Jalapão 2019

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Fervedouro Bela Vista - Jalpão 2019

domingo, 10 de março de 2013

Último Pedal dos 42


Um dos meus prazeres é pedalar. Já fiz pedalada de viagem no Circuito Vale Europeu com o Sherpa Turismo, pedalada organizada pela BikeSul, BikeAtiva e Natureza Ar Livre do Heron, pedalada de férias, descida da serra do mar,  competi pedalando no Crossduatlhon Naventura e rally e caça ao tesouro no Atravecity.

Essa história de pedaladas começou no ano de 2007 no BikeNight que saía do Largo da Ordem hoje Pedala Curitiba. Desse passeio fiz vários amigos que me incluíram no Lavailama, um grupo que se encontra no Alto da XV. Desse grupo nasceram várias amizades, muito importantes para mim como a Ju, Liz, Ferna, Sandra, Fabi, Noguemar, Carmem, Augusto, Oscar, Mildo e outros que volta e meia aparecem. A única coisa que lamento é não morar na redondeza, o que diminui as minhas saídas com eles, perco a hora do encontro por ter que sair mais cedo.

Nesta postagem eu publico as fotos e o percurso que fizemos no fim de semana num total de 74 km, com a saída da rua Augusto Stresser no Hugo Lange e seguindo para São José dos Pinhais - colônias Marcelino e Muricy. Bem, o meu registro foi a partir de casa e com retorno separado.



Registrado no GPS



sábado, 9 de fevereiro de 2013

Viagem a Patagônia - Minhas Impressões

Nessa página escrevo os comentários da viagem a Patagônia a medida que vou lembrando de algo curioso e interessante que vi, ouvi e senti. Ás vezes é o que mais interessa para quem procura informação.


Na estrada para El Chalten-ARG


Ps 01 - Essa viagem foi bem mais além de quando eu procurava informações em Junho de 2012 para ir até El Chalten graças ao Alan da Sherpa Turismo.

Ps 02- Nem o vôo da Gol e nem a saída de CTBA é tão internacional até a conexão em POA.

Ps 03 - Na chegada ao Aeroparque, troca de dólares por pesos e serviço de van de primeira.

Ps 04 - Hostel Portal del Sur só prá quebrar o galho, mas fica perto do Café Tortoni.

Ps 05 - Perto da Casa Rosada também.

Ps 06 - A primeira parrilha a gente nunca esquece, principalmente dos miúdos e morcilla assados.

Ps 07 - Arredores da Casa Rosada sujeito a assaltos e que tivemos que evitar. E o tal golpe do cocô de paloma, com jatos de mingau de farinha, aplicado pelos imigrantes na região.

Ps 08 - Presença de batuque de samba, por conta dos uruguaios no El Caminito por causa da programação cultural de BsAs.

Ps 09 - Vende-se plugues adaptadores de tomada na feira de San Telmo.

Ps 10 - Janeiro muito quente em BsAs.

Ps 11 - Recoleta e suas atrações, eu recomendo muito. Quero ficar por lá na próxima viagem cultural.

Ps 12 - Muitos italianos no vôo para El Calafate.

Ps 3 - Conexão em Trelew com emoção, devido aos ventos na aterrissagem, e decolagem evasiva.

Ps 14 - Sabe um vento? Sensação a partir de El Calafate.

Ps 15 -  Alugar camionetes é muito bom para viajar.

Ps 16 - A Ranger foi soltando as tampas do painel ao longo da viagem.

Ps 17 - O visual do Fitz Roy foi o destaque das fotos.

Ps 18 - Loja Arte Indio é uma boa dica em El Calafate.

Ps 19 - El Chalten parece que foi construída na semana passada.

Ps 20- HI Rancho Grande é uma boa opção.

Ps 21- Vá conhecer a região do lago Desierto em El Chalten, na dica da vendedora da loja Arte Indio de El Calafate.

Ps 22 - Muitos mochileiros em El Chalten.

Ps 23 -  Sorvete de calafate.

Ps 24 - Longo percurso de El Chalten até Puerto Natales.

Ps 25 - Parada no caminho em Esperanza depois de El Calafate.

