Jalapão 2019

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Fervedouro Bela Vista - Jalpão 2019

domingo, 26 de janeiro de 2014

Retorno a Santiago, 1. dia e Viña Undurraga


painel na entrada da estação do metrô Bellas Artes


Saindo de Púcon na sexta-feira a noite depois da tentativa de subir o vulcão Villarica no ônibus das 21:30 h, cheguei no Terminal Estação Central ou San Borja as 08:00 h de sábado. De lá peguei o metrô até a estação Baquedano que fica perto da praça Bustamante e caminho para o hostel Almenas no bairro Providência em Santaigo.

Era cedo e só liberariam a entrada no hostel as 12:30 h. eu resolvi tomar um café ali mesmo, deixar a bagagem em custódia e fazer uma caminhada para conhecer primeiramente o museu Bellas Artes onde fiquei por 01 hora. Ainda era cedo para voltar, foi então que resolvi ir até o cerro Santa Lucia que também é um dos parques da cidade. Depois disso tudo acabei retornando as 13 horas para o hostel.

Cerro Santa Lucia
Almoço e descanso para no final da tarde ir ao cerro San Cristóbal o principal parque metropolitano, tão comentado pelo amigo Gilson. A subida ao cerro foi através de um ascensor que faz uma parada no zôo e depois no santuário. Precisava economizar tempo para a subida bem como energias depois da viagem de ônibus na noite anterior. Também porque estava prevendo uma subida de bicicleta nos próximos dias.

vista para o lado sudeste de Santiago a  partir do santuário no cerro sSn Cristóbal
Depois de ficar um tempo no santuário comecei a descer a pé, onde no caminho parei para a bebida tradicional o mote con huesillios. Segui até uma praça da infância onde tem uns instrumentos musicais para para crianças (e adultos que já foram) e desci até a saída Valdivia. tava em dúvida se pegava um ônibus ou se eu iria até o metrô. Resolvi voltar caminhando em paralelo a avenida e o rio Mapocho passando pela plaza das Artes, plaza la Aviacion até a Plaza Itália. Foi um dia e tanto de caminhadas para quem tinha viajado de ônibus durante a noite anterior.

Fotos do dia do retorno a Santiago


2. Dia - Domingo na Viña Undurraga



Adiantei a minha ida a Viña Undurraga na programação da semana. Eu teria que chegar lá as 10 horas da manhã. Acordei cedo e saí depois do café as 08 horas até a Estação Central ( San Borja). Lá peguei o ônibus Flota Talagante (nome da localidade) as 08:30 h e as 09:00 horas estava no portão da Undurraga, ou seja 01 hora adiantado por causa do eficiente sistema de transporte santiaguino.


As 10 horas começou a visita guiada por um mexicano, tudo em espanhol. Acredito que em inglês os termos técnicos passariam desapercebido.

O guia contou que são 15 milhões de litros de vinho produzidos, sendo que 30% fica no Chile e os demais são exportados para Europa e Ásia. O Brasil não recebe os vinhos dessa marca. Depois das provas acabei comprando 02 Pinot Noir que custaram 19 dólares cada.

Fotos do domingo na Viña Undurraga


Depois da visita a Undurraga, segui a dica de almoçar na região. Fui me informando, peguei dois ônibus para almoçar no Kuchen Hauss que fica perto do Cruze de Loquen.


Depois voltei para hostel e descansei para a noite ir jantar no Costanera Center, que dizem ser o maior shopping da América do Sul. Pelas fotos feitas no Cerro San Cristóbal o prédio dele aparece várias vezes.

Prédio do Costanera Center a esquerda visto do Cerro San Cristóbal e a cordilheiura atrás

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Pucón, Região da Araucania, Vulcão Villarica


Centro de informações de visitantes e o alarme de erupção do vulcão para evacuação da cidade


No domingo a noite depois de um giro a pé e de bicicleta em Santiago, subi no ônibus para a primeira parte das férias no Chile, a cidade de Pucón.

