Jalapão 2019

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Fervedouro Bela Vista - Jalpão 2019

sábado, 13 de agosto de 2011

Morro Anhangava Prá Começar

Vista do Morro do Anhangava atrás a partir do Morro Samambaia

Há um tempo atrás o amigo de pedais João Pavan estava procurando um lugar para levar um pessoal novo em uma trilha. Eu sugeri então que fossem para o morro do Anhangava, por acreditar que, quem nunca foi a uma montanha começasse por lá, para ter todas as sensações dessa prática. No Anhangava uma pessoa pode ter a experiência de fazer uma caminhada começando pela trilha da Asa Delta até o morro do Samambaia  e seguir até o topo percebendo os desniveís entre blocos de pedra. 

Nesse percurso além da subida, o tempo para descanso e depois na parte mais alta as diversas vistas como a serra do Itibiraquera do Pico Paraná, Farinha Seca e do outro lado o Marumbi e até a serra do Prata, sem citar outros tantos. A partir da descida do Anhangava algumas boas dificuldades que são as escadas de ferro.



Quando fui lá na primeira vez na década de 90, fizemos a ida de bicicleta. Hoje não me lembro, mas não haviam as escadas, superava-se alguns desniveis de bloco de pedras depois de passar por uma pedreira que hoje não existe mais.

Vias e cordas do treinamento dos escaladores

Mas voltando ao topo, lá pode se ver como funciona a escola de escaladas, com muitos praticantes no fim de semana, além dos visitantes ocasionais, que tornam o local bem congestionado, ainda mais quando o tempo abre com um belo dia de sol, depois de alguns dias chuvosos.

Nossa saída se deu pela trilha da estrada da Baitaca, que dá nome a serra a qual esses morros pertencem, mais precisamente no Chiquinho, foi uma diversificação do costume, para numa outra ocasião quem sabe com o mesmo grupo descermos o Caminho do Itupava.


Ps 01. Noticias do Caminho do Itupava são de que, no final do mês de setembro de 2011 acredita-se que os trabalhos de limpeza estejam conclúídos, depois de 90 dias desde Março por ocasião das chuvas e devido a licitação.

domingo, 24 de julho de 2011

Morro do Araçatuba Muito Molhado



Eu diria que esse passeio foi um encontro de pessoas que se conheciam e não haviam combinado nada.

A idéia de ir para o morro do Araçatuba com a Bike Ativa foi a oportunidade para entrar em contato com eles para futuros passeios.
Ao chegar no ponto de saída não esperava encontrar a Simone, que me foi apresentada pelos Altaneiros no ano passado, quando fomos na Cachoeira do Panelão.
Também encontrei o Angelino colega da COPEL e amigo da Rosane e da Estela.
Surpresa mesmo foi o Rodrigo Ricetti que estudou comigo no 2. grau do técnico do CEFET-PR, há muito tempo atrás, numa galáxia muito, muito distante.

Mas vamos ao passeio para o morro. A esperança durante a semana foi que o tempo contribuísse e pareceria que sim. O Luciano da Bike Ativa nos levou até o Matulão, que fica numa saída a direita da BR-376 para SC, depois da represa do Vossoroca,. para chegar até o pé do morro depois de 8,5 km.

De primeira a recepção dos cachorros Urko e Antenado (nomes que eu inventei) e que nos acompanharam o tempo todo. O sol deu o seu ar da sua graça no começo fazendo tirar o anorak. Mas foi por pouco tempo, logo começou a garoa que enfrentamos até o topo do morro. Consultando o GPS com a trilha marcada, não era o mesmo do cume trilhado pelo Pedro Hauck no site Rumos.
Mas tudo bem, a garoa não permitiu uma vista e fotos melhores.


Ficou a sensação de um retornar um dia.
Ps 01. Conforme o Reginaldo num dos seus blogs, de fato lá venta muito.
Ps 02. A Bike Ativa está com a programação que é Desafio das 10 Montanhas.
Ps 03. O Morro é a divisa do Paraná e Santa Catarina próximo a BR-376
Ps 04. Por enquanto eu não estou treinando para uma situação difícil. Eu já escrevi em algum outro blog, que trilhas em  dias molhados não é legal para quem vai e para o que fica, no caso a Natureza. Prometo evitar. 

domingo, 10 de julho de 2011

Pedalando Rumo ao Festival de Inverno de Antonina-PR



Um dos prazeres de quem pedala em Curitiba é descer a serra do mar pela estrada da Graciosa.

