Jalapão 2019

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Fervedouro Bela Vista - Jalpão 2019

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Pedalada Lavailama - Represas de Piraquara

Represa do Carvalho - 800 m3

Quando Curitiba ainda se limitava ao centro no começo do século XX, o governo percebeu a necessidade de melhorar o abastecimento de água da capital. Para tanto foi buscar essa água numa região onde estaria longe dos efeitos da poluição. Esse local foi a região de Piraquara, criando os mananciais da serra. Foi a decisão certeira. Captar água da serra do mar para formar as represas de abastecimento em local de preservação. Assim criou as represas do Carvalho e do Carvalhinho. Esse abastecimento foi garantido até a metade do século passado, quando teve que ampliá-lo. Nessa ampliação uma estação de bombas que possuí-a uma chaminé foi alagada para formar a represa do Caiguava, o local ficou conhecido como Chaminé que está lá até hoje, brincando com a imaginação de quem passa por perto, principalmente os trens de passageiros que descem a estrada de ferro Curitiba-Paranaguá (ou quase porque vai até Morretes na maioria das vezes).

A represa do Carvalho é possível de ser visitada solicitando permissão para a Sanepar. 



Essa visita, é uma volta no passado de uma obra que garantiu o abastecimento trazida até a capital através de estações de bombas próximas a Av. Vitor Ferreira do Amaral onde se vê o encanamento e segue até a Caixa Dágua do Alto da XV e passa pela estações de abastecimento Alto das Mercês próximo ao antigo prédio da Telepar na Av. Manoel Ribas, e finaliza na Estação do Bigorrilho próxima das ruas Princesa Izabel com a rua Euclides da Cunha.

No contexto de toda essa história de um pouco de engenharia e de natureza resolvemos fazer um pedal para as Represas de Piraquara. A saída para alguns foi do Alto da XV, ponto de encontro Panificadora Família Farinha. Para outros, onde me incluo, foi a partir do posto Ipiranga na BR 277 depois do Contorno Leste. A estrada de acesso fica ali próximo da BR antes do pedágio. É o circuito Trentino, um roteiro turístico da região de Piraquara.

Ao pegarmos esse caminho uma surpresa, a estrada tinha desbarrancado para o rio que passa ao lado. A solução foi subir o barranco por uma propriedade até sairmos de novo junto a estrada.



Depois seguimos até encontrar a represa e estrada para seguir em frente até chegar ao posto da Sanepar para registro de entrada na área de preservação ambiental, para um pouco de história e conhecermos os tanques dos primeiros reservatórios de água.

Feito a visita retornamos e no caminho desviamos para o bar do Morro do Canal. Ainda não era o momento de subí-lo. Fizemos um lanche e retornamos. No caminho a chuva já ameaçava. Ao  retornar para o posto e colocar a bicicleta no carro começou a chuva.

Total pedalado 48 km.

Clique no slide para ver o álbum de fotos.


Ps 01. Esse blog foi adiado na época porque era para ser uma pedalada e subida no Morro do Canal. Foi um pedal bate e volta e julguei na época que não fiz boas fotos de registro.

Ps.02 Quem voltou pela BR 277 pegou um temporal. Na altura do Centro Politécnico foram testemunhas de um assalto na churrascaria Marumbi, com troca de tiros entre os bandidos e a policia.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Dolinas Gêmeas - Cachoeira da Mariquinha - Buraco do Padre - Fenda da Freira, As Jóias dos Campos Gerais

De Dolinas Gêmeas - Cachoeira da Mariquinha - Buraco do Padre - Fendas da Freira

Segundo passeio de 2011 e ainda pros lados dos Campos Gerais, Região de Ponta Grossa-PR. Coincidência ou não estávamos a caminho da região que por causa dos arenitos e rios formam paisagens que brincam com a nossa imaginação. E elas estão relatadas aqui, quando você observa as tags, que são palavras chaves na busca de assuntos no blog.

Saímos as 8:00 horas de Curitiba em direção a Ponta Grossa, uma parada no restaurante Panorâmico perto de Vila Velha. Lá encontramos o grupo do Heron que estava indo para o Buraco do Padre.
Seguimos a frente e a saída da BR 376 entre a Makita e a Cargil pega-se uma estrada de chão em direção a estrada para Itaioca ou rodovia do Talco. Nessa nova estrada segue uns 20 km passando o desvio para o Buraco do Padre e segue-se para a Cachoeira da Mariquinha.