Ps 26 - A cordialidade chilena me chamou a atenção.

Ps 27 - Centolla inteira, em Puerto Natalles, só em bares.

Ps 28 - Me disseram prá não entrar na cave do Milodon e dito e feito.

Ps 29 - Sabe um vento? Aguardando o catamarã perto do Salto Grande.

Ps 30 - Refúgios muito legais na trilha W.

Ps 32 - Sabe um vento? Na trilha e até Los Cuernos.

Ps 33 - Engano engraçado em qual o refugio na chegada em Los Torres.

Ps 34 - 13 kg de cargueira nos percursos por baixo e nas subidas ao topo somente mochila de ataque como no Fitz Roy, acampamento britânico, e trilha para as Torres del Paine.

Ps 35 -  No mini-trekking no Glaciar Perito Moreno o que limita o percurso é o perfil do grupo.

Ps 36 - É muito bom ter alguém para retornar.

Ps 37 - Não deixe que o mal humor, os equívocos e a baixa-estima de outras pessoas lhe atrapalhem.

Ps 38 -  Na estrada de El Chalten para El Calafate tem uma parada que fizemos que é o Parador Y Hotel de Campo La Leona. Vou lhe dar uma dica para ler a história desse local "Raindrops Keep Falling On My Head..."

Ps 39 -  Esta viagem contou com a consulta aos blogues dos parceiros:
Ps 40 - Toda a viagem pelo mundo pode ser grande, pela distância ou pelo tempo de deslocamento, às vezes há entre elas a grande viagem!

Ps 41 -  O Refugio Pehoe mudou de nome para Paine Grande.

Ps 42 - As nuvens são únicas na região de Torres del Paine.

Ps 43 - Distâncias percorridas nessa viagems:

  •  Avião - 6942 km
  • Carro - 1192 km
  • Trilha a pé - 79,24 km (registrados no GPS)

Ps 44 - Se você perceber uma alergia no corpo são os percevejos minúsculos que lhe atacaram na cama do refugio em Torres del Paine. Não foi o meu caso mas de outros companheiros, talvez porque usei segunda pele para dormir. Por serem minúsculos são imperceptiveis e só aparecem a noite por causa do calor do corpo. 

Ps 45 -  "Tempano"  é o nome do bloco de gelo que flutua perto do glaciar.

Ps 46 - Kaweskar é o nome do hostel em Puerto Natales-CHL que também é o nome da tribo indigena que vivia na região. 

Ps 47 - O nome "Paine" tem origem na expressão indígena tehuelche, que é "azul” pela característica da região que tem lagos, bosques e pedras na cor predomintante. (fonte Patagônia-Argentina.com) 

Ps 48 - Achei esse guia em português Guia Brasileiros em Torres del Paine.

Ps n+01. E como os erros de português se criam e aparecem aqui ao longo do tempo cada vez que olho para uma postagem.

Posts relacionados:

- Viagem a Patagônia - Circuito W Torres del Paine - Trilha até a Base das Torres del Paine
- Viagem a Patagônia - Circuito W Torres del Paine - Los Cuernos até Los Torres

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - Circuito W Torres del Paine - Trilha até a Base das Torres del Paine

Esse dia é o grand finale do circuito W. É o o motivo que leva os turistas para a região. É a última perna do W, a trilha para a base das três Torres del Paine.

Após o café saímos para a trilha em direção ao refúgio chileno. O dia estava ameno de temperatura, tanto que eu saí de bermuda e camiseta, mas com outras roupas na mochila, além do lanche de trilha. Em 2 horas chegamos nesse acampamento.



A Cristina ficou para trás pois ela tentaria ir no máximo. O percurso é só de subida. Mais 01 hora e estávamos na base das Torres del Paine.



Ao chegarmos o vento e a sensação térmica fizeram vestir toda a roupa de frio. A etapa estava cumprida, eu  tentei aproveitar o máximo para fotos enquanto os outros retornavam. Por conta do meu atraso encontrei a Cristina quase chegando no topo e resolvi esperá-la.