A primeira vez que pedalei uma grande distância foi de Curitiba a Morretes por esse trecho.
Eram os tempos da mountain bike Monark, de pouca qualidade, pesada e com trocador de marcha impreciso. A melhor bicicleta era de um colega, uma Sundow, que tinha amortecedor dianteiro, era um máximo do período. Fizemos o trecho BR 116-Estrada da Graciosa-Morretes e chegamos a tempo de almoçar no restaurante Madalozo, o cardápio de Barreado. A nossa volta foi de trem. Era um transporte barato, como se hoje você pagasse R$10,00 pela passagem e R$20,00 pelo transporte da bicicleta. 

No passeio desse domingo muita coisa estava a mão. Organização, a qualidade da bicicleta. que é muito melhor, com tantos importados, principalmente da China, onde é possível ter bicicletas adaptadas e personalizadas. Há também o vestuário de ciclista, que até faz moda e diferencia aquele que pedala as grandes distâncias, do indivíduo que pedala ao redor de casa.

Numa iniciativa da UFPR por causa do Festival de Inverno, foi programado um passeio até a cidade de Antonina. A Bikesul ajudou organizando ao custo de 2 kg de alimento e um agasalho para doação. E assim cerca de 80 pessoas se inscreveram para o passeio. 

A idéia foi sair da unidade da Agrárias da UFPR no Juvevê as 9:20 horas , seguindo pela Av. Vítor Ferreira do Amaral, Av. Maringá em Pinhais e a Estrada da Graciosa até Quatro Barras, com uma parada na panificadora, e a mesma com o nome de Estrada D. Pedro, desviando pela estrada da Casa de Pedra até o Topo da estrada da Graciosa.

Na descida da Graciosa uma parada no primeiro quiosque. Depois em São João da Graciosa a parada do pastel perto do desvio para Morretes e Antonina, esse com mais tempo para comer e beber um pouco.

Mais 18 km e chegada a Antonina as 15:30 h. O ânimo e cansaço não permitiram uma volta pela cidade do Festival de Inverno, que é um perído muito esperado pela cidade, não só pelo festival, mas pelo resgate do turismo, depois das chuvas de março, que causaram deslizamentos e queda de pontes e afastou o turista de final de semana. Mas aos poucos a região vai retornando a normalidade.

Clique nas fotos abaixo para ir ao álbum.



Ps 01 - 84 km pedalados. Detalhe parte do percurso abaixo foi esquecido de registrar, que foi do Atuba até o Alphavile Graciosa


Ps 02 - Muitos carros nesse dia. Por volta das 13 horas ainda. Na descida da Graciosa a bicicleta rende mais que os carros, mas nem por isso tente ir na contra-mão, é perigoso, eu que o dia!
Ps 03 - Entre pedais fortes e inexperientes todos se salvaram.
Ps 04 - Dia Bonito!
Ps 05 - Bom treino com a Trans Alpine nas costas.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Pedal Arredores da Represa do Passaúna





A represa do Passaúna é dos pontos de abastecimento da região de Curitiba. Quando ela foi idealizada em 1991, tornou-se também um parque com pista de percurso do lado de Curitiba. Isto porque ela está nas divisas de Campo Largo e Araucária. E nesse lado haviam mais propriedades particulares que se beneficiaram com a formação do lago.
Uma maneira de percorrer esse outro lado é vindo da BR-277, pela colônia Revier, até o bairro Ferraria, cruzando a Rua Mato Grosso, que é a sequência da Rua Eduardo Sprada, rua do bairro Campo Comprido em Curitiba, e descendo até as margens da represa, na sua parte mais estreita.
Depois margeando a direita segue até a barragem da represa. Hoje nessa extensão da barragem pode se ver que o portão foi arrombado.
Há uma opção na região de almoço nos finais de semana que é a chacará Dom Henrique.
Todo esse percurso é compreendido por pequenas propriedades rurais, com diversas plantações. São terrenos em boa parte "quebrado" ou composto de muitos aclives. É uma prática e tanto para mountain bike de percurso, como teste de resistência.

Clique no slide para ir ao álbum de fotos do Picasa.