A semana não era muito animadora, pois haveriam dias de chuva que comprometeriam as diversas atividades. Até tentei inverter a ordem das semanas, mas os hostels estariam ocupados e o preço aumentaria. O jeito era torcer para que pelo menos um dia para a subida ao vulcão fosse possível.

Depois de 10 horas de viagem num ônibus semi-leito cheguei por volta das 09 horas da manhã em Pucón. Perguntando, segui para o Pucon Hostel, que fica no final da avenida principal na direção dos locais de passeio.

Na recepção conheci a Katalina que tratou da minha entrada, com muito simpatia para tentar nos entender, onde negociei o valor uma vez que nesse hostel resolvi pagar em pesos chilenos, que aumenta em 19% o valor, por causa do IVA o imposto. Em dólares não tem imposto. Tomei o café do hostel e a entrada foi logo liberada as 11 horas, ou seja uma hora antes, o que foi muito bom.
Já na saída fui descobrir onde era o restaurante simples de 03 opções de comida típica chilena, que a minha amiga Julia me indicou na rua Paraguai, 225.

Na volta avisei a Katalina que faria o passeio do Tour pela Zona, que é um passeio com visitas a alguns lugares como o parque Marinan, Ojos de Caburga, Lago Caburga, Termas Quimey e depois no retorno uma parada no lanche de empanada camposina (salame, queijo e presunto) e suco de framboeza.

Ojos de Caburga
No dia seguinte ameaçando chuva fui até a cidade de Villarica, que é uma opção próxima para se hospedar e dizem ser mais barato que Pucón.

perto do calçadão de Villarica
Os dias que se sucederam depois foram de chuva até quinta-feira pela manhã. Sem muito o que falar e mais esperar. Na quinta-feira fiz uma caminhada pela manhã até o museu Mapuche, que só tem uma sala de exposição. A tarde fui num lugar alto próximo ao mosteiro para fotos da cidade e depois caminhei até a marina de Pucón.

museu Mapuche


Vista para Pucón

marina de Pucón e do outro lado Villarica
Na sexta-feira, dia da posse de Michele Bachelet como presidente do Chile, o vulcão estava liberado para subida.

A saída foi as 07 horas da manhã com todo o equipamento, como roupa corta vento para neve, mochila contendo grampões e perneira, que depois vi que estava toda arrebentada, luvas para o frio, uma proteção para descida com a prancha e o piolet. A bota era a minha além de 2,5 de água e suco e o lanche.

Seguimos até o teleférico que era uma opção de subir com menos desgaste. Depois que chegamos lá encima caminhamos por 01 hora até uma parada para colocar os grampões. Nesse instante percebi que o grupo era muito fraco e os guias começaram a enrolar deixando o pessoal muito tempo sentado na neve. Parecia um teste. Um dos guias subiu um pouco mais e disse que havia muita neve, que ficava acima do joelho.  Andamos por mais meia-hora e os guias disseram que estavam abortando a subida porque estava perigoso. Um deles disse que na semana anterior a namorada dele tinha torcido a perna  lá encima e seria ruim para todos (acho que esse guia tem umas 20 namoradas contando essa história). Enquanto isso outro grupo subia, que eles disseram serem montanhistas. Bem, eu estava no grupo errado. Outras duas agências que estavam perto de nós fizeram o mesmo, na subida as pessoas perguntavam o que aconteceu para voltarem, eu só fiz um sinal de com o polegar de não curti.

O que posso dizer que em Pucón para subir o vulcão tem duas agências mais recomendáveis, de preço 25% maior na Patagonia Adventure, e a Mountain Life que não achei na rua principal. As demais se você estiver sozinho como eu, questione, desconfie, veja os equipamentos, porque uma vez pago não tem devolução.

Manhã  limpa para subida ao vulcão Villarica

Pode se ver acima da minha cabeça a linha dos grupos que realmente subiam o vulcão.

Voltamos depois escorregando de prancha como num esquibunda. Eu não estava nada contente, tanto que a minha marcha de descida foi muito rápida porque estava descansado.

Não vou citar os nomes das agências que fazem tudo pelo dinheiro. Fica somente as que eu citei para o leitor dizer depois se valeu a dica.

