Jalapão 2019

Jalapão 2019
Fervedouro Bela Vista - Jalpão 2019

domingo, 17 de janeiro de 2010

2. Dia Circuito Vale Europeu Pomerode a Indaial-SC


E estamos no 2. dia do circuito com saída de Pomerode. Como havia comentado no blog anterior ficamos em Indaial-SC por causa da confusão na casa, mas as bicicletas estavam lá nos esperando. Como será pedalar mais 40,9 km depois do 1. dia?
Na chegada ao portal sul de Pomerode havia o serviço ao turista e pegamos o 2. carimbo do passaporte. Tiramos fotos vestidos de aletibano = alemão + curitibano. E fomos buscar as bicicletas.
O segundo dia começava próximo do portal norte seguindo para localidade de Wunderwald, já no começo notei um som estranho na mata, uns roncos altos e fortes. Só pode ser Bugio. Mas estava longe para vê-los.
No mais foram os detalhes das casas e da paisagem local. Numa parada que fizemos antes de outra localidade o Mulde, fomos num bar e mercearia para comprar água gelada, o dia estava bem quente. Lá tinha uma cancha de bocha com alguns senhores aguardando. Mas o quê? Adversários. E nos convidaram para uma partida. Como era meio do percurso e ainda não sabíamos o que vinha pela frente, não foi possível apostar umas "beras". Mas que eles insistiram. Seguimos para o próximo morro.
No final um percurso de descida antes da divisa com Indaial. Como a descida era forte, passamos batido um ponto de um engenho de farinha, que é de visitação, lembro de uma curva derrapando e valeta, quase. Na chegada num trevo ou um T, á direita segue para o Morro Azul ponto alto da localidade a uns 7 km e a esquerda Indaial (precisa corregir a planilha do circuito). Faltando 1 hora de percurso despencou uma chuva que nos acompanhou até a chegada na ponte dos arcos de Indaial. Taí o porquê, de não ter muitas fotos desse dia, mas seguem estas abaixo.



Chegando no hotel lavação de roupa.Depois comer numa saída de Indaial, perto de um bar muito frequentado o Marechal. Ao estacionar foi engraçado, o dono do retaurante, um gaúcho, já veio avisando, "não pode estacionar, porque aqui é do restaurante", e nós "sim a gente pode ir no restaurante?", o homem ficou sem jeito. E aí pedimos a famosa "La Minuta" [Do fr. à la minute, no mesmo instante, imediatamente.] Substantivo feminino. Nos restaurantes, prato que se prepara no momento, no minuto. À minuta: Preparado no momento (prato, refeição).


sábado, 16 de janeiro de 2010

1. Dia Circuito Vale Europeu Timbó a Pomerode - SC


E o ano de 2009 aqui no blog terminou pedalando e sem muita previsão, então 2010 começou o pedal direito, com uma semana no "Circuito Vale Europeu".
Esse circuito é o único roteiro do Brasil, sim porque um roteiro tem que começar e terminar no mesmo local, sem passar pelos mesmo caminhos.
A partir desse, vou tecer alguns comentários em 7 partes, um para cada dia de percurso, que o leitor poderá usar quando fizer esse cicloturismo e no final algumas constatações.
Primeiramente digo que na internet há muita informação, muito blog de experiência que traz novidades e às vezes repetem algumas boas informações. Eu talvez não seja tão diferente.
Então vamos lá.
Os protagonistas do passeio foram Maumau (blog), Alan (ACC organizador) e Sirlene (organizadora), Linhares (colega da COPEL), Andreia e Lucas (esposa e filho do Linhares e carro de apoio).
Saímos da minha casa (Ctba) às 7:00 h do dia 16/01, chegando em Timbó-SC as 10:00 no local de inicio do circuito, o Bar Thapyoka, onde fizemos a inscrição e preparamos as bicicletas, almoçamos no mesmo bar e por volta das 13:00 h estávamos prontos para os primeiros 45,9 km. A primeira constatação, no horário do almoço, alguns locais fecham e o termo de responsabilidade nem foi preenchido porque a Associação Vale das Águas estava fechada para o almoço.

Começamos seguindo todas as orientações do mapa e marcações ao longo do percurso, as fotos abaixo mostram alguns detalhes do dia.