Ps 01- Na metade do percurso de 43,5 km eu tive o meu primeiro tombo de mountain bike. Eu não lembrava mais o que era cair de bicicleta. Tive algumas escoriações no joelho e no ombro, mas no ante-braço tive um corte por uma pedra e esfolamento. Foi uma queda típica de 02 rodas, onde não escapei da bicicleta e fiquei na posição até parar depois da queda.
Ps 02 - Depois dessa ouvi de algumas pessoas que nunca andaram de bicicleta pelo medo de cair. Se alguém gostaria de aprender em Curitiba tem a loja do Américo pelo site Biketour.
Ps 03 - Um acessório conhecido por HeadWear, que é um lenço em forma de tubo usado na cabeça para proteção contra o sol e tem várias formas de uso, na hora de ferimento é uma opção para estancá-lo, o que foi o meu caso.
Ps 04 - Mais sobre o percurso aqui no Garmin Connect.

sábado, 28 de maio de 2011

A Travessia Morro do Vigia ao Morro do Canal

A esq. Torre Amarela, ao centro Morro do Vigia e a dir. parte do Morro do Canal
Esse final de semana foi bem especial, na sexta-feira teve a entrevista do Gestennberg e do Heron para a Gazeta do Povo, no caderno Vida e Cidadania falando sobre descer de bicicleta para o litoral e mais comentários sobre as rotas da serra do mar paranaense. O Pedro Hauck escreveu uma matéria sobre montanhismo no Paraná.

Para mim foi o retorno para as trilhas também na região.

Há dois anos atrás tomei conhecimento sobre o morro do Canal. Foi no site Trilhas e Aventuras. Quando comecei a pesquisar e consegui o mapa feito a mão para chegar até lá,  do Roberto Coelho, famoso por criar o grupo de pedalada da noite curitibana, o Bike Night, hoje Pedala Curitiba.
Então ficou aquela idéia de um dia ir até o morro do Canal pedalando e subi-lo por muito dizerem que não seria tão difícil. Mas essas oportunidades foram se adiando, por chuva ou outro lugar para conhecer. No começo desse ano estive lá perto. Fui até o bar com o pessoal do Lavailama quando fiz um pedal para a Represa do Carvalho.

Hoje finalmente surgiu a oportunidade, não foi chegando de bicicleta, e não foi a subida do morro do Canal. Foi sim a Travessia Morro do Vigia para o Morro do Canal, os 4,4 km mais difíceis de uma trilha que parecia simples.

Saí com o Sherpa Turismo num total de 07 pessoas no primeiro sábado frio depois de uma semana com cara de chuva curitibana.

Ao chegar na entrada da chacará  do sr. Zezinho o Alan deixou a van logo do lado esquerdo. Um café e nos preparamos para tomar a trilha do morro do Vigia, saindo as 09:20 h. Trilha no GPS e seguimos em frente. Logo no começo já sentimos a sutileza da trilha onde você pode errar fácil e fomos para o morro Torre Amarela.

Torre Amarela visto do Vigia


Um tempo lá e cruzamos com uma família um senhor, uma criança e uma mulher já praguejando o que ela estava fazendo ali. E seguimos para o morro do Vigia. Uma foto do famoso "dedo" e segue a trilha para subir. Mas ao invés de tomarmos mais a direita fomos mais a esquerda e comecei a procurar  a trilha no GPS, enquanto íamos em frente  ele nos dizia volte. E lá fui eu avisar o Alan que estávamos no caminho errado. De fato se perder nesse lado não difícil. Na volta tomamos um caminho de subida errado onde o Alan perdeu o relógio Garmin 405. Essa foi uma perda muito chata. Não tinha como achar. Até que depois de muita procura seguimos para a trilha via GPS sentido morro do Canal. Na subia para o morro a sutileza de passar de baixo de uma pedra e na saída tomar a direita, que é um outro erro pois o sentido é para a esquerda, só que a decisão pelo GPS olhando para cima depende da experiência que ainda estou adquirindo até que alguém no alto percebeu a saída certa. e lá estávamos olhando de cima o "dedo". e chegando ao topo do morro do Vigia.