Fiquei em Pucón até a noite para pegar o ônibus as 21:00 h para Santiago. Por causa da chuva a semana ficou devendo muito mais relatos e fotos.

Fotos da semana em  Pucón



Trilhado no GPS

 

Outros relatos das férias no Chile em janeiro de 2014.

1. Férias no Chile 

3. Retorno a Santiago, 1. Dia e Viña Undurraga 

4. Valparaíso, Viña del Mar, Playa da Reñaca  

5. Caminhada no centro de Santiago 

6. De Mountain Bike em Santiago  

7. Visita a Viña Concha y Toro

8. Minhas Impressões da Viagem a Pucón, Valparaíso, Viña del Mar e Santiago - Férias no Chile

domingo, 19 de janeiro de 2014

Férias no Chile


 "A viagem começa antes da viagem." (Jelson Oliveira, filósofo e professor da PUC-PR)


Em frente ao poder no Palacio de La Moneda, na semana de posse da presidente Michele Bachelet

Eu confesso que é a primeira vez que viajo para o exterior sozinho. Dias antes havia uma certa ansiedade, por mais que uma viagem para o Chile tenha a linguagem próxima do português é inevitável cometer alguns equívocos.

Alguns anos atrás eu assisti uma palestra do amigo Mario Madalozzo, quando ele arrecadava fundos para realizar o seu primeiro Ultraman no Hawaii. Ele falou de Pucón e fatos que lhe atrasavam a vida. Desde então me interessei pela região e ainda mais subir o vulcão ativo Villarica. Também tenho amigos e colegas do trabalho que já foram para lá.

Depois de ter viajado para Patagônia em 2013, adquiri mais interesse. Em 18/01 eu parti para Santiago para ficar 02 dias, com folga para compra das passagens de ônibus para Pucón. Em Pucón ficaria 5 dias e voltaria para mais uma semana em Santiago. Meu plano foi se hospedar no hotel Ibis ao lado do Terminal Sur de onde partem os ônibus para a região sul do Chile. 

Meu vôo teve atraso de 02 horas para sair de Curitiba por causa do nevoeiro, mas com tempo para a conexão em Guarulhos. Cheguei no começo da noite em Santiago, nessa mesma noite encontrei um grupo de cariocas no hotel, que faziam a viagem de moto. Na mesma noite comprei as passagens e fui jantar num shopping próximo.

No dia seguinte (domingo) eu saí cedo de metrô até a estação Bellas Artes para informações sobre o passeio de bicicleta e o Tour 4 Tips, que é uma caminhada por alguns pontos importantes e que terminando no cemitério de Santiago. Haviam nesse tour 03 belgas, 01 alemã 01 casal do Oregon (EUA), outro casal americano e eu.

Esse de camisa do "onde está Wally"é o Carlos (peruano) o guia da cidade.
Depois do almoço (sem ter tempo de almoçar) fiz um passeio com o La Biciverde pelos principais prédios, praças e monumentos da cidade. No grupo 01 mexicano (Rogers), 01 brasileiro Cristiano (que trabalha com o mexicano), 03 americanos, um lembro o nome Steven que fazia questão de tentar falar português, 01 japonês, o guia e sua ajudante Jennifer. 

La Biciverde, bem de passeio

Na saída quase que dois americanos foram atropelados por causa de uma avenida com 02 semáforos de instantes diferentes para atravessá-la. O passeio seguiu pelos bairros Providência (onde estava hospedado), Plaza Itália, Centro Cultural Gabriela Mistral, confeitaria para um lanche onde consegui almoçar, e depois aos prédios do governo e museus próximos a Plaza das Armas e palácio de la Moneda.

A noite voltei ao hotel para me preparar para a viagem que sairia as 23:10 h, com duração de 10 horas de percurso até a cidade de Pucón, e seus esportes de aventura.


Detalhes nas fotos do dia


sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Cascading Salto Canta Galo


As pessoas conhecem a cidade de Morretes-PR por causa dos acessos ao litoral pela BR-277 e a Estrada da Graciosa do tempo do Brasil Império. Então toda a cidade, que tem um prato típico paranaense que é o Barreado, se concentra nas margens do rio Nhundiaquara por causa dos restaurantes.

