senhora.

domingo, 10 de março de 2013

Último Pedal dos 42


Um dos meus prazeres é pedalar. Já fiz pedalada de viagem no Circuito Vale Europeu com o Sherpa Turismo, pedalada organizada pela BikeSul, BikeAtiva e Natureza Ar Livre do Heron, pedalada de férias, descida da serra do mar,  competi pedalando no Crossduatlhon Naventura e rally e caça ao tesouro no Atravecity.

Essa história de pedaladas começou no ano de 2007 no BikeNight que saía do Largo da Ordem hoje Pedala Curitiba. Desse passeio fiz vários amigos que me incluíram no Lavailama, um grupo que se encontra no Alto da XV. Desse grupo nasceram várias amizades, muito importantes para mim como a Ju, Liz, Ferna, Sandra, Fabi, Noguemar, Carmem, Augusto, Oscar, Mildo e outros que volta e meia aparecem. A única coisa que lamento é não morar na redondeza, o que diminui as minhas saídas com eles, perco a hora do encontro por ter que sair mais cedo.

Nesta postagem eu publico as fotos e o percurso que fizemos no fim de semana num total de 74 km, com a saída da rua Augusto Stresser no Hugo Lange e seguindo para São José dos Pinhais - colônias Marcelino e Muricy. Bem, o meu registro foi a partir de casa e com retorno separado.



Registrado no GPS