Para mim, essa kilometragem num dia era normal de um passeio que estava acostumado, mas pensando nos 7 dias seguidos era uma novidade duvidosa.
Bem as imagens falam mais, um detalhe foi o desnível de 300 m na localidade de Rio Ada para descer até Pomerode-SC no roteiro das casas enxaimel,. Foi uma descida no freio, porque com as chuvas de verão a estrada está cortada, há pedras e um tombo logo de cara pode terminar o passeio. Lembro que dois ciclistas subiam empurrando a longa estrada.
Passando a rota enxaimel chegamos ao portal norte de Pomerode as 17:30 h, lembro que foram 3:30 h de pedalada. O portal estava fechado apesar da festa Pomerana e não conseguimos carimbar o passaporte. Como havia a festa Pomerana, a cidade estava cheia, todos os hotéis lotados e a opção seria ir para Indaial -SC ficar no hotel Larsen. Anteriormente ficaríamos num sobrado alugado em Pomerode ao preço de pousada por pessoa. Porém a dona do sobrado se perdeu nas reservas e deixou um quarto e uma sala para dormirmos (?!), tomamos banho, conversamos de ficar em Indaial. Deixamos as bicicletas na casa  em Pomerode e fomos para Indaial, mas antes passamos na Festa Pomerana. Essa festa é a mais alemã e não tem as confusões e povo "tigrado" da Oktoberfest de Blumenau. Na festa, me chamou a atenção como as pessoas são altas, principalmente as gurias que para o meu 1,75 m de altura estava de bom tamanho.
Um pouco na festa, prova um chope pilsen e outro com trigo (gosto duvidoso) e beber muito e pedalar o mesmo tanto, não combina comigo, fomos para Indaial de carro com quase toda a bagagem no colo.  Achar na noite de chuva, a entrada de Indaial pela BR em meio a placas diferentes do acostumado não foi fácil. Quase seguimos para Apiúna.
Chegando no hotel tudo certo, ele era todo nosso, guardamos tudo e fomos dormir.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Cicloturismo da Bikesul - Destino Buraco do Padre via Fazenda Demeterco



Neste momento que eu escrevo acredito que hoje dia 20/12 foi a última pedalada de 2009.
Na proposta do Gestennberger da Bikesul saimos as 8:00 horas até um trecho na BR 376 sentido Ponta Grossa-PR, com parada logo depois do segundo pedágio na entrada para a fazenda de cavalos Crioulo do sr. Demeterco.
O percurso de aproximadamente 50 km que foi feito em meio a estradas rurais, algumas com tanta areia que uma hora ou outra a roda da bicicleta afundava e tinha que empurrar . E assim a chegada a fazenda de gado e também de cavalos da raça crioulo e a travessia do trecho da plantação de pinus, até a estrada de asfalto no distrito de Itaiacoca.
Depois que chegamos ao asfalto eu nem reparei mas havia passado próximo da entrada da cachoeira dona Mariquinha, mas não seria dessa vez que conheceria este local.
No asfalto uma parada no Bar dos Amigos para hidratação a base de levedura e a pergunta: Cadê o Noguemar? Custou três cervejas entre eu, a Ju, o Kão, a Liz, o Eliseo e o Rafael. E não é que o Nogue errou o caminho numa das curvas.
Depois da chegada do perdido um pouco de asfalto e nova estrada rural para o Buraco do Padre.
Chegando no local a minha proposta: no meio da trilha subirmos o morro para vermos o local por cima, claro que sob protestos, afinal depois de 48 km de pedalada uma subida de 15 minutos não é fácil.
Na volta, 5 minutos para descer e seguir a trilha até o salão do famoso Buraco do Padre.
No começo da noite fomos a colônia Witmarsum para uma refeição tipíca alemã no Restaurante Colonial e Pousada Bela Vista.

Lavailama: Juliana, Lizandra, Tania, Noguemar, Mauricio (Maumau), Eliseo, Rafael e Edson (Kão).

Nota: o Buraco do Padre é uma furna localizada em Ponta Grossa-PR próximo a estrada que liga ao municipio de Itaioca. O nome se deve a presença dos padres jesuítas na região que dizem faziam orações neste local. A região pertence a uma propriedade particular que deveria ser um RPPN - Reserva Particular do Patrimônio Natural, que recebeu benfeitorias no passado para favorecer uma exportação de produtos para o Japão, por uma cláusula exigida por eles. Passado a necessidade o local ficou abandonado e dependente dos seus visitantes que nem sempre cooperam.

domingo, 29 de novembro de 2009

Rafting da Ativa em Apiúna-SC com os Altaneiros


A frase é a seguinte: no rafting não há um dia igual ao outro.