Para quem desce ao litoral pela BR 277, na margem direita existe a estrada da Limeira que liga a Guaruva-SC e BR-376. Passando pela região da serra do Prata onde existem diversos rios e cachoeiras.
Foi num desses rios que subimos o seu curso até chegar ao salto Canta Galo num percurso de 1,7 km cruzando o rio várias vezes e andando sobre as pedras.


O salto Canta Galo possui 80 metros de desnível. Fomos guiados pelo Marcyo da Paraná Expedições que montou lá no topo a ancoragem de cordas para a descida de rapel na cachoeira ou cascading.
Foi um dia de sol onde foi testada a coragem e aproveitado a oportunidade desse esporte radical.


Trilhado no GPS


Comentários:

Ps 01. Levamos 02 horas para chegar na trilha da cachoeira porque a descida para o litoral no feriado da Proclamação da República teve o congestionamento típico em Morretes por causa da recuperação de uma das pontes da BR-277.

Ps 02. Nas  fotos aparecem o Antonio e  a Geni que conheço de outras aventuras e que para mim são o exemplo de casal que tiram proveito desses eventos e são harmoniosos.

Ps 03. Já havia feito rapel em Bonito no Abismo de Anhumas e em Prudentópolis na RPPN Ninho do Corvo.

Ps 04. Trilha pelo leito de rio com 1,7 km, tempo de 1:33 h e desnível de 170 metros.

Ps 05. Uma vista muito boa para a serra da Prata.

sábado, 31 de agosto de 2013

Caminho do Itupava em 2013


No começo em Quatro Barras

Essa foi minha terceira vez, e a segunda que organizo e conduzo um grupo. Tudo pelo simples prazer de compartilhar a história que procurei na biblioteca como um relato da história do caminho e a história da passagem do Cadeado, perto do santuário da ferrovia.

Esse passeio tava programado desde junho, mas o tempo chuvoso não permitiu, e assim programei a 01 mês atrás para o final de agosto, torcendo pelo tempo bom.

E o tempo ajudou. Ajudou também a presença dos meus amigos do trabalho Edvilson e a esposa Cleonice, Flávio e a esposa Glaucia e o Marcos Scremin. Ajudou a amiga Karina que fez um treino para o Vale do Pati (boa sorte lá!) e que trouxe pessoas engraçadas, fotógrafos que proporcionaram um dia muito bacana.

No final em Porto de Cima, Morretes-PR

Fotos

Trilhado no GPS



Comentários

Ps 01. Não foi o meu caso, mas a música "se meus joelhos não doecem mais..."

Ps 02. Pela segunda vez os  macacos (na copa das árvores) resolveram aparecer.

Ps 03. Números: tempo de deslocamento 5:18:40 h de deslocamento num total de 8:31:20 h, para 18,6 km de percurso.

sábado, 24 de agosto de 2013

Pedalada da Estrada da Faxina

Largada com neblina


Embora tenha ido pedalar várias vezes para São Luiz do Purunã, uma localidade da cidade de Balsa Nova-PR, ainda não conhecia a estrada da Faxina.

Quando ouvia falar dessa estrada, as pessoas pareciam incomodadas talvez pela dificuldade que passaram. Talvez por ser um vale na margem direita da BR-277 sentido Ponta Grossa-PR ou talvez por terem feito percursos pesados como a chegada pela Itambé desde de Curitiba, que é só subida.

Dessa vez fiz essa pedalada, depois de ter adiado em 04 de Agosto. A organização foi com a Bike Ativa saindo da estrada de acesso a sede do Talia, do outro lado da rodovia, como se pode ver abaixo no trilhado no GPS.

A estrada da Faxina sai depois do portal de S.L do Purunã e vai até a estrada de concfreto da Itambé que liga a jazida da mesma são aproximadamente 10 km de percurso.

Fotos do dia.