Na estrada para cachoeira da Mariquinha uma parada logo depois do caminho de acesso para conhecer as Dolinas Gêmeas, que são duas crateras ou furnas, típicas da formação dos Campos Gerais, e que tem como a mais famosa as Furnas de Vila Velha. Em 2009 havia passado sem perceber ali perto pedalando até o Buraco do Padre. Uma volta ao redor das mesmas para muitas fotos. 


De Dolinas Gêmeas - Cachoeira da Mariquinha - Buraco do Padre - Fendas da Freira


Retornando para a estrada fomos para o acesso a cachoeira. Lá numa casa da fazenda paga-se uma taxa de entrada, 4 ou 5 reais. Caminhamos até a trilha encontrando o rio, duas opções, atravessá-lo e seguir a trilha do outro lado ou seguir a trilha do mesmo. Optamos pela trilha próxima. Ao chegar na Cachoeira da Mariquinha, fotos e banho. Depois subimos pela lateral da queda dágua para ver o rio por cima, onde ao longo tem outras quedas num visual incrível. No retorno eu, a Raquel e a Estela optamos pela volta por outra trilha que beira a formação de arenitos do local. A frente o rio para atravessar. Como o volume de água dessa época está maior por causa das chuvas a travessia curta é tensa, ainda mais que o nome do rio é Quebra-Perna.

De Dolinas Gêmeas - Cachoeira da Mariquinha - Buraco do Padre - Fendas da Freira


Retorno para a van e seguimos então para o Buraco do Padre. A estrada de chão estava muito boa, haviam passado a máquina até a área do estacionamento. Chegando lá uma decepção com o povo que a visita nessa época. O local não é de acesso controlado, mas nem por isso as pessoas podem deixar seus lixos, achando que o serviço de limpeza pública irá lá para pegar. A frase, na natureza você só deixa as pegadas e só tira as fotos, é para tudo que ser refere na vida. Isso me faz lembrar o comentário de um velho homem quando perguntado se o trabalho dele era de lixeiro na qual ele disse: "não meu trabalho é de limpeza pública, lixeiro são as pessoas que juntam tudo isso e deixa para nós pegarmos".
Bem como já fui várias vezes ao Buraco do Padre o relato está no post clicando aqui.

De Dolinas Gêmeas - Cachoeira da Mariquinha - Buraco do Padre - Fendas da Freira


O que foi novidade dessa vez foi a Fenda da Freira que é um intervalo de paredões de arenito próximo a parte de cima do Buraco do Padre, junto a um bloco de rocha onde o pessoal de escalada faz exercícios.

De Dolinas Gêmeas - Cachoeira da Mariquinha - Buraco do Padre - Fendas da Freira


Depois desse dia agradável onde a previsão de chuva foi fiel e teve uma de 1 mm, saímos do Buraco do Padre e paramos na Adega Porto Bravos da fazenda Ponteio, logo na estrada antes do asfalto, para compra de vinho, licor, geléias e graspa de amora selvagem e então seguimos para um café colonial Kliewer na colônia Witmarsum que tem fotos no post anterior.



Comentários do blogueiro:
01 - Ponta Grossa, não é só a Vila Velha, a cidade possui recantos muito bonitos, proporcionados pela formação rochosa e seus rios.
02 - Quando você for para esses locais leve o seu lixo para casa. Não seja covarde e transfira o problema para os outros.
03 - Próximos destinos na região ainda esse ano, rio São Jorge e arredores.

Também fotos da Raquel clique aqui e da Estela.


domingo, 9 de janeiro de 2011

Cachoeira do Panelão, Promessa e Primeira no ano 2011



Eu estive na cachoeira do Panelão no ano passado, 2010. Foi no começo do mês de abril e já estava frio para entrar no rio. Eu prometi um retorno quando viesse o verão.

O que eu não esperava do blog feito no ano passado sobre o assunto, é que ele seria o mais visitado até hoje  com cerca de 80 porcento dos acessos. Eu até queria esse destaque e assim contribui para muitas pessoas que o procuram no Google com mais informações da localização e as fotos.

Nesse retorno com os amigos Thays, Cassiano, Cauan, Simone, Raquel e Marcia e demais convidados da Thays, nós fomos lá aproveitar o dia.

Na chegada a cachoeira do Panelão tive a primeira surpresa,  reencontrar o cão que no ano passado era um  filhote que havia nos acompanhado pelo caminho de acesso. Por causa dos demais achei que ele era um Boder Colie, agora está mais para um Mini Colie. E tinha ainda um Cimarrom Uruguaio e um Queensland Heeler, todos com seu ofício pastoreiro e simpáticos com as pessoas.