Foi o meu 4. e por isso, rafting grátis. Comecei no ano 2000 quando estava na festa Pomerana e fui com 01 amigo Odayr e seu filho Tiago, depois mais dois , com meus amigos Hélio e Rosane (neste último também).
No ano de 2007 fui a Itacaré-BA e fiz no rio de Contas, numa enrolada que me deram, porque não foi com a Ativa Rafting.
Dessa vez eu fui com o pessoal do grupo Altaneiros em 21 pessoas. O rio estava cheio com 2,45 m, se não em engano, então a nossa opção radical foi intermediária Estavam comigo no bote Rafael, Rogério, Rosane, Lucíola, Liz e Marcelo.
Levamos um caldo na corredeira Fooood....., o Rogério foi parar na chegada 800 metros a frente.

Nota: no video abaixo nível avançado ou radical (mas não muito). Eu sou o último a direita (ao lado do guia) pode se ver no vídeo quando o bote vira o meu remo é arremessado  para cima. Detalhe nunca perca o remo, disseram. Demais fotos clique aqui.

 Em ação
De Rafting em Apiúna - Altaneiros

domingo, 15 de novembro de 2009

Pedalada do Heron - Vila da Glória, Baía da Babitonga-SC



Distensão a parte...he he he. Um pouco de expectativa e consegui fazer parte do pedal do Heron , com o pessoal do Lavailama, para Vila da Glória, Baía da Babitonga. E olha o tempo e será que chove? E finalmente no domingo saímos as 7:30 h para Garuva-SC.
Chegando lá retiramos todas as bicicletas da carreta e saímos para a ponte pensil no caminho colonial 6 km de distância no sentido oposto ao destino para encontrar a Sandra Joanides e o Kão que vinham pela BR 101, desde Curitiba.
Nesse local algumas fotos e seguimos a caminho para a Vila da Glória, afinal um almoço a base de camarão e peixe nos esperava.
Estrada, poeira, pit stop bar Baharas, pneu de um integrante que furou, piscina de água gelada e o restaurante do Jaci zinho (escrito assim mesmo) depois de 54 km.
E a chuva mesmo só na chegada a Curitiba.

Nota: a vila da Glória pertence a cidade e ilha de São Francisco do Sul-SC, possui restaurantes de frutos do mar de vários "zinhos" e moradia de pescadores. Existe a ligação por ferry-boat com a ilha e a cidade de Joinvile.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Salto 7 Inédito e a nova palavra. III e última parte



Fechando o feriado mais uma manhã de pedalada de 16 km com os mesmos pedaleiros do dia anterior e para mim a mesma roupa de ciclista lavada e secada na noite anterior.
O salto 7 poderia ser por causa dos 7 pecados capitais, segundo a estória "fake", mas era por causa dos seus 77 metros de altura. Na chegada ao local tem uma casa que serve de pousada para uma família e outras ainda em construção. Uma dica aqui do autor sobre a proteção com pára-raios na caixa d'água por causa da altura.
Uma olhada no mirante ou inicio da queda. Depois a descida até as margens do Rio dos Patos e uma pequena subida em meio ao córrego do rio do Salto 7. Chegando lá um banho de cachoeira e tanto.
Retorno para o hotel e um banho para voltar para Curitiba. Um feriado de muito sol, um belo lugar, e pessoas muito divertidas.

domingo, 1 de novembro de 2009

Pedal na Terra das Cachoeiras Gigantes. II Parte


E no dia seguinte o pedal até a cachoeira São João. Saímos, na foto: Linhares, Molinari, Alan, Sirlene e Maumau, 08 horas da manhã para um pedal de 24,8 km. Minha surpresa ao deparar com a bicicleta já empoeirada pela estrada do dia anterior. O outro grupo seguiria de ônibus as 9:30 horas.
Foi um passeio que eu desejava já no anterior. A lembrança que eu tenho é da menina na entrada da fazenda com a frase decorada sobre o acesso e mais nenhuma palavra.
Chegamos as 10 horas no mirante a beira da estrada e o comentário do Alan que se perdeu e demorou para achar esse local na 1. vez que esteve lá. Logo chegou o ônibus com o pessoal. Fomos para a fazenda e lá estava a garota e o irmão, dessa vez falando outras palavras. E fomos para a bela paisagem e fotos.
A tarde o programa era o Recanto Perouski. Puxa que lugar maravilhoso. Da outra visita tinha que escolher o Ninho do Corvo que fica ao lado. Roupa de ciclista e tibum.
Na sequência ali perto o Salto São Sebastião e o Mlot. A descida para o São Sebastião as 17:30 horas, um tanto molhada, foi um percurso radical, cordas no e vertical, com direito a esfola canela e descida lisa. Restrição na descida para algumas pessoas, só quem teria a famosa disposição "uma pessoa não atleta e não sedentária. Esse foi o dia.
A noite pizza no Casarão. Engraçado, toda a cidade pequena e turística tem uma pizzaria Casarão, lembrei de uma em Praia Grande-RS.