Na volta adiantei um pouco da Cristina mas sempre de olho na trilha para trás para ver se estava tudo bem com ela. Desci muito rápido e encontrei o Alan e o Ohno no acampamento chileno, logo 20 minutos Cristina chegou. Continuei descendo e fotografando.

Chegamos na camionete e fui buscá-los no caminho perto do hotel Los Torres. Caregamos tudo e todos e começamos a voltar para Puerto Natales num percurso de 160 km. A idéia era ir a Laguna Azul para fotos com o conjunto das Torres, mas o tempo estava fechado e cancelamos fazendo fotos só da laguna Amarga.

Perto de Puerto Natales recebi a mensagem da Andrea porque não fiz nenhum contato por celular, apesar das mensagens no Facebook.. Em Puerto Natales liguei e expliquei a mancada da TIM sobre o roaming internacional, que a minha irmã resolveu prá mim.

Ficamos em outro hostel de Puerto Natales o Yaganhouse, bem legal, havia até um banheiro com ducha massageadora. Deixamos tudo e seguimos para as ruas tentar algumas compras de lembranças e jantar no mesmo restaurante La Ultima Esperanza. Na volta ao hostel um champanha de comemoração por conta do Abenur.

Clique nas fotos para vê-la em outra página.



Trilhado no GPS.

GPSies - Trilha W - Torres del Paine


Veja também mais da Viagem a Patagônia.

- Viagem a Patagônia - Minhas Impressões













segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - Circuito W Torres del Paine - Los Cuernos até Los Torres

No dia seguinte durante o café da manhã não tínhamos a mesma pressa, pois o percurso seria mais tranquilo apesar dos 13, 30 km mas não teria tantas subidas como no dia anterior, seria no passo de descanso como diria alguns montanhistas.

Pentatônicas no Paine


No café da manhã um pouco de violão e logo saímos para a trilha. O dia estava quente para começar e a maior parte do tempo teríamos a visão do lado direito do lago.


A chegada em Los Torres é bem engaraçada, porque você avista o local e pensa nossa esse é o refugio. Que nada trata-se do hotel Los Torres, porque o refugio está 800 metros mais a frente. Que pena!


E assim chegamos no meio da tarde as 15:40 h. No refugio Los Torres a atendente Barbara só queira falar em inglês comigo, porque segundo ela apesar da proximidade do português com o espanhol era bem difícil para ela. Quando o Alan chegou, ele e o Ohno foram atrás de uma carona para pegar as camionetes e trazê-las para no dia seguinte a tarde voltarmos para Puerto Natales.

Clique na foto para abri-lá em outra página.



Veja também mais da Viagem a Patagônia.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - Circuito W Torres del Paine - Pehoe até Los Cuernos

A partir desse post começamos a trilha W. Os próximos 04 dias seria carregar a cargueira por pelo menos 11 km numa travessia até Los Torres.

Refugio Paine Grande (Pehoe) no dia seguinte a saída para Los Cuernos


Saímos cedo com tempo instável, muito vento (sabe um vento?) e a idéia era seguir até o acampamento italiano onde deixaríamos a cargueira e subiríamos até o mirante do acampamento britânico. Nessa etapa estávamos eu, Alan (Sherpa Turismo), Linhares, Ohno e Abenur, logo no começo o Alan resolveu voltar para acompanhar as mulheres, pois o vento era de assustá-las segundo ele.

essa vista nos acompanha até o final do circuito W, no detalhe a vegetação torrada pelo incêndio de 2011


Ao chegar ao acampamento italiano eu já fiz metade do meu lanche de trilha que peguei no refúgio Pehoe, para levar somente água e barra de cereais para a subida.

Os acampamentos desses locais estavam fechados. Essa foi uma providência depois do incêndio de 2011 que interditou o parque bem nessa época em que fomos.

Do refúgio Pehoe até o topo do acampamento britânico foram 13,76 km e do topo do britânico até Los Cuernos foram 10,66 km, ou seja um total de 24,42 km de percurso. Pela primeira vez andei tanto numa trilha.