Depois descemos até as cachoeiras. Lá o rio estava muito cheio por causa da chuva da noite anterior, que dificultava a entrada no remanso por causa da correnteza e causou-me receio de atravessá-lo para os saltos da pedra, nem dos  3, 8 e 12 metros. Mais tarde apareceu um grupo que fez saltos de lá. Para conferir alguns  corajosos saltadores  procure Cachoeira do Panelão no Youtube.


A tarde fomos para colônia Witmarsum, bem perto dali,  no café colonial na confeitaria Kievler que fica próximo a cooperativa. Muito bom lá e com surpresa que está num vídeo.

Confira nas fotos abaixo, também clicando no slide. Também fotos da Raquel.





PS. Para quem ver esse post eu fiquei sabendo a pouco pelo site recém criado http://www.cachoeiradopanelao.com.br que a partir de Abril/2011 só entrará na cachoeira quem for mensalista. Se esta modalidade funcionará eu tenho as minhas dúvidas. Sorte a minha ter aproveitado as duas ocasiões que estive lá.

sábado, 27 de novembro de 2010

Janela da Cotia, Caminho da Conceição - Usina de GPS

De Caminho da Conceição - Janela da Cotia - Usina de GPS
1- Barragem (rio Capivari)         9 - Janela de Desemboque
2- Reservatório                          10- Janela Superior
3- Tomada dágua                      11- Janela Intermediária
4- Canal de Adução                  12- Central Geradora
5- Janela da Conceição             13- Galeria de Acesso
6- Janela da Cotia                      14- Canal de Fuga
7- Chaminé de Equilíbrio          15- Rio Cachoeira
8- Conduto Forçado
Figura e detalhes retirados do folder de visita a Usina Governador Parigot de Souza. Cortesia COPEL

O nome do estado do “Paraná” significa em tupi-guarani, Rio Grande. Coincidentemente o Paraná tem muitos rios. Esses rios proporcionaram a construção de várias usinas hidrelétricas, dentre elas a maior que é usina hidrelétrica de Itaipu, superada apenas pela recém construída Três Gargantas na China.

Até a década de 60 o Paraná tinha pouca energia elétrica e o seu desenvolvimento ainda dava os primeiros passos e a COPEL tinha menos de 10 anos de criação. Mas esses passos já eram firmes. O que muitos desconhecem é que existe uma usina da COPEL, onde o lago foi represado de um lado da serra na região do 1. planalto, perto da cidade de Curitiba, e suas águas são levadas para outro lado por dentro da montanha, descendo até os geradores de energia instalados dentro dessa mesma montanha na cidade de Antonina. Essa é a Usina Capivari-Cachoeira ou Governador Parigot de Souza.

De 1963 a 1968 foram os preparativos de terraplanagem e construção de túneis, sendo o de adução (túnel horizontal) de 14,1 km e o túnel onde estão instalados 2 condutos forçados de 1080 metros de comprimento todo revestido de concreto, sendo os últimos 550 metros em aço, numa inclinação de 40 graus, causando um desnível represa-turbina de aproximadamente 754 m. Durante a obra, túneis transversais foram feitos para encurtar o acesso de equipamentos da obra e descarga de material retirado na formação do túnel principal. Dentre estes túneis,  02 são conhecidos do pessoal de hiking que são a Janela da Conceição (mais distante da fazenda de acesso) e a Janela da Cotia, os dois próximos do Caminho da Conceição, numa localidade da cidade de Antonina próximo ao bairro Alto, poucos quilômetros da entrada da Usina Capivari-Cachoeira.  Depois dessa preparação a usina ainda levaria mais 03 anos para montagem de equipamentos e demais detalhes, sendo inaugurada em 1971, com a potência de 260 MW, que na época era considerada de sobra para o Paraná., uma obra que projetou a COPEL na área de engenharia e construção de porte. Hoje o potencial da COPEL está em 5310 MW.

As duas janelas da Cotia e da Conceição ficam no canal de adução de 22 km. O acesso até elas requer conhecimento, pois a trilha está fechada pelo desuso.