Trilhado no GPS




Comentários

Ps 01. "Faxina", embora lembre a limpeza de algum lugar e muito apropriado para o momento, quer dizer um local de árvores com tronco estreito, típico do vale onde a estrada se encontra.

Ps 02. A previsão do tempo foi confiável.

sábado, 8 de junho de 2013

Mais um Marumbinista!

"Aquele que hoje escala o Marumbi pode não dar conta de sua vasta história, mas é preciso pensar na saga de homens que com muita garra e esportividade abriu caminhos, transformando esta serra em algo mais que uma série de majestosos picos, num conjunto de montanhas acessíveis a todos os que, como eles, têm a satisfação de atingir seus imponentes cumes..."
Nelson  Luis Penteado  Alves, no livro As Montanhas do Marumbi. 



Demorou mas aconteceu! Nesse dia eu me tornei mais um marumbinista. Já haviam passado tantas oportunidades. Desde o tempo em que não havia IAP e as pessoas deixavam o carro perto da usina Marumbi, porque não conseguiam chegar na estação Eng. Lange sem um 4x4. E outras, como estar fora do país bem no convite. Sem contar aqueles convites com o céu desfavorável.


Avistando o grupo que foi até o Abrolhos

Mas foi nesse fim de semana. Não da forma que eu gostaria com mais pessoas, porque todos os demais  subiram o Abrolhos. Foi praticamente uma trilha solitária, começando pela Noroeste, chegando a Pedra do Tigre, Gigante e finalmente Olimpo. 

Durante todo percurso lembrei do livro do Farofa (Nelson Penteado), um registro impressionante da história, e lembrei que no ano passado a equipe do Zona de Impacto (que sofreram) foi lá encima fazer uma reportagem com o Vitamina e o Kiko (IAP) sobre a Semana do Montanhismo no Brasil (sic 100 anos).

Bem  a sensação foi de um sonho realizado, de ter confirmado a impressão daquele garoto de 11 anos que ao viajar de trem pela 1. vez e ao olhar a montanha lá da estação ficar admirado com o tamanho. Depois de muito tempo a confirmação de toda a grandiosidade. Um local que nos privilegia, com acessos das mais diversas formas, pela trilha do Itupava, de trem pela serra, carro 4x4 ou a pé desde a estrada das Prainhas (Porto de Cima).


Comentários:

Ps 01. Confesso que passados 06 meses da ida a Patagônia achei que toda a resistência física de lá, com referência a uma das trilhas de 24 km, eu achei que fazer o Marumbi da forma mencionada seria suportável. Mas o despreparo me mostrou cãibras pouco antes de chegar no ponto mais alto, o Olimpo. Cada montanha tem história e dificuldades únicas.

Ps 02. Na volta pela trilha Frontal acabei descendo um lance de escada (grampos) tão grande. Depois entendi no vídeo quando o Vitamina disse "agora que a porca vai torcer o rabo, vai ver porque esporte é adrenalina".

Ps 03. Valeu cantarolar algo nessa descida como se fosse um mantra espanta medo.

Ps 04. A minha volta demorou mais que esperado pela cãibras. A entrada na noite pouco antes da cachoeira do marumbinista apesar da lanterna, foi tenso. A sinalização lá estava sutil.

Ps 05. O GPS perdeu o sinal em vários pontos no começo depois do Abrolhos causando uma falha de registro, e na descida também. Mas as trilhas são bem sinalizadas, o GPS foi mais para registrar desempenho.

Ps 06. Subida pela trilha Noroeste foram 4:30 horas e a descida 04:00 h pela Frontal. A descida demorou mais que o programado que seria de 03 a 03:30 h, tudo por motivos de fadiga.

Ps 07. Tempos de percurso: 
           Subida pela trilha Noroeste 4:30 h
           Pausa: 1:00 h
           Descida pela trilha Branca 4:00 h (normalmente em 3:00 h)

           Saída da estação Marumbi as 09:30 h e retorno as 19:00 h. 

Ps 08.  Alguns comentários de que as montanhas do Marumbi requerem respeito apesar das facilidades dos meios de acesso.


Trilhado no GPS

Monte Olimpo (subida)



Monte Olimpo (descida)