domingo, 20 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia Argentina e Chilena


Depois de um longo tempo eu voltei a escrever aqui. A última página foi em Outubro de 2012 e foi sobre Tibagi. Desde dessa época algumas saídas aconteceram como a ida ao morro Tucum e Camapuã, mas a neblina forte não permitiram boas fotos. Aliás o tempo ruim foi o que mais atrapalhou no período.

Mas esse retorno estava sendo muito esperado por esse que lhe escreve. A viagem a patagônia argentina e chilena. Essa viagem mais ou menos começou depois da Chapada Diamantina. Me perguntaram qual seria a próxima aventura, e eu pensava em algo fora do país.

Nas próximas páginas um pouco do relato do que foi a viagem, isso porque tem muita informação na internet e que acaba-se sendo repetitivo.

01. Parte - Curitiba a Buenos Aires.

Até Outubro de 2012 eu estava procurando interessados para fazer uma viagem até El Calafate e El Chalten. Foi quando o Alan da Sherpa Turismo propôs algo maior. El Calafate (Perito Moreno), El Chalten (Monte Fitz Roy) e circuito W em Torres del Paine.

O Alan já havia feito essa viagem por 03 vezes e conhecia razoavelmente.

Saímos no dia 19/01 as 07 horas da manhã de Curitiba rumo a Porto Alegre para um vôo da Gol e depois  as 14 horas para Buenos Aires.

Como chegamos as 08:30 h em POA resolvemos pegar um trem até o mercado municipal. Lá demos uma volta, comemos pastel e depois os doces famosos de Pelotas.

Da esq. para direita Abenur, Andreia, Linhares Lucas, Maumau e Alan no pastel do mercado municipal de POA


Retornamos ao aeroporto e um novo despacho de mochila agora pelas Aerolíneas Argentina. Chegando em Buenos Aires, câmbio de dólar por pesos argentinos e embarcamos na van contratada para translado até o hostel Porta del Sul, no centro de Buenos Aires, bem próximo a Av de Mayo do Café Tortoni.

Deixamos as malas no hostel e saímos para uma parrilha no restaurante Los Desniveis próxima a plaza 25 de Mayo. Na mesma rua da feira de Santelmo a rua Defensa.

Clique na foto para vê-las em outra página.




Dia Seguinte Volta Turística por Conta do Viajante em Buenos Aires.

Pela manhã de domingo após o café típico argentino com media lunas, torrada, um pãozinho, doces e frutas, nós estávamos prontos para uma volta na cidade. Parte do grupo saiu para o Zoo Lujan, famoso por deixar os visitantes chegarem perto do tigre por exemplo. Eu e o viajante Arnaldo Ohno seguimos para a Casa Rosada num passeio aleatório.



Lá fizemos várias fotos na praça e entramos até uma parte no palácio. Depois resolvemos sair pela rua lateral esquerda para ir até o museo Fragata em Puerto Madero. No caminho um casal típico latino tirando fotos e derrepente nos avisaram que estávamos sujos com cocô de pombo. O tal golpe para limpar a pessoa inclusive os bolsos. Desconfiei na hora e o cheiro era desagradável, mas lembrava a parrilha da noite anterior, segundo o viajante Ohno. Quando seguimos em direção a Madero um carro parou e avisou que ali era uma região de muito assalto. Bem demos meia volta até a frente do palácio. Confesso que essas confusões quebraram um pouco o ritmo. Pois precisava limpar  aquela sujeira daquele mingau e pensar em novos lugares. Bem seguimos então pela avenida Corrientes que é a dos teatros portenhos e fomos até o obelisco da Av. 09 de Julho. Antes passamos num Mc Donalds para se lavar mais uma vez do cheiro parrilento impregnado.

Depois do obelisco fomos até o congresso nacional e retornamos até a feira de San Telmo para comprar um plugue adaptador de tomada que precisaríamos.

De lá pegamos um táxi para o Caminito. A idéia era encontrar o pessoal que foi ao zoo para o almoço. Lá demos uma volta fotografando e visitando algumas lojas de turistas na tentativa de encontrar o pessoal, Já eram 15 horas e resolvemos almoçar. Afinal de contas o zoo de Lujan é tão longe que o pessoal não apareceria. De lá pegamos outro táxi e fomos para Recoleta. Antes passamos na Flor de Aço e depois atravessamos a avenida para o cemitério famoso.

Universidade de Direito e no canto esquerdo a Flor de Aço.

No local tinha uma feira de artesanato na calçada de acesso, um espaço cultural de ciência. Depois entramos no cemitério para uma volta, claro que passando pelo mausoléu da Eva Perón. O cemitério fechara as 18:30 h e estávamos saindo de lá para Puerto Madero.

Resolvemos pegar um ônibus, que para pagar precisaria agora de um cartão recarregável, custaria 6 pesos a passagem de duas pessoas mas não aceitavam dinheiro. O motorista acabou nos dando uma carona, afinal eram 4,0 km no GPS. Descemos no começo de Puerto Madero. Uma caminhada e logo pegamos o sinal do talk-about do Alan. Eles estavam na puente de la Mujer. Então todos se encontraram e paramos no bar Fragata bem perto do museu de mesmo nome, para um chope torre de 3 litros.
Dali fomos a uma lanchonete e padaria para um lanche.

Clique na Foto para vê-la em outra página.



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