Nesse blog será comentado a ida até a Janela da Cotia.
Quando chegamos ao bairro Alto o dia seria de tempo nublado e sem chuvas, durante a semana choveu todos os dias. Seguimos até a casa do sr. Antonio, morador local, que serviria de guia. E começamos a trilha na fazenda de acesso, a Lírio do Vale. Na estrada muita lama, nos últimos dias passaram uma máquina, para limpeza e acesso as torres da COPEL. Já no começo nos deparamos com as ruínas dos condutos da antiga usina da Cotia. Na parte onde desciam esses coondutos subimos o morro junto as suas bases. No final chegamos próximo ao reservatório de desemboque, numa área conhecida por Piscina dos Elefantes, que é um conjunto de vias e reservatórios da antiga represa da usina. Havíamos subido 400 metros. Logo voltamos para a estrada, até a uma bica dágua que faz parte dos condutos que levavam água até a Piscina dos Elefantes.

Caminhando estrada acima fomos até onde há uma ponte com a metade desabada. Muito arriscado passar pelo que restou dela, então atravessamos o rio para a outra margem (direita da descida do rio), mas nesse ponto uma pausa para um lanche,  e seguimos por uma trilha até o limite, atravessando para a margem esquerda do rio. Nesse lado uma indecisão, a mata era fechada. Até então os relatos de outros trilheiros é que a partir de um ponto segue-se pelo rio, sobre as pedras, o que na verificação do guia Antonio seria perigoso. Então seguimos pela mata abrindo caminho com o facão. Pela margem do rio avistamos uma parede junto ao rio um muro 3 metros de altura. Nesse local está a ponte de perfis de aço ou trilho, que não é uma ponte completa. Estávamos próximo ao portão de acesso ao túnel Janela da Cotia. Caminharmos um pouco dentro do túnel retornamos. O túnel tem cerca de 1,0 km e não vale a pena percorrê-lo no total porque há outro portão, mas cadeado. O outro lado é o canal de adução com uma comporta para o túnel.
Na volta do túnel ou janela atravessamos o rio junto a ponte de ferro e fomos até o local conhecido por Disco Porto , pelo seu aspecto construtivo que é uma estrutura de concreto da época da obra. O nome é por muitos dizerem parecer com uma base de disco voador.

Total de trilha 8,6 km. Ida e volta 17,2 km. Elevação da estrada do bairro Alto até a janela da Cotia 672 metros.



Ps. Talvez um grupo empresarial reativará a usina da Cotia, uma PCH - Pequena Central Hidrelétrica com potencial máximo 5 Megawatts.

Demais fotos: Raquel, Estela  e Rogério

Percurso GPS clique abaixo na barra superior.



Comentários:

Ps 01. Passado um tempo encontrei esse post do Pedro Hauck bem interessante.

sábado, 13 de novembro de 2010

Caminho do Vinho, Três Pedalantes

O Caminho do Vinho, a rota colonial do município de São José dos Pinhais, um dos cinturões verdes da região metropolitana de Curitiba.

Há tempos havia sugerido esse roteiro para pedaladas. Esse ano em Julho (dia do jogo Ale x Arg da Copa), eu até fui lá perto com o Heron numa marcação de percurso para caminhada na colônia Muricy. Mas foi um pedal bati e volta e cãibra, por causa dos 60 km desde casa.

No passeio de hoje não, tranquilo, por outro lado pela colônia Mergulhão uma volta na parte de cima e retorno próximo do trevo da colônia Muricy, cerca de 20 km.

Maumau, Ju e Raquel (fotos), saímos do Casarão Café Colonial pela direita em direção a represa da Sanepar. Para alcançar na parte de cima o vinhos Dom Fernando, onde fizemos uma parada.

De Caminho do Vinho, Três Pedalantes

Depois seguimos até o pesque-pague Cachimbo. Ali um pouco de erro tentando pegar o caminho para Gamelas. Depois voltando pelo caminho certo seguimos passando pelo trevo da Muricy e tomamos o caminho de volta ao café.
E assim foi um pedal despretensioso de uma tarde só, num sábado de véspera de feriado, com a presença bem servida da Ju e da Raquel.



No mapa:


sábado, 6 de novembro de 2010

Piraí do Sul - PR, Trilha do Cânion da Chapadinha, Cachoeira Paulina



E como tava difícil o último mês para se fazer uma trilha, ou qualquer coisa ao ar livre. Todo o final de semana de outubro chovia. E quando não choveu no dia 23/10 eu tinha uma prova de Cross-duathlon do Naventura e perdi a Trilha da Mamona.

Mas a trilha da pousada Serra do Piraí, segundo a Raquel (fotos) sairia de qualquer jeito, se bem que antes tinha sido cancelada por causa da chuva.
Um sábado de previsão de pouca chuva e saímos para viajar até a cidade de Piraí do Sul, com uma parada antes para ir até a pedreira do Rubinho, desativada, para umas fotos. Um passatempo para adiantados.