Morro do Vigia e Morro do Canal a direita


Mais um tempo de visualização e saímos pela trilha escondida em meio ao mato e bambuzal onde você só a vê se abrir a mata a sua frente. Descemos a cela entre os morros e chegamos ao falado paredão com a fenda onde tem duas cordas e logo o Alan e o Adriano subiram os 15 metros no braço. Então a Raquel foi tentar e quem disse. Precisa muita força no braço e decisão única. Como não, a Sirlene fez uma amarração cadeirinha com uma corda, onde os rapazes lá encima puxariam e na outra corda quem subia puxava. Não foi fácil, tinha o seu Adilson em torno dos 60 anos para subir, a Fabiane, Rhylan, eu e a Sirlene. Bem eu subi no esquema. Meu ombro ainda não se recuperou de um trauma nas férias, mas posso dizer que não exigi muito de quem estava puxando, foi mais por garantia. Por último subiu a Sirlene, que está no vídeo do Picasa. Mas ainda se subia para o morro e o esforço já me acusava algumas cãibras na perna.

Chegando ao morro do Canal tudo alegria, fotos legais de um fim de tarde. Vimos o pôr do sol as 17:34 h, ainda descendo e as 18 horas estávamos no bar para os lanches famosos de lá. Havia um grupo que foi de ônibus de excursão, responsável por ter acabado com o pão nos dois últimos pedidos nossos.

Morro do Canal visto do Vigia

Comentários:

01 - Dizem que é morro do Canal porque é uma região que canaliza o vento e influencia os aviões que saem do aeroporto Afonso Pena. 

02 - Morro do Vigia, porque ele está no meio e de lá você observa todo o arredor, de um lado a Torre Amarela, em frente a represa do Caiguava e do outro lado o morro do Canal. Mas tem uma pedra que para uns lembra um Vigia.

03 -  Torre Amarela, não encontrei algum comentário. Talvez quem visitar o blog me passe essa informação.

04 - O morro do Canal teve um trabalho na trilha para viabilizar as visitas que pode ser conferido pelo relato do blog Dubois, um belo trabalho favorecendo os visitantes.

05 - É fato. Sem alguém que conheça o caminho, ou sem um GPS com a trilha, dificilmente se dará bem na travessia. Precisa de braço pra superar o paredão pra o morro do Canal.

06 - Fim de semana quando o tempo está bom tem muita gente.

07 - Um piá de cerca de 10 anos  que encontrei, enquanto ele subia o morro com os pais, disse que já tinha subido 08 vezes o morro do Canal. Esse vai longe,

08 - Um curso de GPS Pedro Hauck não seria nada mal, mas ao longo do tempo estou aprendendo.

09 - Demais fotos aqui ou clicando no slide abaixo.






sábado, 30 de abril de 2011

Pedalada em Balsa Nova, via São Luiz do Purunã




Para conhecer Balsa Nova de bicicleta existe um guia patrocinado encontrado na Internet. Ele é mais informativo, não tem a intenção de guiar o turista, combinando mapa com o percurso. Há poucas opções também para aproveitar o passeio, no caso de lugares para um café ou almoço, no muito são as pousadas que precisam ser agendardas O que empolga mesmo são as paisagens. Dessas se você seguir o pensamento comum da natureza: "NADA SE TIRA ALÉM DE FOTOS; NADA SE DEIXA ALÉM DE PEGADAS; NADA SE MATA A NÃO SER O TEMPO; NADA SE QUEIMA A NÃO SER CALORIAS; NADA SE LEVA A NÃO SER SAUDADES", poderá aproveitar muito bem um dia de passeio.
A história de Balsa Nova vem dos tempos do tropeirismo. Ela está inserida na rota que cruza o Paraná. O nome da cidade se deve ao fato dos tropeiros terem que atravessar o rio Iguaçu. Essa travessia era feita em precárias canoas, até que foram substituídas por nova balsa. Desta referência surgiu o nome Balsa Nova, fonte site Rota dos Tropeiros.

Fotos clique aqui também.



Final do pedal 39,25 km




Comentários do blogueiro:

Ps 01. Apesar das informações na Internet em termos de turismo, para cicloturistas e peregrinos os percursos carecem de informação, a exemplo dos roteiros de Santa Catarina. Lá as secretarias de  turismo, municipal ou estadual reconhecem os lugares mais modestos, tornando-os atrativos, por exemplo clique aqui. Estamos devendo, ainda é muito pouco.