No mirante do acampamento britânico


Na chegada no refúgio Los Cuernos percebi ele que era menor, tinha muita gente na área do bar e restaurante, mas tudo nesse local era limpo e organizado. Ficamos eu e o Alan no quarto coletivo, e os demais ficaram juntos no mesmo quarto para 07 pessoas. 

Depois do banho e aguardando o jantar encontrei 03 rapazes da cidade de Pitanga e 02 de Curitiba, o diretor da COPEL em que trabalho, Jorge Andrigueto e seu filho. Ficamos batendo papo até o bar nos convidar a sair pelo horário. Foi um papo bem instrutivo.

Clique na foto para vê-la em outra página.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - Puerto Natales até o Refúgio Pehoe

Amanheceu bem bonito em Puerto Natales e o café da manhã do hostel Kaweskar de todos foi o melhor. Aliás no Chile desde a imigração,  na sequência no hostel com o Omar cumprimentando a todos e a esposa nos atendendo bem senti a cordialidade, é outro país mesmo.


Nossa saída estava programada para as 08:30 h pois passaríamos no caminho na caverna do Milodon.


Essa visita custa em torno de 20 reais, mas não fiz porque já tinha informações de outros amigos que a visitaram.

Seguimos então para o local de saída do catamarã que leva até o outro lado do lago para o refúgio Pehoe. Deveríamos estar lá as 17:30 h, mas antes iríamos até próxima da cachoeira e mirantes para Los Cuernos.



No caminho do mirante da cachoeira Salto Grande, "sabe um vento?" para quem não foi lá creio que não saiba. Um vento que pode te derrubar. Até soubemos que dias atrás um ônibus tombou na estrada por causa desse vento.


Perto do horário retornamos para o pier de saída do catamarã para retirar as mochilas e deixar os carros que ficariam 04 dias nos aguardando.

azul no topo a direita é a minha

Na travessia ainda pode-se aproveitar o percurso na parte de cima do catamarã até a chegada ao refugio Pehoe. Haviam muitos italianos no catamarã, aliás desde o vôo para El Calafate encontramos vários.

No refugio nos cadastramos e começamos a nos ajeitar. Os quartos são coletivos e encontramos um casal senil canadense. Nos perguntaram se visitaríamos o glaciar Grey que é uma das pernas do circuito W, mas disse que já havíamos feito algo  parecido no glaciar Perito Moreno e seguiríamos no dia seguinte em direção a Los Cuernos. Confesso que gostaria, mas precisaria programar mais um dia para esse percurso de ida e volta.

Clique na foto para vê-las em outra página.



sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - 3. Etapa -Puerto Natales - Chile


O algo a mais dessa viagem foi ir ao Chile pela primeira vez e bem ao sul, onde eles chamam de sub-antártica.

Começamos com a despedida de El Chalten na Argentina com um percurso de quase 460 km até Puerto Natales. 

As estradas na patagônia argentina são boas, permite um bom desenvolvimento de viagem. Dirigi a metade desse percurso. Fomos até a localidade de Esperanza onde fizemos um lanche num trevo da rodovia.

Depois abastecimento em Rio Turbio na Argentina, no começo da noite, isso porque anoitece as 21:15 h nessa região e nós estávamos cruzando a fronteira. A aduana chilena em Dorotea é bem rigorosa, mas nada que assuste.



Ao chegar em Puerto Natales nos deparamos com mais frio e  também com o sinal de celular que passou a funcionar depois que a minha irmã intercedeu por mim em Curitiba. Mas não deu tempo para muito pois já era tarde da noite.

Nos estabelecemos no hostel Kaweskar e saimos pelas ruas para saque de pesos chilenos até o restaurante Última Esperanza. No restaurante pedimos variedades de peixes e a centolla quente e fria. Que decepção não era a centolla inteira que teria que ser num bar no happy-hour. Foi um escondidinho de centolla. Mas a grande surpresa foi a sugestão da Cristina, um vinho branco Undurraga Riesling, muito bom por sinal e barato no mercado se pudesse levar no peso do vôo argentino, que arrependimento.



Depois de umas fotos da noite de lua cheia, dormir que no dai seguinte, chão e travessia para o circuito W das Torres del Paine.