Por volta das 11 horas da manhã chegamos na pousada e tivemos que aguardar o Emerson proprietário e guia. Na recepção fomos recebidos pelos cães labradores dele, que depois soubemos o nome Picumã (preto) e Jau-jau (claro). Cão labrador quem conhece sabe que há uma lei na América do Norte, que diz que todo cão morde pessoas, menos o labrador.

Quando o Emerson chegou, quase ao meio-dia saímos para trilha do cânion da Chapadinha com final na cachoeira Paulina. Eu fiz uma estréia de um GPS, sem muita instrução fui tentando marcar a trilha. Mais umas trilhas e colocarei num desses blogues.

A região de Piraí do Sul faz parte da Rota dos Tropeiros que vem da Lapa até Sengés na parte do Paraná. A paisagem é típica dos Campos Gerais, muita pedra, gramíneas, morros e entre vales que formam rios e desses rios aparecem cachoeiras, é uma paisagem típica paranaense.

No caminho os labradores sempre entravam numa poça de água, mas a cachoeira mostraria outras surpresas, andamos por cerca de 1:30 h. 

Ao chegarmos na cachoeira, uma vista em tanto, a queda de 60 metros com uma prainha de areia branca. Ir lá e não entrar na água, não teria graça, mas estava gelada, apesar do mês de novembro ser de calor.

Na cachoeira percebi que tinha perdido meu óculos na trilha, então era fazer o caminho de volta. Depois de algumas subidas, lá estava ele perto de um tronco que havia me abaixado para passar.

Na volta retornamos a pousada para um café da tarde colonial, até a 18:30 h quando retornamos para Curitiba.


ps. a Raquel que organizou o passeio descobriu esse local no programa da RPCTV Meu Paraná. Confira aqui.


Demais informações no site Pousada da Serra do Piraí.

sábado, 23 de outubro de 2010

Cross Duatlhon - Naventura 2010 - 4. Etapa e Última do Ano




Esse ano de 2010 eu tinha uma idéia de participar das competições do Naventura, que envolvia corrida e mountain bike. No mês de maio tive uma surpresa desagradável que foi uma artrose no dedo do pé (muito uso sabe), que me dificulta jogar futebol e não sabia se para os outros esportes teria o mesmo problema. Aí vai na consulta ao médico, pesquisa na internet, onde até soube que o jogador de basquete Shakira O'Neal teve o mesmo problema, e a cirurgia era inevitável para voltar ao futebol, que é o esporte de maior exigência dos pés.
Passado o tempo para decidir e a cirurgia adiada para o ano de 2011, resolvi continuar com as corridas que não me causavam incomodo e aliado a bicicleta, faltava participar da última etapa do Cross Duatlhon.

No dia 23 de outubro estava programado a corrida em Campo Largo-PR no Parque Cambuí. O mês de outubro não estava fácil para os esportes externos e qualquer lazer, chovia toda semana ainda mais nos finais de semana. 

Combinamos eu e o Sandro (Lavai-lama) de participar, fizemos a inscrição a tempo e sairiamos juntos pela proximidade de nossas residências.
Só não contava que no dia da prova o Sandro fosse atrasar para passar em casa, e fosse necessário fazer o percurso da BR-277 próximo a Coca-Cola até Campo Largo-PR em 30 minutos,  45 km cruzando Curitiba.

Chegamos no parque faltando 5 minutos para o inicio da prova. Quando eu coloquei a bicicleta na espera já estava na contagem de 15 segundos para a largada e o Sandro ainda chegaria.



Começa prova, que são 3 km de corrida, 15 km de pedalada e mais 3 km de corrida finalizando a prova.
Na minha impressão da prova a 1. parte foi tranquila.



Já na bicicleta seriam 03 voltas do percurso com aclives e declives que na primeira volta eu já senti e ainda teriam mais 02 para completar.



E na última etapa a corrida, a falta de preparo me pegou pelo "baço" e  no último kilômetro.



E completei a prova em 45, veja no quadro clicando aqui. Esqueci de comentar que o treino para essa prova foi prejudicado pelos dias de chuva do mês.
Mas valeu, tomei gosto.



ps 01. embora esse blog esteja em outubro ele foi o último do ano por causa das fotos, que eu estava aguardando.

ps.02 apesar do Sandro largar por último e atrasado conseguiu chegar em 42. O que não faz uma bicicleta full suspension.