Ps. 02 Quem visualiza pelo Internet Explorer vê os slides com problemas. Infelizmente a solução disso está além das minhas possibilidades. Mas sem maiores problemas porque o link das fotos está normal. Recomendo ver pelo Firefox ou pelo Google Chrome.


Ps 03. 3000 km pedalados ou melhor foram registrados pelo odômetro da bicicleta durante esse passeio, num período de 02 anos e meio.

domingo, 10 de abril de 2011

Circuito Piraí - Cicloturismo em Joinville-SC



Já havia um tempo que vinha pensando em fazer novamente um pedal com a Bike Sul, o último que fiz foi da BR 376, sentido Curitiba-Ponta Grossa-PR, entre as Fazendas dos Campos Gerais até o Buraco do Padre, o melhor pedal de um dia que já fiz
No estado de Santa Catarina, se você gostar de pedalar uma mountain bike pela área rural, vai ter várias opções. É um estado que investe bem no turismo, não bastasse a grande extensão de litoral com praias maravilhosas.
A primeira vez que pedalei prá valer foi no trecho São Bento do Sul - Corupá pela Estrada dos Bugres, com a Bike Sul (Gestemberger). Depois desci a Serra Dona Francisca com o mesmo seguindo até a Estrada Bonita. Em Janeiro de 2010 fiz o Circuito Vale Europeu (07 dias, 300 km). Outros pedais foi com o Heron, o trecho Vila da Glória que liga Garuva a Vila da Glória (Itapoá) e também a estrada rural descida de Campo Alegre a Corupá (estrada do Rio Vermelho). Ainda não conheço o circuito Costa Verde e Mar e o circuito Acolhida na Colonia que são outras opções oficiais de Santa Catarina.
Nesse domingo 10/04/2011 fui com a Bike Sul fazer uma rota recém inaugurada no mês de Março, o circuito Piraí, que é um trecho rural em Joinville na margem direita da BR-101 Curitiba-Florianópolis.

Depois de uma semana muito bonita com sol, o domingo da pedalada estava comprometido com previsões de chuva. Apesar disso confirmei minha presença na sexta-feira anterior. Não acreditando muito que o tempo iria ajudar saí na noite de sábado para uma festa de dança de salão e voltei para casa 2:30 h da madrugada para acordar as 06:15 h, não acreditando que o tempo em Curitiba ia ser estável, mas em Joinville era para chuva  de pequena intensidade em todos os períodos.
Chegando na Bikesul tinham duas vans esperando, portanto gente para pedalar faça chuva ou faça sol ia ter.
Saímos um pouco depois do proposto e descemos a serra da BR 376 num bom ritmo apesar das obras de recuperação o desmoronamento dos morros. Chegando em Joinville todo mundo perguntava pelo café colonial, até que andando um pouco achamos o BrotHaus Pães e Doces, que é também uma panificadora.
Café n.01 tomado retiramos as bicicletas e preparamos para a saída, que oficialmente começa no portal de Joinville junto ao moinho.
Atravessando sob a BR-101 seguimos a estrada Blumenau até acabar o asfalto e onde começa a estrada de chão e logo o portal Turismo Rural, mas seguimos em frente até o desvio para a estrada da serrinha onde o nome já diz que é subida, na primeira parte leve. Mais adiante depois de uma propriedade de melado e muss, viria a subida de verdade com cerca de 01 quilômetro e 90 metros de desnível, que pelo chão arenoso e molhado, pedras e falta de preparo numa velocidade abaixo de 5 km/h era para seguir empurando até o topo.



Depois uma descida de 01 quilômetro e nesse trecho começa a chuva prevista do dia e que nos acompanharia quase todo o percurso de volta até o hotel Holtz para um banho e café colonial, n.02, mas nesse meio tempo um chopp de garrafa OPA Bier.
Assim, eu fui breve no relato num passeio organizado pelo Gestem e conduzido pelo Álvaro que antes da inauguração já havia pedalado por lá e foi o nosso guia.

Clicando no aqui e você verá o álbum de fotos.



Ps 01. pedal da Bike Sul é sempre legal.
Ps 02. 02 cafés coloniais no mesmo dia é um record.
Ps 03. Muss é uma espécie de geléia de frutas.
Ps 03. Aguardando demais fotos